Hoje não tenho Poesias
março 13, 2010 por Adilson Costa
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Hoje não tenho inspiração,
pouca coisa tenho a dizer,
hoje levantei entregue ao cansaço,
o desânimo se apossou de mim,
poucos minutos depois de 1 hora de sono,
meu telefone toca,
ouvi sua voz e despertei,
soube que você estava bem,
isso foi o suficiente para colocar
um pouco de gás no meu botijão,
então resolvi fazer algo útil,
fui trabalhar pensando em você.
Como é difícil, mas eu mereço, eu mereço.
Por: Adilson Costa
Elleen Burhum & Adriana Mezzadri “Almas Gemelas”
março 9, 2010 por Adilson Costa
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Amei, Amo e sempre Amarei
março 8, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Amei a ti como o último suspiro de um moribundo,
amei como um fogo de um vulcão em erupção,
dei a ti minha essência, minha vida, meu mundo,
entornei em sua vida todas as minhas qualidades,
me prostrei em seus pés como um escravo,
participei de seus sonhos, suas angustias e suas dores,
te conduzi ao sorrir, ao sonhar,
sonhei seus sonhos, chorei suas lágrimas, sorri teus sorrisos,
repartimos nossas fantasias, nossos desejos,
mesmo no calor tremíamos juntos de paixão,
mesmo nos momentos difíceis lhe dava minhas mãos,
hoje estou só, vivo só, ando só,
minhas noites são frias,
mas é um frio de solidão,
hoje eu tremo,
mas tremo de medo.
Amei a ti mais que a mim mesmo,
errei mais de uma vez,
sou culpado e entendo que mereço minha punição,
escreva em seu coração,
que te Amei ontem,
te Amo hoje,
e te Amarei para sempre.
Autor: Adilson Costa
O espelho do Desprezo
março 4, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Imponha suas regras,
coloque suas próprias leis,
sinta-se a dona do mundo,
apague meus sonhos,
mas não adianta me pisar,
o desprezo é um espelho,
onde o reflexo é a faca
que se encrava em seu peito.
Outrora terás a chance de pisar em meus dedos,
de passares sobre o pontilhão das lembranças,
e lá poderá me ver maltrapilho acolhido sobre
a sombra do desprezo e do arrependimento,
um moribundo atirado ao relento.
Se tiveres ainda um suspiro de lembrança,
poderá então escolher entre pisar
em meu corpo castigado pela indecisão,
ou dar-me o acolhimento da compaixão,
onde pedireis de joelhos que me
deixe ter a chance de curar as feridas do desprezo,
a única promessa a ser feita é a de que não prometerei
nada.
Simplesmente te darei o melhor de MIM como fiz até hoje.
Auto: Adilson Costa
As sete maravilhas do mundo
março 2, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Parábolas

Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:
1) O Taj Mahal
2) A Muralha da China
3) O Canal do Panamá
4) As pirâmides do Egito
5) O Grand Canyon
6) O Empire State Building
7) A Basília de São Pedro
Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu:
- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.
O professor disse:
- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.
A menina hesitou, então leu:
- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:
1 - Ver
2 - Ouvir
3 - Tocar
4 - Provar
5 - Sentir
6 - Rir
7 - E amar ...
A sala então ficou completamente em silêncio...
Autor: desconhecido
Eu Sumi?
março 1, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Sim eu sumi,
sumi como uma fumaça
que some em meio ao vento,
sumi porque na tua presença,
não consigo me controlar,
sumi porque só faço besteiras ao seu lado,
sumi porque não consigo me expressar,
minhas palavras somente se espalham pelo papel,
na sua frente a boca se cala.
Sumi covardemente.
É covardemente, precisava ser resgatado
de minha insanidade, mas não dei chance,
não pude estender minha mão, fui covarde.
Mas meu sumiço,
não é eterno, e você sabe quem sou, do que sou
capaz, sabe que sou assim, louco, um louco total,
um louco por ti.
É eu sumi,
mas quero que tenha certeza, que logo logo,
bem breve mesmo, tu me verás novamente,
mas dessa vez com outros olhos, me verás de uma
forma diferente, e não mais precisarei de poesias,
ou de rimas para me expressar, pois minhas atitudes
serão a chave, não deixarei de ser louco, pois isso
faz parte de mim, isso é o tempero de minha vida.
Eu sumi mas logo logo irei aparecer e dessa
vez será para sempre.
Por: Adilson Costa
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