Kiss me Because I am a Girl
setembro 26, 2009 por Adilson Costa
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Uma lição de Vida – Publicidade
setembro 25, 2009 por Adilson Costa
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Divaldo Franco – Lição de Vida
setembro 25, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Vídeos Imperdíveis
Lição de vida um exemplo de pai
setembro 25, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Vídeos Imperdíveis
Um dia
setembro 24, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Poesias
Um dia achei que sabia das coisas,
descobri que as coisas eram complicadas demais para saber.
Um dia achei que podia fazer muito,
mas meu muito era pouco para muitas outras pessoas.
Um dia achei que era feliz,
e descobri que não tinha noção do que era a felicidade.
Um dia pensei ser bom em alguma coisa
e descobri que não sabia coisa nenhuma.
Um dia achei que a vida era somente isso aqui
e descobri que somente estava de joelhos.
Um dia resolvi levantar-me
e descobri que faltava algo para conseguir.
Um dia conheci você
e descobri que você era o chão que faltava sob minhas pernas.
Um dia pensei que a vida não fazia sentido,
e encontrei você para sentir a vida.
Um dia pensei que estava tudo acabado
e descobri que o tudo estava apenas começando.
Um dia imaginei que sabia escrever lindos poemas,
e após te conhecer descobri que as palavras não conseguiam te descrever.
Um dia imaginei que não conseguiria suportar
e hoje digo a ti que consigo porque tenho você.
Um dia lhe falei de um prazo lembra?
Hoje te digo que errei e muito, e que realmente a conta está furada.
Um dia olharemos o passado e sorrindo diremos um ao outro:
"Um dia Sonhamos juntos, e hoje estamos vivendo esse Sonho"
A Cidade dos Resmungos
setembro 24, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Parábolas
Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.
Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.
Então segurando o cesto diante de si, gritou:
- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:
Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.
O Segredo da Vida
setembro 24, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Reflita Comigo
Ouça essa Poesia na voz de Adilson Costa:
A vida é um sopro esculpido na alma.
É um tortuoso caminho a percorrer.
Vitórias e derrotas, erros e acertos
Não envelhecemos com as rugas
envelhecemos por desacreditar,
por abandonar a nós mesmos, ainda não li
um manual completo que ensinasse a viver.
Ou que ensinasse a não morrer.
A morte assim como a vida é complexa
muitos tentam explicar, com contos,
piadas, estórias, mas nada me convenceu.
Creio que somos a matéria prima do universo.
Temos mais que obrigações, temos mais
que simples sonhos, temos mais que desejos,
temos muito, mas muito mais para receber do
que já temos hoje.
Aceite a vida como ela é, aceite a si mesmo
como você é!
Não terás nada a perder, somente grandes
chances de ganhar mais do que achas que tem hoje.
Leio há anos, estudei, pesquisei, ouvi opiniões.
Coisas absurdas sobre o sentido da vida, cada qual
com sua crença, sua igreja ou sua conta bancária.
Mas a verdade é que comecei a acreditar em algo,
Comecei a acreditar que eu posso mais do que
imaginava poder, e comecei a sentir a energia, comecei
a sentir uma força que eu tinha, mas nunca havia usado,
ela estava inerte, estava emperrada.
Hoje consigo entender melhor o porquê nascemos,
para que nascemos.
Somos fruto de imaginações férteis.
Somos o sopro vindo do vento, que
apesar dos lamentos, somos todos ligados.
Existe uma conectividade entre mim e você.
Essa junção é muito maior do que a ciência é maior
que tudo já presenciado, pois esse é o Segredo da Vida.
Que se chama Felicidade.
Seja feliz com você mesmo,
aprenda a se admirar
sorria para o espelho.
Chore de alegria.
Aprenda coisas novas
Desenrole as amarras da sua alma.
Limpe o espaço de seu coração.
E tenhas a certeza que melhores ventos virão.
Serão sopros de paz, sopros de sucesso.
E você começara a juntar as peças desse quebra
cabeça chamado Ser Humano, e aprenderás que tudo
que nós buscamos é a Felicidade.
Viva feliz a cada dia, pois sua alma nunca ficará velha.
: Adilson Costa
A casa queimada
setembro 24, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Parábolas
Um certo homem saiu em uma viagem de avião.
Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria.
Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.
Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservou em cima da água.
Ficou boiando à deriva, durante muito tempo, até que chegou a uma ilha não habitada.
Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por tê-lo salvo da morte.
Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.
Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casa para ele.
Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção.
Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.
Um dia ele estava pescando e, quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua
decepção ao vê-la toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra, chorando e dizendo em prantos:
"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem pena de
mim?"
Neste momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:
"Vamos, rapaz?"
Ele se virou para ver quem lhe falava, e qual não foi sua
surpresa quando viu à sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:
"Vamos rapaz, nós viemos buscá-lo".
"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"
"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir buscá-lo naquele barco ali
adiante."
Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos.
A arte de ser feliz
setembro 24, 2009 por Adilson Costa
Arquivado em Parábolas
Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que as coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para vê-las assim."
Cecília Meireles
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