Enya – Caribbean Blue
outubro 28, 2010 por Adilson Costa
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Amanhã poderá ser tarde Demais …
outubro 28, 2010 por Adilson Costa
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Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.
Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.
Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era e disse:
- Esse aqui...
- Quer que eu embrulhe para presente? Perguntou a moça, sorrindo ainda mais. Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse:
- É para mim mesmo, mas eu gostaria que você embrulhasse.
Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.
Daquele dia em diante, todos as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no armário, sem sequer abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar.
Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.
No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse:
- Então, você não sabe? Faleceu esta manhã.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria..."
Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abria traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer o rapaz.
Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já, amanhã pode ser muito tarde!
Autor Desconhecido
Minha Estrela
outubro 24, 2010 por Adilson Costa
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Milhões podem ser vistas
são estrelas por todos os lados,
a que procuro não deixa pistas,
vive nos sonhos, em meus pecados.
Sinto aqui em meu peito,
onde a noite mais congela,
encontrá-la é o único jeito,
em sonhos sinto o calor dela.
Onde deves estar esta estrela?
Desejo teu brilho contemplar,
essa vontade virou janela,
onde me debruço a te esperar.
Essa ilusão cultivei,
e em cada noite que vier,
espero que a estrela que sonhei,
venha em forma de mulher.
Por: Adilson Costa
YANNI – Butterfly Dance
outubro 24, 2010 por Adilson Costa
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Segredos
outubro 24, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias
Traga seus pensamentos,
extermine seus receios,
revele seus anseios
e viva nossos momentos.
Cubro-te de flores,
flores de meu jardim
cultivadas por mim,
e esqueça seus amores.
Vivencia a felicidade,
abra a porta de tua alma
deixe-na entrar com calma
expulsando a saudade.
Encare seus medos,
viva a paixão
esquecendo a ilusão
e revele teus segredos.
Por: Adilson Costa
Venha
outubro 24, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Poesias

Se der venha,
venha a mim,
venha assim,
meio sem jeito,
acalmar meu peito
- que sente saudade.
Se der venha,
perca-se comigo,
perder-me-ei contigo,
nessa junção imoral,
é um jogo fatal
- de nossa verdade.
Se der venha,
sentir meu beijo,
saciar o desejo
viver nossa ilusão,
que será a razão
- sem nenhuma maldade.
Se der venha,
irei lhe possuir,
partilhar o sorrir,
traga sua inquietude
que vire a virtude
- de nossa felicidade.
Por: Adilson Costa
Lobos internos
outubro 22, 2010 por Adilson Costa
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Um velho Avô disse ao seu neto, que veio a ele com raiva de um amigo, que lhe havia feito uma injustiça:
"Deixe-me contar-lhe uma história."
Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio daqueles que aprontaram tanto, sem qualquer arrependimento daquilo que fizeram.
Todavia, o ódio corrói você, mas não fere seu inimigo.
É o mesmo que tomar veneno, desejando que seu inimigo morra.
Lutei muitas vezes contra estes sentimentos..."
E ele continuou: "É como se existissem dois lobos dentro de mim.
Um deles é bom e não magoa. Ele vive em harmonia com todos ao redor dele e não se ofende quando não se teve intenção de ofender.
Ele só lutará quando for certo fazer isto. E da maneira correta.
Mas, o outro lobo, ah! Este é cheio de raiva. Mesmo as pequeninas coisas o lançam num ataque de ira!
Ele briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo.
Ele não pode pensar porque sua raiva e seu ódio são muito grandes.
É uma raiva inútil, pois sua raiva não irá mudar coisa alguma!
Algumas vezes é difícil conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito".
O garoto olhou intensamente nos olhos de seu Avô e perguntou:
"Qual deles vence, Vovô?"
O Avô sorriu e respondeu baixinho:
"Aquele que eu alimento mais freqüentemente".
Autor Desconhecido
Creia em Deus
outubro 21, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Parábolas

Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas
era ridicularizado por ser cristão.
Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente
do pelotão, pregou-lhe uma peça...
- Soldado Coelho, venha até aqui!
- Pois não Senhor.
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.
- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o
que eu lhe ordenei...
- Mas senhor, eu não sei dirigir!
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.
O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi
até o veículo.
Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua
oração.
"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre
a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém."
O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o
seu superior.
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...
- O que houve gente? - perguntou o soldado.
- Quem é o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? Perguntou
o seu superior.
- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos
decidiram aceitar o meu Deus?
O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o
jipe enxugando suas lágrimas.
Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!
DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM!
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Abortando uma nação.
outubro 20, 2010 por Adilson Costa
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Ouve um tempo não muito distante,
que o povo,
esse povo simples desse gigante Brasil,
podia caminhar e gritar seus valores ao vento,
um grito de liberdade,
um grito sem medo de ser.
Mas já se foi esse tempo,
dói no peito eu lamento,
que deixamos isso acontecer.
As amarras da incoerência
de uma estrela que um dia brilhou,
de um sonho,
de uma esperança,
hoje se findou.
Hoje não brilha uma estrela,
essa estrela de mentiras se sujou,
a esperança de um povo calejado,
somente a esmola ficou.
Amordaçam-me e me calam,
prendem-me e me sufocam,
o desespero é evidente
é fácil isso notar,
é mais caro cuidar de uma vida,
é mais barato abortar.
Entre o sonho que um dia tive
e o pesadelo que está por acontecer,
eu prefiro dormir sereno,
mesmo que seja em um espaço pequeno,
mas cristão não deixarei de ser.
Se me matas antes de ver a luz,
se me devoras antes de nascer,
como posso acreditar em ti,
como posso um dia sorrir
se já me tiraste o direito de viver?
Se negas o direito de teu povo falar,
amordaça-se o direito de liberdade,
só falta agora a cada criança dar-lhe um fuzil,
não desisto e creio em liberdade,
é preciso agora libertar o Brasil.
Autor: Adilson Costa
Maneiras de dizer as coisas
outubro 18, 2010 por Adilson Costa
Arquivado em Destaques, Parábolas

Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente _ gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos esta reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saia do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...
Um dos grandes desafios da humanidade e aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.
Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta duvida. Mas a forma com que ela e comunicada e que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.
A embalagem, nesse caso, é a indulgencia, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.
Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dize-la a nós mesmos diante do espelho.
E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento. Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença e a maneira de dizer as coisas...
Autor Desconhecido
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