O Buda de ouro
junho 11, 2010 por Adilson Costa
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No outono de 1988, minha esposa Georgia e eu fomos convidados a fazer uma palestra sobre auto-estima e desempenho máximo numa conferência em Hong Kong. Como nunca havíamos estado no Extremo Oriente, decidimos entender nossa viagem e visitar a Tailândia.
Ao chegarmos a Bangkok, resolvemos fazer uma visita aos mais famosos templos budistas da cidade. Naquele dia, juntamente com nosso intérprete e motorista, eu e Georgia visitamos vários templos budistas, mas, depois de algum tempo, todos eles começaram a se confundir em nossa memória.
No entanto, um dos templos deixou uma indelével impressão em nossos corações e mentes. Chama-se o “Templo do Buda de Ouro”. O templo em si é muito pequeno, provavelmente não mais do que 10 x 10 metros. Mas, ao entrarmos, ficamos atordoados com a presença de um Buda de ouro maciço. de 3,5 metros de altura.
Ele pesa mais de duas toneladas e meia, e está avaliado em aproximadamente cento e noventa e seis milhões de dólares! Foi uma visão extremamente impressionante – o Buda de ouro maciço, gentil e bondoso, embora imponente, sorrindo para nós. Enquanto estávamos envolvidos com as atividades normais dos turistas (tirar fotografias e fazer exclamações de admiração diante da estátua), caminhei até uma vitrine que continha um pedaço de barro com cerca de oito polegadas de espessura por doze polegadas de largura. Ao lado da vitrine havia uma página datilografada descrevendo a história desta magnífica peça de arte.
Nos idos de 1957, um grupo de monges de um monastério precisava transferir um Buda de barro de seu templo para um novo loca. O monastério teria que ser transferido para ceder espaço à construção de uma auto-estrada que atravessaria Bangkok. Quando o guindaste começou a suspender o ídolo gigantesco, seu peso era tamanho que ele começou a rachar. E, como se isso não bastasse, começou a chover. O monge superior, que estava preocupado com os danos que pudessem ocorrer ao Buda sagrado, resolveu devolver a estátua ao chão e cobri-la com um grande encerado de lona para protegê-la da chuva.
Mais tarde, naquela noite, o monge foi verificar como estava o Buda. Acendeu sua lanterna sob o encerado para ver se o Buda continuava seco. Conforme a luz incidiu sobre a rachadura, o monge notou um pequeno brilho e achou estranho. Ao olhar mais de perto o reflexo da luz, perguntou-se se poderia haver algo sob o barro. Foi buscar um cinzel e um martelo no monastério e começou a retirar o barro. À medida que derrubava fragmentos do barro, o pequeno brilho se tornava maior e mais forte. Muitas horas de trabalho se passaram até que o monge se deparou com o extraordinário Buda de ouro maciço.
Os historiadores acreditam que algumas de centenas de anos antes da descoberta do monge, o exército dos birmaneses estava prestes a invadir a Tailândia (chamada então de Sião). Os monges siameses, percebendo que seu país seria logo atacado, cobriram seu precioso Buda de ouro com uma camada externa de barro, a fim de evitar que seu tesouro fosse roubado pelos birmaneses. Infelizmente, parece que os birmaneses massacraram todos o monges siameses, e o bem-guardado segredo do Buda de ouro permaneceu intacto até aquele fatídico dia em 1957.
Voltando para casa no avião da Cathay Pacifica Airlines, pensei comigo mesmo: “Somos todos como o Buda de barro, recobertos por uma concha de resistência criada pelo medo e ainda assim, dentro de cada um de nós, há um ‘Buda de ouro’ ou uma ‘essência de ouro’, que é o nosso eu verdadeiro. Em algum lugar ao longo do caminho, entre as idades de dois e nove anos, começamos a encobrir nossa ‘essência de ouro’, nosso eu natural. E, assim como o monge, com o martelo e o cinzel, nossa tarefa agora é descobrir mais uma vez a nossa verdadeira essência.”
Extraído do livro “Canja de galinha para a alma” de Jack Canfield
Porto Seguro
junho 5, 2010 por Adilson Costa
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Já atraquei meu barco uma vez,
em um porto lindo e maravilhoso,
onde eu achava ser uma "Porto Seguro",
com o tempo ele desmoronou,
transformou-se em deserto,
tive culpa eu confesso,
não posso assim me isentar,
tive receios, medos,
mesmo com outros portos por perto,
meu medo era afundar,
mesmo assim continuei,
tentando esse porto salvar.
Meu esforço foi em vão,
restando um grande aprendizado
mais vale um barco solto ao vento,
mesmo sem a tripulação dentro,
não me serviria mais viver assim atracado.
Foi melhor assim soltar meu barco a navegar,
deixar o barco sair sem se preocupar com portos,
ou até com outras embarcações,
já tive chances de outros portos,
mas nenhum realmente valia a pena,
então hoje vivo esse dilema
o que escrevo é a verdade,
em meu barco não sei para que lado é o futuro
agora te faço uma pergunta
será que existe um porto Seguro?
Por: Adilson Costa
Obrigado pelo calor da visita,s e quiser deixar um comentário, vamos discutir sobre o assunto.
Você acredita que possa realmente possuir um "Porto Seguro"? Eu prefiro ser um Porto Seguro
do que imaginar que possamos encontrar um.
Ouça a Poesia:
Meu Caminho
junho 4, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Se vivo torto nessa tortura que vivo,
é para sentir a falta de mim mesmo,
quando sinto que não me tenho por perto,
abro a janela do choro para o vento entrar,
assim não me sinto só,
e deixo o vento me acompanhar.
Se aprendo novas palavras sem sentido,
reparto com os outros o que não sei dizer,
bem no fundo sinto arrepios destorcidos,
e tenho mais vontade de viver,
abro minha alma para melhor se arrepiar,
assim me sinto bem
e sem medo deixo meu sangue esquentar.
Se encontro obstáculos pelo caminho que sigo,
não ligo para eles e continuo a caminhar,
encontro forças e somente sigo,
encaro tudo sem ao menos pestanejar,
e sem medo dos problemas sigo em frente,
na chuva, no sol ou na tempestade,
a questão é bem simples,
o que não posso é desistir,
então sigo minha vida,
enfrento meu caminho
sem medo de cair.
Autor: Adilson Costa
Click – Motivação – Cena do filme Click
junho 4, 2010 por Adilson Costa
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O que fazer? (Letra de Música)
junho 2, 2010 por Adilson Costa
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O que fazer?
O que fazer sem você?
Ando pela estrada da solidão,
vivo preso na angustia,
sinto um aperto no coração.
O que fazer?
Se você é o que preciso,
e sem ti caminho sem direção,
preciso saber de ti,sem ti vivo perdido,
vivo sem noção.
O que fazer?
Se errei me perdoe meu Amor,
confesso que aprendi a lição,
hoje sou um poeta eremita,
sem ti a vida não tem emoção.
"E o que faço?
Sem ti me desfaço,
perdi o compasso,
alma em pedaços no poço da solidão,
volte para mim juntar os pedaços
que restou de meu coração." (Bis)
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Contato: contato@adilsoncosta.com
Que os Loucos se levantem.
junho 2, 2010 por Adilson Costa
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Nessa síndrome de falta de Amor,
que enrosca as vidas humanas,
surgem os costureiros das letras,
esses loucos de mentes insanas.
Sim esses seres são loucos que retratam,
as gotas de lágrimas que teimam em cair,
até ao infortúnio do amor não correspondido,
chegando ao início do sorrir.
Esses doentes pelas palavras costuradas,
às vezes com rima outras nem tanto,
são frutos de noites sem sono,
são donos das noites de pranto.
Este desabafo que aqui estou a retratar,
são simples palavras de um aprendiz de poeta,
que ouviu de alguém: "você é louco",
e eu digo essa bendita loucura me desperta.
Sim, desperta em mim um desejo de escrever,
e por dentro sou um louco sem juízo,
que escreve o que sente e o que vê,
pois para mim "escrever" é preciso.
Se não escrevo mais louco me sinto,
em não conseguir os sentimentos retratar,
por isso de escrever jamais desisto,
continuarei sendo louco e loucuras a espalhar.
Motivação – Sorria para um Mundo Melhor
junho 1, 2010 por Adilson Costa
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Tu não mereces meu Amor
junho 1, 2010 por Adilson Costa
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Se tento não ser quem sou,
de nada adianta, pois não serei eu mesmo,
se tento ser quem sou,
de nada adianta, pois você quer mais,
se tento ser melhor do que sou,
de nada adianta, pois você diz que minto,
se tento sumir sem rumo,
tu me procuras como a uma cura impossível,
se apareço do nada em sua frente,
me perguntas por que veio,
se choro em sua frente ao te olhar nos olhos,
me falas que sou fraco,
se fico firme à sua frente,
me dizes que sou sensível demais,
se te dou flores,
me perguntas por que te dei,
se te ligo ao fim do dia e pergunto como estás,
tu me dizes que foi péssimo.
Querida sabe o que foi péssimo? Péssimo foi o meu dia,
ruim foi o meu dia, e mesmo assim lembrei-me de ti, mesmo assim ao terminá-lo
sabia que tinha ainda algo bom naquele dia,
e era ouvir sua voz, mas como sempre tendes a ser
negativa, tendes a ser somente mais um ser vivo nada mais que isso,
não precisas de mim, muito menos de meu ombro, creio
que precisas da solidão como companhia, precisas que o
vento da saudade lhe visite e depois se vá,
precisas entender que a felicidade é algo que se conquista
dia a dia, que a felicidade é uma praga boa em nosso jardim,
e eu somente tentei por todos esses anos lhe dar a felicidade
que em mim transborda em forma de Amor.
Hoje tenho a plena convicção que você jamais saberá o que é Amor,
então irei continuar minha caminhada,
irei continuar pela estrada de minha simples vida,
irei à procura de alguém que possa ao menos sorrir,
que possa ao menos sensibilizar-se quando eu disser Te Amo.
Por: Adilson Costa
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