Dia dos Namorados não existe

maio 16, 2011 por  
Arquivado em Destaques, Especial, Poesias, Reflita Comigo


Ridículo pensar que existe esse dia,
assim como das mães dos pais e outros por ai.
O comércio é mais forte,
é carniceiro,
é traiçoeiro,
datas e comemorações do dinheiro,
é isso somente o tempo inteiro,

No Natal vemos milhares de luzes,
árvores cheias de presentes,
e esquecemos das cruzes.

Na páscoa coelhos pulam de alegria,
toneladas de chocolate são embalados,
mas esqueceram o porque desse dia.

Não deixe isso te contaminar,
não existe dia dos namorados,
ame, namore todos os dias
e me corrija se eu estiver errado.

Muitos estão sem condições,
de distribuir presentes materiais,
mas amam, e expõem suas emoções.

Não precisa de presentes.
Precisa de amor.
Não precisamos de uma data,
precisamos dar valor.

Valorize e valorize-se.
Ontem foi o dia, hoje e amanhã também.
Esqueça o dia dos namorados.
Ame, ame muito, se doe por completo,
seja mais que um objeto,
neste mundo capitalista

Mais que um simples dia,
mais que uma simples data,
todo dia é o dia certo,
de amar ou dar presentes
peço perdão se eu estiver errado,
mas para mim,
não existe dia dos namorados

Mãe só temos UMA.

maio 5, 2011 por  
Arquivado em Destaques, Especial, Poesias


Mãe pedra fundamental,
peça chave da formação humana,
tu és o início da vida,
tu és o início de tudo,
tu é a fonte dos sonhos meus,
de teu ventre rico ou pobre,
de tua fala simples ou nobre,
conseguistes reproduzir a imagem de Deus.

Mãe, palavra única sem comparação,
teus conselhos se profetizam,
seu abraço acalenta,
mãe deve tem mais de um coração,
seu colo é com certeza curativo,
suas mãos são corretivas,
mãe não existe substituição.

Mãe, para quem a tem preserve-a,
um dia ela irá assim como a minha se foi,
o vazio é tanto,
a dor é tamanha
que nos afogamos em pranto.
O vazio é eterno, o frio nos invade,
pois Mãe para um filho é como um manto.

Cuide de sua mãezinha,
não se preocupe com presentes,
isso é uma invenção cretina,
ela quer te ver bem,
quer teu beijo e teu abraço,
quer te ninar como um neném.

Não importa onde ela esteja,
não espere o segundo domingo chegar,
diga que a ama agora,
basta um telefonema,
uma saída do trabalho,
uma escapada de sua correria diária,
não perca tempo,
o tempo não da trégua,
e mais cedo ou mais tarde ela pode partir,
levará com ela um pedaço seu,
levara o teu sorrir,
vá, vá!
Diga que a ama,
vá antes que ela desapareça para sempre,
vá agora antes que ela suma,
e jamais se esqueça.
Que Mãe só temos UMA

Ouça a Poesia:
 

Por: Adilson Costa
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A luta de uma Mãe contra o Câncer do Filho

maio 5, 2011 por  
Arquivado em Destaques, Especial

As fotos a seguir, mostram a luta de Cyndie French, uma mulher estadunidense de 40 anos e mãe de cinco filhos, contra o neuroblastoma, um tumor maligno que acabou com a vida de Derek, o filho caçula.

Durante meses, todos os aspectos que envolveram o tratamento médico e o impacto do câncer na vida familiar foram testemunhadas por duas repórteres. O resultado final é um relato surpreendente, polêmico por conta da dureza de algumas imagens, porém um exemplo de amor e coragem que plasmam os últimos meses da vida do menino.

Cyndie vendeu seu comércio, enviou sua filha menor de 6 anos para viver com o pai e não mais deu atenção aos filhos menores, os quais passaram a ter problemas com rendimento escolar, sendo que um dos filhos abandonou a escola.

“Sentia que era importante mostrar para as pessoas o que realmente acontece e não ficar escondendo por trás de uma aparência de normalidade” – Declarou a mãe do garoto, para explicar os motivos da exposição pública de sua intimidade:

Cyndie leva o filho Derek para cima e para baixo nos corredores da UC Davis Medical Center, distraindo-o durante a temida espera antes de sua extração da medula óssea. Médicos querem determinar se ele é elegível para um transplante de células-tronco do sangue, sua melhor esperança para bater o neuroblastoma, um raro câncer infantil.

Cyndie abraça o filho, depois de contar que ele precisa de cirurgia para remover um tumor cancerígeno em seu abdômen.

Derek recebe uma massagem suave de sua mãe: “Eu vou fazer o que for preciso para fazê-lo feliz, e vê-lo sorrir.”

Derek brinca em uma parede exterior da UC Davis Medical Center. Eles estão lá para preparar Derek para a cirurgia de câncer no dia seguinte.

Derek é confortado pelo seu irmão Micah, à esquerda, e mãe Cyndie, à direita. Ele recebe uma tatuagem em preparação para a terapia de radiação.

Sentindo a tristeza da mãe, Derek tenta animá-la.

Percebendo que seu filho nunca irá ter a oportunidade de obter sua carteira de motorista, Cyndie deixa Derek subir e descer as ruas sentado em seu colo

Derek chora com Cyndie tentando o confortar. Ela e o Dr. William Hall argumentam que Derek deve ter uma série de tratamentos de radiação. Derek grita: “Eu não me importo! Me leve para casa! Eu não aguento mais!

Cyndie consola de sua melhor amiga, Kelly Whysong, à esquerda, temendo que o tempo de Derek esteja próximo.

Depois de colocar uma flor ao lado da cabeça do seu filho, Cyndie cai no chão soluçando com sua melhor amiga, Kelly Whysong, à esquerda, e um outro amigo, Nick Rocha, a confortá-la

Um tumor cancerígeno distendeu tanto o estômago de Derek que suas calças não servem mais, enquanto outro em seu cérebro tem prejudicado sua visão, o que torna difícil para ele andar dentro de casa.

Derek se recusa a tomar medicamentos para a dor. Ele se enfurece com sua mãe, culpando-a por não fazê-lo saudável.

Enquanto cuidam de Derek, Cyndie discute com um amigo como irá pagar as despesas.

Derek beija sua mãe. Sua irmã de 6 anos de idade ajuda a empurrar a cadeira de rodas.

Cyndie se mantém acordada praticamente 24 horas por dia ao seu lado: “Eu estava exausta mas eu tinha de fazer isso. Ele iria chamar o meu nome e sempre esperava que eu estivesse lá”.

Cyndie mostra cartões dados a seu filho por colegas da escola.

Cyndie luta com suas emoções, enquanto a enfermeira prepara um sedativo que dará a Derek uma morte tranquila. “Eu sei em meu coração, que fiz tudo que eu pude”, diz Cyndie

Cyndie cai em lágrimas ao ver o filho morrer. Amigos da família oferecem conforto enquanto ela diz: “Está tudo bem agora meu anjo, eu amo você homenzinho, eu amo você menino corajoso, amo você, amo você”.

Cyndie carrega Derek no caixão com a ajuda de seus filhos e vários amigos. “Vou levar a sua memória para sempre no meu coração”.

Mãe é isso, mãe é doação.
Indique esse POST para pessoas que você considera.
Fique com Deus.

Fonte: Love SA

Abortando uma nação.

Ouve um tempo não muito distante,
que o povo,
esse povo simples desse gigante Brasil,
podia caminhar e gritar seus valores ao vento,
um grito de liberdade,
um grito sem medo de ser.
Mas já se foi esse tempo,
dói no peito eu lamento,
que deixamos isso acontecer.

As amarras da incoerência
de uma estrela que um dia brilhou,
de um sonho,
de uma esperança,
hoje se findou.

Hoje não brilha uma estrela,
essa estrela de mentiras se sujou,
a esperança de um povo calejado,
somente a esmola ficou.

Amordaçam-me e me calam,
prendem-me e me sufocam,
o desespero é evidente
é fácil isso notar,
é mais caro cuidar de uma vida,
é mais barato abortar.

Entre o sonho que um dia tive
e o pesadelo que está por acontecer,
eu prefiro dormir sereno,
mesmo que seja em um espaço pequeno,
mas cristão não deixarei de ser.

Se me matas antes de ver a luz,
se me devoras antes de nascer,
como posso acreditar em ti,
como posso um dia sorrir
se já me tiraste o direito de viver?

Se negas o direito de teu povo falar,
amordaça-se o direito de liberdade,
só falta agora a cada criança dar-lhe um fuzil,
não desisto e creio em liberdade,
é preciso agora libertar o Brasil.

Autor: Adilson Costa

Quem são os analfabetos? (Soneto)

Deveras quero contar-lhes o acontecido,
embora muitos já saibam o que vou dizer,
o hábito de saborear livros foi esquecido,
hoje somente figuras ou fotos querem ver.

Tem outro costume martirizando a cultura,
de jantar e viver em frente ao televisor,
saboreando as novelas e perdendo a postura,
perdendo toda família para algo sem valor.

Enquanto sebos estão por aí nos esperando,
espalhando cultura por um preço irrisório,
gastamos fortunas comprando quase de tudo,
entregamos nossa vida e o nosso território

Nós aceitamos tudo e perdemos a galhardia,
somos assim, os analfabetos de hoje em dia.

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Por: Adilson Costa
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Coração Vazio

maio 20, 2010 por  
Arquivado em Destaques, Especial, Poesias


Do vazio de minhas escolhas
meu coração ficou repleto do nada,
juntando às lacunas de meus erros,
estagnou-se como água parada.

Criarem-se larvas dentro desse órgão,
larvas essas que me corroem noite e dia,
sinto o peso do passado no peito,
desejo que exista algum jeito,
para limpar o que eu tenha feito,
para não somente lembrar-se de quando eu sorria

Por mais que eu tente encher o coração,
não encontro um conteúdo de qualidade,
qualquer tentativa será em vão,
somente contigo ouve felicidade.

Então por ventura condenado estou?
Não posso crer nisso essa é a resposta a dar,
não desistirei enquanto respirar,
de alguma forma encontraremos um meio,
carrego um coração vazio aqui dentro,
mas não adianta eu reclamar,
coração vazio pesa mais que um cheio

Por: Adilson Costa
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