Planeta Terra para Sempre – O Segredo
maio 21, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Vídeos Imperdíveis
Coração Vazio
maio 20, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Especial, Poesias

Do vazio de minhas escolhas
meu coração ficou repleto do nada,
juntando às lacunas de meus erros,
estagnou-se como água parada.
Criarem-se larvas dentro desse órgão,
larvas essas que me corroem noite e dia,
sinto o peso do passado no peito,
desejo que exista algum jeito,
para limpar o que eu tenha feito,
para não somente lembrar-se de quando eu sorria
Por mais que eu tente encher o coração,
não encontro um conteúdo de qualidade,
qualquer tentativa será em vão,
somente contigo ouve felicidade.
Então por ventura condenado estou?
Não posso crer nisso essa é a resposta a dar,
não desistirei enquanto respirar,
de alguma forma encontraremos um meio,
carrego um coração vazio aqui dentro,
mas não adianta eu reclamar,
coração vazio pesa mais que um cheio
Por: Adilson Costa
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Antiga Rodoviária de Maringá
maio 20, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias, Reflita Comigo
Saudoso tempo do saudoso Américo,
que desejou fontes na cidade jorrar
se hoje vivo, estaria colérico,
ao ver o prédio que leva seu nome,
virar ruínas e seus pedaços a espalhar.
Oh antiga rodoviária da nossa cidade canção,
chega choro de tristeza ao te ver,
sempre foi monumento de orgulho,
hoje abandonada sem razão,
vejo nossa história virar entulho.
Latões lhe cercam como se fosse culpada,
fizeste o que podias, resistiu como pode,
mas sem nosso povo viraste em nada.
Tantos pais, avós e famílias inteiras,
lhe atravessaram para um abraço,
foste o centro e fiel companheira,
e de forasteiros tiraste o cansaço.
Falta mais desvelo e dedicação de nossa gente,
para por ti lutar e deixar que fique em pé,
para que não reste lembranças e fotos somente,
lutemos por ti, deixemo-nas como ela é.
Que a ganância de poucos seja tirada,
esqueçam prédios de compras ou obras do futuro,
essa conversa chocha não valerá de nada,
tiremos e revivamos ela do monturo.
Acordem minha gente e por ela vamos lutar,
reformem-na, tombem-na e deixe nossa história viver,
deve ser orgulho de um povo o passado zelar,
e seremos um povo pobre se do passado esquecer.
Essas palavras são somente um desabafo,
de um forasteiro que a essa terra aprendeu Amar,
construamos uma cidade do futuro,
com luzes neon, túneis rodovias em seu entorno,
mas por favor não deixem algo importante de lado.
Nenhum povo desse mundo tem futuro
se simplesmente apagarem seu passado.
Por: Adilson Costa
Ouça a Poesia na voz do Autor:
Escrevo pela necessidade
maio 17, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Quando as palavras vão sendo enfileiradas
ou espalhadas sem rumo algum,
são meus instintos de sobrevivência,
que trazem meus segredos um a um.
Ás vezes jogo as palavras com raiva,
jogo-as no papel de minha saudade,
ou simplesmente me desfaço delas,
mas sempre expõem minha verdade.
Quando quero escrever o que não sinto,
quanto tento não ser controlado pela inspiração,
não me emociona com minhas palavras,
me sinto aprisionado como uma maldição.
Por isso sempre estou inspirado,
sempre estou à mercê de minhas própria seqüelas,
sei que corro risco de ser "mau" interpretado,
mas aprendi que a vida não é uma aquarela.
Então escrevo me aliviando de um peso,
expondo meu sonhos, desejos e desilusões,
dessa forma fico próximo de mim mesmo,
e me sinto livre de todas as maldições.
Embora ainda exista um vazio aqui dentro,
tento em tudo escrever minha verdade,
então continuo escrevendo compulsivamente,
pois bem lá no fundo de mim escrevo por necessidade.
Por: Adilson Costa
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Ouvir sua voz novamente
maio 17, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Palpitou forte em meu peito,
lembranças de um curto passado,
preciso sofrer eu aceito,
afinal sou sempre eu o errado.
Senti um frio na barriga,
seu nome na tela a chamar,
atendi com pressa "eu quem lhe diga",
com minhas mãos a tremular.
Que tolo eu sou,
que tolo eu fui,
perdoe minhas atitudes,
mas não menti nos sentimentos,
pensei que poderia,
evitar sofrimentos,
errei, sofro,
sei que jamais irei corrigir,
viverei o resto de meus dias
com nosso tempo na lembrança,
quero crer,
quero acreditar na falada esperança.
O que dizer?
O que falar?
O que responder?
Foram segundos te ouvindo,
foram segundos somente,
e foi muito bom
ouvir sua voz novamente.
Liga de novo para mim!!
Por: Adilson Costa
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A ilha deserta
maio 17, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Parábolas

Certa vez um homem muito rico, de natureza boa e generosa, queria que o seu escravo fosse feliz. Para isso lhe deu a liberdade e um navio carregado de mercadorias.
- Agora você está livre – disse o homem. – Vá e venda esses produtos em diversos países e tudo o que conseguir por eles será seu.
O escravo liberto embarcou no navio e viajou através do imenso oceano.
Não havia viajado muito tempo quando caiu uma tempestade. O barco foi arremessado violentamente contra os rochedos e se fez em pedaços; tudo o que havia a bordo se perdeu. Somente o ex-escravo conseguiu se salvar, porque, a nado, pôde alcançar a praia de uma ilha próxima.
Triste, abatido e só, nu e sem nada, o ex-escravo caminhou até chegar a uma cidade grande e bonita.
Muita gente se aproximou para recebê-lo, gritando:
- Bem –vindo! Bem-vindo! Longa vida ao rei!
Trouxeram uma rica carruagem, onde o colocaram e escoltaram-no até um magnífico palácio. Lá muitos servos se reuniram ao seu redor, vestiram-no com roupas reais e todos se dirigiam a ele como soberano, em total obediência à sua vontade.
O ex-escravo, naturalmente, ficou feliz e, ao mesmo tempo, confuso. Ele desejava saber se estava sonhando ou se tudo o que via, ouvia ou experimentava não passava de uma fantasia passageira.
Convenceu-se, finalmente, de que o que estava acontecendo era real. E perguntou a algumas pessoas que o rodeavam, de quem gostava, como havia chegado àquela situação.
- Afinal – disse, - sou um homem de quem vocês nada conhecem, um pobre e despido vagabundo que nunca viram antes. Como podem transformar-se em seu governante? Isto me causa muito mais espanto do que possa dizê-lo.
-Senhor – responderam, - esta ilha é habitada por espíritos. Há muito tempo eles rezaram para que lhes fosse enviado um filho do homem para governá-los, e suas preces foram ouvidas. Todos os anos é enviado um filho do homem. Eles o recebem com grande dignidade e o colocam no trono. Porém seu ‘status’ e seu poder acabam quando se completa o ano. Então lhe tiram as vestes reais e o põe a bordo de um barco que o leva para uma grande ilha deserta. Lá, a não ser que antes tenha sido sábio e tenha se preparado para esse dia, não encontra amigos, não encontra nada: vê-se obrigado a passar uma vida aborrecida, solitária e miserável. Elege-se então um novo rei, e assim acontece ano após ano. Os reis que o antecederam foram descuidados e não pensaram. Desfrutaram plenamente do seu poder, esquecendo-se do dia em que tudo acabaria.
Essas pessoas aconselharam ao ex-escravo a ser sábio e permitir que suas palavras permanecessem dentro do seu coração.
O novo rei ouviu tudo atentamente, e lamentou Ter perdido o pouco tempo que havia passado desde que chegara à ilha.
Pediu ao homem de conhecimento que havia falado:
- Aconselhe-me, ó Espírito da Sabedoria, como devo preparar-me para os dias que chegarão no futuro.
- Nu você chegou até nós – disse o homem – e nu será enviado à ilha deserta da qual lhe falei. Agora você é rei e pode fazer o que quiser. Por isso mande trabalhadores à ilha e permita-lhes que construam casas, preparem a terra e tornem belas as redondezas. Os terrenos áridos devem ser transformados em campos frutíferos. As pessoas deverão ir viver lá e você estabelecerá um reino para si mesmo. Seus próprios súditos estarão esperando quando você chegar para dar-lhe as boas-vindas. O ano é curto, o trabalho é longo: seja diligente e enérgico.
O rei seguiu o conselho. Mandou trabalhadores e materiais para a ilha deserta, e antes de findar a vigência de seu poder a ilha se transformou num lugar fértil, aprazível e atraente.
Os governantes que o tinham precedido haviam antecipado o fim de seu tempo com medo, ou afastavam este pensamento se divertindo. Ele porém o aguardava com alegria, uma vez que então poderia começar sobre uma base de paz permanente e felicidade.
O dia chegou. O escravo liberto que tinha sido feito rei foi despojado de sua autoridade. Ao perder seus trajes reais, perdeu também seus poderes. Nu, foi colocado num barco, e as velas inflaram em direção à ilha. Porém quando se aproximou da praia as pessoas que tinham sido enviadas antes para lá vieram para recebê-lo com música, canções e muita alegria. Fizeram-no seu governante, e ele viveu em paz.
Extraído do livro “Histórias da Tradição Sufi”
A lição do rio
maio 17, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Parábolas

O rio corre sozinho, vai seguindo seu caminho.
Não necessita ser empurrado.
Pára um pouquinho no remanso.
Apressa-se nas cachoeiras.
Desliza de mansinho nas baixadas.
Precipita-se nas cascatas.
Mas, no meio de tudo isso vai seguindo seu caminho.
Sabe que há um ponto de chegada.
Sabe que seu destino é para a frente.
O rio não sabe recuar.
Seu caminho é seguir em frente.
É vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando no mar.
O mar é sua realização.
É chegar ao ponto final.
É ter feito a caminhada.
É ter realizado totalmente seu destino.
A vida da gente deve ser levada do jeito do rio.
Deixar que corra como deve correr.
Sem apressar e sem represar.
Sem ter medo da calmaria e sem evitar as cachoeiras.
Correr do jeito do rio, na liberdade do leito da vida, sabendo que há um ponto de chegada.
A vida é como o rio.
Por que apressar?
Por que correr se não há necessidade?
Por que empurrar a vida?
Por que chegar antes de se partir?
Toda natureza não tem pressa.
Vai seguindo seu caminho.
Assim também é a árvore, assim são os animais.
Tudo o que é apressado perde o gosto e o sentido.
A fruta forçada a amadurecer antes do tempo perde o gosto.
Tudo tem seu ritmo.
Tudo tem seu tempo.
E então, por que apressar a vida da gente?
Desejo ser um rio.
Livre dos empurrões dos outros e dos meus próprios.
Livre da poluição alheias e das minhas.
Rio original, limpo e livre.
Rio que escolheu seu próprio caminho.
Rio que sabe que tem um ponto de chegada.
Sabe que o tempo não interessa.
Não interessa ter nascido a mil ou a um quilômetro do mar.
Importante é chegar ao mar.
Importante é dizer "cheguei".
E porque cheguei, estou realizado.
A gente deveria dizer: não apresse o rio, ele anda sozinho.
Assim deve-se dizer a si mesmo e aos outros: não apresse a vida, ela anda sozinha.
Deixe-a seguir seu caminho normal.
Interessa saber que há um ponto de chegada e saber que se vai chegar lá.
É bom viver do jeito do rio!
"Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente."
Autor desconhecido
Engano encantado
maio 16, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Não era um príncipe nesse conto?
Sim deveras fosse no passado,
hoje conto-lhes de outra forma,
perdoe-me se desaponto,
posso até estar errado,
mas confirmo não existir,
princesa ou príncipe encantado.
Foi mais uma maneira,
encontrada para iludir,
onde te fazem esperar,
um milagre acontecer
para um (a) encantado (a) surgir.
Se existisse referido encanto,
ou a perfeição da pessoa procurada,
em muitos não teria o pranto,
bastava encontrar a encantada.
Poderia vir de cavalo branco,
ou de carro importado,
aqui serei bem franco,
se é isso que tu esperas,
por favor, sente-se no banco,
pois a demora vai aumentar,
é que não existe esse encanto,
e você ira se decepcionar.
O encanto já pode ter vindo,
passado por ti sem chamar a atenção,
e suas vistas tapadas pelo modismo,
se perderam na multidão.
Então pare de viver essa ilusão,
viva sua vida, viva sua realidade,
corra enquanto bate seu coração,
esqueça sua vida de falsidade
Por: Adilson Costa
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Te Querer
maio 16, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Queria dizer,
Por: Adilson Costa
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“Cry Out To Jesus” – Third Day (With Lyrics)
maio 16, 2010 por Adilson Costa
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