<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Poesias de Amor - Adilson Costa - Poesias, Parabolas, Textos, Exemplos de Vida, Construindo Milagres &#187; Parábolas</title>
	<atom:link href="http://www.adilsoncosta.com/canais/parabolas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.adilsoncosta.com</link>
	<description>Você consegue construir um milagre em sua vida, basta entender como funicionam as regras.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 10:01:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
		<item>
		<title>Como se escreve</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/como-se-escreve/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/como-se-escreve/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 14:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2048</guid>
		<description><![CDATA[Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam. Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2012%252F01%252Fcomo-se-escreve%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Como%20se%20escreve%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/escrever.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2049" title="escrever" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/escrever.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam. Joey desenhou a sua família. Depois, traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até à mesa da professora e disse:</p>
<p>- Professora, como a gente escreve...? Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula.</p>
<p>Joey dobrou o papel e o guardou no bolso. Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho.</p>
<p>Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse.<br />
- Mamãe, como a gente escreve...?</p>
<p>- Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta, foi a resposta dela. Ele dobrou o desenho e o guardou no bolso.</p>
<p>Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até à cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai. Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai e disse .</p>
<p>- Papai, como a gente escreve...?</p>
<p>- Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta. O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso. No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolados num papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo.</p>
<p>Os anos passaram...</p>
<p>Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie fez um desenho. Era o desenho de sua família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e ela disse.</p>
<p>- Este aqui é você, papai! A garota também riu. O pai olhou para o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo.</p>
<p>Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou: eu volto logo! E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou.</p>
<p>- Papai, como a gente escreve amor? Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e a foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia: amor, querida, amor se escreve com as letras T...E...M...P...O (TEMPO).</p>
<p>Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive.</p>
<p>Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição.<br />
Por fim, lembre: se você não tiver tempo para amar, crie.</p>
<p>Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo...bom, o tempo é uma questão de escolha.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2012%2F01%2Fcomo-se-escreve%2F&amp;title=Como%20se%20escreve">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/como-se-escreve/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Confiando na alegria</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/confiando-na-alegria/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/confiando-na-alegria/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 22:09:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=258</guid>
		<description><![CDATA[No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2012%252F01%252Fconfiando-na-alegria%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Confiando%20na%20alegria%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/alegria.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-259" title="alegria" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/alegria.jpg" alt="alegria" width="590" height="400" /></a><br />
No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada Confiando na Alegria. Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas, no fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou a moedinha ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo, mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Mas quando o vendedor soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, cheio de pena, deu-lhe o óleo. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido:</p>
<p>“ nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas, com esta oferenda, possa eu no futuro ser abençoada com a Lâmpada da Sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimentos e levá-los à Iluminação”.</p>
<p>Durante a noite, o óleo de todas as lâmpadas havia acabado, mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando um discípulo chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única lâmpada ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: “Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia” e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda, que o observava há algum tempo, disse:</p>
<p>— Maudgalyayana: você quer apagar essa lâmpada? Não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama.</p>
<p>- Por que não? - Perguntou o discípulo de Buda.</p>
<p>- Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e de mente. Essa motivação produziu um enorme benefício.</p>
<p>Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um Perfeito Buda e seria conhecido como Luz da Lâmpada</p>
<p><span style="color: #888888;">Histórias Budistas</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2012%2F01%2Fconfiando-na-alegria%2F&amp;title=Confiando%20na%20alegria">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/confiando-na-alegria/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Uma história para mudar nossas Vidas</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/uma-historia-para-mudar-nossas-vidas/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/uma-historia-para-mudar-nossas-vidas/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 12:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de carro]]></category>
		<category><![CDATA[amor de irmã]]></category>
		<category><![CDATA[amor de mãe]]></category>
		<category><![CDATA[bonecad e brinquedo]]></category>
		<category><![CDATA[morte]]></category>
		<category><![CDATA[rosa branca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2717</guid>
		<description><![CDATA[Tente ler sem chorar!!! Corri ao mercado para comprar uns presentinhos, que eu não havia conseguido comprar antes. Quando eu vi todas aquelas pessoas no mercado, comecei a reclamar comigo mesma: Isto vai demorar a vida toda, e eu ainda tenho tantas coisas para fazer, outros lugares para ir. Como eu gostaria de poder apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2012%252F01%252Fuma-historia-para-mudar-nossas-vidas%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Uma%20hist%C3%B3ria%20para%20mudar%20nossas%20Vidas%22%20%7D);"></div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2718" title="rosa" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2011/04/rosa.jpg" alt="" width="590" height="400" /></p>
<div>Tente ler sem chorar!!!</div>
<div>Corri ao mercado para comprar uns presentinhos, que eu não havia conseguido comprar antes.</div>
<div>Quando eu vi todas aquelas pessoas no mercado, comecei a reclamar comigo mesma: Isto vai demorar a vida toda, e eu ainda tenho tantas coisas para fazer, outros lugares para ir.</div>
<div>Como eu gostaria de poder apenas me deitar, dormir e só acordar após tudo isso.</div>
<div>Sem notar, eu fui andando até a seção de brinquedos, e lá eu comecei a bisbilhotar os preços, imaginando se as crianças realmente brincam com esses brinquedos tão caros.</div>
<div>Enquanto eu olhava a seção de brinquedos, eu notei um garoto de mais ou menos 5 anos pressionado uma boneca contra o peito.</div>
<div>Ele acarinhava o cabelo da boneca e olhava tão triste, e fiquei tentando imaginar para quem seria aquela boneca que ele tanto apertava.</div>
<div>O menino virou-se para uma senhora próximo à ele e disse:</div>
<div>Vovó, você tem certeza que eu não tenho dinheiro suficiente para comprar esta boneca?</div>
<div>A senhora respondeu: Você sabe que o seu dinheiro não é suficiente, meu querido!</div>
<div>E ela disse ao menino, que ele poderia ficar ali olhando os brinquedos por 5 minutos, enquanto ela iria olhar outra coisa. O pequeno menino estava segurando a boneca em suas mã</div>
<div>os. Finalmente eu comecei a andar em direção ao garoto e perguntei para quem ele queria dar aquela boneca. E ele respondeu:</div>
<div>"Esta é a boneca que a minha irmã mais adorava, e queria muito ganhar. Ela estava tão certa que o Papai daria esta boneca para ela este ano."</div>
<div>Eu disse: "Não fique tão preocupado, eu acho que ele irá dar a boneca para sua irmã."</div>
<div>Mas ele triste me disse: "Não, o Papai não poderá levar a boneca onde ela está agora. Eu tenho que dar esta boneca pra minha mãe, assim ela poderá dar a boneca à minha irmã, quando ela for lá."</div>
<div>Seus olhos se encheram de lágrimas enquanto ele falava: "Minha irmã teve que ir embora para sempre. O papai me disse que a mamãe também irá embora para perto dela em breve. Então eu pensei que a mamãe poderia levar a boneca com ela e entregar a minha irmã.".</div>
<div>Meu coração parou de bater.</div>
<div>Aquele garotinho olhou para mim e me disse: "Eu disse ao papai para dizer a mamãe não ir ainda. Eu pedi à ele que esperasse até eu voltar do mercado."</div>
<div>Depois ele me mostrou uma foto muito bonita dele rindo, e me disse:</div>
<div>"Eu também quero que a mamãe leve esta foto, assim ela também não se esquecerá de mim. Eu amo a minha mãe e gostaria que ela não tivesse que partir agora, mas meu pai disse que ela tem que ir para ficar com a minha irmãzinha."</div>
<div>Ai ele ficou olhando para a boneca com os olhos tristes e muito quietinho.</div>
<div>Eu rapidamente procurei minha carteira e peguei algumas notas e disse para o garoto: "E se nós contássemos novamente o seu dinheiro, só para termos certeza de que você tem o dinheiro para comprar a boneca?</div>
<div>Coloquei as minhas notas junto ao dinheiro dele, sem que ele percebesse, e começamos a contar o dinheiro.</div>
<div>Depois que contamos, o dinheiro iria dar para comprar a boneca e ainda sobraria um pouco.</div>
<div>E o garotinho disse: "Obrigado Senhor por atender o meu pedido e me dar o dinheiro suficiente para comprar a boneca"</div>
<div>Aí ele olhou para mim e disse: "Ontem antes de dormir eu pedi à Deus que fizesse com que eu tivesse dinheiro suficiente para comprar a boneca, assim a mamãe poderia levar a boneca.</div>
<div>Ele me ouviu ...e eu também queria um pouco mais de dinheiro para comprar uma rosa branca para minha mãe, mas eu não ousaria pedir mais nada à Deus. E Ele me deu dinheiro suficiente para comprar a boneca e a rosa branca.</div>
<div>Você sabe, a minha mãe adora rosas brancas."</div>
<div>Uns minutos depois, a senhora voltou e eu fui embora sem ser notada.</div>
<div>Terminei minhas compras num estado totalmente diferente do que havia começado.</div>
<div>Entretanto não conseguia tirar aquele garotinho do meu pensamento.</div>
<div>Então lembrei-me de uma notícia no jornal local de dois dias atrás, quando foi mencionado que um homem bêbado numa caminhonete, bateu em outro carro, e que no carro estavam uma jovem senhora e uma menininha.</div>
<div>A criança havia falecido na mesma hora e a mãe estava em estado grave na UTI, e que a família havia decidido desligar as máquinas, uma vez; que a jovem não sairia do estado de coma. E pensei, será que seria a família daquele garotinho?</div>
<div>Dois dias após meu encontro com o garotinho, eu li no jornal que a jovem senhora havia falecido. Eu não pude me conter e sai para comprar rosas brancas fui ao velório daquela jovem .... Ela estava segurando uma linda rosa branca em suas mãos, junto com a foto do garotinho e com a boneca em seu peito.</div>
<div>Eu deixei o local chorando, sentindo que a minha vida havia mudado para sempre. O amor daquele garotinho por sua mãe e irmã continua gravado em minha memória até hoje. É difícil de acreditar e imaginar que numa fração de segundos, um bêbado tenha tirado tudo daquele pequeno garotinho.&nbsp;</p>
<p><span style="color: #888888;"> </span></p>
</div>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2012%2F01%2Fuma-historia-para-mudar-nossas-vidas%2F&amp;title=Uma%20hist%C3%B3ria%20para%20mudar%20nossas%20Vidas">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2012/01/uma-historia-para-mudar-nossas-vidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Conta corrente</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/conta-corrente/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/conta-corrente/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 14:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2057</guid>
		<description><![CDATA[Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã acorde com um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte. Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz??? Você iria gastar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F12%252Fconta-corrente%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Conta%20corrente%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/conta-corrente.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2058" title="conta-corrente" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/conta-corrente.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Imagine que você tenha uma conta corrente e a cada manhã acorde com um saldo de R$ 86.400,00.<br />
Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte.<br />
Todas as noites o seu saldo é zerado, mesmo que você não tenha conseguido gastá-lo durante o dia. O que você faz???<br />
Você iria gastar cada centavo é claro!<br />
Todos nós somos clientes deste banco que estamos falando.<br />
Chama-se "TEMPO". Todas as manhãs, é creditado para cada um 86.400 segundos. Todas as noites o saldo é debitado como perda.</p>
<p>Não é permitido acumular este saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs a sua conta é reinicializada, e todas as noites as sobras do dia se evaporam. Não há volta.<br />
Você precisa gastar vivendo no presente o seu depósito diário. Invista, então no que for melhor, na sua saúde, felicidade, sucesso!</p>
<p>O relógio esta correndo. Faça o melhor para o seu dia-a-dia.</p>
<p>- Para você perceber o valor de "um ano", pergunte a um estudante que repetiu de ano.<br />
- Para você perceber o valor de "um mês", pergunte para uma mãe que teve seu bebê prematuramente.<br />
- Para você perceber o valor de "uma semana", pergunte a um editor de um jornal semanal.<br />
- Para você perceber o valor de "uma hora", pergunte aos amantes que estão esperando para se encontrar.<br />
- Para você perceber o valor de "um minuto", pergunte a uma pessoa que perdeu um trem.<br />
- Para você perceber o valor de "um segundo", pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente.<br />
- Para você perceber o valor de "um milésimo de segundo", pergunte a alguém que venceu a medalha de prata em uma olimpíada.</p>
<p>Valorize cada momento que você tem! E valorize mais porque você deve dividir com alguém especial, especial o suficiente para gastar o seu tempo junto com você.</p>
<p>Lembre-se, o tempo não espera por ninguém!<br />
Ontem é história. O amanhã é um mistério. Hoje é uma dádiva.<br />
Por isso é chamado de PRESENTE</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F12%2Fconta-corrente%2F&amp;title=Conta%20corrente">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/conta-corrente/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Galinha</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/a-galinha/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/a-galinha/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 14:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[galinha]]></category>
		<category><![CDATA[galinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=457</guid>
		<description><![CDATA[Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria. O dono porém, não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já o estavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F12%252Fa-galinha%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20Galinha%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/a_galinha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-458" title="a_galinha" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/a_galinha.jpg" alt="a_galinha" width="590" height="400" /></a><br />
Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria.<br />
O dono porém, não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já o estavam copiando.</p>
<p>Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, arrumou um bastante de aproximadamente 2 metros e amarrou a galinha a ele. Desse modo, de repente, o mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o barbante lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. Dia após dia acontecia o mesmo. De tanto andar nesse círculo, a grama que era verde foi desaparecendo e ficou somente terra. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro só terra.<br />
Depois de um tempo o dono se compadeceu da ave, pois ela que era tão inquieta e audaciosa, havia se tornado uma pacata figura. Então cortou o barbante que a prendia pelo pé e a deixou solta.</p>
<p>Agora estava livre, o horizonte seria limite, poderia ir onde quisesse. Mas, estranhamente, a galinha mesmo solta, não ultrapassava o limite que ela própria havia feito. Só ciscava e andava dentro do círculo, seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora mas não tinha coragem suficiente para se “aventurar” a ir até ela. Preferiu ficar do lado conhecido. Com o passar do tempo, envelheceu e ali morreu.</p>
<p>Quem sabe esta história traga a memória a vida de alguém conhecido. Nasce livre, tendo somente seus desejos como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos seus pés fiquem presos a um chão que se torna habitual pela rotina. Olha para além do limite, que ele mesmo cria, com grande desejo e alimentando fantasias a respeito do que lá possa haver. Mas não tem a coragem para sair e enfrentar o que é desconhecido. Diz: “Sempre se fez assim, para que mudar? Ou meu avô, meu pai sempre fizeram assim, como eu iria mudar agora?</p>
<p>Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de ir à frente e tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação. Admiram que têm a ousadia de recomeçar, porém, eles próprios, queixando-se e lamentando-se, buscam algum culpado e vão ficando no lugar, dentro do limite o qual só existe na sua imaginação.<br />
A características do mercado sempre foi, coroar com o reconhecimento aqueles que inovam, criam ou provocam situações que chamem a atenção. O segredo do sucesso está na criatividade. Criar significa pôr em prática alguma coisa que não existe. Arriscar significa correr risco de perdas. Isto é de fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F12%2Fa-galinha%2F&amp;title=A%20Galinha">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/a-galinha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Não julgue para não ser julgado</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/nao-julgue-para-nao-ser-julgado/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/nao-julgue-para-nao-ser-julgado/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 02:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2098</guid>
		<description><![CDATA[Certa vez, em uma cidade do interior de Minas, um padeiro foi ao delegado e deu queixas do vendedor de queijos que segundo ele estava roubando, pois vendia 800 gramas de queijo e dizia estar vendendo 1 kilo. O delegado pegou o queijo de 1 kilo e constatou que só pesava 800 gramas e mandou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F10%252Fnao-julgue-para-nao-ser-julgado%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22N%C3%A3o%20julgue%20para%20n%C3%A3o%20ser%20julgado%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/julgar.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2099" title="julgar" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/julgar.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Certa vez, em uma cidade do interior de Minas, um padeiro foi ao delegado e deu queixas do vendedor de queijos que segundo ele estava roubando, pois vendia 800 gramas de queijo e dizia estar vendendo 1 kilo.</p>
<p>O delegado pegou o queijo de 1 kilo e constatou que só pesava 800 gramas e mandou então prender o vendedor de queijos sob a acusação de estar fraudando a balança.<br />
O vendedor de queijos ao ser notificado da acusação, confessou ao delegado que não tinha peso em casa e por isso, todos os dias comprava dois pães de meio kilo cada, colocava os pães em um prato da balança e o queijo em outro e quando o fiel da balança se equilibrava ele então sabia que tinha um kilo de queijo.</p>
<p>o delegado para tirar a prova mandou comprar dois pães na padaria do acusador e pode constatar que dois pães de meio kilo se equivaliam a um kilo de queijo. concluiu o delegado que quem estava fraudando a balança era o mesmo que estava acusando o vendedor de queijos.</p>
<p>Nós somos um pouco assim e muitas vezes acusamos os outros de nossos próprios vícios</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F10%2Fnao-julgue-para-nao-ser-julgado%2F&amp;title=N%C3%A3o%20julgue%20para%20n%C3%A3o%20ser%20julgado">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/nao-julgue-para-nao-ser-julgado/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A flauta mágica</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-flauta-magica/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-flauta-magica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 19:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[flauta]]></category>
		<category><![CDATA[mágica]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=447</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar seu trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou-lhe uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana com destino à África, convidando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F10%252Fa-flauta-magica%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20flauta%20m%C3%A1gica%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/flauta.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-448" title="flauta" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/flauta.jpg" alt="flauta" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar seu trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou-lhe uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.</p>
<p>Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana com destino à África, convidando dois outros amigos. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente, o tigre começou a dançar. Foi fuzilado à queima roupa.</p>
<p>Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se: de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram: mataram-no com vários tiros.</p>
<p>E foi assim até o final do dia, quando o grupo encontrou um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou, mas atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado. Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:<br />
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho...</p>
<p>Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo, pois um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência, prepare alternativas para as situações imprevistas, analise as possibilidades de erro. Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.<br />
Cuidado com o leão surdo.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F10%2Fa-flauta-magica%2F&amp;title=A%20flauta%20m%C3%A1gica">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-flauta-magica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A trilha do bezerro</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-trilha-do-bezerro/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-trilha-do-bezerro/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 17:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=930</guid>
		<description><![CDATA[Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa . . . cheia de curvas . . .subindo e descendo colinas. No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F10%252Fa-trilha-do-bezerro%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20trilha%20do%20bezerro%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/12/bezerro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-931" title="bezerro" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/12/bezerro.jpg" alt="bezerro" width="590" height="400" /></a><br />
Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa . . . cheia de curvas . . .subindo e descendo colinas.</p>
<p>No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.</p>
<p>Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho:<br />
entravam e saíam, viravam a direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando até com um pouco de razão . . . mas não faziam nada para mudar a trilha .</p>
<p>Depois de tanto uso, esta acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.</p>
<p>Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo e, posteriormente, a avenida principal de uma cidade .</p>
<p>Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro centenas de anos antes . . . Os homens têm a tendência de seguir como cegos pelas trilhas de bezerros de suas mentes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram. Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único . . . sem se atrever a mudá-lo.</p>
<p>A propósito, qual é o seu caminho ? ? ?</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F10%2Fa-trilha-do-bezerro%2F&amp;title=A%20trilha%20do%20bezerro">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-trilha-do-bezerro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O menino do palácio do dragão</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/o-menino-do-palacio-do-dragao/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/o-menino-do-palacio-do-dragao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 10:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[fadas]]></category>
		<category><![CDATA[menino]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=467</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez, num país distante, um pobre vendedor de flores. Todos os dias ele colhia as flores, descia até o vale e atravessava um rio para chegar à cidade, onde vendia sua colheita. No fim da tarde, ao voltar para casa, atravessava novamente o rio e atirava na corrente os botões não vendidos. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F10%252Fo-menino-do-palacio-do-dragao%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20menino%20do%20pal%C3%A1cio%20do%20drag%C3%A3o%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/fadas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-468" title="fadas" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/fadas.jpg" alt="fadas" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez, num país distante, um pobre vendedor de flores. Todos os dias ele colhia as flores, descia até o vale e atravessava um rio para chegar à cidade, onde vendia sua colheita. No fim da tarde, ao voltar para casa, atravessava novamente o rio e atirava na corrente os botões não vendidos.</p>
<p>Um dia, devido as fortes chuvas, o rio havia subido de tal forma e tão violenta era a torrente que era impossível cruzá-lo. O vendedor ficou parado, sem saber o que fazer, quando avistou uma tartaruga que veio em sua direção e se ofereceu para transportá-lo. Tão logo ele subiu no casco da tartaruga ela nadou velozmente, submergindo nas profundezas do rio.</p>
<p>Em poucos momentos chegaram a um estranho palácio. Era o palácio do dragão, a morada do senhor da água. Lá, uma linda princesa os aguardava. Ela saudou calidamente o vendedor e agradeceu-lhe pelas flores tão bonitas que as águas do rio todos os dias lhe traziam. Ela o recebeu com um suntuoso banquete, ao som de delicadas melodias e com graciosas danças de peixes. Encantado, o vendedor permaneceu ali por um longo tempo.</p>
<p>Finalmente o deleitado hóspede decidiu que deveria voltar para casa. Quando se despediu da princesa, esta mandou vir à sua presença um menininho maltrapilho.<br />
Por favor – disse ao florista, - cuide deste menino, e ele fará com que seus desejos se tornem realidade.</p>
<p>Quando voltou para casa, acompanhado do menino, o vendedor de flores se deu conta da pobreza de sua cabana. Recordando-se das palavras da princesa, pediu ao menino um novo lar. O menino, então, bateu palmas três vezes e transformou a cabana em um maravilhoso palácio, esplendidamente mobiliado.</p>
<p>O tempo passou, e o vendedor esqueceu-se de sua origem humilde, exigindo mais e mais luxos; em breve, transbordava de riquezas. Em um ambiente tão rico, o homem começou a achar que o menino maltrapilho estava fora de seu lugar. Pediu-lhe então que trocasse as suas roupas por outras mais bonitas. Porém, dizendo que era feliz daquele jeito, o menino se negou a fazê-lo e continuou usando os seus andrajos.</p>
<p>Finalmente, o vendedor, convencido de que possuía tudo aquilo que poderia desejar, sugeriu ao menino que regressasse para o palácio do dragão. Este se recusou a voltar. Porém, ao ver o vendedor tão contrariado, concordou e deixou-se levar até o rio.</p>
<p>Suspirando com alívio, por ter conseguido livrar-se do menino, o homem voltou ao seu palácio. Mas, para seu total assombro, o palácio havia desaparecido por completo. Ele estava novamente em sua humilde cabana, vestido com as mesmas roupas que usava quando era um pobre vendedor de flores, muito tempo atrás. Nervoso, e percebendo o seu erro, correu em direção ao rio chamando o menino.</p>
<p>Mas o menino também havia desaparecido</p>
<p><span style="color: #888888;">Do livro: Histórias da Tradição Sufi - Editora Dervish</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F10%2Fo-menino-do-palacio-do-dragao%2F&amp;title=O%20menino%20do%20pal%C3%A1cio%20do%20drag%C3%A3o">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/o-menino-do-palacio-do-dragao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escola dos anjos</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/escola-dos-anjos/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/escola-dos-anjos/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jul 2011 15:55:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[anjo]]></category>
		<category><![CDATA[escola de anjo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1837</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de anjos. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem anjos de verdade, os aprendizes de anjos passavam por um estágio. Durante um certo período, eles saiam em duplas para fazer o bem e no final de cada dia, apresentavam ao anjo mestre um relatório [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F07%252Fescola-dos-anjos%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fnt226o%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Escola%20dos%20anjos%20%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1838" title="anjo01" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/anjo01.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de anjos. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem anjos de verdade, os aprendizes de anjos passavam por um estágio. Durante um certo período, eles saiam em duplas para fazer o bem e no final de cada dia, apresentavam ao anjo mestre um relatório das boas ações praticadas.</p>
<p>Aconteceu então, um dia, que dois anjos estagiários, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressavam frustrados por não terem podido praticar nenhum tipo de salvamento sequer. Parece que naquele dia, o mal estava de folga. Enquanto voltavam tristes, os dois se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, um deles, dando um grito de alegria, disse para o outro:</p>
<p>- Tive uma idéia. Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fariam?</p>
<p>O outro respondeu:</p>
<p>- Você ficou maluco? O anjo mestre não vai gostar nada disto!</p>
<p>Mas o primeiro retrucou:<br />
- Que nada, acho que ele até vai gostar! Vamos fazer isto e depois contaremos para ele.<br />
E assim o fizeram.</p>
<p>Tocaram suas mãos invisíveis na cabeça dos dois e se puseram a observá-los.</p>
<p>Poucos passos adiante eles se separaram e seguiram por caminhos diferentes.</p>
<p>Um deles, após alguns passos depois de terem se separado, viu um bando de pássaros voando em direção à sua lavoura, e passando a mão na testa suada disse:</p>
<p>- Por favor meus passarinhos, não comam toda a minha plantação! Eu preciso que esta lavoura cresça e produza, pois é daí que tiro o meu sustento.</p>
<p>Naquele momento, ele viu espantado a lavoura crescer e ficar prontinha para ser colhida em questão de segundos.</p>
<p>Assustado, ele esfregou os olhos e pensou: devo estar cansado e acelerou o passo.<br />
Aconteceu que logo adiante ele caiu ao tropeçar em um pequeno porco que havia fugido do chiqueiro.</p>
<p>Mais uma vez, esfregando a testa ele disse: você fugiu de novo meu porquinho!<br />
Mas, a culpa é minha, eu ainda vou construir um chiqueiro decente para você.</p>
<p>Mais uma vez espantado, ele viu o chiqueiro se transformar num local limpo e acolhedor, todo azulejado, com água corrente e o porquinho já instalado no seu compartimento.<br />
Esfregou novamente os olhos e apressando ainda mais o passo disse mentalmente: estou muito cansado!</p>
<p>Neste momento ele chegou em casa e, ao abrir porta, a tranca que estava pendurada caiu sobre sua cabeça.</p>
<p>Ele então tirou o chapéu, e esfregando a cabeça disse: de novo, e o pior é que eu não aprendo. Também, não tem me sobrado tempo. Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa e dar um pouco mais de conforto para minha mulher. Naquele exato momento aconteceu o milagre.</p>
<p>Aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão diante dos seus olhos. Assustadíssimo, e sem nada entender, convicto de que era tudo decorrente do cansaço, ele se jogou numa enorme poltrona que estava na sua frente e, em segundos, estava dormindo profundamente.</p>
<p>Não houve tempo sequer para que ele tivesse algum sonho.</p>
<p>Minutos depois ele ouviu alguém pedir socorro: Compadre! Me ajude! Eu estou perdido!<br />
Ainda atordoado, sem entender muito o que estava acontecendo, ele se levantou correndo.</p>
<p>Tinha na mente imagens muito fortes de algo que ele não entendia bem, mas parecia um sonho. Quando ele chegou na porta, encontrou o amigo em prantos.</p>
<p>Ele se lembrava que poucos minutos antes eles se despediram no caminho e estava tudo bem. Então perguntando o que havia se passado ele ouviu a seguinte estória:</p>
<p>- Compadre, nós nos despedimos no caminho e eu segui para minha casa, acontece que poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando e direção à minha lavoura.<br />
Este fato me deixou revoltado e eu gritei: Vocês de novo, atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome! Naquele exato momento, eu vi a lavoura secar e todos os pássaros morrerem diante dos meus olhos! Pensei comigo, devo estar cansado, e apressei o passo.</p>
<p>Andei um pouco mais e cai depois de tropeçar no meu porco que havia fugido do chiqueiro.</p>
<p>Fiquei muito bravo e gritei mais uma vez: Você fugiu de novo? Por que não morre logo e pára de me dar trabalho? Compadre, não é que o porco morreu ali mesmo, na minha frente.</p>
<p>Acreditando estar vendo coisas, andei mais depressa, e ao entrar em casa, me caiu na cabeça a tranca da porta.</p>
<p>Naquele momento, como eu já estava mesmo era com raiva, gritei novamente:<br />
- Esta casa... Caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isto?...<br />
Para surpresa minha, compadre, naquele exato momento a minha casa pegou fogo, e tudo foi tão rápido que eu nada pude fazer!</p>
<p>Mas, compadre... O que aconteceu com a sua casa? De onde veio esta mansão?<br />
Depois de tudo observarem, os dois anjos foram, muito assustados, contar para o anjo mestre o que havia se passado.</p>
<p>Estavam muito apreensivos quanto ao tipo de reação que o anjo mestre teria.<br />
Mas tiveram uma grande surpresa.</p>
<p>O anjo mestre ouviu com muita atenção o relato, parabenizou os dois pela idéia brilhante que haviam tido, e resolveu decretar que a partir daquele momento, todo ser humano teria 15 minutos de poder ao longo da vida.</p>
<p>Só que ninguém jamais saberia quando estes 15 minutos de poder estariam acontecendo.<br />
Será que os 15 minutos próximos serão os seus?</p>
<p>Muito cuidado com tudo o que você diz, como age e aquilo que pensa!<br />
Sua mente trabalhará para que tudo aconteça, seja bom ou ruim</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F07%2Fescola-dos-anjos%2F&amp;title=Escola%20dos%20anjos">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/escola-dos-anjos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O viajante  &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/o-viajante/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/o-viajante/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jul 2011 15:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[linda parábola]]></category>
		<category><![CDATA[parábola do viajante]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=558</guid>
		<description><![CDATA[Um homem, tendo que fazer uma longa viagem, se preparou como melhor lhe convinha. Teria um longo caminho pela frente, e neste tempo, enfrentaria muito sol, muita chuva, muito frio, enfim, inúmeros obstáculos. Achava que nada poderia detê-lo. Para a sua caminhada, tomou calçados, roupas, chapéu, enfim, tudo o que achava necessário. E tudo era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F07%252Fo-viajante%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FrswKM7%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20viajante%20%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/viajante.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-559" title="viajante" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/viajante.jpg" alt="viajante" width="590" height="400" /></a><br />
Um homem, tendo que fazer uma longa viagem, se preparou como melhor lhe convinha.</p>
<p>Teria um longo caminho pela frente, e neste tempo, enfrentaria muito sol, muita chuva, muito frio, enfim, inúmeros obstáculos. Achava que nada poderia detê-lo.</p>
<p>Para a sua caminhada, tomou calçados, roupas, chapéu, enfim, tudo o que achava necessário. E tudo era novo.</p>
<p>Pensou em seu destino e em tudo de valor que achava possuir.</p>
<p>Abriu sua mochila, e nela colocou tudo, calçado, roupa, chapéu, achando que se não os usasse no seu dia a dia, ao final, teria tudo ao seu dispor, quando quisesse. E novo.</p>
<p>Colocou tudo às costas, e partiu.<br />
Ao longo de sua vida, após varias trilhas, viu-se cansado e não pode mais continuar. Estava exausto.</p>
<p>O peso as suas costas, com o seu tesouro, já lhe era insuportável.</p>
<p>Seus pés, rachados e sangrando, seu corpo surrado, machucado e frágil, sua cabeça ferida e seu pensamento, sem direção.<br />
Olhou para os seus pés e para seu calçado. O sapato continuava novo, e seus pés, acabados.<br />
Tomou a sua roupa nova e tocou o seu corpo velho e dolorido.<br />
Levantou o seu chapéu, novo, e tentou colocá-lo em sua cabeça inchada.</p>
<p>Faltava muito para chegar, e tudo que possuía, novo, tal como preservou, de nada lhe servia agora.<br />
Pensou em abandonar tudo.</p>
<p>Em silêncio, e pela primeira vez, concluiu que se tivesse utilizado o seu calçado, ele estaria velho, mas seus pés, doloridos, apenas. Se tivesse se vestido, sua roupa estaria rota, mas, seu corpo não estaria machucado, cansado e sujo. Se tivesse usado o seu chapéu, ele estaria com sua abas caídas, mas sua cabeça não estaria por estourar de dor.</p>
<p>Refletiu, e reconheceu que ali estavam os seus verdadeiros amigos. Para servi-lo, a todo instante, porém tentando somente preservá-los, não permitiu que eles participassem de sua vida.</p>
<p>Lembre-se.</p>
<p>Os seus amigos não querem estar somente em uma mochila, como o calçado, a roupa, o chapéu, como um fardo.</p>
<p>Querem é estar contigo, em toda a sua jornada, mesmo que cheguem desgastados, sujos, cansados, porém, certos de que, de algum modo, aliviaram a sua dor, seu sacrifício e participaram de sua alegria, e chegaram ao fim.<br />
Todos...<br />
Juntos....</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Alfredo. (Bebedouro/SP)</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F07%2Fo-viajante%2F&amp;title=O%20viajante%20%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/o-viajante/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como fazer durar um AMOR?</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/como-fazer-durar-um-amor/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/como-fazer-durar-um-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 16 Jul 2011 04:28:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[amor eterno]]></category>
		<category><![CDATA[durar o amor]]></category>
		<category><![CDATA[te amo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=693</guid>
		<description><![CDATA[Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse: "Como se faz para manter um amor?" A mãe olhou para a filha e respondeu: "Pega num pouco de areia e fecha a mão com força..." A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F07%252Fcomo-fazer-durar-um-amor%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FptT6PO%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Como%20fazer%20durar%20um%20AMOR%3F%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/te_amo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-694" title="te_amo" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/te_amo.jpg" alt="te_amo" width="590" height="400" /></a><br />
Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:<br />
"Como se faz para manter um amor?"</p>
<p>A mãe olhou para a filha e respondeu:<br />
"Pega num pouco de areia e fecha a mão com força..."</p>
<p>A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.</p>
<p>"Mamãe, mas assim a areia cai!!!"</p>
<p>"Eu sei, agora abre completamente a mão..."</p>
<p>A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.</p>
<p>"Assim também não consigo mantê-la na minha mão!"</p>
<p>A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:<br />
"Agora pega outra vez num pouco de areia e mantem-na na mão semi aberta como se fosse uma colher... bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade"</p>
<p>A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento.<br />
"É assim que se faz durar um amor..."</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F07%2Fcomo-fazer-durar-um-amor%2F&amp;title=Como%20fazer%20durar%20um%20AMOR%3F">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/07/como-fazer-durar-um-amor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Limites</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/limites/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/limites/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 31 May 2011 12:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=974</guid>
		<description><![CDATA[Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida? Nenhum. O limite é você quem impõe. Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos. Veja que as grandes realizações do nosso século aconteceram quando alguém resolveu vencer o impossível... Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Flimites%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Limites%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/02/limite.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-975" title="limite" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/02/limite.jpg" alt="limite" width="590" height="400" /></a><br />
Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida?<br />
Nenhum.</p>
<p>O limite é você quem impõe.</p>
<p>Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos.</p>
<p>Veja que as grandes realizações do nosso século aconteceram quando alguém resolveu vencer o impossível...</p>
<p>Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens pelo mar, mesmo estando cansado de ouvir que o mar acabava e estava cheio de monstros terríveis.</p>
<p>Santos Dumont, foi taxado de louco tantas vezes que nem mais ligava para os comentários, até fazer subir seu 14 Bis...</p>
<p>Ford foi ignorado por banqueiros e poderosos que não acreditavam em carros em série.<br />
Einstein foi ridicularizado na Alemanha... Desistir de nossos projetos, ou aceitar palpites infelizes em nossas vidas é mais fácil do que lutar por eles.</p>
<p>Renunciar, chorar, aceitar a derrota é mais simples pelo simples fato de que não nos obriga ao trabalho.</p>
<p>E ser feliz, dá trabalho.</p>
<p>Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encantos e desencantos.</p>
<p>Quantas pessoas passaram pela sua vida e te magoaram ???</p>
<p>Quantos passarão pela sua vida só para roubar tua energia ???</p>
<p>Quantos estarão realmente preocupados com você???</p>
<p>A questão é como você vai encarar essas situações.</p>
<p>Como ficarão seus projetos...eles resistirão as amarguras e desacertos do dia a dia???</p>
<p>O objetivo você já tem: ser feliz !!!</p>
<p>Como alcançar você já sabe: lutando !!!</p>
<p>Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser.</p>
<p>E principalmente; qual o limite que você colocou em seus sonhos.</p>
<p>Lembre-se: não há limites para sonhar...</p>
<p>Não se limite, vá a luta!</p>
<p>O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou !!!</p>
<p>E sempre Sorria !!!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Flimites%2F&amp;title=Limites">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/limites/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lição de fé</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/licao-de-fe/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/licao-de-fe/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 11:57:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=970</guid>
		<description><![CDATA[Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Pico do Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade. Começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Flicao-de-fe%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Li%C3%A7%C3%A3o%20de%20f%C3%A9%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/02/alpinista.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-971" title="alpinista" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/02/alpinista.jpg" alt="alpinista" width="590" height="400" /></a><br />
Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Pico do Aconcágua. Mas ele queria a glória somente para ele, e resolveu escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.</p>
<p>Começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde, e por que não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha. Não era possível enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens.</p>
<p>Subindo por uma "parede" a apenas 100m do topo ele escorregou e caiu... Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápidas na mesma escuridão, e sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade.</p>
<p>Ele continuava caindo ... e nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que já havia vivido em sua vida... de repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade . Shack!... Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura.</p>
<p>Nesses momentos de silêncio, suspendido pelos ares na completa escuridão, não havia nada a fazer a não ser gritar:</p>
<p><em>- Ó meu Deus, me ajude!</em></p>
<p>De repente uma voz grave e profunda vinda dos céus, respondeu:</p>
<p><em>- O que você quer de mim, meu filho?</em></p>
<p><em>- Me salve meu Deus, por favor!!!</em></p>
<p><em>- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?</em></p>
<p><em>- Eu tenho certeza, meu Deus.</em></p>
<p><em>- Então, corte a corda que te mantém pendurado... </em></p>
<p>Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria...</p>
<p>Conta o pessoal de resgate que, ao realizar as buscas, encontrou um alpinista congelado, morto, agarrado com força com as suas duas mãos a uma corda... A somente meio metro do chão...</p>
<p>"Por vezes nos agarramos às nossas velhas cordas que nos mantêm seguros, porém ter Fé é arriscar-se a perder total controle sobre a própria vida, confiando-a ao Pai.<br />
Que possamos todos entregar-nos e viver plenamente na confiança de que existe Aquele que está sempre ao nosso lado a nos suportar, mesmo que nossa corda arrebente..."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Flicao-de-fe%2F&amp;title=Li%C3%A7%C3%A3o%20de%20f%C3%A9">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/licao-de-fe/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A lição da tartaruga</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-licao-da-tartaruga/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-licao-da-tartaruga/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 11:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[tartaruga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=825</guid>
		<description><![CDATA[Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira. Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Fa-licao-da-tartaruga%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20li%C3%A7%C3%A3o%20da%20tartaruga%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/tartaruga2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-826" title="tartaruga2" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/tartaruga2.jpg" alt="tartaruga2" width="590" height="400" /></a><br />
Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira.</p>
<p>Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.</p>
<p>O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.</p>
<p>Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: "Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho."</p>
<p>Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: "Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável."</p>
<p>Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranqüilamente em minha direção. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:</p>
<p>"Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Fa-licao-da-tartaruga%2F&amp;title=A%20li%C3%A7%C3%A3o%20da%20tartaruga">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-licao-da-tartaruga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aceita um pedaço?</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/aceita-um-pedaco/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/aceita-um-pedaco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 May 2011 11:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[lição de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=463</guid>
		<description><![CDATA[Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Faceita-um-pedaco%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FkpfwQ0%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Aceita%20um%20peda%C3%A7o%3F%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cachorro_quente.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-464" title="cachorro_quente" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cachorro_quente.jpg" alt="cachorro_quente" width="590" height="400" /></a><br />
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.</p>
<p>Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.</p>
<p>Serapião agradecia e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinham onde dormir, onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão Bonito e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.</p>
<p>Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor que Serapião levava. Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam a toa pelas ruas. - Nossa amizade começou com um pedaço de pão - disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu abanando o rabo, e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.</p>
<p>- Como vocês se ajudam? Perguntei.</p>
<p>- Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.<br />
Continuando a conversa, perguntei:</p>
<p>- Serapião, você tem algum desejo de vida?</p>
<p>- Sim - respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.</p>
<p>- Só isso? Indaguei. - É, no momento é só isso que eu desejo.</p>
<p>- Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos. Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço.</p>
<p>- Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? Perguntei intrigado. Ele, com a boca cheia, respondeu:</p>
<p>- Para o melhor amigo, o melhor pedaço. E continuou comendo, alegre e satisfeito. Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando com meus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. E saber reconhecer neles o seu real valor, agindo em consonância. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita.</p>
<p><span style="color: #888888;"> Inocêncio Viegas</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Faceita-um-pedaco%2F&amp;title=Aceita%20um%20peda%C3%A7o%3F">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/aceita-um-pedaco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Última Ceia &#8211; Leonardo da Vinci</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/ultima-ceia-leonardo-da-vinci/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/ultima-ceia-leonardo-da-vinci/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 May 2011 15:31:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola exemplo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola Leonardo da Vinci]]></category>
		<category><![CDATA[parábola santa ceia]]></category>
		<category><![CDATA[parábola última ceia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1256</guid>
		<description><![CDATA[Leonardo da Vinci levou sete anos para completar sua famosa obra entitulada “A Última Ceia”. As figuras que representam os doze apóstolos e Jesus foram tomadas de personagens reais. A pessoa que seria o modelo para Jesus Cristo foi a primeira a ser selecionada. Quando se soube que Da Vinci pintaria esta obra, centenas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Fultima-ceia-leonardo-da-vinci%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FmPGUte%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22%C3%9Altima%20Ceia%20-%20Leonardo%20da%20Vinci%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/santaceia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1257" title="santaceia" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/santaceia.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Leonardo da Vinci levou sete anos para completar sua famosa obra entitulada “A Última Ceia”. As figuras que representam os doze apóstolos e Jesus foram tomadas de personagens reais. A pessoa que seria o modelo para Jesus Cristo foi a primeira a ser selecionada. Quando se soube que Da Vinci pintaria esta obra, centenas de jovens se apresentaram ao artista, para serem selecionados. Da Vinci buscava um rosto livre das cicatrizes e das duras marcas que ficam da vida intranqüila do pecado. Finalmente, depois de alguns meses de busca, selecionou um jovem de dezenove anos como modelo para pintar a figura de Jesus. Por seis meses, Da Vinci trabalhou para concluir a pintura do personagem principal dessa magnânima obra.Durante os seis anos seguintes, Da Vinci continuou sua obra buscando as pessoas que representariam os doze apóstolos, deixando para o final aquele que representaria Judas, o apóstolo que traiu Cristo por trinta moedas de prata. Durante semanas, Da Vinci buscou um homem com a expressão dura e fria. Um rosto marcado por marcas de avareza, decepção, traição, hipocrisia e crime. Um rosto que identificaria uma pessoa que, sem dúvida alguma, trairia seu melhor amigo. Depois de muitos intentos malogrados na busca pelo modelo, chegou aos ouvidos de Da Vinci que existia um homem com estas características em um calabouço de Roma.O homem foi levado a Da Vinci à luz do sol. Este viu diante de si um homem sem vida, cujo maltratado cabelo longo caía-lhe pelo rosto, escondendo os olhos cheios de rancor, ódio e ruína. Enfim, Leonardo Da Vinci havia encontrado quem seria o modelo de Judas em sua obra. Com a permissão do rei, o prisioneiro foi levado a Milão, ao estúdio de Da Vinci. Por vários meses este homem se sentou silenciosamente frente ao artista, enquanto este continuava a árdua tarefa de representar em sua obra o personagem que havia traído Jesus.Quando Da Vinci deu o último traço em sua obra, deu ordem aos guardas para que levassem o prisioneiro. Enquanto saíam do estúdio, o prisioneiro se soltou e correu para o artista, gritando: - Da Vinci, observa-me! Não reconheces quem sou?Leonardo Da Vinci estudou-o cuidadosamente e respondeu: - Nunca te havia visto em minha vida, antes daquela tarde próximo ao calabouço, em Roma. O prisioneiro levantou seus olhos aos céus, caiu de joelhos e gritou, desesperadamente:- Oh! Deus, como pude cair tão baixo?!?!?!?!?!Depois, voltou seu rosto ao artista e gritou:- Leonardo Da Vinci, olha-me de novo! Sou aquele jovem, cujo rosto escolheste para representar Jesus, há sete anos...<br />
(Quem poderá julgar o rosto de um homem pela vida que ele leva?)</p>
<p><span style="color: #888888;">(autor desconhecido) </span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Fultima-ceia-leonardo-da-vinci%2F&amp;title=%C3%9Altima%20Ceia%20%26%238211%3B%20Leonardo%20da%20Vinci">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/ultima-ceia-leonardo-da-vinci/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A diferença entre o céu e no inferno</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 May 2011 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[céu]]></category>
		<category><![CDATA[inferno]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[sapinho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=846</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez uma corrida de sapinhos. Ele esteve lá Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando de repente surgiu diante dele uma aparição do maior dos poetas, Virgílio. Virgílio disse ao apavorado poeta que o destino estava sorrindo para ele e que ele tinha sido escolhido para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Fa-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FkWkge7%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20diferen%C3%A7a%20entre%20o%20c%C3%A9u%20e%20no%20inferno%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/ceu.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-847" title="ceu" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/ceu.jpg" alt="ceu" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez uma corrida de sapinhos.</p>
<p>Ele esteve lá<br />
Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando de repente surgiu diante dele uma aparição do maior dos poetas, Virgílio. Virgílio disse ao apavorado poeta que o destino estava sorrindo para ele e que ele tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Céu e do Inferno. Por mágica, Virgílio transportou-se e ao poeta, ainda apavorado com experiência tão súbita, ao velho e mítico rio que circundava o submundo. Entraram em uma canoa e Virgílio instruiu o poeta para remar até o Inferno. Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam, e não feito de fogo e enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas nojentas exalando fogo, como ele esperava.</p>
<p>Virgílio pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. Logo o poeta sentiu, à medida que se aproximava de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. Junto com o cheiro, entretanto, vinham misteriosos sons de lamentações e ranger de dentes. Ao contornar as rochas, deparou-se com uma cena incomum. Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. No meio de cada mesa havia uma enorme panela contendo o ensopado cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesa estava cercada de pessoas definhadas e obviamente famintas. Cada pessoa segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado. Devido ao tamanho da mesa, entretanto, e por serem as colheres compridas de forma a alcançar a panela no centro, o cabo das colheres era duas vezes mais comprido do que os braços das pessoas que as usavam. Isto tornava impossível para qualquer uma daquelas pessoas famintas colocarem a comida na boca. Havia muita luta e imprecações enquanto cada pessoa tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.</p>
<p>O poeta ficou muito abalado com a terrível cena, até que tampou os olhos e suplicou a Virgílio que o tirasse dali. Em um momento eles estavam de volta à canoa e Virgílio mostrou ao poeta como chegar até o Céu. Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles tinham acabado de sair. Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar. Novamente Virgílio conduziu-o por uma trilha aonde um cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e arbustos.</p>
<p>Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram. Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de deixar; grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos desproporcionais e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa. A única e essencial diferença entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham acabado de deixar, era que as pessoas neste grupo estavam usando suas colheres para alimentar uns aos outros.</p>
<p><span style="color: #888888;">Robert B. Dilts e outros - <em>No livro Neuro-Linguistic Programming Vol. I (Meta Publications). Tradução: Virgílio Vasconcelos Vilela</em></span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Fa-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno%2F&amp;title=A%20diferen%C3%A7a%20entre%20o%20c%C3%A9u%20e%20no%20inferno">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ligação profunda &#8211; Mamãe e Eu</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/ligacao-profunda-mamae-e-eu/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/ligacao-profunda-mamae-e-eu/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 May 2011 08:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=1093</guid>
		<description><![CDATA[Minha mãe e eu temos uma ligação muito profunda devido a nossa misteriosa habilidade para nos comunicarmos silenciosamente uma com a outra. Quatorze anos atrás, eu estava morando em Evanville, Indiana, a 1300 Km de distância de minha mãe, minha confidente e melhor amiga. Uma manhã, enquanto estava num estado silencioso de contemplação, senti subtamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Fligacao-profunda-mamae-e-eu%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Liga%C3%A7%C3%A3o%20profunda%20-%20Mam%C3%A3e%20e%20Eu%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/mamae.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1094" title="mamae" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/mamae.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Minha mãe e eu temos uma ligação muito profunda devido a nossa misteriosa habilidade para nos comunicarmos silenciosamente uma com a outra.</p>
<p>Quatorze anos atrás, eu estava morando em Evanville, Indiana, a 1300 Km de distância de minha mãe, minha confidente e melhor amiga. Uma manhã, enquanto estava num estado silencioso de contemplação, senti subtamente a necessidade urgente de telefonar para a minha mãe e perguntar se estava tudo bem. A principio, hesitei. Já que minha mãe dava aulas para a quarta série primária, telefonar-lhe às 7:15 da manhã poderia interromper sua rotina e fazer com que se atrasasse para o trabalho. Mas algo me compeliu a ir em frente e telefonar. Conversamos durante três minutos e ela me assegurou que estava sã e salva.</p>
<p>Mas tarde naquele dia, o telefone tocou. Era mamãe, dizendo que meu telefonema matutino provavelmente lhe salvara a vida. Se ela tivesse saído de casa três minutos mais cedo, se veria envolvida num acidente interestadual que matará várias pessoas e ferira outras tantas.</p>
<p>Oito anos atrás descobri que estava grávida de meu primeiro filho. A data prevista para o nascimento era 15 de março. Eu disse ao médico que era cedo demais. A data teria de cair entre 29 de março e 3 de abril, pois era quando minha mãe tinha férias de Páscoa na escola, e é claro que eu a queria comigo. O médico ainda insistiu que a data prevista era em meados de março.   Eu apenas sorri. Reid chegou dia 30 de março. Mamãe chegou no dia 31.</p>
<p>Seis anos atrás, eu estava grávida novamente. O médico falou que a data prevista era para final de março. Eu disse que teria que ser mais cedo dessa vez porque ?   - Você adivinhou - as férias de mamãe eram do começo de março. Tanto o médico quanto eu sorrimos. Breanne chegou no dia 8 de março.</p>
<p>Dois anos e meio atrás, mamãe estava lutando contra o câncer. Com o tempo, ele perdeu a energia, o apetite, a habilidade de falar. Após um fim de semana com ela na Carolina do Norte, eu tinha que preparar para voar de volta para o Meio-Oeste. Ajoelhei-me ao lado da cama de mamãe e peguei a mão dela.</p>
<p>-Mamãe, se eu puder, você quer que eu volte ?</p>
<p>Seus olhos se arregalaram enquanto ela tentava concordar com a cabeça.<br />
Dois dias depois, recebi um telefonema de meu padrasto. Minha mãe estava morrendo. Membros da família estavam reunidos para os ritos finais. Eles me colocaram no viva-voz para ouvir o serviço religioso.</p>
<p>Naquela noite, tentei ao máximo mandar meu adeus para a a minha mãe através dos kilômetros que nos separaram. Na manhã seguinte seguinte, porém o telefone tocou : mamãe ainda estava viva, mas estava em coma e esperava-se que morreria a qualquer minuto. Mas ela não morreu. Nem naquele dia, nem no dia seguinte. Nem no outro. Todas as manhãs eu recebia o mesmo telefonema: ela podia morrer a qualquer minuto. Mas não morria. E todos os dias minha dor e minha tristeza eram expostas.</p>
<p>Depois de quatro semanas, finalmente entendi: mamãe estava me esperando. Ela me comunicara que gostaria que eu voltasse, se pudesse. Eu não tinha podido antes, mas agora eu podia. Fiz as reservas imediatamente.</p>
<p>Por volta das 17 h daquela tarde, eu estava deitada na cama com os braços em volta dela. Ela ainda estava em coma, mas eu sussurrei :</p>
<p>-Estou aqui mamãe. Você já pode ir. Obrigada por esperar. Você já pode ir.<br />
Ela morreu apenas algumas horas depois.</p>
<p>ACHO QUE QUANDO UMA LIGAÇÂO É PROFUNDA E PODEROSA, VIVE PARA SEMPRE EM ALGUM LUGAR MUITO ALÉM DAS PALAVRAS E È DE UMA BELEZA INDESCRITÍVEL. COM TODA A AGONIA DA MINHA PERDA, EU NÃO TROCARIA A BELEZA E O PODER DA MINHA LIGAÇÃO POR NADA."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autora:  Susana B. Wilson - Histórias para aquecer o coração</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Fligacao-profunda-mamae-e-eu%2F&amp;title=Liga%C3%A7%C3%A3o%20profunda%20%26%238211%3B%20Mam%C3%A3e%20e%20Eu">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/ligacao-profunda-mamae-e-eu/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Deus Nunca erra</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/deus-nunca-erra/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/deus-nunca-erra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 03 May 2011 10:09:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Deus nunca erra]]></category>
		<category><![CDATA[parábola sobre Deus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=223</guid>
		<description><![CDATA[Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!"]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Fdeus-nunca-erra%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FixDdkS%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Deus%20Nunca%20erra%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/deus_2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-226" title="deus_2" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/deus_2.jpg" alt="deus_2" width="590" height="400" /></a></p>
<p><span style="color: #888888;">Pela transcrição: Gerson Rissi</span><br />
Há muito tempo, num Reino distante, havia um Rei que não acreditava na bondade de Deus. Tinha, porém, um súdito que sempre lhe lembrava dessa verdade. Em todas situações dizia: "Meu Rei, não desanime, porque Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!"</p>
<p>Um dia, o Rei saiu para caçar juntamente com seu súdito, e uma fera da floresta atacou o Rei. O súdito conseguiu matar o animal, porém não evitou que sua Majestade perdesse o dedo mínimo da mão direita. O Rei, furioso pelo que havia acontecido, e sem mostrar agradecimento por ter sua vida salva pelos esforços de seu servo, perguntou a este:</p>
<p>"E agora, o que você me diz? Deus é bom? Se Deus fosse bom eu não teria sido atacado, e não teria perdido o meu dedo."</p>
<p>O servo respondeu:<br />
"Meu Rei, apesar de todas essas coisas, somente posso dizer-lhe que Deus é bom, e que mesmo isso, perder um dedo, é para seu bem! Tudo que Deus faz é Perfeito. Ele Nunca erra!!!"</p>
<p>O Rei, indignado com a resposta do súdito, mandou que fosse preso na cela mais escura e mais fétida do calabouço. Após algum tempo, o Rei saiu novamente para caçar e aconteceu dele ser atacado, desta vez por uma tribo de índios que vivia na selva. Estes índios eram temidos por todos, pois sabia-se que faziam sacrifícios humanos para seus deuses.</p>
<p>Mal prenderam o Rei, passaram a preparar, cheios de júbilo, o ritual do sacrifício. Quando já estava tudo pronto, e o Rei já estava diante do altar, o sacerdote indígena, ao examinar a vitima, observou furioso:<br />
"Este homem não pode ser sacrificado, pois é defeituoso! Falta-lhe um dedo!"</p>
<p>E o Rei foi libertado. Ao voltar para o palácio, muito alegre e aliviado, libertou seu súdito e pediu que viesse em sua presença. Ao ver o servo, abraçou-o afetuosamente dizendo-lhe:<br />
"Meu caro, Deus foi realmente bom comigo! Você já deve estar sabendo que escapei da morte justamente porque não tinha um dos dedos. Mas ainda tenho em meu coração uma grande duvida: Se Deus é tão bom, por que permitiu que você fosse preso da maneira como foi? Logo você, que tanto o defendeu!?"</p>
<p>O servo sorriu e disse:<br />
"Meu Rei, se eu estivesse junto contigo nessa caçada, certamente seria sacrificado em teu lugar, pois não me falta dedo algum! Portanto, lembre-se sempre: <strong>TUDO O QUE DEUS FAZ É PERFEITO. ELE NUNCA ERRA!" </strong></p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/deus-nunca-erra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A caixinha &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-caixinha-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-caixinha-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 17:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[caixinha]]></category>
		<category><![CDATA[filha]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=781</guid>
		<description><![CDATA[Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F11%252Fa-caixinha-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20caixinha%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/caixinha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-782" title="caixinha" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/caixinha.jpg" alt="caixinha" width="590" height="400" /></a><br />
Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.</p>
<p>Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:<br />
- Isto é para você, paizinho!</p>
<p>Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:<br />
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?</p>
<p>A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:<br />
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixinha. Todos para você...</p>
<p>O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...</p>
<p>De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...</p>
<p>Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F11%2Fa-caixinha-parabola%2F&amp;title=A%20caixinha%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-caixinha-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A construção do navio</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-construcao-do-navio/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-construcao-do-navio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 04:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[construção de um navio]]></category>
		<category><![CDATA[navio]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=841</guid>
		<description><![CDATA[A construção de um navio parece com a formação das pessoas. Durante a gestação o casco é construído, até que somos lançados ao mar. A maior parte de um navio é colocada depois, como acontece com a gente. Camarotes, porões, motores, pinturas, enfeites são acrescentados durante a infância e adolescência, até o navio ficar pronto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F11%252Fa-construcao-do-navio%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20navio%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/navio.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-842" title="navio" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/navio.jpg" alt="navio" width="590" height="400" /></a><br />
A construção de um navio parece com a formação das pessoas. Durante a gestação o casco é construído, até que somos lançados ao mar. A maior parte de um navio é colocada depois, como acontece com a gente.</p>
<p>Camarotes, porões, motores, pinturas, enfeites são acrescentados durante a infância e adolescência, até o navio ficar pronto para a primeira viagem. Um navio fica pronto quando sai do estaleiro, mas com a gente é diferente - e este é o desafio de cada um, pois crescemos todo dia e nunca ficamos prontos.</p>
<p>Apesar disso é preciso partir.... Mas nem todos têm a coragem de ir e continuam atracados ao cais, julgando-se incapazes de navegar sozinhos. Algumas pessoas são obrigadas a zarpar, já que os encargos de segurança do porto tornam-se pesados demais e, às vezes, perdem um tempo precioso da viagem revoltadas e lamentando-se por tudo isso.... mas nem todo mundo é assim....</p>
<p>Alguns mal o dia amanhece, já partiram. Parecem muito ocupados e logo somem no horizonte. Desde cedo sabem o que querem e têm pressa de viver. Outros navios também saem logo que podem, mas ficam dando voltas e mais voltas sem chegar a lugar algum. Acabam navegando só para comprar mais combustível todo dia, e o que ganham mal dá para a reforma do casco...</p>
<p>Os maiores desperdiçadores de seus próprios recursos são aqueles que não sabem o que querem... e o pior é que, quando a gente não sabe direito o que espera do rumo que está tomando ou nem se tem um rumo, não pode corrigir a rota se estiver no caminho errado... nós somos os maiores responsáveis pelas tempestades que não conseguimos evitar.</p>
<p>Já outras pessoas deixam de navegar milhares de milhas para se conformarem com umas poucas centenas, porque tem medo de atrair ventos contrários ou então querem agradar ou impressionar alguém.... a gente não deve aceitar isso, pois significa concordar em ser menos do que pode ser. Todo dia é dia de evolução e aprendizado e, como a lua cheia, quando paramos de crescer, começamos a diminuir.</p>
<p>Então a primeira coisa a fazer é tornar-se comandante de si próprio e isso equivale a pensar com a própria cabeça, ser timão e timoneiro, assumindo riscos pelos erros, pois só erram os que tem a coragem para ousar e, se caírem, levantar e tentar de novo-sempre... pois ninguém sabe nossa autonomia no mar, nossa capacidade de carga, ou a que velocidade podemos singrar as águas dos oceanos, sejam azuis ou escuras.</p>
<p>Ninguém nos conhece melhor que nos mesmos e, por mais que digam o que temos - ou não temos - que fazer, ninguém pode viver a vida no nosso lugar. Outras pessoas, ainda, vivem frustradas e infelizes porque não conseguem ter as mesmas coisas que viram em outro navio. Algumas também vivem furiosas quando alguma coisa ou alguém não age ou sai como gostariam. O amor a si próprio e ao próximo é um exercício diário para saber a diferença entre o que precisa ser mudado e o que devemos aceitar como é.</p>
<p>Muita gente tem preferido impor suas idéias e opiniões em vez de escutar o outro; ficar revoltada com o mundo, em vez de admirar a vida, pois não sabem o que é amar. E tem viajantes que pensam no amor como algo a ser obtido, como se fosse um objeto e não como uma arte que precisa ser aprendida. Alguns acabam confundindo o amor, Deus ou a felicidade com o significado de suas rotas, e vivem frustradas navegando atrás do que não conseguem alcançar - e até desistem no meio do caminho, desalentados, achando que a vida não vale a pena, que Deus não existe e felicidade e amor são balelas... mas Deus, felicidade, amor, bondade não são lugares ou coisas que possam ser possuídos.</p>
<p>A primeira coisa a fazer para quem quer encontrar estes bens é não procurar! Quando procuramos o que não é um lugar ou objeto, e que muito menos está escondido, quem fica perdido somos nós mesmos. Mas quando não procuramos, porque não pode ser encontrado fora de nós, descobrimos que o que tanto queremos - Deus, felicidade, paz - habita camarotes no coração do nosso próprio navio... e tem pessoas tão preocupadas em procurar do lado de fora que até se esquecem de olhar por dentro!...</p>
<p>Não existe navio que não tem passado por tempestades e muitos afundam por não saberem evitá-las, por falta de comunicação ou por acharem que não precisam dos outros. Somos fortes quando unidos. Juntos somos tão grandes e poderosos quanto a onda mais forte e ameaçadora. Perdoar as falhas e limitações de nossos semelhantes é muito mais que amor ou virtude - é questão de inteligência e sobrevivência... pois a única coisa que possuímos de verdade é a necessidade do outro.</p>
<p>Mas não existe tempestades que durem para sempre, assim como os dias de sol também não são permanentes. Dor e frustrações muitas vezes são resultado de querermos perpetuar momentos de prazer, bem-estar, alegria, que por si só são efêmeros e com que facilidade esquecemos que nada é eterno - a não ser o próprio movimento - e que, por isso, momentos de alegria se alternam com momentos de tristeza, dor se alterna com prazer, fome com saciedade, doença com saúde - um sempre dando lugar ao outro.</p>
<p>Quando a gente pára de tentar lutar contra isso e se abandona nesse jogo delicioso da vida, descobrimos que, acima de tudo, a vida vale a pena ser vivida intensamente</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F11%2Fa-construcao-do-navio%2F&amp;title=A%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20navio">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-construcao-do-navio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quanto custa?</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/quanto-custa/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/quanto-custa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 17:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflita Comigo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1146</guid>
		<description><![CDATA[Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho: - Pai, quanto o senhor ganha por hora? O pai, num gesto severo, responde: - Meu filho, isto nem a sua mãe sabe.  Por isso, não me amole, estou cansado!!! Mas o filho insiste: - Mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F11%252Fquanto-custa%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quanto%20custa%3F%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/custo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1147" title="custo" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/custo.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai quando este retorna do trabalho:</p>
<p>- Pai, quanto o senhor ganha por hora?</p>
<p>O pai, num gesto severo, responde:</p>
<p>- Meu filho, isto nem a sua mãe sabe.  Por isso, não me amole, estou cansado!!!</p>
<p>Mas o filho insiste:</p>
<p>- Mas papai...então, diga, quanto o senhor ganha por hora?</p>
<p>A reação do pai foi menos severa e respondeu:</p>
<p>- Três reais por hora.</p>
<p>- Então, papai, o senhor poderia me emprestar um real?</p>
<p>O pai, já cansado daquela conversa respondeu bravo:</p>
<p>- Então essa era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me incomode!</p>
<p>Já era noite quando o pai, por algum momento raro, começou a pensar no que havia acontecido com o filho e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo.</p>
<p>Querendo aliviar sua consciência doída, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou:</p>
<p>- Filho, está dormindo?</p>
<p>- Não, papai! – o garoto respondeu sonolento e choroso.</p>
<p>- Olha, aqui está o dinheiro que me pediu: um real.</p>
<p>- Muito obrigado, papai! – disse o filho, levantando-se rapidamente e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama.</p>
<p>- Agora já completei, papai! Tenho três reais.  Poderia me vender uma hora de seu tempo?</p>
<p><em>A maioria dos pais deveria refletir bastante sobre o texto acima.</em></p>
<p><em>Quem sabe você ainda não tenha filhos e ache que isso não é com você.</em></p>
<p><em> Porém, com certeza você tem família.</em></p>
<p><em>Será que nela não existe alguém que sente a sua falta?</em></p>
<p><em>Olhe ao seu redor... </em></p>
<p><em>Quem sabe seus amigos..</em></p>
<p><span style="color: #888888;"><em>Autor Desconhecido</em></span><em> </em></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F11%2Fquanto-custa%2F&amp;title=Quanto%20custa%3F">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/quanto-custa/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Amanhã poderá ser tarde Demais &#8230;</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/amanha-podera-ser-tarde-demais/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/amanha-podera-ser-tarde-demais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 11:48:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflita Comigo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1157</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F10%252Famanha-podera-ser-tarde-demais%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Amanh%C3%A3%20poder%C3%A1%20ser%20tarde%20Demais%20...%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/tarde.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1158" title="tarde" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/tarde.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe.</p>
<p>Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela sua quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos da sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.</p>
<p>Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era e disse:</p>
<p><em>- Esse aqui...</em></p>
<p><em>- Quer que eu embrulhe para presente?</em> Perguntou a moça, sorrindo ainda mais. Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse:</p>
<p><em>- É para mim mesmo, mas eu gostaria que você embrulhasse.</em></p>
<p>Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina.</p>
<p>Daquele dia em diante, todos as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no armário, sem sequer abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar.</p>
<p>Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou a chamá-la para sair. Um dia, ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.</p>
<p>No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse:<br />
<em>- Então, você não sabe? Faleceu esta manhã.</em></p>
<p>Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: "Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria..."</p>
<p>Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abria traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer o rapaz.</p>
<p>Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga-o já, amanhã pode ser muito tarde!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F10%2Famanha-podera-ser-tarde-demais%2F&amp;title=Amanh%C3%A3%20poder%C3%A1%20ser%20tarde%20Demais%20%26%238230%3B">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/amanha-podera-ser-tarde-demais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Lobos internos</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/lobos-internos/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/lobos-internos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 14:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=1102</guid>
		<description><![CDATA[Um velho Avô disse ao seu neto, que veio a ele com raiva de um amigo, que lhe havia feito uma injustiça: "Deixe-me contar-lhe uma história." Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio daqueles que aprontaram tanto, sem qualquer arrependimento daquilo que fizeram. Todavia, o ódio corrói você, mas não fere seu inimigo. É o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F10%252Flobos-internos%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FaBcQfU%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Lobos%20internos%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/lobos_.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1103" title="lobos_" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/lobos_.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Um velho Avô disse ao seu neto, que veio a ele com raiva de um amigo, que lhe havia feito uma injustiça:<br />
"Deixe-me contar-lhe uma história."</p>
<p>Eu mesmo, algumas vezes, senti grande ódio daqueles que aprontaram tanto, sem qualquer arrependimento daquilo que fizeram.</p>
<p>Todavia, o ódio corrói você, mas não fere seu inimigo.</p>
<p>É o mesmo que tomar veneno, desejando que seu inimigo morra.</p>
<p>Lutei muitas vezes contra estes sentimentos..."</p>
<p>E ele continuou: "É como se existissem dois lobos dentro de mim.</p>
<p>Um deles é bom e não magoa. Ele vive em harmonia com todos ao redor dele e não se ofende quando não se teve intenção de ofender.</p>
<p>Ele só lutará quando for certo fazer isto. E da maneira correta.</p>
<p>Mas, o outro lobo, ah! Este é cheio de raiva. Mesmo as pequeninas coisas o lançam num ataque de ira!</p>
<p>Ele briga com todos, o tempo todo, sem qualquer motivo.</p>
<p>Ele não pode pensar porque sua raiva e seu ódio são muito grandes.</p>
<p>É uma raiva inútil, pois sua raiva não irá mudar coisa alguma!</p>
<p>Algumas vezes é difícil conviver com estes dois lobos dentro de mim, pois ambos tentam dominar meu espírito".</p>
<p>O garoto olhou intensamente nos olhos de seu Avô e perguntou:</p>
<p>"Qual deles vence, Vovô?"</p>
<p>O Avô sorriu e respondeu baixinho:</p>
<p>"Aquele que eu alimento mais freqüentemente".</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F10%2Flobos-internos%2F&amp;title=Lobos%20internos">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/lobos-internos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Creia em Deus</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/creia-em-deus/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/creia-em-deus/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 13:48:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1920</guid>
		<description><![CDATA[Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas era ridicularizado por ser cristão. Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente do pelotão, pregou-lhe uma peça... - Soldado Coelho, venha até aqui! - Pois não Senhor. - Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F10%252Fcreia-em-deus%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F9mlRjb%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Creia%20em%20Deus%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1921" title="deus" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/06/deus.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Um jovem cumpria o seu dever cívico prestando serviço ao exército, mas<br />
era ridicularizado por ser cristão.</p>
<p>Um dia o seu superior hierárquico, na intenção de humilhá-lo na frente<br />
do pelotão, pregou-lhe uma peça...</p>
<p>- Soldado Coelho, venha até aqui!<br />
- Pois não Senhor.<br />
- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.</p>
<p>- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.<br />
- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o<br />
que eu lhe ordenei...<br />
- Mas senhor, eu não sei dirigir!<br />
- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe.</p>
<p>O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi<br />
até o veículo.<br />
Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua<br />
oração.</p>
<p>"Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre<br />
a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém."</p>
<p>O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o<br />
seu superior.<br />
Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...</p>
<p>- O que houve gente? - perguntou o soldado.<br />
- Quem é o teu Deus, Coelho. Como fazemos para tê-lo? Perguntou<br />
o seu superior.</p>
<p>- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos<br />
decidiram aceitar o meu Deus?</p>
<p>O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o<br />
jipe enxugando suas lágrimas.</p>
<p>Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo estava sem o motor!</p>
<p>DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE.<br />
SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM!</p>
<p><span style="color: #888888;">Recebi por E-mail</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F10%2Fcreia-em-deus%2F&amp;title=Creia%20em%20Deus">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/creia-em-deus/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Maneiras de dizer as coisas</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/maneiras-de-dizer-as-coisas/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/maneiras-de-dizer-as-coisas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 15:52:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=1107</guid>
		<description><![CDATA[Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho. - Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade. - Mas que insolente _ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F10%252Fmaneiras-de-dizer-as-coisas%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Maneiras%20de%20dizer%20as%20coisas%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/falar_.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1108" title="falar_" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/falar_.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.</p>
<p>- Que desgraça, senhor! Exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.</p>
<p>- Mas que insolente _ gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!</p>
<p>Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.</p>
<p>Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:</p>
<p>- Excelso senhor! Grande felicidade vos esta reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.</p>
<p>A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saia do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:<br />
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro.</p>
<p>- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer...</p>
<p>Um dos grandes desafios da humanidade e aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra.</p>
<p>Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta duvida. Mas a forma com que ela e comunicada e que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.</p>
<p>A embalagem, nesse caso, é a indulgencia, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos.</p>
<p>Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dize-la a nós mesmos diante do espelho.</p>
<p>E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento. Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença e a maneira de dizer as coisas...</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F10%2Fmaneiras-de-dizer-as-coisas%2F&amp;title=Maneiras%20de%20dizer%20as%20coisas">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/maneiras-de-dizer-as-coisas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A espada mágica</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/a-espada-magica/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/a-espada-magica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 14:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2205</guid>
		<description><![CDATA[Existe uma história muito, muito antiga, do tempo dos cavaleiros em brilhantes armaduras, sobre um jovem comum que estava com muito medo de testar sua habilidade com as armas, no torneio local. Certo dia, seus amigos quiseram pregar-lhe uma peça e lhe deram de presente uma espada, dizendo que tinha um poder mágico muito antigo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F10%252Fa-espada-magica%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fb3kUCt%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20espada%20m%C3%A1gica%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/10/espada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2206" title="espada" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/10/espada.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Existe uma história muito, muito antiga, do tempo dos cavaleiros em brilhantes armaduras, sobre um jovem comum que estava com muito medo de testar sua habilidade com as armas, no torneio local.</p>
<p>Certo dia, seus amigos quiseram pregar-lhe uma peça e lhe deram de presente uma espada, dizendo que tinha um poder mágico muito antigo. O homem que a empunhasse jamais seria derrotado em combate.</p>
<p>Para surpresa deles, o jovem correu para o torneio e pôs em uso o presente, ganhando todos os combates. Ninguém jamais vira tanta velocidade e ousadia na espada.<br />
A cada torneio, a notícia de sua maestria se espalhava, e não tardou a ser ovacionado como o primeiro cavaleiro do reino.</p>
<p>Por fim, achando que não faria mal nenhum, um dos seus amigos revelou a brincadeira, confessando que o instrumento não tinha nada de mágico, era só uma espada comum.<br />
Imediatamente o jovem cavaleiro foi dominado pelo terror.</p>
<p>De pé na extremidade da área de combate, as pernas tremeram, a respiração ficou presa na garganta e os dedos perderam a força. Incapaz de continuar acreditando na espada, ele já não acreditava mais em si mesmo.</p>
<p>E nunca mais competiu.</p>
<p><strong>Reflexão:</strong><br />
Será que precisamos de "Mágica" em nossa vida ou temos consciência de nosso valor e de nosso potencial?</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F10%2Fa-espada-magica%2F&amp;title=A%20espada%20m%C3%A1gica">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/a-espada-magica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A divindade dos homens</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/a-divindade-dos-homens/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/a-divindade-dos-homens/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 14:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2201</guid>
		<description><![CDATA[Houve um tempo em que todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram tanto de sua divindade que Brahma, o mestre dos deuses, tomou a decisão de lhes retirar o poder divino. Resolveu então escondê-lo em um lugar onde seria absolutamente impossível reencontrá-lo. O grande problema era encontrar um esconderijo. Brahma convocou um conselho dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F10%252Fa-divindade-dos-homens%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FddfX7d%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20divindade%20dos%20homens%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/10/divindade.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2203" title="divindade" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/10/divindade.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Houve um tempo em que todos os homens eram deuses. Mas eles abusaram tanto de sua divindade que Brahma, o mestre dos deuses, tomou a decisão de lhes retirar o poder divino. Resolveu então escondê-lo em um lugar onde seria absolutamente impossível reencontrá-lo. O grande problema era encontrar um esconderijo. Brahma convocou um conselho dos deuses menores, para juntos resolverem o problema.</p>
<p>- Enterremos a divindade do homem na terra, foi a primeira ideia dos deuses.</p>
<p>- Não, isso não basta, pois o homem vai cavar e encontrá-la.</p>
<p>Então os deuses retrucaram:<br />
- Joguemos a divindade no fundo dos oceanos.</p>
<p>Mas Brahma não aceitou a proposta, pois achou que o homem, um dia iria explorar as profundezas dos mares e a recuperaria. Então os deuses concluíram:<br />
- Não sabemos onde escondê-la, pois não existe na terra ou no mar lugar que o homem não possa alcançar um dia.</p>
<p>Brahma então se pronunciou:</p>
<p>- Eis o que vamos fazer com a divindade do homem: vamos escondê-la nas profundezas dele mesmo, pois será o único lugar onde ele jamais pensará em procurá-la.<br />
Desde esse tempo, conclui a lenda, o homem deu a volta na terra, explorou escalou, mergulhou e cavou, em busca de algo que se encontra nele mesmo.<span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
<p><span style="color: #888888;">Robert B. Dilts e outros - <em>No livro Neuro-Linguistic Programming Vol. I (Meta Publications). Tradução: Virgílio Vasconcelos Vilela</em></span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F10%2Fa-divindade-dos-homens%2F&amp;title=A%20divindade%20dos%20homens">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/10/a-divindade-dos-homens/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cinco minutos de Paciência!!!</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/cinco-minutos-de-paciencia/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/cinco-minutos-de-paciencia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 18:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2166</guid>
		<description><![CDATA[No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem. Ela disse: Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha. Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha. - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Fcinco-minutos-de-paciencia%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FctpXUt%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Cinco%20minutos%20de%20Paci%C3%AAncia%21%21%21%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2167" title="10" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/10.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a></p>
<div>
<div>
<div>
<div>No parque, uma mulher sentou-se ao lado de um homem.</div>
</div>
<p>Ela disse:<br />
Aquele ali é meu filho, o de suéter vermelho deslizando no escorregador.- Um bonito garoto - respondeu o homem - e completou: - Aquela de vestido branco, pedalando a bicicleta, é minha filha.</p>
<p>Então, olhando o relógio, o homem chamou a sua filha.</p>
<p>- Melissa, o que você acha de irmos?</p>
<p>Mais cinco minutos, pai. Por favor. Só mais cinco minutos!</p>
<p>O homem concordou e Melissa continuou pedalando sua bicicleta, para alegria de seu coração.</p>
<p>Os minutos se passaram, o pai levantou-se e novamente chamou sua filha:<br />
- Hora de irmos, agora?</p>
<p>Mas, outra vez Melissa pediu:<br />
- Mais cinco minutos, pai. Só mais cinco minutos!</p>
<p>O homem sorriu e disse:<br />
- Está certo!</p>
<p>- O senhor é certamente um pai muito paciente - comentou a mulher ao seu lado.</p>
<p>O homem sorriu e disse:</p>
<p>- O irmão mais velho de Melissa foi morto no ano passado por um motorista bêbado, quando montava sua bicicleta perto daqui.   Eu nunca passei muito tempo com meu filho e agora eu daria qualquer coisa por apenas mais cinco minutos com ele.</p>
<p>Eu me prometi não cometer o mesmo erro com Melissa. Ela acha que tem mais cinco minutos para andar de bicicleta. Na verdade, eu é que tenho mais cinco minutos para vê-lá brincar...</p>
<p>Em tudo na vida estabelecemos prioridades.Quais são as suas?</p>
<p>Lembre-se: nem tudo o que é importante é prioritário, e nem tudo o que é necessário é indispensável!</p>
</div>
</div>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Fcinco-minutos-de-paciencia%2F&amp;title=Cinco%20minutos%20de%20Paci%C3%AAncia%21%21%21">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/cinco-minutos-de-paciencia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O amar e o amor</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/o-amar-e-o-amor/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/o-amar-e-o-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 02:50:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2114</guid>
		<description><![CDATA[O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma palavra: - Ame-a! E logo se calou. - Mas, já não sinto nada por ela! - Ame-a! disse novamente o sábio. E diante do desconcerto do esposo, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte: "Amar é uma decisão, não apenas um sentimento; amar é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Fo-amar-e-o-amor%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FdbVYPS%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20amar%20e%20o%20amor%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/amor2-gra.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2115" title="amor2-gra" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/amor2-gra.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
O sábio escutou-o, olhou-o nos olhos e disse-lhe apenas uma palavra:<br />
- Ame-a! E logo se calou.<br />
- Mas, já não sinto nada por ela!<br />
- Ame-a! disse novamente o sábio.<br />
E diante do desconcerto do esposo, depois de um breve silêncio, disse-lhe o seguinte:<br />
"Amar é uma decisão, não apenas um sentimento; amar é dedicação e entrega. Amar é um verbo e o fruto dessa ação é o amor. O amor é um substantivo, um exercício de jardinagem: arranque o que faz mal, prepare o terreno, semeie, seja paciente, regue e cuide. Esteja preparado porque haverá pragas, secas ou excessos de chuvas, mas, nem por isso, abandone o seu jardim. Ame seu par, ou seja, aceite-o, valorize-o, respeite-o, dê afeto e ternura, admire e compreenda-o. Isso é tudo. Ame, simplesmente ame!" A inteligência sem amor, te faz perverso.<br />
A justiça sem amor faz você implacável.<br />
A diplomacia sem amor faz você hipócrita.<br />
O êxito sem amor faz você arrogante.<br />
A riqueza sem amor faz você avaro.<br />
A docilidade sem amor, faz você servil.<br />
A pobreza sem amor faz você orgulhoso.<br />
A beleza sem amor faz você fútil.<br />
A autoridade sem amor faz você tirano.<br />
O trabalho sem amor faz você escravo.<br />
A simplicidade sem amor deprecia você.<br />
A oração sem amor faz você introvertido e sem propósito.<br />
A lei sem amor escraviza você.<br />
A política sem amor deixa você egoísta.<br />
A fé sem amor deixa você fanático.<br />
A cruz sem amor se converte em tortura.<br />
A vida sem amor não tem sentido</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Fo-amar-e-o-amor%2F&amp;title=O%20amar%20e%20o%20amor">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/o-amar-e-o-amor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nunca se sinta só</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/nunca-se-sinta-so/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/nunca-se-sinta-so/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 02:42:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2107</guid>
		<description><![CDATA[Um dia uma professora pediu a seus alunos para escrever os nomes de cada colega da sala em dois pedaços de papel, deixando um espaço entre cada nome. Então ela falou para que eles pensassem na melhor coisa que eles poderiam dizer sobre cada um de seus colegas de sala e escrevessem no papel. Esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Fnunca-se-sinta-so%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FaNR3SQ%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Nunca%20se%20sinta%20s%C3%B3%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/solidao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2108" title="solidao" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/solidao.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Um dia uma professora pediu a seus alunos para escrever os nomes de cada colega da sala em dois pedaços de papel, deixando um espaço entre cada nome.</p>
<p>Então ela falou para que eles pensassem na melhor coisa que eles poderiam dizer sobre cada um de seus colegas de sala e escrevessem no papel.</p>
<p>Esta atividade levou quase a aula toda para ser terminada, e quando os estudantes saíram, cada um entregou seu papel a professora.</p>
<p>No sábado a professora escreveu o nome de cada estudante em pedaços de papel separados, e abaixo de cada um deles ela escreveu o que todos os colegas pensavam sobre ele.</p>
<p>Na segunda-feira ela deu para cada aluno sua lista.</p>
<p>Depois de um tempo, a classe toda estava sorrindo.</p>
<p>"Mesmo?", ela escutou alguém sussurrar.</p>
<p>"Eu nunca soube que eu significava alguma coisa para alguém! " e " Eu não sabia que os outros gostavam tanto de mim." eram a maioria dos comentários.</p>
<p>O tempo passou e ninguém nunca falou sobre os papéis na sala de novo.</p>
<p>Ela nunca soube se discutiam sobre eles depois da aula ou com seus pais, mas não tinha problema.</p>
<p>O exercício tinha cumprido com seu objetivo.</p>
<p>Os alunos estavam felizes com eles mesmos e uns com os outros.</p>
<p>Aquele grupo de alunos se dispersou.</p>
<p>Muitos anos depois, um dos alunos foi morto no Vietnã e a professora foi ao funeral daquele aluno especial. Ela nunca tinha visto um patriota num esquife militar antes.</p>
<p>Ele parecia tão bonito e tão maduro.</p>
<p>A igreja estava cheia de seus amigos.</p>
<p>Um por um que o amava deu sua última caminhada até o esquife.</p>
<p>A professora foi a última a abençoar o esquife.</p>
<p>Quando ela estava lá, um dos soldados que levava o esquife veio até ela.</p>
<p>"Você era a professora de matemática do Mark ?" ele perguntou.</p>
<p>Ela balançou a cabeça: "sim".</p>
<p>Então ele disse:</p>
<p>"Mark falava muito sobre você".</p>
<p>Depois do funeral, muitos dos ex-colegas do Mark foram para uma lanchonete juntos. A mãe e o pai de Mark estavam lá, obviamente esperando para falar com sua professora. "Nós queremos lhe mostrar uma coisa".</p>
<p>O pai dele falou, e tirou uma carteira de seu bolso.</p>
<p>"Eles acharam isso com o Mark quando ele foi morto. Nós achamos que você poderia reconhecer isto".</p>
<p>Abrindo a parte do dinheiro, ele cuidadosamente removeu dois pedaços de folha de caderno que foi dobrado várias vezes.</p>
<p>A professora sabia sem olhar, que aquele papel era o que ela tinha anotado todas as coisas boas que os colegas de Mark falaram sobre ele.</p>
<p>"Muito obrigado por ter feito isso".Disse a mãe de Mark."Mark tinha isso como um tesouro".</p>
<p>Todos os ex-colegas de Mark se reuniram. Charlie sorriu e disse: "Eu ainda tenho minha lista, está na primeira gaveta da minha escrivaninha em casa".</p>
<p>A mulher de Chuck disse: "Chuck me pediu para colocar a lista dele no nosso álbum de casamento".</p>
<p>"Eu também tenho a minha," Marilyn disse. "Está no meu diário".</p>
<p>Então Vick, outra colega, colocou a mão na sua bolsa,tirou sua carteira e mostrou a lista embrulhada e franzida para o grupo.</p>
<p>"Eu carrego isto comigo todo tempo", Vick disse, e sem olhar em volta, ela continuou: "Eu acho que todos nós guardamos nossas listas".</p>
<p>Foi quando a professora finalmente sentou-se e chorou. Ela chorou por Mark e por todos seus amigos que não poderão vê-lo de novo...</p>
<p>A densidade de pessoas na sociedade é tão espessa que nos esquecemos que a vida pode terminar um dia. E nós não sabemos quando isso vai ser.</p>
<p>Então por favor, diga às pessoas que você ama e se preocupa, que elas são especiais e importantes.</p>
<p>Diga a elas, antes que seja muito tarde...</p>
<p>Aceite-as com virtudes e defeitos...</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Fnunca-se-sinta-so%2F&amp;title=Nunca%20se%20sinta%20s%C3%B3">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/nunca-se-sinta-so/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nunca se perde por amar</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/nunca-se-perde-por-amar/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/nunca-se-perde-por-amar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 02:39:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2102</guid>
		<description><![CDATA[Ele era um adolescente que acabara de ser dispensado pela namorada. Durante três anos, eles tinham compartilhado amigos e lugares favoritos. Agora ele estava só. Ela conhecera, durante as férias, um outro garoto pelo qual se apaixonara. Paulo se sentia como a última das criaturas na face da terra. No treino de futebol, ele deixou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Fnunca-se-perde-por-amar%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fb5B8LW%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Nunca%20se%20perde%20por%20amar%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/amor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2103" title="amor" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/amor.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Ele era um adolescente que acabara de ser dispensado pela namorada. Durante três anos, eles tinham compartilhado amigos e lugares favoritos. Agora ele estava só. Ela conhecera, durante as férias, um outro garoto pelo qual se apaixonara.</p>
<p>Paulo se sentia como a última das criaturas na face da terra. No treino de futebol, ele deixou escapar alguns passes e, pela primeira vez, sofreu várias faltas. Mal acabou o treino, lhe disseram que deveria comparecer ao escritório do treinador.</p>
<p>"E então, filho? Garota, família ou escola, qual dessas coisas está lhe incomodando?"</p>
<p>"Garota", foi a resposta de Paulo. "Como o senhor adivinhou?"</p>
<p>"Paulo, sou treinador de futebol desde antes de você nascer e todas as vezes que vejo um craque jogar como um novato do time reserva, o motivo é um desses três."</p>
<p>Paulo lhe falou que estava com muita raiva. Havia confiado na menina, dera a ela tudo o que tinha para dar e o que é que ganhou com isso?</p>
<p>"Boa pergunta", disse o treinador. "O que foi que você ganhou com isso?"</p>
<p>Tomou de várias folhas de papel e pediu a Paulo que pensasse sobre o tempo que passou ao lado da moça. Que listasse todas as experiências boas e ruins que conseguisse lembrar. E saiu, dizendo que voltaria dentro de uma hora.</p>
<p>Paulo começou a lembrar. Recordou do dia que a convidou para sair pela primeira vez e ela aceitou. Se não fosse pelo incentivo dela, ele jamais teria tentado uma vaga no time de futebol. Pensou nas brigas que tiveram. Não lembrou todos os motivos pelos quais brigavam, mas lembrou-se de como se sentia feliz quando conseguiam conversar e resolver os problemas. Foi assim que ele aprendeu a se comunicar e a buscar acordos. Lembrou-se também de quando faziam as pazes. Era sempre a melhor parte. Lembrou-se de todas as vezes que ela o fez sentir-se forte, necessário e especial.</p>
<p>Encheu o papel com a história dos dois, das férias, das viagens feitas com a família, bailes da escola e tranqüilos piqueniques a dois. E, na medida em que as folhas iam ficando escritas, ele se deu conta do quanto ela o ajudara a crescer e a se conhecer melhor. Ele teria sido uma pessoa diferente sem ela.</p>
<p>Quando, uma hora mais tarde, o treinador retornou, Paulo se fora. Deixou um bilhete sobre a mesa que dizia apenas: "Treinador, obrigado pela lição. Acho que é verdade quando dizem que é melhor amar e perder do que jamais ter amado. A gente se vê no treino."<br />
<em>O amor tem sempre um final feliz. Mesmo quando você discorda</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></em></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Fnunca-se-perde-por-amar%2F&amp;title=Nunca%20se%20perde%20por%20amar">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/nunca-se-perde-por-amar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Acreditar e agir</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/acreditar-e-agir/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/acreditar-e-agir/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 20:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola sobre acreditar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1274</guid>
		<description><![CDATA[Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino. Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro. O pequeno [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Facreditar-e-agir%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Acreditar%20e%20agir%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/acredite.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1275" title="acredite" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/acredite.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era seu destino.<br />
Suspirou profundamente enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.</p>
<p>O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra acreditar e no outro agir.</p>
<p>Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos. O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.</p>
<p>Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.</p>
<p>Então o barqueiro disse ao viajante:<br />
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.</p>
<p>- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade agir e acreditar</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Facreditar-e-agir%2F&amp;title=Acreditar%20e%20agir">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/acreditar-e-agir/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estrelas do mar</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/trelas-do-mar/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/trelas-do-mar/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 16:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[estrela do mar]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1847</guid>
		<description><![CDATA[Um homem estava caminhando ao pôr do sol em uma praia deserta mexicana. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem a distância. Ao se aproximar do nativo, notou que ele se inclinava, apanhando algo e atirando na água. Repetidamente, continuava jogando coisas no mar. Ao se aproximar ainda mais, nosso amigo notou que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Ftrelas-do-mar%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Estrelas%20do%20mar%20%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1848" title="estrela" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/estrela.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Um homem estava caminhando ao pôr do sol em uma praia deserta mexicana. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem a distância. Ao se aproximar do nativo, notou que ele se inclinava, apanhando algo e atirando na água. Repetidamente, continuava jogando coisas no mar.</p>
<p>Ao se aproximar ainda mais, nosso amigo notou que o homem estava apanhando estrelas do mar que haviam sido levadas para a praia e, uma de cada vez, as estava lançando de volta à água.</p>
<p>Nosso amigo ficou intrigado. Aproximou-se do homem e disse:</p>
<p>_ Boa tarde, amigo. Estava tentando adivinhar o que você está fazendo. _ Estou devolvendo estas estrelas do mar ao oceano. Você sabe, a maré está baixa e todas as estrelas do mar foram trazidas para a praia. Se eu não as lançar de volta ao mar, elas morrerão por falta de oxigênio.</p>
<p>_ Entendo respondeu o homem, mas deve haver milhares de estrelas do mar nesta praia. Provavelmente você não será capaz de apanhar todas elas. É que são muitas, simplesmente. Você percebe que provavelmente isso está acontecendo em centenas de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma?</p>
<p>O nativo sorriu, curvou-se, apanhou uma outra estrela do mar e, ao arremessá-la de volta ao mar, replicou:</p>
<p>- Fez diferença para aquela.</p>
<p><span style="color: #888888;">Extraído do livro Canja de galinha para a alma. Autores do texto e do livro: Jack Canfield e Mark Hansen</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Ftrelas-do-mar%2F&amp;title=Estrelas%20do%20mar">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/trelas-do-mar/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Estado de espírito</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/estado-de-espirito/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/estado-de-espirito/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 16:12:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola do rei]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1842</guid>
		<description><![CDATA[Um rei muito poderoso percebeu que lhe faltava o poder sobre todos os poderes: o Poder sobre seus Estados de Espírito. Convocou uma reunião com seus ministros e ordenou-lhes que resolvessem o problema. Um deles disse: - Ouvi falar que há, em algum lugar do reino, uma Mulher, conhecida como A Sabedoria, que possui um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Festado-de-espirito%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Estado%20de%20esp%C3%ADrito%20%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1843" title="rei" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/rei.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Um rei muito poderoso percebeu que lhe faltava o poder sobre todos os poderes: o Poder sobre seus Estados de Espírito. Convocou uma reunião com seus ministros e ordenou-lhes que resolvessem o problema. Um deles disse:</p>
<p>- Ouvi falar que há, em algum lugar do reino, uma Mulher, conhecida como A Sabedoria, que possui um anel dentro do qual há uma mensagem, que é o segredo do Poder sobre os Estados de Espírito.</p>
<p>- Pois eu lhe ordeno que encontre este anel e traga-o para mim !</p>
<p>O ministro partiu e depois de muito procurar encontrou-se frente a frente com a Sabedoria. Disse:</p>
<p>- Soube da existência de um anel que contêm a sabedoria em forma de uma mensagem que dá a quem a possui o poder sobre os Estados de Espírito. E meu rei quer possuir tal poder.</p>
<p>Diz a Mulher:</p>
<p>- O anel existe e eu o possuo. Presenteio ao seu rei com o anel, com uma condição: que só o abra e leia a mensagem poderosa depois de ter esgotado todos os seus recursos, quando já não tenha o que fazer por já ter feito tudo o que sabe e pode.</p>
<p>O assessor levou o anel para o rei que ficou muito satisfeito e o recompensou regiamente. O rei colocou o anel e aguardou o momento de abri-lo e conhecer o segredo do poder sobre os estados de espíritos. Algum tempo depois o rei ficou muito irritado com seus vizinhos, que invadiram seu reino. Pensou em abrir o anel.</p>
<p>- Não. Posso lutar.</p>
<p>Perdeu a luta e sentiu muita tristeza. Pensou em abrir o anel.</p>
<p>- Não. Posso recuperar o que perdi.</p>
<p>Os invasores chegaram ao castelo para matá-lo e sentiu muito medo.<br />
- Abro o anel agora? Não, posso fugir.</p>
<p>Fugiu e foi perseguido. Ao chegar ao penhasco, vendo que leões o aguardavam caso saltasse, com o exército inimigo em seus calcanhares, aterrorizado, pensou: "Já não há o que fazer, meus recursos se esgotaram. Esta é a hora!" Abriu o anel e nele estava escrito “<strong>Isso também passará</strong>”.</p>
<p>Reconfortado, encontrou um lugar para esconder-se e sobreviveu. Sobreviveu e voltou. Reconquistou seu castelo e seu reino. Sentia-se muito alegre. Ficou tentado a abrir de novo o anel, mas pensou: "Vou dar uma festa para estravasar tanta alegria". Durante a festa ficou sabendo que seus exércitos haviam tomado o reino inimigo. Seu coração disparou a ponto dele pensar que iria ter um ataque cardíaco, de tão feliz. Sentindo-se morrer de felicidade, sem saber mais o que fazer, abriu de novo o anel. E no anel estava escrito <strong>“Isso também passará</strong>“!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Festado-de-espirito%2F&amp;title=Estado%20de%20esp%C3%ADrito">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/estado-de-espirito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A flor</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/a-flor/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/a-flor/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 14:59:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2210</guid>
		<description><![CDATA[O local estava deserto quando sentei-me para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho. Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois tinha a impressão que o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante chegou perto de mim, cansado de brincar. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Fa-flor%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20flor%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/10/flor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2211" title="flor" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/10/flor.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
O local estava deserto quando sentei-me para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho. Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois tinha a impressão que o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante chegou perto de mim, cansado de brincar. Ele parou na minha frente, cabeça pendente, e disse cheio de alegria:<br />
- Veja o que encontrei!</p>
<p>Na sua mão uma flor. E que visão lamentável! Estava murcha com muitas pétalas caídas...</p>
<p>Querendo ver-me livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e virei-me.<br />
Mas ao invés de recuar, ele sentou-se ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:<br />
- O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei. Pegue-a, é sua!</p>
<p>A flor à minha frente estava morta ou morrendo. Nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá. Então estendi-me para pegá-la e respondi:<br />
- Era o que eu precisava...</p>
<p>Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão.<br />
Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, e que não podia ver o que tinha nas mãos. Senti minha voz sumir. Lágrimas despontaram ao sol, enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim.<br />
- De nada... - respondeu sorrindo.</p>
<p>E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia.<br />
Sentei-me e comecei a pensar como ele conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho. Como ele sabia do meu sofrimento auto-indulgente? Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão.</p>
<p>Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU! E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciar cada segundo que é só meu. Então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela flor, e sorri enquanto via aquele garoto com outra flor em suas mãos prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade...</p>
<p>As melhores coisas da vida são vistas com o coração!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Fa-flor%2F&amp;title=A%20flor">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/a-flor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Consertando o mundo</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/consertando-o-mundo/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/consertando-o-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=2052</guid>
		<description><![CDATA[Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas... Certo dia, seu filho, de sete anos, invadiu o seu "santuário" decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer com que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F09%252Fconsertando-o-mundo%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fbn1k4j%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Consertando%20o%20mundo%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/mundo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2053" title="mundo" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/09/mundo.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Um cientista vivia preocupado com os problemas do mundo e estava resolvido a encontrar meios de minorá-los. Passava dias em seu laboratório em busca de respostas para suas dúvidas...</p>
<p>Certo dia, seu filho, de sete anos, invadiu o seu "santuário" decidido a ajudá-lo a trabalhar. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer com que o filho fosse brincar em outro lugar.</p>
<p>Vendo que seria impossível demovê-lo, o pai procurou algo que pudesse ser oferecido ao filho com o objetivo de distrair sua atenção. De repente, deparou-se com o mapa do mundo e alegrou-se, pois era exatamente o que procurava! Com o auxílio de uma tesoura, recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo:</p>
<p>- "Você gosta de quebra-cabeças? Então vou lhe dar o mundo para consertar... Aqui está o mundo todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho, mas não se esqueça: faça tudo sozinho!"</p>
<p>Calculou que a criança levaria dias para recompor o mapa. Algumas horas depois, ouviu a voz do filho que o chamava calmamente:</p>
<p>- "Pai, pai, já fiz tudo. Consegui terminar tudinho!"</p>
<p>A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível, na sua idade, ter conseguido recompor um mapa que jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? Perguntou-se o cientista e resolveu averiguar com o filho como ele tinha conseguido tal feito:</p>
<p>- "Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu?"</p>
<p>- "Pai , eu não sabia como era o mundo, mas, quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei... mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem, que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo!"</p>
<p><span style="color: #888888;">Auto Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F09%2Fconsertando-o-mundo%2F&amp;title=Consertando%20o%20mundo">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/09/consertando-o-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A árvore dos problemas</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/a-arvore-dos-problemas/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/a-arvore-dos-problemas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 03:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflita Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[árvore dos problemas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=379</guid>
		<description><![CDATA[Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou e ele deixou de ganhar uma hora de trabalho. A sua serra elétrica quebrou, ele cortou o dedo, e finalmente, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F06%252Fa-arvore-dos-problemas%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fb1HEdN%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20%C3%A1rvore%20dos%20problemas%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/arvore_grande.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-380" title="arvore_grande" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/arvore_grande.jpg" alt="arvore_grande" width="590" height="400" /></a><br />
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.</p>
<p>O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou e ele deixou de ganhar uma hora de trabalho. A sua serra elétrica quebrou, ele cortou o dedo, e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.</p>
<p>O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa e, durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.</p>
<p>Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.</p>
<p>Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em  casa.</p>
<p>"Ah", respondeu o carpinteiro, "esta é a minha planta dos problemas.</p>
<p>"Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte."</p>
<p>"E você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior..."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F06%2Fa-arvore-dos-problemas%2F&amp;title=A%20%C3%A1rvore%20dos%20problemas">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/a-arvore-dos-problemas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Buda de ouro</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/o-buda-de-ouro/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/o-buda-de-ouro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 16:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=359</guid>
		<description><![CDATA[No outono de 1988, minha esposa Georgia e eu fomos convidados a fazer uma palestra sobre auto-estima e desempenho máximo numa conferência em Hong Kong. Como nunca havíamos estado no Extremo Oriente, decidimos entender nossa viagem e visitar a Tailândia. Ao chegarmos a Bangkok, resolvemos fazer uma visita aos mais famosos templos budistas da cidade. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F06%252Fo-buda-de-ouro%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FaP54ch%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20Buda%20de%20ouro%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/buda_dourado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-360" title="buda_dourado" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/buda_dourado.jpg" alt="buda_dourado" width="590" height="400" /></a></p>
<p>No outono de 1988, minha esposa Georgia e eu fomos convidados a fazer uma palestra sobre auto-estima e desempenho máximo numa conferência em Hong Kong. Como nunca havíamos estado no Extremo Oriente, decidimos entender nossa viagem e visitar a Tailândia.</p>
<p>Ao chegarmos a Bangkok, resolvemos fazer uma visita aos mais famosos templos budistas da cidade. Naquele dia, juntamente com nosso intérprete e motorista, eu e Georgia visitamos vários templos budistas, mas, depois de algum tempo, todos eles começaram a se confundir em nossa memória.</p>
<p>No entanto, um dos templos deixou uma indelével impressão em nossos corações e mentes. Chama-se o “Templo do Buda de Ouro”. O templo em si é muito pequeno, provavelmente não mais do que 10 x 10 metros. Mas, ao entrarmos, ficamos atordoados com a presença de um Buda de ouro maciço. de 3,5 metros de altura.</p>
<p>Ele pesa mais de duas toneladas e meia, e está avaliado em aproximadamente cento e noventa e seis milhões de dólares! Foi uma visão extremamente impressionante – o Buda de ouro maciço, gentil e bondoso, embora imponente, sorrindo para nós. Enquanto estávamos envolvidos com as atividades normais dos turistas (tirar fotografias e fazer exclamações de admiração diante da estátua), caminhei até uma vitrine que continha um pedaço de barro com cerca de oito polegadas de espessura por doze polegadas de largura. Ao lado da vitrine havia uma página datilografada descrevendo a história desta magnífica peça de arte.</p>
<p>Nos idos de 1957, um grupo de monges de um monastério precisava transferir um Buda de barro de seu templo para um novo loca. O monastério teria que ser transferido para ceder espaço à construção de uma auto-estrada que atravessaria Bangkok. Quando o guindaste começou a suspender o ídolo gigantesco, seu peso era tamanho que ele começou a rachar. E, como se isso não bastasse, começou a chover. O monge superior, que estava preocupado com os danos que pudessem ocorrer ao Buda sagrado, resolveu devolver a estátua ao chão e cobri-la com um grande encerado de lona para protegê-la da chuva.</p>
<p>Mais tarde, naquela noite, o monge foi verificar como estava  o Buda. Acendeu sua lanterna sob o encerado para ver se o Buda continuava seco. Conforme a luz incidiu sobre a rachadura, o monge notou um pequeno brilho e achou estranho. Ao olhar mais de perto o reflexo da luz, perguntou-se se poderia haver algo sob o barro. Foi buscar um cinzel e um martelo no monastério e começou a retirar o barro. À medida que derrubava fragmentos do barro, o pequeno brilho se tornava maior e mais forte. Muitas horas de trabalho se passaram até que o monge se deparou com o extraordinário Buda de ouro maciço.</p>
<p>Os historiadores acreditam que algumas de centenas de anos antes da descoberta do monge, o exército dos birmaneses estava prestes a invadir a Tailândia (chamada então de Sião). Os monges siameses, percebendo que seu país seria logo atacado, cobriram seu precioso Buda de ouro com uma camada externa de barro, a fim de evitar que seu tesouro fosse roubado pelos birmaneses. Infelizmente, parece que os birmaneses massacraram todos o monges siameses, e o bem-guardado segredo do Buda de ouro permaneceu intacto até aquele fatídico dia em 1957.</p>
<p>Voltando para casa no avião da Cathay Pacifica Airlines, pensei comigo mesmo: <em>“Somos todos como o Buda de barro, recobertos por uma concha de resistência criada pelo medo e ainda assim, dentro de cada um de nós, há um ‘Buda de ouro’ ou uma ‘essência de ouro’, que é o nosso eu  verdadeiro. Em algum lugar ao longo do caminho, entre as idades de dois e nove anos, começamos a encobrir nossa ‘essência de ouro’, nosso eu natural. E, assim como o monge, com o martelo e o cinzel,  nossa tarefa agora é descobrir mais uma vez a nossa verdadeira essência.”</em></p>
<p><span style="color: #888888;">Extraído do livro “Canja de galinha para a alma” de  Jack Canfield</span></p>
<p><em><br />
</em></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F06%2Fo-buda-de-ouro%2F&amp;title=O%20Buda%20de%20ouro">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/o-buda-de-ouro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escola das fadas</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/escola-das-fadas/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/escola-das-fadas/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 21 May 2010 15:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola das fadas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1832</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de fadas. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem fadas de verdade, as fadinhas passavam por um estágio. Durante um certo período, elas saíam em duplas para fazer o bem e no final de cada dia apresentavam à fada mestre, um relatório das boas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fescola-das-fadas%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcmIOfh%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Escola%20das%20fadas%20%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1833" title="fada" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/fada.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Era uma vez, há muitos e muitos anos, uma escola de fadas. Conta-se que naquele tempo, antes de se tornarem fadas de verdade, as fadinhas passavam por um estágio.</p>
<p>Durante um certo período, elas saíam em duplas para fazer o bem e no final de cada dia apresentavam à fada mestre, um relatório das boas ações praticadas. Aconteceu então, um dia, que duas fadinhas estagiárias, depois de vagarem exaustivamente por todos os cantos, regressavam frustradas por não terem podido praticar nenhum tipo de salvamento sequer. Parece que naquele dia, bruxas e dragões, estavam todos de folga. Enquanto voltavam tristes, as duas se depararam com dois lavradores que seguiam por uma trilha. Neste momento, uma delas, dando um grito de alegria, disse para a outra.<br />
- Tive uma idéia! Que tal darmos o poder a estes dois lavradores por quinze minutos para ver o que eles fariam?</p>
<p>A outra respondeu:<br />
- Você ficou maluca? A fada mestra não vai gostar nada disto!</p>
<p>A primeira retrucou:<br />
- Que nada, acho que ela até vai gostar! Vamos fazer isto e depois contaremos para ela.</p>
<p>E assim fizeram. Tocaram suas varinhas invisíveis na cabeça dos dois e se puseram a observá-los. Poucos passos adiante eles se separaram e seguiram por caminhos diferentes. Um deles, após alguns passos depois de terem se separado, viu um bando de pássaros voando em direção à sua lavoura, e passando a mão na testa suada disse:</p>
<p>- Por favor meus passarinhos, não comam toda a minha plantação. Eu preciso que esta lavoura cresça e produza, pois é daí que tiro o meu sustento.</p>
<p>Naquele momento, ele viu espantado a lavoura crescer e ficar prontinha para ser colhida em questão de segundos. Assustado, ele esfregou os olhos e pensou:<br />
- Devo estar cansado - e acelerou o passo.</p>
<p>Aconteceu que logo adiante ele caiu ao tropeçar em um pequeno porco que havia fugido do chiqueiro. Mais uma vez, esfregando a testa ele disse:</p>
<p>- Você fugiu de novo meu porquinho! Mas, a culpa é minha, eu ainda vouconstruir um chiqueiro decente para você.</p>
<p>Mais uma vez espantado, ele viu o chiqueiro se transformar num local limpo e acolhedor, todo azulejado, com água corrente e o porquinho já instalado no seu compartimento. Esfregou novamente os olhos e apressando ainda mais o passo disse mentalmente:</p>
<p>- Estou muito cansado! Neste momento ele chegou em casa e, ao abrir porta, a tranca que estava pendurada caiu sobre sua cabeça. Ele então tirou o chapéu, e esfregando a cabeça disse:</p>
<p>- De novo, e o pior é que eu não aprendo. Também, não tem me sobrado tempo.<br />
Mas ainda hei de ter dinheiro para construir uma grande casa em dar um pouco mais de conforto para minha mulher.</p>
<p>Naquele exato momento aconteceu o milagre. Aquela humilde casinha foi se transformando numa verdadeira mansão diante dos seus olhos. Assustadíssimo, e sem nada entender, convicto de que era tudo decorrente do cansaço, ele se jogou numa enorme poltrona que estava na sua frente e, em segundos, estava dormindo profundamente. Não houve tempo sequer para que ele tivesse algum sonho. Minutos depois ele foi despertado pelos gritos do amigo que dizia desesperado:<br />
- Socorro compadre! Me ajude! Eu estou perdido!</p>
<p>Ainda atordoado, sem entender muito o que estava acontecendo, ele se levantou correndo. Tinha na mente, imagens muito fortes de algo que ele não entendia bem, mas parecia um sonho. Quando ele chegou na porta, encontrou o amigo em prantos. Ele se lembrava que poucos minutos antes eles se despediram no caminho e estava tudo bem. Então perguntando o que havia se passado ele ouviu a seguinte estória:</p>
<p>- Compadre nós nos despedimos no caminho e eu segui para minha casa, acontece que poucos passos adiante, eu vi um bando de pássaros voando em direção à minha lavoura. Este fato me deixou revoltado e eu gritei:</p>
<p>- Vocês de novo, atacando a minha lavoura, tomara que seque tudo e vocês morram de fome! Naquele exato momento, eu vi a lavoura secar e todos os pássaros morrerem diante dos meus olhos! Pensei comigo, devo estar cansado, e apressei o passo. Andei um pouco mais e cai depois de tropeçar no meu porco que havia fugido do chiqueiro. Fiquei muito bravo e gritei mais uma vez:</p>
<p>- Você fugiu de novo? Por que não morre logo e pára de me dar trabalho?<br />
Compadre, não é que o porco morreu ali mesmo, na minha frente. Acreditando estar vendo coisas, andei mais depressa, e ao entrar em casa, me caiu na cabeça a tranca da porta. Naquele momento, como eu já estava mesmo era com raiva, gritei novamente: - Esta casa... Caindo aos pedaços, por que não pega fogo logo e acaba com isto?... Para surpresa minha compadre, naquele exato momento a minha casa pegou fogo, e tudo foi tão rápido que eu nada pude fazer! Mas... compadre, o que aconteceu com a sua casa?... De onde veio esta mansão?</p>
<p>Depois de tudo observarem, as duas fadinhas foram correndo muito assustadas contar para a fada mestra o que havia se passado. Estavam muito apreensivas quanto ao tipo de reação que a fada mestra teria. Mas tiveram uma grande surpresa. A fada mestra ouviu com muita atenção o relato, parabenizou as duas pela idéia brilhante que haviam tido, e resolveu decretar que a partir daquele momento, todo ser humano teria 15 minutos de poder ao longo da vida. Só que, ninguém jamais saberia quando estes 15 minutos de poder estariam acontecendo.<br />
Muito cuidado com tudo o que diz, age e pensa.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fescola-das-fadas%2F&amp;title=Escola%20das%20fadas">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/escola-das-fadas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A ilha deserta</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-ilha-deserta/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-ilha-deserta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 11:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[conto]]></category>
		<category><![CDATA[ilha deserta]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1758</guid>
		<description><![CDATA[Certa vez um homem muito rico, de natureza boa e generosa, queria que o seu escravo fosse feliz. Para isso lhe deu a liberdade e um navio carregado de mercadorias. - Agora você está livre – disse o homem. – Vá e venda esses produtos em diversos países e tudo o que conseguir por eles [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-ilha-deserta%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FdzNaC2%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20ilha%20deserta%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1759" title="ilha" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/ilha.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Certa vez um homem muito rico, de natureza boa e generosa, queria que o seu escravo fosse feliz. Para isso lhe deu a liberdade e um navio carregado de mercadorias.</p>
<p>- Agora você está livre – disse o homem. – Vá e venda esses produtos em diversos países e tudo o que conseguir por eles será seu.</p>
<p>O escravo liberto embarcou no navio e viajou através do imenso oceano.<br />
Não havia viajado muito tempo quando caiu uma tempestade. O barco foi arremessado violentamente contra os rochedos e se fez em pedaços; tudo o que havia a bordo se perdeu. Somente o ex-escravo conseguiu se salvar, porque, a nado, pôde alcançar a praia de uma ilha próxima.</p>
<p>Triste, abatido e só, nu e sem nada, o ex-escravo caminhou até chegar a uma cidade grande e bonita.</p>
<p>Muita gente se aproximou para recebê-lo, gritando:<br />
- Bem –vindo! Bem-vindo! Longa vida ao rei!</p>
<p>Trouxeram uma rica carruagem, onde o colocaram e escoltaram-no até um magnífico palácio. Lá muitos servos se reuniram ao seu redor, vestiram-no com roupas reais e todos se dirigiam a ele como soberano, em total obediência à sua vontade.<br />
O ex-escravo, naturalmente, ficou feliz e, ao mesmo tempo, confuso. Ele desejava saber se estava sonhando ou se tudo o que via, ouvia ou experimentava não passava de uma fantasia passageira.</p>
<p>Convenceu-se, finalmente, de que o que estava acontecendo era real. E perguntou a algumas pessoas que o rodeavam, de quem gostava, como havia chegado àquela situação.</p>
<p>- Afinal – disse, - sou um homem de quem vocês nada conhecem, um pobre e despido vagabundo que nunca viram antes. Como podem transformar-se em seu governante? Isto me causa muito mais espanto do que possa dizê-lo.<br />
-Senhor – responderam, - esta ilha é habitada por espíritos. Há muito tempo eles rezaram para que lhes fosse enviado um filho do homem para governá-los, e suas preces foram ouvidas. Todos os anos é enviado um filho do homem. Eles o recebem com grande dignidade e o colocam no trono. Porém seu ‘status’ e seu poder acabam quando se completa o ano. Então lhe tiram as vestes reais e o põe a bordo de um barco que o leva para uma grande ilha deserta. Lá, a não ser que antes tenha sido sábio e tenha se preparado para esse dia, não encontra amigos, não encontra nada: vê-se obrigado a passar uma vida aborrecida, solitária e miserável. Elege-se então um novo rei, e assim acontece ano após ano. Os reis que o antecederam foram descuidados e não pensaram. Desfrutaram plenamente do seu poder, esquecendo-se do dia em que tudo acabaria.<br />
Essas pessoas aconselharam ao ex-escravo a ser sábio e permitir que suas palavras permanecessem dentro do seu coração.</p>
<p>O novo rei ouviu tudo atentamente, e lamentou Ter perdido o pouco tempo que havia passado desde que chegara à ilha.</p>
<p>Pediu ao homem de conhecimento que havia falado:<br />
- Aconselhe-me, ó Espírito da Sabedoria, como devo preparar-me para os dias que chegarão no futuro.</p>
<p>- Nu você chegou até nós – disse o homem – e nu será enviado à ilha deserta da qual lhe falei. Agora você é rei e pode fazer o que quiser. Por isso mande trabalhadores à ilha e permita-lhes que construam casas, preparem a terra e tornem belas as redondezas. Os terrenos áridos devem ser transformados em campos frutíferos. As pessoas deverão ir viver lá e você estabelecerá um reino para si mesmo. Seus próprios súditos estarão esperando quando você chegar para dar-lhe as boas-vindas. O ano é curto, o trabalho é longo: seja diligente e enérgico.</p>
<p>O rei seguiu o conselho. Mandou trabalhadores e materiais para a ilha deserta, e antes de findar a vigência de seu poder a ilha se transformou num lugar fértil, aprazível e atraente.<br />
Os governantes que o tinham precedido haviam antecipado o fim de seu tempo com medo, ou afastavam este pensamento se divertindo. Ele porém o aguardava com alegria, uma vez que então poderia começar sobre uma base de paz permanente e felicidade.</p>
<p>O dia chegou. O escravo liberto que tinha sido feito rei foi despojado de sua autoridade. Ao perder seus trajes reais, perdeu também seus poderes. Nu, foi colocado num barco, e as velas inflaram em direção à ilha. Porém quando se aproximou da praia as pessoas que tinham sido enviadas antes para lá vieram para recebê-lo com música, canções e muita alegria. Fizeram-no seu governante, e ele viveu em paz.</p>
<p><span style="color: #888888;">Extraído do livro “Histórias da Tradição Sufi”</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-ilha-deserta%2F&amp;title=A%20ilha%20deserta">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-ilha-deserta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A lição do rio</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-licao-do-rio/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-licao-do-rio/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 May 2010 04:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1766</guid>
		<description><![CDATA[O rio corre sozinho, vai seguindo seu caminho. Não necessita ser empurrado. Pára um pouquinho no remanso. Apressa-se nas cachoeiras. Desliza de mansinho nas baixadas. Precipita-se nas cascatas. Mas, no meio de tudo isso vai seguindo seu caminho. Sabe que há um ponto de chegada. Sabe que seu destino é para a frente. O rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-licao-do-rio%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F90H6Dr%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20li%C3%A7%C3%A3o%20do%20rio%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1767" title="rio" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/rio.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
O rio corre sozinho, vai seguindo seu caminho.<br />
Não necessita ser empurrado.<br />
Pára um pouquinho no remanso.<br />
Apressa-se nas cachoeiras.<br />
Desliza de mansinho nas baixadas.<br />
Precipita-se nas cascatas.<br />
Mas, no meio de tudo isso vai seguindo seu caminho.<br />
Sabe que há um ponto de chegada.<br />
Sabe que seu destino é para a frente.<br />
O rio não sabe recuar.<br />
Seu caminho é seguir em frente.<br />
É vitorioso, abraçando outros rios, vai chegando no mar.<br />
O mar é sua realização.<br />
É chegar ao ponto final.<br />
É ter feito a caminhada.<br />
É ter realizado totalmente seu destino.<br />
A vida da gente deve ser levada do jeito do rio.<br />
Deixar que corra como deve correr.<br />
Sem apressar e sem represar.<br />
Sem ter medo da calmaria e sem evitar as cachoeiras.<br />
Correr do jeito do rio, na liberdade do leito da vida, sabendo que há um ponto de chegada.<br />
A vida é como o rio.<br />
Por que apressar?<br />
Por que correr se não há necessidade?<br />
Por que empurrar a vida?<br />
Por que chegar antes de se partir?<br />
Toda natureza não tem pressa.<br />
Vai seguindo seu caminho.<br />
Assim também é a árvore, assim são os animais.<br />
Tudo o que é apressado perde o gosto e o sentido.<br />
A fruta forçada a amadurecer antes do tempo perde o gosto.<br />
Tudo tem seu ritmo.<br />
Tudo tem seu tempo.<br />
E então, por que apressar a vida da gente?<br />
Desejo ser um rio.<br />
Livre dos empurrões dos outros e dos meus próprios.<br />
Livre da poluição alheias e das minhas.<br />
Rio original, limpo e livre.<br />
Rio que escolheu seu próprio caminho.<br />
Rio que sabe que tem um ponto de chegada.<br />
Sabe que o tempo não interessa.<br />
Não interessa ter nascido a mil ou a um quilômetro do mar.<br />
Importante é chegar ao mar.<br />
Importante é dizer "cheguei".<br />
E porque cheguei, estou realizado.<br />
A gente deveria dizer: não apresse o rio, ele anda sozinho.<br />
Assim deve-se dizer a si mesmo e aos outros: não apresse a vida, ela anda sozinha.<br />
Deixe-a seguir seu caminho normal.<br />
Interessa saber que há um ponto de chegada e saber que se vai chegar lá.<br />
É bom viver do jeito do rio!</p>
<p>"Se não houver frutos, valeu a beleza das flores; se não houver flores, valeu a sombra das folhas; se não houver folhas, valeu a intenção da semente."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-licao-do-rio%2F&amp;title=A%20li%C3%A7%C3%A3o%20do%20rio">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-licao-do-rio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A cerca</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-cerca/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-cerca/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 May 2010 21:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola da cerca]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1742</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um menino com temperamento muito forte. Seu pai deu-lhe um saco de pregos, dizendo-lhe que cada vez que ele ficasse furioso (bravo) pregasse um prego na cerca do fundo da casa. No primeiro dia o garoto pregou 37 pregos, mas gradualmente ele foi se acalmando. Descobriu que era mais fácil "segurar" seu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-cerca%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcZGDGJ%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20cerca%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/cerca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1743" title="cerca" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/cerca.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um menino com temperamento muito forte. Seu pai deu-lhe um saco de pregos, dizendo-lhe que cada vez que ele ficasse furioso (bravo) pregasse um prego na cerca do fundo da casa.</p>
<p>No primeiro dia o garoto pregou 37 pregos, mas gradualmente ele foi se acalmando. Descobriu que era mais fácil "segurar" seu temperamento do que pregar os pregos na cerca.</p>
<p>Finalmente chegou o dia em que o garoto não se enfureceu nenhuma vez. Contou ao pai o que havia sucedido e pai sugeriu-lhe que, de agora em diante por cada dia que conseguisse segurar seu temperamento retirasse um dos 37 pregos.</p>
<p>Passou-se o tempo e o garoto finalmente pode dizer ao pai que tinha retirado todos os pregos.</p>
<p>O pai tomou o filho pela mão e levou-o até a cerca dizendo-lhe:<br />
- Você fez muito bem meu filho, mas a cerca nunca mais será a mesma. Quando você diz coisas quando está furioso, elas deixam uma cicatriz assim como as marcas da cerca. Você pode fincar e retirar uma faca em um homem.</p>
<p>Não importa quantas vezes você possa dizer; "desculpe", a ferida mesmo assim permanecerá. Uma ferida verbal é tão ruim (maligna) quanto uma ferida física. Amigos são uma jóia muito rara. Eles fazem você sorrir e estimulam você a ter sucesso. Eles emprestam um ouvido amigo, repartem uma palavra de elogio, eles querem sempre abrir seus corações para nós."</p>
<p>Mostre a seus amigos o quanto você se importa com eles.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-cerca%2F&amp;title=A%20cerca">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-cerca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A escola da vida</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-escola-da-vida/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-escola-da-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 May 2010 13:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[barco]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1746</guid>
		<description><![CDATA[Um erudito atravessava de barco um rio e, conversando com o barqueiro, perguntou: - Diga-me uma coisa: você sabe botânica? O barqueiro olhou para o erudito e respondeu: - Não muito, senhor. Não sei que história é essa... - Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas? Que pena! Você perdeu parte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-escola-da-vida%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fbk6WAG%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20escola%20da%20vida%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1747" title="barco_01" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/barco_01.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Um erudito atravessava de barco um rio e, conversando com o barqueiro, perguntou:<br />
- Diga-me uma coisa: você sabe botânica?</p>
<p>O barqueiro olhou para o erudito e respondeu:<br />
- Não muito, senhor. Não sei que história é essa...</p>
<p>- Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas? Que pena! Você perdeu parte de sua vida !</p>
<p>O barqueiro continua remando. Pergunta novamente o erudito:<br />
- Diga-me uma coisa: você sabe astronomia ?</p>
<p>O coitado do caiçara barqueiro, analfabeto, balançou a cabeça e disse :<br />
- Não senhor, não sei o que é astronomia.</p>
<p>- Astronomia é a ciência que estuda os astros, o espaço, as estrelas. Que pena ! Você perdeu parte da sua vida.</p>
<p>E assim foi perguntando a respeito de cada ciência: astrologia, física, química, e de nada o barqueiro sabia. E o erudito sempre terminava com seu refrão : "Que pena! Você perdeu parte da sua vida...".</p>
<p>De repente, o barco bateu contra uma pedra, rompeu-se e começou a afundar...</p>
<p>E o barqueiro perguntou ao erudito:<br />
- O senhor sabe nadar ?</p>
<p>- Não, não sei.</p>
<p>- Que pena, o senhor perdeu toda a sua vida</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-escola-da-vida%2F&amp;title=A%20escola%20da%20vida">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-escola-da-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A mais bela flor</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-mais-bela-flor/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-mais-bela-flor/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 May 2010 03:17:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=338</guid>
		<description><![CDATA[O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho. Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar. Ele parou na minha frente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-mais-bela-flor%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FdcoN4V%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20mais%20bela%20flor%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/linda_flor.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-339" title="linda_flor" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/linda_flor.jpg" alt="linda_flor" width="590" height="400" /></a></p>
<p>O estacionamento estava deserto quando me sentei para ler embaixo dos longos ramos de um velho carvalho.</p>
<p>Desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois o mundo estava tentando me afundar.</p>
<p>E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante se chegou, cansado de brincar. Ele parou na minha frente cabeça pendente, e disse cheio de alegria:<br />
- Veja o que encontrei:<br />
Na sua mão uma flor, e que visão lamentável, pétalas caídas, pouca água ou luz.</p>
<p>Querendo me ver livre do garoto com sua flor, fingi pálido sorriso e me virei. Mas ao invés de recuar ele se sentou ao meu lado, levou a flor ao nariz e declarou com estranha surpresa:<br />
- O cheiro é ótimo, e é bonita também... Por isso a peguei; ei-la, é sua.</p>
<p>A flor à minha frente estava morta ou morrendo, nada de cores vibrantes como laranja, amarelo ou vermelho, mas eu sabia que tinha que pegá-la, ou ele jamais sairia de lá.<br />
Então me estendi para pegá-la e respondi:<br />
- O que eu precisava.</p>
<p>Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão. Nessa hora notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, que não podia ver o que tinha nas mãos.</p>
<p>Ouvi minha voz sumir, lágrimas despontaram ao sol enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim.<br />
- De nada, ele sorriu.</p>
<p>E então voltou a brincar sem perceber o impacto que teve em meu dia. Me sentei e pus-me a pensar como ele conseguiu enxergar um homem auto-piedoso sob um velho carvalho.</p>
<p>Como ele sabia do meu sofrimento auto-indulgente?<br />
Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão. Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU.</p>
<p>E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciei cada segundo que é só meu. E então levei aquela feia flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela rosa, e sorri enquanto via aquele garoto, com outra flor em suas mãos, prestes a mudar a vida de um insuspeito senhor de idade</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-mais-bela-flor%2F&amp;title=A%20mais%20bela%20flor">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-mais-bela-flor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cicatrizes &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/cicatrizes-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/cicatrizes-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 04:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=682</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. O pai deu-lhe um saco de prego e disse a ele que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca. No primeiro dia, o menino pregou 17. Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fcicatrizes-parabola%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcpIO6z%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Cicatrizes%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cerca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-683" title="cerca" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cerca.jpg" alt="cerca" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. O pai deu-lhe um saco de prego e disse a ele que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca.</p>
<p>No primeiro dia, o menino pregou 17. Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, o nº de pregos pregados na cerca diminuiu gradativamente...</p>
<p>Ele descobriu que era mais fácil se segurar do que pregar aqueles pregos na cerca.</p>
<p>Finalmente chegou o dia que o menino não perdeu a calma em nenhum momento.</p>
<p>Ele então falou a seu pai sobre isto e o pai sugeriu que o menino agora tirasse da cerca, um prego por cada dia que ele não perdesse a calma.</p>
<p>Os dias passaram e o menininho, então, estava finalmente pronto para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos da cerca.</p>
<p>O pai então o pegou pela mão e foram até a cerca.</p>
<p>O pai disse, "Você fez muito bem, meu filho, mas, veja só os buracos que restaram na cerca. A cerca nunca mais será a mesma!</p>
<p>Quando você fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como estas aqui.</p>
<p>Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas vezes você peça desculpa, a ferida ainda esta lá.</p>
<p>Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico.</p>
<p>"Toda decisão acertada é proveniente de experiência. E toda experiência é proveniente de uma decisão não acertada."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor:  Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fcicatrizes-parabola%2F&amp;title=Cicatrizes%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/cicatrizes-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A magia infantil</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-magia-infantil/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-magia-infantil/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 May 2010 03:13:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=334</guid>
		<description><![CDATA[Linda era chinesa e morava no Havaí. Contrariando o pai, que a desejava ver casada com alguém dos clãs chineses, ela foi para a Califórnia. Entrou para a universidade, apaixonou-se por um americano branco, de olhos azuis e com ele se casou. Uma cerimônia simples, bem ao contrário das festas pomposas, no estilo dos casamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-magia-infantil%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F97ipPg%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20magia%20infantil%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/infantil.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-335" title="infantil" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/infantil.jpg" alt="infantil" width="590" height="400" /></a><br />
Linda era chinesa e morava no Havaí. Contrariando o pai, que a desejava ver casada com alguém dos clãs chineses, ela foi para a Califórnia. Entrou para a universidade, apaixonou-se por um americano branco, de olhos azuis e com ele se casou. Uma cerimônia simples, bem ao contrário das festas pomposas, no estilo dos casamentos tradicionais, como esperava seu pai.</p>
<p>Depois do casamento, um silêncio pesado se fez entre pai e filha. Ele não a visitava, ela também não. Quando a mãe telefonava, o pai nunca pedia para falar com a filha.<br />
Por todas estas atitudes do pai, Linda entendia que ele estava desaprovando tudo o que ela fizera. Ela traíra todos os princípios.</p>
<p>Contudo, Linda se lembrava da infância feliz, no Havaí. Lembrava-se de, aos 3 anos, ser a sombra do pai.</p>
<p>Correr atrás dele entre as bananeiras. E, quando ela cansava, o pai a colocava nos ombros. Dali de cima ela podia ver o mundo. E o pai cantava uma canção que falava: "você é minha luz do sol. Você me faz feliz quando o céu está cinzento."</p>
<p>Então, Linda teve um bebê. Quando o bebê completou cinco meses, ela decidiu que era a hora de mostrá-lo aos avós. Por isso, ela, o marido e o filho foram ao Havaí. Linda estava angustiada. Será que o pai a receberia? Ela estava levando um menino no colo, que pouco tinha a ver com os antepassados chineses.</p>
<p>Como mãe, ela dizia para si mesma que se seu pai rejeitasse o neto, ela nunca mais voltaria.</p>
<p>Ao chegarem, as saudações foram educadas. O velho chinês olhou a criança sem nenhuma reação.</p>
<p>Depois do jantar, o bebê foi acomodado em um berço em um quarto. Linda e o marido se recolheram para um descanso. De repente, ela acordou em sobressalto. Havia passado a hora do bebê mamar. Levantou-se.</p>
<p>Nenhum som de choro. Pelo contrário, ela ouviu uma risada delicada de bebê.<br />
Atravessou o corredor, chegou à sala. Seu filho de apenas cinco meses estava deitado em uma almofada, com as mãos e os pés em agitação alegre. Sorria para o rosto inclinado sobre ele. Um rosto asiático, bronzeado pelo sol. O avô dava a mamadeira para o netinho, enquanto lhe acariciava a barriguinha e cantava baixinho: "você é minha luz do sol."</p>
<p>A criança conseguira, em breve tempo, conquistar o coração do avô e pôr fim a um afastamento tolo entre pai e filha. Hoje, o avô chinês caminha feliz, seguido por uma sombra saltitante de olhos cor de mel e cabelos encaracolados de quatro anos de idade.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-magia-infantil%2F&amp;title=A%20magia%20infantil">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-magia-infantil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A atitude de um vencedor na Montanha Difícil</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 May 2010 03:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[macaco]]></category>
		<category><![CDATA[montanha]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=383</guid>
		<description><![CDATA[Numa determinada floresta havia 3 leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse: - Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F95DNpA%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20atitude%20de%20um%20vencedor%20na%20Montanha%20Dif%C3%ADcil%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/montanha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-384" title="montanha" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/montanha.jpg" alt="montanha" width="590" height="400" /></a><br />
Numa determinada floresta havia 3 leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:<br />
- Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?</p>
<p>Os 3 leões souberam da reunião e comentaram entre si:<br />
- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 3 reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir ?</p>
<p>Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado. De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de muito tempo eles tiveram uma idéia excelente.</p>
<p>O macaco se encontrou com os 3 felinos e contou o que eles decidiram:<br />
- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil.</p>
<p>- Montanha Difícil ? Como assim ?</p>
<p>- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês 3 deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.</p>
<p>A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.</p>
<p>O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.<br />
O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.<br />
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.</p>
<p>Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados ? Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:<br />
- Eu sei quem deve ser o rei. Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.</p>
<p>Todos gritaram para a Águia:<br />
- A senhora sabe, mas como sabe?</p>
<p>- É simples... eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.<br />
O primeiro leão disse:<br />
- Montanha, você me venceu!</p>
<p>O segundo leão disse:<br />
- Montanha, você me venceu!</p>
<p>O terceiro leão também disse que foi vencido, mas, com uma diferença. Ele olhou para sua dificuldade e disse:<br />
- Montanha, você me venceu, por enquanto! mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.<br />
E calmamente a águia completou:<br />
- A diferença é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: é rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos outros!</p>
<p>Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil%2F&amp;title=A%20atitude%20de%20um%20vencedor%20na%20Montanha%20Dif%C3%ADcil">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A libélula</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-libelula/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-libelula/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 11:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[li]]></category>
		<category><![CDATA[lição de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=431</guid>
		<description><![CDATA[Num lugar muito bonito, onde havia árvores, flores e um lindo lago... Certo dia surgiu um casulo... E quando ele se rompeu, de dentro saiu voando uma linda libélula. E ela ficou tão encantada com o lugar, que voou por cada pedacinho... Brincou nas flores, nas árvores, no lago, nas nuvens... E quando ela já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-libelula%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20lib%C3%A9lula%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/libelula.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-432" title="libelula" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/libelula.jpg" alt="libelula" width="590" height="400" /></a><br />
Num lugar muito bonito, onde havia árvores, flores e um lindo lago...<br />
Certo dia surgiu um casulo...</p>
<p>E quando ele se rompeu, de dentro saiu voando uma linda libélula.</p>
<p>E ela ficou tão encantada com o lugar, que voou por cada pedacinho...</p>
<p>Brincou nas flores, nas árvores, no lago, nas nuvens...</p>
<p>E quando ela já tinha conhecido tudo...no alto de uma colina, avistou uma casa...<br />
A casa do homem...e a libélula havia de conhecer a casa do homem...e foi voando pra lá....</p>
<p>E então, a libélula entrou por uma janela, justo a janela da cozinha...</p>
<p>E nesse dia, uma grande festa era preparada</p>
<p>Um homem com um chapéu branco...grande...dava ordens para os criados...</p>
<p>Mas a libélula não se preocupou com isso, brincou entre os cristais, se viu na bandeja de prata, explorou cada pedacinho daquele novo mundo...</p>
<p>Quando de repente, ela viu sobre a mesa...uma tigela cheia de nuvens!!!</p>
<p>E a libélula não resistiu, ela tinha adorado brincar nas nuvens...e mergulhou....</p>
<p>Mas quando ela mergulhou...ahhhhhhhh...aquilo não eram nuvens, e ela foi ficando toda grudada, e quanto mais ela se mexia tentando escapar...ahhhhhh ...mais ela afundava....</p>
<p>E a libélula então começou a rezar, fazia promessas e dizia que se conseguisse sair dali, dedicaria o resto de seus dias a ajudar os insetos voadores...e ela rezava e pedia...</p>
<p>Até que o chefe da cozinha começou a ouvir um barulhinho, e ele não sabia que era a libélula rezando e quando olhou na tigela de claras em neve...arghhhh um inseto!!! E ele pegou a libélula e a atirou pela janela...</p>
<p>A libélula então, se arrastou para um pedacinho de grama, e sob o sol começou a se limpar...e quando ela se viu liberta...ahhhhh ela estava tão cansada que se virou pra Deus e disse:</p>
<p>- Eu prometi dedicar o resto de minha vida a ajudar os outros insetos voadores, mas agora eu estou tão cansada, que prometo cumprir minha promessa a partir de amanhã...<br />
E a libélula adormeceu... Mas o que ela não sabia, e você também não sabe, é que as libélulas vivem apenas um dia... E naquele pedacinho de grama, a libélula adormeceu, e não mais acordou....</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-libelula%2F&amp;title=A%20lib%C3%A9lula">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-libelula/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O vento que sopra pelas flores &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vento-que-sopra-pelas-flores/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vento-que-sopra-pelas-flores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 15:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[par]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[sábio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=550</guid>
		<description><![CDATA[Há vários anos atrás, em Seattle, Washington, vivia um refugiado tibetano de 52 anos de idade. "Tenzin", é como vou chamá-lo, foi diagnosticado como portador de uma forma de linfoma das mais fáceis de curar. Ele foi internado em um hospital e recebeu a primeira dose de quimioterapia. Mas durante o tratamento, este homem normalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-vento-que-sopra-pelas-flores%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20vento%20que%20sopra%20pelas%20flores%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/vento_flroes.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-551" title="vento_flroes" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/vento_flroes.jpg" alt="vento_flroes" width="590" height="400" /></a><br />
Há vários anos atrás, em Seattle, Washington, vivia um refugiado tibetano de 52 anos de idade. "Tenzin", é como vou chamá-lo, foi diagnosticado como portador de uma forma de linfoma das mais fáceis de curar.</p>
<p>Ele foi internado em um hospital e recebeu a primeira dose de quimioterapia.<br />
Mas durante o tratamento, este homem normalmente gentil tornou-se agressivo e irritado; arrancou a agulha intravenosa de seu braço e negou-se a cooperar.</p>
<p>Ele então gritou com as enfermeiras e discutiu com todos ao seu redor. Os médicos e enfermeiros ficaram desconcertados. Depois, a esposa de Tenzin falou com o pessoal do hospital. Ela contou que Tenzin foi um prisioneiro político dos chineses por 17 anos, eles mataram sua primeira esposa e ele foi repetidamente torturado brutalizado durante todo o tempo em que esteve preso.</p>
<p>As normas e regulamentos do hospital, juntamente com a quimioterapia, fez Tenzin recordar todo o sofrimento que passou nas mãos dos chineses.</p>
<p>"Eu sei que vocês querem ajudá-lo," ela disse, "mas ele se sente torturado pelo tratamento, eles fazem com que ele sinta ódio internamente - da mesma maneira que os chineses fizeram ele se sentir. Ele prefere morrer do que viver com o ódio que ele está sentindo agora. e, segundo nossas crenças, é muito ruim ter tamanho ódio no coração na hora da morte. Ele precisa estar apto para rezar e limpar seu coração."</p>
<p>Assim, o médico dispensou Tenzin e recomendou uma equipe da clínica de repouso para visitá-lo em casa. Eu era a enfermeira encarregada de cuidar dele. Eu entrei em contato com um representante da "Anistia Internacional" para pedir-lhe conselhos. Ele me disse que a única forma de sanar o trauma da tortura era "falar a respeito". "Essa pessoa perdeu sua confiança na humanidade e sente que a esperança é impossível." Mas quando eu encoragei Tenzin a falar sobre suas experiências, ele ergueu suas mãos e me fez parar.</p>
<p>Ele disse, "Eu preciso aprender a amar de novo se eu quiser curar minha alma. Sua tarefa não é fazer perguntas. Sua tarefa é me ensinar a amar novamente."<br />
Respirei profundamente e perguntei, "E como eu posso fazê-lo amar de novo?"</p>
<p>Tenzin respondeu prontamente, "Sente-se, tome meu chá e coma meus biscoitos." O chá tibetano é um chá preto forte, coberto com manteiga de iaque e sal. Não é fácil de bebê-lo! Mas, foi o que eu fiz.</p>
<p>Por várias semanas, Tenzin, sua mulher e eu nos sentamos juntos e tomamos chá. Nós também conversamos com os médicos para achar formas de tratar suas dores físicas. Mas era sua dor espiritual que deveria ser diminuída. Cada vez que eu chegava, via Tenzin sentado de pernas cruzadas em sua cama, recitando preces de seus livros. Com o passar do tempo, sua mulher foi pendurando mais e mais 'thankas', bandeirolas budistas coloridas, nas paredes.</p>
<p>Em pouco tempo, o quarto parecia um colorido templo religioso. Na chegada da primavera, eu perguntei o que os tibetanos faziam quando estavam doentes na primavera. Ele abriu um grande sorriso e disse, "Nós nos sentamos e aspiramos o vento que sopra pelas flores." Eu pensei que ele estava falando poeticamente, mas suas suas palavras eram literais.</p>
<p>Ele explicou que os tibetanos fazem isso para serem pulverizados com o pólen das novas floradas, carregadas pela brisa. Eles acreditam que esse pólen é um potente medicamento. No primeiro momento, achar muitas floradas parecia um pouco difícil.</p>
<p>Mas, um amigo sugeriu que Tenzin visitasse algumas floriculturas locais. Eu liguei para o gerente de uma floricultura e expliquei-lhe a situação.</p>
<p>Sua reação inicial foi "Você quer o quê???" Mas quando eu expliquei melhor o meu pedido, ele concordou. Então, no final-de-semana seguinte, eu busquei Tenzin, sua esposa e suas provisões para a tarde: chá preto, manteiga, sal, xícaras, biscoitos,almofadas e livros de preces. Eu os deixei na floricultura e combinei de pegá-los às 17 horas. No outro final-de-semana, visitamos uma outra floricultura. E mais outra no terceiro fim-de- semana.</p>
<p>Na quarta semana, eu comecei a receber convites das floriculturas para Tenzin e sua mulher para voltarem novamente. Um dos gerentes disse, "Nós temos uma nova remessa de nicotianas e lindas fuchsias.ah, sim! E temos belas dafnias. Eu sei que eles vão adorar o perfume das dafnias! E eu quase me esqueci! Temos uns novos bancos de jardim que Tenzin e sua esposa vão adorar!" No mesmo dia, outra floricultura ligou dizendo que eles tinham recebido birutas coloridas para Tenzin saber de que direção o vento estava soprando.</p>
<p>Logo, as floriculturas estavam competindo pelas visitas de Tenzin. As pessoas começaram a se importar com o casal tibetano.</p>
<p>Os empregados arrumavam os móveis de frente para o vento. Outros traziam água quente para o chá. Alguns fregueses regulares deixavam seus carrinhos de compras próximos do casal. E no final do verão, Tenzin voltou ao seu médico para novos exames e determinar o desenvolvimento da doença. Mas o doutor não achou nenhuma evidência de câncer. Ele estava abobalhado; disse à Tenzin que ele simplesmente não sabia explicar aquilo.</p>
<p>Tenzin levantou seu dedo e disse, "Eu sei porque o câncer se foi. Ele não podia mais viver num corpo tão cheio de amor. Quando eu comecei a sentir a compaixão das pessoas da clínica, dos empregados das floriculturas, e todas essas pessoas que queriam saber de mim, eu comecei a mudar por dentro. Agora, eu me sinto afortunado por ter a oportunidade de ser curado dessa forma. Doutor, por favor, não acredite que a sua medicina é a única cura.</p>
<p>Às vezes, a compaixão pode também curar um câncer.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Lee Paton</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fo-vento-que-sopra-pelas-flores%2F&amp;title=O%20vento%20que%20sopra%20pelas%20flores%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vento-que-sopra-pelas-flores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cinquenta anos de cortesia</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/cinquenta-anos-de-cortesia/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/cinquenta-anos-de-cortesia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 11:43:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[bodas]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=284</guid>
		<description><![CDATA[Um casal de idosos comemora suas Bodas de Ouro após longos anos de matrimônio. Enquanto tomavam juntos o café da manhã a esposa pensou: - Por cinqüenta anos tenho sempre sido atenciosa para com meu esposo e sempre lhe dei a parte crocante de cima do pão. Hoje desejo, finalmente, degustar eu mesma essa gostosura. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fcinquenta-anos-de-cortesia%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Cinquenta%20anos%20de%20cortesia%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/bodas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-285" title="bodas" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/bodas.jpg" alt="bodas" width="590" height="400" /></a><br />
Um casal de idosos comemora suas Bodas de Ouro após longos anos de matrimônio.<br />
Enquanto tomavam juntos o café da manhã a esposa pensou:</p>
<p>- Por cinqüenta anos tenho sempre sido atenciosa para com meu esposo e sempre lhe dei a parte crocante de cima do pão. Hoje desejo, finalmente, degustar eu mesma essa gostosura.</p>
<p>Ela espalhou manteiga na parte de cima do pão e deu ao marido a outra metade.</p>
<p>Ao contrário do que ela esperava, ele ficou muito satisfeito, beijou sua mão e disse:</p>
<p>- Minha querida, tu acabas de me dar a maior alegria do dia. Por mais de cinqüenta anos eu não comi a parte de baixo do pão, que é minha preferida. Sempre pensei que eras tu que deverias tê-la, já que tanto a aprecias.</p>
<p><span style="color: #888888;">Do livro <em>O Mercador e o Papagaio</em>, de Nossrat Peseschkian, Papirus Editora</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fcinquenta-anos-de-cortesia%2F&amp;title=Cinquenta%20anos%20de%20cortesia">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/cinquenta-anos-de-cortesia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O biscoito</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-biscoito/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-biscoito/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 13:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[biscoito]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=354</guid>
		<description><![CDATA[Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Então ela encontrou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-biscoito%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20biscoito%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/o_bisoito.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-355" title="o_bisoito" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/o_bisoito.jpg" alt="o_bisoito" width="590" height="400" /></a><br />
Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto.</p>
<p>Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos.</p>
<p>Então ela encontrou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz e ao lado dela sentou-se um homem.<br />
Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada mas não disse nada.</p>
<p>Ela pensou consigo mesma: "Mas que cara de pau! Se eu estivesse em outro local, lhe daria um tapa na cara para que ele nunca mais se esquecesse".</p>
<p>Para cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão furiosa que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: "O que será que o abusado vai fazer agora?"</p>
<p>Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.</p>
<p>Aquilo a deixou irada e bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque. Quando sentou-se confortavelmente em seu assento, para surpresa dela, o seu pacote de biscoitos estava ainda intacto dentro de sua bolsa.</p>
<p>Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, ao passo que isto a deixou muito transtornada.</p>
<p>Quantas vezes em nossas vidas somos nós que estamos comendo os biscoitos dos outros e não temos a menor consciência de que os errados somos nós.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Deconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fo-biscoito%2F&amp;title=O%20biscoito">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-biscoito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem é dono da natureza? &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/quem-e-dono-da-natureza-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/quem-e-dono-da-natureza-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 09:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=733</guid>
		<description><![CDATA[Carta que o cacique Índio Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, escreveu ao Presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855, depois de o governo ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo. Ecologia é uma palavra nova, mas o raciocínio ecológico não foi criado pelos homens de hoje. Leiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fquem-e-dono-da-natureza-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quem%20%C3%A9%20dono%20da%20natureza%3F%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/natureza_.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-734" title="natureza_" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/natureza_.jpg" alt="natureza_" width="590" height="400" /></a><br />
Carta que o cacique Índio Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, escreveu ao Presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855, depois de o governo ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo. Ecologia é uma palavra nova, mas o raciocínio ecológico não foi criado pelos homens de hoje. Leiam e aprendam!</p>
<p>"O Grande Chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O Grande Chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa da nossa amizade. Vamos, porém, pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O Grande Chefe de Washington pode confiar no que o Chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas - elas não empalidecem.</p>
<p>Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é-nos estranha. Se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho.</p>
<p>O homem branco esquece a sua terra natal, quando - depois de morto - vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. As cristas rochosas, os sumos das campinas, o calor que emana do corpo de um mustang, e o homem - todos pertencem à mesma família.</p>
<p>Portanto, quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que irá reservar para nós um lugar em que possamos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, vamos considerar a tua oferta de comprar nossa terra. Mas não vai ser fácil, não. Porque esta terra é para nós sagrada!</p>
<p>Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. Se te vendermos a terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e terás de ensinar a teus filhos que é sagrada e que cada reflexo espectral na água límpida dos lagos conta os eventos e as recordações da vida de meu povo. O rumorejar d'água é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, eles apagam nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossos filhos. Se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar e ensinar a teus filhos que os rios são irmãos nossos e teus, e terás de dispensar aos rios a afabilidade que darias a um irmão.</p>
<p>Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de a conquistar, ele vai embora. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados, e nem se importa. Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Ficam esquecidos a sepultura de seu pai e o direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mãe - a terra e seu irmão - o céu como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante. Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto.</p>
<p>Não sei. Nossos modos diferem dos teus. A vista de tuas cidades causa tormento aos olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que de nada entende.</p>
<p>Não há um sequer lugar calmo nas cidades do homem branco: Não há lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das asas de um inseto. Mas talvez assim seja por ser eu um selvagem que nada compreende. O barulho parece apenas insultar os ouvidos. E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou, de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento a sobrevoar a superfície de uma lagoa e o cheiro do próprio vento, purificado por uma chuva de meio-dia, ou recendendo a pinheiro.</p>
<p>O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu ao nosso bisavô 0 seu primeiro sopro de vida, também recebe o seu último suspiro. E se te vendermos nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário, como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento, adoçado com a fragrância das flores campestres.</p>
<p>Assim pois, vamos considerar tua oferta para comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, farei uma condição: O homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.Sou um selvagem e desconheço que possa ser de outro jeito. Tenho visto milhares de bisões apodrecendo na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem em  movimento. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante do que o bisão que, (nós - os índios) matamos apenas para o sustento de nossa vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais, logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si.</p>
<p>Deves ensinar teus filhos que o chão debaixo de seus pés são as cinzas de nossos antepassados. Para que tenham respeito ao nosso país, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos; que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra - fere os filhos da terra. Se as homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios.</p>
<p>De uma coisa sabemos: A terra não pertence ao homem; é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une família. Tudo está relacionado entre si.</p>
<p>Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama de vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará. Os nossos filhos viram seus pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, envenenando seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias - eles não são muitos. Mais algumas horas, mesmo uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que têm vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.</p>
<p>Nem o homem branco, cujo Deus com ele passeia e conversa como amigo para amigo, pode ser isento do destino comum. Poderíamos ser irmãos, apesar de tudo. Vamos ver. De uma coisa sabemos que o homem branco venha, talvez, um dia a descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus. Talvez julgues, agora, que O podes possuir do mesmo jeito como desejas possuir nossa terra; mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira e é igual sua piedade para com o homem vermelho e o homem branco. Esta terra é querida por Ele, e causar dano à terra é cumular de desprezo o seu Criador. Os brancos também vão acabar; talvez mais cedo do que todas as outras raças. Continua poluindo a tua cama e hás de morrer uma noite, sufocado em teus próprios dejetos! Porém, ao parecerem, vocês brilharão com fulgor, abrasados, pela força de Deus que os trouxe a este país e, por algum desígnio especial; lhes deu o domínio sobre esta terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é para nós um mistério, pois não podemos imaginar como será quando todos os bisões forem massacrados, os cavalos bravios domados, as brenhas das florestas carregadas de odor de muita gente e a vista das velhas colinas empanada por fios que falam. Onde ficará o emaranhado da mata? Terá acabado. Onde estará a águia? Irá acabar. Restará dar adeus à andorinha e à caça. O fim da vida e o começo da luta para sobreviver.</p>
<p>Compreenderíamos, talvez, se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais as visões do futuro que oferece às suas mentes para que possam formar desejos pára o dia de amanhã. Somos, porém, selvagens. Os sonhos do homem branco são para nós ocultos. E por serem ocultos, temos de escolher nosso próprio caminho. Se consentirmos, será para garantir as reservas que nos prometeste. Lá, talvez possamos viver os nossos últimos dias conforme desejamos. Depois de o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará vivendo nestas florestas e praias, porque nós as amamos como ama um recém-nascido o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças de como era esta terra quando dela tomaste posse! E com toda a tua força, o teu poder e todo o teu coração - conserva-a para teus filhos e ama-a como Deus nós ama a todos. De uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é por Ele amada. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.</p>
<p><span style="color: #888888;">Traduzido dos fragmentos publicados na revista Norsk Natur 10 (1), 1974, Oslo e United Nations. Enviroment Programme - Media Pack'76, por ROBERTO TAMARA.</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fquem-e-dono-da-natureza-parabola%2F&amp;title=Quem%20%C3%A9%20dono%20da%20natureza%3F%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/quem-e-dono-da-natureza-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A VERDADE E A PARÁBOLA (CONTO JUDAICO)</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-verdade-e-a-parabola-conto-judaico/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-verdade-e-a-parabola-conto-judaico/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 12:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=1040</guid>
		<description><![CDATA[Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome. E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas. Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada. Uma tarde, muito desconsolada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-verdade-e-a-parabola-conto-judaico%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20VERDADE%20E%20A%20PAR%C3%81BOLA%20%28CONTO%20JUDAICO%29%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/veradade.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1041" title="veradade" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/veradade.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua como seu próprio nome.</p>
<p>E todos que a viam lhe viravam as costas de vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.</p>
<p>Assim, a Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.</p>
<p>Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.</p>
<p>— Verdade, por que você está tão abatida? — perguntou a Parábola.</p>
<p>— Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me evitam tanto! — respondeu a amargurada Parábola.</p>
<p>— Que disparate! — Sorriu a Parábola. — Não é por isso que os homens evitam você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece.</p>
<p>Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e, de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.</p>
<p>Os seres humanos não gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor:  Conto Judaico</span></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">
<div>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffff00; font-size: medium;">Um dia, a Verdade decidiu visitar os homens, sem roupas e sem adornos, tão nua  como seu próprio nome.</span></p>
<p>E todos que a viam lhe viravam as costas de  vergonha ou de medo, e ninguém lhe dava as boas-vindas.</p>
<p>Assim, a  Verdade percorria os confins da Terra, criticada, rejeitada e desprezada.</p>
<p>Uma tarde, muito desconsolada e triste, encontrou a Parábola, que  passeava alegremente, trajando um belo vestido e muito elegante.</p>
<p>—  <em>Verdade, por que você está tão abatida?</em> — perguntou a Parábola.</p>
<p>— <em>Porque devo ser muito feia e antipática, já que os homens me  evitam tanto! </em>— respondeu a amargurada Parábola.</p>
<p>— <em>Que  disparate!</em> — Sorriu a Parábola. — <em>Não é por isso que os homens evitam  você. Tome. Vista algumas das minhas roupas e veja o que acontece. </em></p>
<p>Então, a Verdade pôs algumas das lindas vestes da Parábola, e,  de repente, por toda parte onde passava era bem-vinda e festejada.</p>
</div>
<div>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ff0000; font-size: large;"><strong>*</strong> </span><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffff00; font-size: medium;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif; color: #ffff00; font-size: medium;"><br />
Os seres humanos não  gostam de encarar a Verdade sem adornos. Eles preferem-na disfarçada.</span></p>
</div>
</div>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-verdade-e-a-parabola-conto-judaico%2F&amp;title=A%20VERDADE%20E%20A%20PAR%C3%81BOLA%20%28CONTO%20JUDAICO%29">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-verdade-e-a-parabola-conto-judaico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O melhor de todos</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-melhor-de-todos/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-melhor-de-todos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 09:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filho]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=163</guid>
		<description><![CDATA[Meu dia começou a azedar quando vi meu menino de seis anos com um galho cheio de minhas azaléas. 
- Posso levar estas flores para a escola? Ele pediu. Com um aceno de mão, eu o mandei para fora. Me virei para que ele não percebesse as lágrimas em meus olhos. Eu adoro aquela azaléa. Eu toquei no galho quebrado como que a dizer-lhe silenciosamente, 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-melhor-de-todos%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20melhor%20de%20todos%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/azalaeis.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-164" title="azalaeis" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/azalaeis.jpg" alt="azalaeis" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Meu dia começou a azedar quando vi meu menino de seis anos com um galho cheio de minhas azaléas.</p>
<p>- Posso levar estas flores para a escola? Ele pediu. Com um aceno de mão, eu o mandei para fora. Me virei para que ele não percebesse as lágrimas em meus olhos. Eu adoro aquela azaléa. Eu toquei no galho quebrado como que a dizer-lhe silenciosamente,</p>
<p>- Sinto muito. Para complicar um pouco mais o meu dia, a máquina de lavar quebrou e quando Jonathan perguntou o que eu faria para o almoço, percebi que estava com a geladeira vazia e não tinha muitas opções. Dias como este me fazem querer parar e desistir de tudo. Eu apenas queria fugir até as montanhas, me esconder em uma caverna e nunca mais colocar a cara para fora. De algum modo eu consegui arrastar a roupa molhada até o tanque. Eu passei a maior parte do dia lavando roupa e pensando em como o amor tinha desaparecido de minha vida. Quando eu terminei de pendurar a última das camisas de meu marido, olhei o relógio: duas e meia. Eu estava atrasada.</p>
<p>A aula de Jonathan terminava às 2:15. Fui correndo para a escola. Ofegante, bati na porta da sala e olhei através do vidro. A professora fez sinal para que eu esperasse. Ela disse algo a Jonathan e entregou para ele e para outras duas crianças, lápis de cera e uma folha de papel. O que virá agora? Eu pensei quando, através da porta, ela pediu que eu entrasse na sala.</p>
<p>- Quero lhe falar sobre o Jonathan. Ela disse. Me preparei para o pior. Nada mais me surpreenderia naquele dia.</p>
<p>- Você sabe das flores trazidas por Jonathan à escola hoje? Ela perguntou. Eu respondi que sim, lembrando de meu arbusto favorito e tentando esconder a mágoa em meus olhos. Eu olhei de relance para meu filho que estava ocupado colorindo um desenho. Seu cabelo ondulado estava muito comprido e caía em sua testa. Seus olhos azuis brilhavam enquanto admirava sua obra.</p>
<p>- Deixe-me contar sobre o que aconteceu ontem, a professora continuou. Está vendo aquela menina? Eu olhei para a menina que ria divertida, apontando um desenho na parede e assenti.</p>
<p>- Bem, ontem estava quase histérica. Seus pais estão atravessando um momento muito difícil, estão se divorciando. Ela disse que não queria mais viver. E disse bem alto, com o rosto escondido entre as mãozinhas, para toda a sala ouvir: "ninguém me ama". Eu fiz tudo o que pude para consolar, mas parecia que nada mais importava.</p>
<p>- Eu achei que você queria me falar sobre Jonathan. Eu interrompi.</p>
<p>- Eu vou, ela disse. Hoje seu filho entrou e foi direto até ela. Ele entregou a ela algumas bonitas flores e sussurrou "eu te amo". Senti meu coração inchar-se de orgulho com o que meu filho tinha feito. Eu sorri para a professora.</p>
<p>- Obrigada, eu disse, puxando Jonathan pela mão. - Você salvou o meu dia. Mais tarde, eu arrancava ervas daninhas em torno de meu desequilibrado arbusto de azaléa. Pensando no amor que Jonathan demonstrou pela menina, um verso bíblico me veio à memória: "... estes três permanecem: a fé, a esperança e o amor. Mas o maior de todos é o amor."</p>
<p>Enquanto meu filho tinha colocado o amor na prática, eu tinha apenas sentido raiva. Eu ouvi o barulho familiar do carro de meu marido entrando na garagem. Eu arranquei um pequeno galho de azaléas e corri até ele. Eu senti a semente do amor que Deus plantou em minha família recomeçar a florescer em mim. Meu marido arregalou os olhos de surpresa quando eu lhe entreguei as flores e disse, - Eu te amo</p>
<p>Autora:</p>
<p><span style="color: #888888;">Nanette Thorsen-Snipes</span></p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-melhor-de-todos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Vestido Azul</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vestido-azul/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vestido-azul/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 11:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[vestido azul]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=426</guid>
		<description><![CDATA[Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local.  Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina. "Como é que uma menina tão bonita, pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-vestido-azul%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20Vestido%20Azul%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/vestido_azul.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-427" title="vestido_azul" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/vestido_azul.jpg" alt="vestido_azul" width="590" height="400" /></a><br />
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local.  Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.</p>
<p>O professor ficou penalizado com a situação da menina.</p>
<p>"Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".<br />
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.</p>
<p>Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.</p>
<p>Quando acabou a semana, o pai falou: "mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."</p>
<p>Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.</p>
<p>Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.</p>
<p>A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.</p>
<p>E tudo começou com um vestido azul.</p>
<p>Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.</p>
<p>Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?</p>
<p>Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?</p>
<p>Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.</p>
<p>É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.</p>
<p>Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.</p>
<p>Você acaba de receber um lindo vestido azul.</p>
<p>Faça a sua parte.</p>
<p>Ajude-nos a melhorar o PLANETA!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fo-vestido-azul%2F&amp;title=O%20Vestido%20Azul">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vestido-azul/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os anjos guardiões &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/os-anjos-guardioes-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/os-anjos-guardioes-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 01:23:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[anjos guardiões]]></category>
		<category><![CDATA[parábola dos anjos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=577</guid>
		<description><![CDATA[O menino voltou-se para a mãe e perguntou: - Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum. Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo. - É uma boa idéia, falou a mãe. - Irei com você. - Mas você anda muito devagar, argumentou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fos-anjos-guardioes-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Os%20anjos%20guardi%C3%B5es%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/anjos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-578" title="anjos" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/anjos.jpg" alt="anjos" width="590" height="400" /></a><br />
O menino voltou-se para a mãe e perguntou:</p>
<p><em>- Os anjos existem mesmo? Eu nunca vi nenhum. </em></p>
<p>Como ela lhe afirmasse a existência deles, o pequeno disse que iria andar pelas estradas, até encontrar um anjo.</p>
<p><em>- É uma boa idéia</em>, falou a mãe.</p>
<p><em>- Irei com você. </em></p>
<p><em>- Mas você anda muito devagar,</em> argumentou o garoto. <em>Você tem um pé aleijado.</em></p>
<p>A mãe insistiu que o acompanharia. Afinal, ela podia andar muito mais depressa do que ele pensava. Lá se foram. O menino saltitando e correndo e a mãe mancando, seguindo atrás. De repente, uma carruagem apareceu na estrada. Majestosa, puxada por lindos cavalos brancos. Dentro dela, uma dama linda, envolta em veludos e sedas, com plumas brancas nos cabelos escuros. As jóias eram tão brilhantes que pareciam pequenos sóis. Ele correu ao lado da carruagem e perguntou à senhora:</p>
<p><em>- Você é um anjo? </em>Ela nem respondeu. Resmungou alguma coisa ao cocheiro que chicoteou os cavalos e a carruagem sumiu, na poeira da estrada. Os olhos e a boca do menino ficaram cheios de poeira. Ele esfregou os olhos e tossiu bastante. Então, chegou sua mãe que limpou toda a poeira, com seu avental de algodão azul.</p>
<p><em>- Ela não era um anjo, não é, mamãe? </em></p>
<p><em>- Com certeza, não. Mas um dia poderá se tornar um</em>, respondeu a mãe.</p>
<p>Mais adiante uma jovem belíssima, em um vestido branco, encontrou o menino. Seus olhos eram estrelas azuis e ele lhe perguntou:</p>
<p><em>- Você é um anjo? </em>Ela ergueu o pequeno em seus braços e falou feliz:</p>
<p><em>- Uma pessoa me disse ontem à noite que eu era um anjo! </em></p>
<p>Enquanto acariciava o menino e o beijava, ela viu seu namorado chegando. Mais do que depressa, colocou o garoto no chão. Tudo foi tão rápido que ele não conseguiu se firmar bem nos pés e caiu.</p>
<p><em>- Olhe como você sujou meu vestido branco, seu monstrinho! </em>Disse ela, enquanto corria ao encontro do seu amado. O menino ficou no chão, chorando, até que chegou sua mãe e lhe enxugou as lágrimas com seu avental de algodão azul. Aquela moça, certamente, não era um anjo.</p>
<p>O garoto abraçou o pescoço da mãe e disse estar cansado.</p>
<p><em>- Você me carrega? </em></p>
<p><em>- É claro,</em> disse a mãe.</p>
<p><em>- Foi para isso que eu vim.</em></p>
<p>Com o precioso fardo nos braços, a mãe foi mancando pelo caminho, cantando a música que ele mais gostava. Então o menino a abraçou com força e lhe perguntou:</p>
<p><em>- Mãe, você não é um anjo? </em></p>
<p>A mãe sorriu e falou mansinho:</p>
<p><em>- Imagine, nenhum anjo usaria um avental de algodão azul como o meu...</em><em></em></p>
<p><em></em>Anjos são todos os que na Terra se tornam guardiões dos seus amores. São mães, pais, filhos, irmãos que renunciam a si próprios, a suas vidas em benefício dos que amam. Às vezes, podem estar do nosso lado e não percebemos.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fos-anjos-guardioes-parabola%2F&amp;title=Os%20anjos%20guardi%C3%B5es%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/os-anjos-guardioes-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A balança &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-balanca-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-balanca-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[balança]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=772</guid>
		<description><![CDATA[Quando menino eu vivia brigando com meus companheiros de brinquedos. E voltava para casa lamuriando e queixando-me deles. Isto ocorria, as mais das vezes, com Beto, o meu melhor amigo. Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me do Beto ela me ouviu e disse o seguinte: - Vai buscar a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-balanca-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20balan%C3%A7a%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/balanca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-773" title="balanca" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/balanca.jpg" alt="balanca" width="590" height="400" /></a><br />
Quando menino eu vivia brigando com meus companheiros de brinquedos. E voltava para casa lamuriando e queixando-me deles. Isto ocorria, as mais das vezes, com Beto, o meu melhor amigo.</p>
<p>Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me do Beto ela me ouviu e disse o seguinte:</p>
<p>- Vai buscar a sua balança e os blocos.</p>
<p>- Mas, o que tem isso a ver com o Beto?</p>
<p>- Você verá... Vamos fazer uma brincadeira.</p>
<p>Obedeci e trouxe a balança e os blocos. Então ela disse:</p>
<p>- Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais são.</p>
<p>Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhado daquele lado.</p>
<p>- Você não tem nada mais a dizer? Eu não tinha e ela propôs: Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança.<br />
Eu hesitei, porém ela me animou dizendo:</p>
<p>- Ele não deixa você andar em sua bicicleta? Não reparte o seu doce com você?<br />
Concordei e passei a mencionar o que havia de bom no caráter de meu amiguinho. Ela foi colocando os blocos do outro lado. De repente eu percebi que a balança oscilava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.</p>
<p>Dei uma risada e mamãe observou:</p>
<p>- Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo vai verificar ao longo de sua vida.</p>
<p>E de fato. Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança no gênero humano</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-balanca-parabola%2F&amp;title=A%20balan%C3%A7a%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-balanca-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A última corda</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-ultima-corda/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-ultima-corda/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 20:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[parábola da corda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1270</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-ultima-corda%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20%C3%BAltima%20corda%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/violino.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1271" title="violino" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/violino.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.</p>
<p>De repente, um som estranho interrompe o devaneio da platéia. Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. O público parou.<br />
Mas Paganini não parou.</p>
<p>Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar. Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.</p>
<p>Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar. Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir. Todas as pessoas, pasmas, gritaram Oooh! Que ecoou pela abobadilhada daquele auditório. Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára.<br />
Mas Paganini não pára.</p>
<p>Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.</p>
<p>Paganini atinge a glória.<br />
Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-ultima-corda%2F&amp;title=A%20%C3%BAltima%20corda">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-ultima-corda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escutar pra que? &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/escutar-pra-que/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/escutar-pra-que/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 10:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[elefante]]></category>
		<category><![CDATA[monge]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=535</guid>
		<description><![CDATA[Conta-se que um monge havia ficado em reclusão durante 20 anos em mosteiro na Índia, vivendo apenas para meditar, trabalhar, ler escrituras sagradas com o intuito de alcançar a iluminação. Após completar 20 anos de reclusão, o monge achou que havia atingido a iluminação e saiu dizendo a todas as pessoas que encontrava pelo caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fescutar-pra-que%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Escutar%20pra%20que%3F%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/o_monge_.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-536" title="o_monge_" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/o_monge_.jpg" alt="o_monge_" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Conta-se que um monge havia ficado em reclusão durante 20 anos em mosteiro na Índia, vivendo apenas para meditar, trabalhar, ler escrituras sagradas com o intuito de alcançar a iluminação. Após completar 20 anos de reclusão, o monge achou que havia atingido a iluminação e saiu dizendo a todas as pessoas que encontrava pelo caminho que Deus estava em tudo, nas árvores, nos animais, na terra, no céu, nas pessoas.</p>
<p>O monge em estado de êxtase, foi em direção à cidade com intenção de falar para o maior número de pessoas que Deus estava em tudo. Ao se encaminhar para o mercado, surge de repente, um enorme elefante desgovernado correndo em sua direção, mas o monge ficou parado afirmando para as pessoas que Deus estava em tudo e também estava elefante, por isso ele não lhe faria nenhum mal. As pessoas que estavam no Mercado gritavam para que ele saísse do caminho do elefante, mas ele permaneceu indiferente, dizendo que Deus estava no elefante por isso não corria nenhum perigo. O dono do elefante, que estava em cima do animal desgovernado, também gritava para que o monge saísse do caminho, mas o monge não deu ouvidos e permaneceu parado. Nesse instante o animal que vinha em grande velocidade atropelou-o e deixou-o todo machucado.</p>
<p>O monge foi levado ao médico e após voltar a si começou a se lamentar com a enfermeira: - Puxa que lástima, acabei de perder 20 anos da minha vida. Passei 20 anos estudando, trabalhando, lendo escrituras sagradas com intenção de alcançar a iluminação e quando achei que havia compreendido que Deus estava em todas as coisas um acidente horrível aconteceu comigo. Eu achava que Deus estava em tudo, principalmente naquele elefante, mas veja só o que ele me fez. Estou desiludido, pois perdi 20 anos da minha vida ao acreditar que Deus estava em todas as coisas. A enfermeira que ouvia tudo atentamente o interrompeu e disse.:</p>
<p>- Eu até que entendo sua dor, pois sei do fato ocorrido, mas se você parar para pensar um pouco vai chegar a conclusão de que a situação é um pouco diferente do que você está dizendo. O monge intrigado perguntou a enfermeira: - Mas como? Essa eu não entendi, me explique melhor o que está querendo dizer. A enfermeira continuou: - Se você colocar a mão na consciência vai acabar percebendo que Deus está em tudo você é que não soube perceber esse fato no momento em que o incidente ocorreu.</p>
<p>O monge ainda intrigado perguntou: - Mas como? Isso que você está dizendo é um absurdo! A enfermeira calmamente disse: - Deus estava presente naquelas pessoas que estavam no mercado e gritavam para que você saísse do caminho; Deus também estava presente no dono do Elefante que dizia para você sair da frente. Deus estava presente dizendo para você sair do caminho do elefante naquele momento, mas você não soube escutá-lo. Nesse momento o monge compreendeu que Deus realmente estava em tudo e alcançou a iluminação.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fescutar-pra-que%2F&amp;title=Escutar%20pra%20que%3F%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/escutar-pra-que/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Onde esta a diferença? Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/onde-esta-a-diferenca/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/onde-esta-a-diferenca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=566</guid>
		<description><![CDATA[Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se: – Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fonde-esta-a-diferenca%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Onde%20esta%20a%20diferen%C3%A7a%3F%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/aborto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-567" title="aborto" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/aborto.jpg" alt="aborto" width="590" height="400" /></a><br />
Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:</p>
<p>– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.</p>
<p>Indaga o médico:</p>
<p>– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?</p>
<p>A mulher, já esperançosa, respondeu:</p>
<p>– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.</p>
<p>O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:</p>
<p>– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.</p>
<p>A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:</p>
<p>– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer...</p>
<p>Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.</p>
<p>A mulher apavorou-se:</p>
<p>– Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!</p>
<p>O médico sorriu e, depois de algumas considerações, mostrou a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida.</p>
<p>O crime é exatamente o mesmo</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fonde-esta-a-diferenca%2F&amp;title=Onde%20esta%20a%20diferen%C3%A7a%3F%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/onde-esta-a-diferenca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A grande lição</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-grande-licao/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-grande-licao/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Apr 2010 11:32:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=273</guid>
		<description><![CDATA[Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas às oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos. Chegando ao sítio, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-grande-licao%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20grande%20li%C3%A7%C3%A3o%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/vaca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-274" title="vaca" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/vaca.jpg" alt="vaca" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Um Mestre da sabedoria passeava por uma floresta com seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma breve visita. Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas às oportunidades de aprendizado que temos, também com as pessoas que mal conhecemos.</p>
<p>Chegando ao sítio, constatou a pobreza do lugar: sem calçamento, casa de madeira, os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas... Então se aproximou do senhor, aparentemente o pai daquela família, e perguntou:<br />
- Neste lugar não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?</p>
<p>E o senhor calmamente respondeu:<br />
- Meu amigo, nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros alimentícios e a outra parte nós produzimos queijo e coalhada para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.</p>
<p>O sábio agradeceu pela informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou:<br />
- Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali a frente e empurre-a, jogue-a lá embaixo.</p>
<p>O jovem arregalou os olhos espantado e questionou o mestre sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre, foi cumprir a ordem.<br />
Assim, empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos, até que, um belo dia, ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar tudo aquela família, pedir perdão e ajudá-los. E assim o fez.</p>
<p>Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado, imaginando que aquela humilde família tivera que vender o sitio para sobreviver. "Apertou" o passo e, chegando lá, foi logo recebido por um caseiro muito simpático e perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos. O caseiro respondeu:<br />
- Continuam morando aqui.</p>
<p>Espantado, entrou correndo na casa e viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor (o dono da vaquinha):<br />
- Como o senhor melhorou este sítio e está muito bem de vida?</p>
<p>E o senhor, entusiasmado, respondeu:<br />
- Nós tínhamos uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Daí em diante, tivemos que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos, assim alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora...</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-grande-licao%2F&amp;title=A%20grande%20li%C3%A7%C3%A3o">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-grande-licao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Qualidades em serviços</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/qualidades-em-servicos/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/qualidades-em-servicos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 11:40:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflita Comigo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1152</guid>
		<description><![CDATA[Paulo trabalhava em uma empresa há dois anos. Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações. Nunca chegava atrasado. Por isso mesmo já estava com 02 anos na empresa, sem ter recebido uma única reclamação. Certo dia, porém, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação: - Sr. Gustavo, tenho trabalhado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F03%252Fqualidades-em-servicos%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Qualidades%20em%20servi%C3%A7os%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/qualidade.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1153" title="qualidade" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/qualidade.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Paulo trabalhava em uma empresa há dois anos.</p>
<p>Sempre foi um funcionário sério, dedicado e cumpridor de suas obrigações.</p>
<p>Nunca chegava atrasado.</p>
<p>Por isso mesmo já estava com 02 anos na empresa, sem ter recebido uma única reclamação.</p>
<p>Certo dia, porém, ele foi até o diretor para fazer uma reclamação:</p>
<p>- Sr. Gustavo, tenho trabalhado durante estes dois anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado.</p>
<p>Fiquei sabendo que o Fernando, que tem o mesmo cargo que eu e está na empresa há somente 06 meses e já vai ser promovido ??...</p>
<p>Gustavo, fingindo não ouvi-lo, disse:</p>
<p>- Foi bom você vir aqui.</p>
<p>Tenho um problema para resolver e você poderá me ajudar. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Aqui na esquina tem uma barraca de frutas. Por favor, vá até lá e verifique se eles tem abacaxi.</p>
<p>Paulo, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão.</p>
<p>Em cinco minutos estava de volta.</p>
<p>- E aí Paulo? - Perguntou Gustavo.</p>
<p>- Verifiquei como o senhor pediu e eles tem abacaxi sim...</p>
<p>- E quanto custa ???</p>
<p>- Ah, Isso eu não perguntei não...</p>
<p>- Eles tem abacaxi suficiente para atender a todo nosso pessoal ???</p>
<p>- Também não perguntei isso não...</p>
<p>- Há alguma fruta que possa substituir o abacaxi ???</p>
<p>- Não sei não...</p>
<p>- Muito bem Paulo. Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco.</p>
<p>O diretor pegou o telefone e mandou chamar o novato Fernando.</p>
<p>Deu a ele a mesma orientação que dera ao Paulo.</p>
<p>Em dez minutos, Fernando voltou.</p>
<p>- E então ??? - Indagou Gustavo.</p>
<p>- Eles têm abacaxi, sim Seu Gustavo. E é o suficiente para todo nosso pessoal e, se o senhor preferir, têm também laranja, banana, melão e mamão. O abacaxi estão vendendo a R$1,50 cada; a banana e o mamão a R$1,00 o quilo; o melão R$1,20 a unidade e a<br />
laranja a R$20,00 o cento, já descascada... Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles nos concederão um desconto de 15%. Deixei reservado...</p>
<p>Conforme o Senhor decidir, volto lá e confirmo o pedido! - Explicou Fernando.</p>
<p>Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o.</p>
<p>Voltou-se para Paulo, que permanecia sentado e perguntou- lhe:</p>
<p>- Paulo, o que foi que você estava me dizendo ???</p>
<p>- Nada não, patrão. Esqueça. Com licença...</p>
<p>E Paulo deixou a sala...<strong></p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></strong></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F03%2Fqualidades-em-servicos%2F&amp;title=Qualidades%20em%20servi%C3%A7os">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/qualidades-em-servicos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A parte mais importante do corpo</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/a-parte-mais-importante-do-corpo/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/a-parte-mais-importante-do-corpo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 25 Mar 2010 13:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflita Comigo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=1139</guid>
		<description><![CDATA[Quando eu era muito jovem, minha mãe me perguntou qual era a parte mais importante do corpo. Eu achava que o som era muito importante para nós, seres humanos, então eu disse: - Minhas orelhas, mãe. Ela disse: - Não. Muitas pessoas são surdas. Mas continue pensando sobre este assunto. Em outra oportunidade eu volto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F03%252Fa-parte-mais-importante-do-corpo%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20parte%20mais%20importante%20do%20corpo%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/partes_corpo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1140" title="partes_corpo" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/partes_corpo.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Quando eu era muito jovem, minha mãe me perguntou qual era a parte mais importante do corpo. Eu achava que o som era muito importante para nós, seres humanos, então eu disse:<br />
- Minhas orelhas, mãe. Ela disse:</p>
<p>- Não. Muitas pessoas são surdas. Mas continue pensando sobre este assunto. Em outra oportunidade eu volto a lhe perguntar. Algum tempo se passou até que minha mãe me perguntou outra vez. Desde que fiz minha primeira tentativa, eu imaginava ter encontrado a resposta correta. Assim, desta vez eu lhe disse:</p>
<p>- Mãe, a visão é muito importante para todos, então devem ser nossos olhos. Ela me olhou e disse:</p>
<p>- Você está aprendendo rápido, mas a resposta ainda não está correta porque há muitas pessoas que são cegas. Dei mancada outra vez. Eu continuei minha busca por conhecimento ao longo do tempo e minha mãe me perguntou várias vezes e sempre sua resposta era:</p>
<p>- Não. Mas você está ficando mais esperta a cada ano. Então, um dia, meu avô morreu. Todos estavam tristes. Todos choravam. Até mesmo meu pai chorou. Eu me recordo bem porque tinha sido apenas a segunda vez que eu o via chorar. Minha mãe olhou para mim quando fui dar o meu adeus final ao vovô. Ela me perguntou:</p>
<p>- Você já sabe qual a parte do corpo mais importante? Eu fiquei meia chocada por ela me fazer aquela pergunta naquele momento. Eu sempre achei que era apenas um jogo entre ela e eu. Observando que eu estava confusa ela me disse:</p>
<p>- Esta pergunta é muito importante. Mostra como você viveu realmente a sua vida. Para cada parte do corpo que você citou no passado, eu lhe disse que estava errada e eu lhe dei um exemplo que justificava. Mas hoje é o dia que você necessita aprender esta importante lição. Ela me olhou de um jeito que somente uma mãe pode fazer. Eu vi lágrimas em seus olhos. Ela disse:</p>
<p>- Minha querida, a parte do corpo mais importante é seu ombro. Eu perguntei:<br />
- Porque eles sustentam minha cabeça? Ela respondeu:</p>
<p>- Não, é porque pode apoiar a cabeça de um amigo ou de alguém amado quando eles choram. Todos precisam de um ombro para chorar em algum momento de sua vida. Eu espero que você tenha bastante amor e amigos e que você tenha sempre um ombro para chorarem quando precisarem. Então eu descobri que a parte do corpo mais importante não é egoísta. É ser "simpático" à dor dos outros. E, para completar, em algum lugar eu li:</p>
<p>"As pessoas se esquecerão do que você disse... as pessoas se esquecerão do que você fez... mas as pessoas nunca se esquecerão de como você as fez sentir. Os bons amigos são como estrelas... que você nem sempre as vê, mas você sabe que sempre estão lá"</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F03%2Fa-parte-mais-importante-do-corpo%2F&amp;title=A%20parte%20mais%20importante%20do%20corpo">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/a-parte-mais-importante-do-corpo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Limites</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/limites-2/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/limites-2/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 14:04:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=1097</guid>
		<description><![CDATA[Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida? Nenhum. O limite é você quem impõe. Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos. Veja que as grandes realizações do nosso século aconteceram quando alguém resolveu vencer o impossível... Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F03%252Flimites-2%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Limites%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/limites.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1098" title="limites" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/limites.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Qual o seu limite para sonhar e realizar objetivos em sua vida?<br />
Nenhum.</p>
<p>O limite é você quem impõe.</p>
<p>Você é a única pessoa que pode colocar restrições nos seus desejos.</p>
<p>Veja que as grandes realizações do nosso século aconteceram quando alguém resolveu vencer o impossível...</p>
<p>Nas navegações, encontramos um Colombo determinado a seguir viagens pelo mar, mesmo estando cansado de ouvir que o mar acabava e estava cheio de monstros terríveis.</p>
<p>Santos Dumont, foi taxado de louco tantas vezes que nem mais ligava para os comentários, até fazer subir seu 14 Bis...</p>
<p>Ford foi ignorado por banqueiros e poderosos que não acreditavam em carros em série.<br />
Einstein foi ridicularizado na Alemanha... Desistir de nossos projetos, ou aceitar palpites infelizes em nossas vidas é mais fácil do que lutar por eles.</p>
<p>Renunciar, chorar, aceitar a derrota é mais simples pelo simples fato de que não nos obriga ao trabalho.</p>
<p>E ser feliz, dá trabalho.</p>
<p>Ser feliz é questão de persistência, de lutas diárias, de encantos e desencantos.</p>
<p>Quantas pessoas passaram pela sua vida e te magoaram ???</p>
<p>Quantos passarão pela sua vida só para roubar tua energia ???</p>
<p>Quantos estarão realmente preocupados com você???</p>
<p>A questão é como você vai encarar essas situações.</p>
<p>Como ficarão seus projetos...eles resistirão as amarguras e desacertos do dia a dia???</p>
<p>O objetivo você já tem: ser feliz !!!</p>
<p>Como alcançar você já sabe: lutando !!!</p>
<p>Resta saber o quanto feliz você realmente quer ser.</p>
<p>E principalmente; qual o limite que você colocou em seus sonhos.</p>
<p>Lembre-se: não há limites para sonhar...</p>
<p>Não se limite, vá a luta!</p>
<p>O impossível é apenas algo que alguém ainda não realizou !!!</p>
<p>E sempre Sorria !!!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F03%2Flimites-2%2F&amp;title=Limites">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/limites-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>As sete maravilhas do mundo</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/as-sete-maravilhas-do-mundo/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/as-sete-maravilhas-do-mundo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 12:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=1045</guid>
		<description><![CDATA[Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos: 1) O Taj Mahal 2) A Muralha da China 3) O Canal do Panamá 4) As pirâmides do Egito 5) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F03%252Fas-sete-maravilhas-do-mundo%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22As%20sete%20maravilhas%20do%20mundo%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/maravilhas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1046" title="maravilhas" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/03/maravilhas.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Um grupo de estudantes estudava as sete maravilhas do mundo. No final da aula, foi pedido aos estudantes que fizessem uma lista do que consideravam as sete maravilhas. Embora houvesse algum desacordo, começaram os votos:</p>
<p>1) O Taj Mahal</p>
<p>2) A Muralha da China</p>
<p>3) O Canal do Panamá</p>
<p>4) As pirâmides do Egito</p>
<p>5) O Grand Canyon</p>
<p>6) O Empire State Building</p>
<p>7) A Basília de São Pedro</p>
<p>Ao recolher os votos, o professor notou uma estudante muito quieta. A menina não tinha virado sua folha ainda. O professor então perguntou a ela se tinha problemas com sua lista. A menina quieta respondeu:</p>
<p>- Sim, um pouco. Eu não consigo fazer a lista, porque são muitos.</p>
<p>O professor disse:</p>
<p>- Bem, diga-nos o que você já tem e talvez nós possamos ajudá-la.</p>
<p>A menina hesitou, então leu:</p>
<p>- Eu penso que as sete maravilhas do mundo sejam:</p>
<p>1 - Ver</p>
<p>2 - Ouvir</p>
<p>3 - Tocar</p>
<p>4 - Provar</p>
<p>5 - Sentir</p>
<p>6 - Rir</p>
<p>7 - E amar ...</p>
<p>A sala então ficou completamente em silêncio...</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F03%2Fas-sete-maravilhas-do-mundo%2F&amp;title=As%20sete%20maravilhas%20do%20mundo">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/03/as-sete-maravilhas-do-mundo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O crédulo e o incrédulo</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/02/o-credulo-e-o-incredulo/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/02/o-credulo-e-o-incredulo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:10:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=998</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz: - Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda: - Não há nenhum jardineiro. Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F02%252Fo-credulo-e-o-incredulo%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20cr%C3%A9dulo%20e%20o%20incr%C3%A9dulo%20%22%20%7D);"></div>
<p>Era uma vez dois exploradores que encontraram uma clareira na selva. Nela cresciam muitas flores de beleza sem par. Um dos exploradores diz:</p>
<p>- Há sem dúvida um jardineiro que mantém este jardim. O outro não concorda:</p>
<p>- Não há nenhum jardineiro.</p>
<p>Assim sendo, eles montam suas tendas e se põem a vigiar. Nenhum jardineiro é visto em nenhum momento. Será que se trata de um jardineiro invisível? Os dois exploradores fazem então uma cerca de arame farpado e a eletrificam, guardando-a com sabujos...<br />
Mas nenhum grito sugere nunca que algum intruso tenha tentado entrar no jardim. Apesar disso, o primeiro explorador ainda não se convenceu:</p>
<p>- Mas existe um jardineiro invisível, intangível, insensível às descargas elétricas, um jardineiro que não tem cheiro nem faz barulho, um jardineiro que vem secretamente cuidar do jardim. No final, o céptico se desanima:</p>
<p>- Mas o que resta da sua primeira afirmação? E em que precisamente isso que você chama de jardineiro invisível, intangível, eternamente inapreensível, difere de um jardineiro imaginário ou até de um jardineiro absolutamente inexistente?</p>
<p>O primeiro explorador vai então colher uma flor e, sem nada dizer, a oferece com um sorriso ao céptico, que não se afasta um minuto da cerca:</p>
<p>- Por que este gesto de afeição? pergunta surpreso.</p>
<p>- Para lhe perguntar se você consegue ver a velha amizade que nos une há tantos anos.<br />
E o outro responde:</p>
<p>- Lógico que não!</p>
<p>- O essencial é invisível aos olhos (como dizia o Pequeno Príncipe). Só conseguimos ver bem com o coração! Será que não é isso o que acontece com Aquele que com tanto amor cuida deste jardim?</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F02%2Fo-credulo-e-o-incredulo%2F&amp;title=O%20cr%C3%A9dulo%20e%20o%20incr%C3%A9dulo">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/02/o-credulo-e-o-incredulo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O convite</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/02/o-convite/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/02/o-convite/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 14:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=996</guid>
		<description><![CDATA[Não me interessa saber como você ganha sua vida. Eu quero saber, sim, o que te faz doer de vontade de lutar e se você ousa sonhar com aquilo pelo que seu coração mais anseia... Não me interessa saber quantos anos você tem. Eu quero saber se você correrá o risco de parecer um tolo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F02%252Fo-convite%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20convite%20%22%20%7D);"></div>
<p>Não me interessa saber como você ganha sua vida. Eu quero saber, sim, o que te faz doer de vontade de lutar e se você ousa sonhar com aquilo pelo que seu coração mais anseia...</p>
<p>Não me interessa saber quantos anos você tem. Eu quero saber se você correrá o risco de parecer um tolo apaixonado por causa de seus sonhos, ou pela simples aventura de estar vivo.</p>
<p>Não me interessa saber quais planetas estão em quadratura com a sua lua. Eu quero saber se você já foi até o centro de seu sofrimento, se você se partiu ao meio quando atingido pelas traições da vida ou se você se protegeu com um escudo, com medo de sentir mais dor ainda. Eu quero saber se você pode sentar-se à mesa com a dor, a minha e a sua também, sem tentar se mover para escondê-la, ofuscá-la ou disfarçá-la. Eu quero saber se você pode suportar a alegria, a minha ou a sua própria, se você consegue dançar selvagemente, até o êxtase tomar seu corpo desde as pontas dos dedos de seu pé até o último fio de seus cabelos, sem ficar nos alertando para sermos cuidadosos, para sermos realistas ou nos lembrar as limitações de sermos humanos.</p>
<p>Também não me interessa saber se a estória que você está me contando é verdadeira. Eu quero saber se você consegue desapontar alguém só para ser leal a si mesmo, se você pode agüentar uma acusação de traição apenas para não trair sua própria alma. Eu quero saber se você sabe ser fiel e conseqüentemente, uma pessoa confiável. Eu quero saber se você consegue enxergar a beleza mesmo que ela não seja bela todos os dias e se você, ainda assim, consegue fazer sua vida cheia da presença dela.</p>
<p>Eu quero saber se você consegue viver com o fracasso, o meu ou o seu, e mesmo assim, à noite, à beira de um lago gritar para a lua prateada: YES!</p>
<p>Não me interessa saber onde você mora, ou quanto dinheiro você possui. Eu quero saber se você consegue se levantar de manhã, depois de uma noite de sofrimento e desespero, magoado, ferido e machucado, e ainda assim, fazer aquilo que é preciso ser feito para os seus filhos.</p>
<p>Não me interessa saber quem você é nem como chegou até aqui. Eu quero saber se você consegue ficar em pé, no meio da fogueira, sem fraquejar nem retroceder.</p>
<p>Não me interessa saber nem onde nem com quem você andou. Eu quero saber, sim, o que te dá força e apoio, o que te sustenta por dentro, quando tudo o mais desmorona à sua volta. Eu quero saber se você consegue ficar sozinho consigo o mesmo e se você gosta, verdadeiramente, da sua companhia nos momentos vazios.<br />
É isso que eu te convido a saber...</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F02%2Fo-convite%2F&amp;title=O%20convite">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/02/o-convite/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Lição da borboleta</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/01/a-licao-da-borboleta/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/01/a-licao-da-borboleta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 17:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=820</guid>
		<description><![CDATA[Um homem, certo dia, viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer, como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício tão miúdo. Mas logo lhe pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F01%252Fa-licao-da-borboleta%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20Li%C3%A7%C3%A3o%20da%20borboleta%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/borboleta_gra.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-821" title="borboleta_gra" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/borboleta_gra.jpg" alt="borboleta_gra" width="590" height="400" /></a><br />
<a rel="me" href="http://blogblogs.com.br/api/claim/304572311/238691/184753"> </a></p>
<p>Um homem, certo dia, viu surgir uma pequena abertura num casulo. Sentou-se perto do local onde o casulo se apoiava e ficou a observar o que iria acontecer, como é que a lagarta conseguiria sair por um orifício tão miúdo. Mas logo lhe pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso, como se tivesse feito todo o esforço possível e agora não conseguisse mais prosseguir. Ele resolveu então ajuda-la: pegou uma tesoura e rompeu o restante do casulo. A borboleta pôde sair com toda a facilidade... mas seu corpo estava murcho; além disso, era pequena e tinha as asas amassadas.</p>
<p>O homem continuou a observá-la porque esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e se estendessem para serem capazes de suportar o corpo que iria se firmar a tempo. Nada aconteceu! Na verdade a borboleta passou o restante de sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.</p>
<p>O que o homem em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura eram o modo pelo qual Deus fazia com que o fluido do corpo daquele pequenino inseto circulasse até suas asas para que ela ficasse pronta para voar assim que se livrasse daquele invólucro.</p>
<p>Algumas vezes o esforço é justamente aquilo de que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através da existência sem quaisquer obstáculos, Ele nos condenaria a uma vida atrofiada. Não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nunca poderíamos alçar vôo<br />
<span style="color: #888888;">Fonte: "Para que minha vida se transforme"- Maria Salette e Wilma Ruggeri - Editora Verus</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F01%2Fa-licao-da-borboleta%2F&amp;title=A%20Li%C3%A7%C3%A3o%20da%20borboleta">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/01/a-licao-da-borboleta/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O vestido azul</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/o-vestido-azul-2/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/o-vestido-azul-2/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 15:14:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=425</guid>
		<description><![CDATA[Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local.  Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina. "Como é que uma menina tão bonita, pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F12%252Fo-vestido-azul-2%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20vestido%20azul%20%22%20%7D);"></div>
<p>Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local.  Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.</p>
<p>O professor ficou penalizado com a situação da menina.</p>
<p>"Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".<br />
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.</p>
<p>Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.</p>
<p>Quando acabou a semana, o pai falou: "mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."</p>
<p>Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.</p>
<p>Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.</p>
<p>A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.</p>
<p>E tudo começou com um vestido azul.</p>
<p>Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.</p>
<p>Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?</p>
<p>Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?</p>
<p>Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.</p>
<p>É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.</p>
<p>Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.</p>
<p>Você acaba de receber um lindo vestido azul.</p>
<p>Faça a sua parte.</p>
<p>Ajude-nos a melhorar o PLANETA!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F12%2Fo-vestido-azul-2%2F&amp;title=O%20vestido%20azul">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/o-vestido-azul-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nunca se sinta só &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/nunca-se-sinta-so-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/nunca-se-sinta-so-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=895</guid>
		<description><![CDATA[Um dia uma professora pediu a seus alunos para escrever os nomes de cada colega da sala em dois pedaços de papel, deixando um espaço entre cada nome. Então ela falou para que eles pensassem na melhor coisa que eles poderiam dizer sobre cada um de seus colegas de sala e escrevessem no papel. Esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F12%252Fnunca-se-sinta-so-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Nunca%20se%20sinta%20s%C3%B3%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/12/soliii.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-896" title="soliii" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/12/soliii.jpg" alt="soliii" width="590" height="400" /></a><br />
Um dia uma professora pediu a seus alunos para escrever os nomes de cada colega da sala em dois pedaços de papel, deixando um espaço entre cada nome.</p>
<p>Então ela falou para que eles pensassem na melhor coisa que eles poderiam dizer sobre cada um de seus colegas de sala e escrevessem no papel.</p>
<p>Esta atividade levou quase a aula toda para ser terminada, e quando os estudantes saíram, cada um entregou seu papel a professora.</p>
<p>No sábado a professora escreveu o nome de cada estudante em pedaços de papel separados, e abaixo de cada um deles ela escreveu o que todos os colegas pensavam sobre ele.</p>
<p>Na segunda-feira ela deu para cada aluno sua lista.</p>
<p>Depois de um tempo, a classe toda estava sorrindo.</p>
<p>"Mesmo?", ela escutou alguém sussurrar.</p>
<p>"Eu nunca soube que eu significava alguma coisa para alguém! " e " Eu não sabia que os outros gostavam tanto de mim." eram a maioria dos comentários.</p>
<p>O tempo passou e ninguém nunca falou sobre os papéis na sala de novo.</p>
<p>Ela nunca soube se discutiam sobre eles depois da aula ou com seus pais, mas não tinha problema.</p>
<p>O exercício tinha cumprido com seu objetivo.</p>
<p>Os alunos estavam felizes com eles mesmos e uns com os outros.</p>
<p>Aquele grupo de alunos se dispersou.</p>
<p>Muitos anos depois, um dos alunos foi morto no Vietnã e a professora foi ao funeral daquele aluno especial. Ela nunca tinha visto um patriota num esquife militar antes.</p>
<p>Ele parecia tão bonito e tão maduro.</p>
<p>A igreja estava cheia de seus amigos.</p>
<p>Um por um que o amava deu sua última caminhada até o esquife.</p>
<p>A professora foi a última a abençoar o esquife.</p>
<p>Quando ela estava lá, um dos soldados que levava o esquife veio até ela.</p>
<p>"Você era a professora de matemática do Mark ?" ele perguntou.</p>
<p>Ela balançou a cabeça: "sim".</p>
<p>Então ele disse:</p>
<p>"Mark falava muito sobre você".</p>
<p>Depois do funeral, muitos dos ex-colegas do Mark foram para uma lanchonete juntos. A mãe e o pai de Mark estavam lá, obviamente esperando para falar com sua professora. "Nós queremos lhe mostrar uma coisa".</p>
<p>O pai dele falou, e tirou uma carteira de seu bolso.</p>
<p>"Eles acharam isso com o Mark quando ele foi morto. Nós achamos que você poderia reconhecer isto".</p>
<p>Abrindo a parte do dinheiro, ele cuidadosamente removeu dois pedaços de folha de caderno que foi dobrado várias vezes.</p>
<p>A professora sabia sem olhar, que aquele papel era o que ela tinha anotado todas as coisas boas que os colegas de Mark falaram sobre ele.</p>
<p>"Muito obrigado por ter feito isso".Disse a mãe de Mark."Mark tinha isso como um tesouro".</p>
<p>Todos os ex-colegas de Mark se reuniram. Charlie sorriu e disse: "Eu ainda tenho minha lista, está na primeira gaveta da minha escrivaninha em casa".</p>
<p>A mulher de Chuck disse: "Chuck me pediu para colocar a lista dele no nosso álbum de casamento".</p>
<p>"Eu também tenho a minha," Marilyn disse. "Está no meu diário".</p>
<p>Então Vick, outra colega, colocou a mão na sua bolsa,tirou sua carteira e mostrou a lista embrulhada e franzida para o grupo.</p>
<p>"Eu carrego isto comigo todo tempo", Vick disse, e sem olhar em volta, ela continuou: "Eu acho que todos nós guardamos nossas listas".</p>
<p>Foi quando a professora finalmente sentou-se e chorou. Ela chorou por Mark e por todos seus amigos que não poderão vê-lo de novo...</p>
<p>A densidade de pessoas na sociedade é tão espessa que nos esquecemos que a vida pode terminar um dia. E nós não sabemos quando isso vai ser.</p>
<p>Então por favor, diga às pessoas que você ama e se preocupa, que elas são especiais e importantes.</p>
<p>Diga a elas, antes que seja muito tarde...</p>
<p>Aceite-as com virtudes e defeitos...</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F12%2Fnunca-se-sinta-so-parabola%2F&amp;title=Nunca%20se%20sinta%20s%C3%B3%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/nunca-se-sinta-so-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A verdadeira alquimia</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/a-verdadeira-alquimia/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/a-verdadeira-alquimia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 02:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=890</guid>
		<description><![CDATA[Certa vez um andarilho apareceu numa aldeia da Idade Média. Dirigiu-se à praça central da cidade, anunciou-se como alquimista e disse que ensinaria como transformar qualquer tipo de metal em ouro. Algumas pessoas pararam para ouví-lo e começaram a proferir gracejos e ridicularizá-lo. O estranho não se abalou com as chacotas, pediu um pedaço de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F12%252Fa-verdadeira-alquimia%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20verdadeira%20alquimia%22%20%7D);"></div>
<p>Certa vez um andarilho apareceu numa aldeia da Idade Média. Dirigiu-se à praça central da cidade, anunciou-se como alquimista e disse que ensinaria como transformar qualquer tipo de metal em ouro.  Algumas pessoas pararam para ouví-lo e começaram a proferir gracejos e ridicularizá-lo. O estranho não se abalou com as chacotas, pediu um pedaço de metal e alguém entregou-lhe uma ferradura, um outro ofereceu-lhe um prego. O alquimista então pegou ambas as peças, e ainda sob as risadas dos incrédulos, colocou-as numa pequena vasilha e derramou sobre elas o conteúdo de um frasco que havia retirado de sua sacola. Permaneceu alguns segundos em silêncio e o fenômeno aconteceu: a ferradura e o prego tornaram-se dourados. Uma sensação de espanto percorreu a multidão que se avolumava cada vez mais na praça. O alquimista levantou as peças de ouro para que todos pudessem admirar a transmutação.</p>
<p>Um ourives presente no local pediu para examinar os objetos e foi atendido. Em pouco tempo, revelou serem as peças de ouro puríssimo como nunca tinha visto. As pessoas agitaram-se e agora queriam ouvir. O alquimista então pegou um grosso livro de sua sacola e disse estar nele o segredo da transmutação dos metais em ouro. Em seguida, entregou o livro a uma criança próxima e partiu tranqüilo. Ninguém o viu ir embora, pois todos os olhos mantiveram-se fixos no objeto nas mãos da criança. Poucos dias depois, a maioria das pessoas possuía uma cópia do valioso manuscrito, assim a receita para produzir ouro passou a ser conhecida por todos. Contudo, a fórmula era complexa. Exigia água destilada mil vezes no silêncio da madrugada e ingredientes que deveriam ser colhidos em noites especiais e em praias distantes.</p>
<p>No início todos puseram as mãos à obra, mas com o passar do tempo, as pessoas foram desistindo do trabalho. Era muito penoso ficar mil noites em silêncio esperando a água destilar. Além disso, procurar os outros ingredientes era muito cansativo.</p>
<p>As pessoas foram desistindo. E, à medida que desistiam, tentavam convencer os outros a fazerem o mesmo. Diziam que a forma era apenas uma galhofa deixada pelo alquimista para mostrar como eram tolos. Assim, muitos e muitos outros, influenciados pelos primeiros, também desistiram. Mas, um pequeno grupo prosseguiu com o trabalho. Apesar de ridicularizados pelo resto da aldeia, continuaram destilando a água e fizeram várias viagens juntos à procura dos ingredientes da fórmula.</p>
<p>O tempo correu, e a quantidade de histórias divertidas, e de situações que eles passaram juntos, desde que começaram a seguir a fórmula, cresceu. E o grupo dos aprendizes de alquimia tornou-se cada vez mais unido. Converteram-se em grandes amigos. Até que em um mesmo dia, todos que tinham começado juntos, viraram a última página das instruções do livro, e lá estava escrito:</p>
<p>"Se todas as instruções foram seguidas, você tem agora o líquido que, derramado sobre qualquer metal, transforma-o em ouro.  Entretanto, agora você já percebeu que a maior riqueza não está no produto final obtido, mas sim no caminho percorrido. O que nos torna infinitamente ricos não é a quantidade de ouro que conseguimos produzir, mas os momentos que compartilhamos com os verdadeiros amigos".</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F12%2Fa-verdadeira-alquimia%2F&amp;title=A%20verdadeira%20alquimia">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/12/a-verdadeira-alquimia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A fábula das três árvores</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-fabula-das-tres-arvores/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-fabula-das-tres-arvores/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[fábula 3 árvores]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=850</guid>
		<description><![CDATA[Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse: - Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada. A segunda olhou para o riacho e suspirou: - Eu quero ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-fabula-das-tres-arvores%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20f%C3%A1bula%20das%20tr%C3%AAs%20%C3%A1rvores%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/3_arvores.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-851" title="3_arvores" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/3_arvores.jpg" alt="3_arvores" width="590" height="400" /></a><br />
Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse:<br />
- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada.</p>
<p>A segunda olhou para o riacho e suspirou:<br />
- Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas.</p>
<p>A terceira árvore olhou o vale e disse:<br />
- Eu quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus.</p>
<p>Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores pouco ecológicos e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo com que sonhavam. Mas, lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos!... Que pena!</p>
<p>A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em altas vigas e colocada de lado em um depósito.</p>
<p>E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes:<br />
- Para que isso?</p>
<p>Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo... A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem se levantou e disse: "PAZ"!</p>
<p>E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas, logo no domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.</p>
<p>As árvores haviam tido sonhos... Mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado. Temos os nossos sonhos e nossos planos que, por vezes, não coincidem com os planos que Deus tem para nós; e, quase sempre, somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia.</p>
<p>Importante compreendermos que tudo vem de Deus e crermos que podemos esperar Nele, pois Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um de nós.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-fabula-das-tres-arvores%2F&amp;title=A%20f%C3%A1bula%20das%20tr%C3%AAs%20%C3%A1rvores">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-fabula-das-tres-arvores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A bomba de água &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-bomba-de-agua-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-bomba-de-agua-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de água]]></category>
		<category><![CDATA[decidir]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[sede]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=777</guid>
		<description><![CDATA[Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha - uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-bomba-de-agua-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20bomba%20de%20%C3%A1gua%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/bomba_agua.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-778" title="bomba_agua" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/bomba_agua.jpg" alt="bomba_agua" width="590" height="400" /></a><br />
Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha - uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.</p>
<p>Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: "Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo.<br />
PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."</p>
<p>O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema:</p>
<p>Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo.</p>
<p>Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?</p>
<p>Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu!</p>
<p>E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela: "Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!"</p>
<p><strong>Reflexão:</strong><br />
Podemos aprender coisas importantes a partir dessa breve estória:<br />
1. Nenhum esforço que você faça será válido, se ele for feito da forma errada.<br />
Você pode passar sua vida toda tentando bombear algo quando alguém já tem reservado a solução para você.Preste atenção a sua volta!</p>
<p>2. Saiba olhar adiante e compartilhar!<br />
Aquele homem poderia ter se fartado e ter se esquecido de que outras pessoas que precisassem da água pudessem passar por ali. Ele não se esqueceu de encher a garrafa e ainda por cima soube dar uma palavra de incentivo.</p>
<p>Se preocupe com quem está próximo de você, lembre-se:</p>
<p>Você só poderá obter água se a der antes. Cultive seus relacionamentos, dê o melhor de si!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-bomba-de-agua-parabola%2F&amp;title=A%20bomba%20de%20%C3%A1gua%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-bomba-de-agua-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem decide por mim?  &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/quem-decide-por-mim-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/quem-decide-por-mim-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[amigo]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=737</guid>
		<description><![CDATA[Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo à uma banca  de  jornais. "O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno  recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro. Quando os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fquem-decide-por-mim-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quem%20decide%20por%20mim%3F%20%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p>Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo à uma banca  de  jornais.</p>
<p>"O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno  recebeu um tratamento rude e grosseiro.<br />
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.</p>
<p>Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:</p>
<p>" - Ele sempre te trata com tanta grosseria? "</p>
<p>" - Sim, infelizmente foi sempre assim..."</p>
<p>" - E você é sempre tão polido e amigável com ele?</p>
<p>" - Sim, procuro ser."</p>
<p>" - Por que você é tão educado, já que ele é tão  inamistoso com você? "</p>
<p>" - Por que não quero que ele decida como eu devo agir."</p>
<p>Moral da estória: a pessoa inteira é seu próprio dono  e não deve curvar-se diante do vento que sopra. Ela  Não está à mercê do mau humor, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que a transformam, mas ela que transforma os ambientes."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fquem-decide-por-mim-parabola%2F&amp;title=Quem%20decide%20por%20mim%3F%20%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/quem-decide-por-mim-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A mesa do velho avô &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-mesa-do-velho-avo-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-mesa-do-velho-avo-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 19:37:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola do avô]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=720</guid>
		<description><![CDATA[Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, e a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante. A família comeu junto à mesa. Mas as mãos trêmulas do avô ancião e sua visão falhando, tornou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-mesa-do-velho-avo-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20mesa%20do%20velho%20av%C3%B4%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p>Um frágil e velho homem foi viver com seu filho, nora, e o seu neto mais velho de quatro anos. As mãos do velho homem tremiam, e a vista era embaralhada, e o seu passo era hesitante. A família comeu junto à mesa. Mas as mãos trêmulas do avô ancião e sua visão falhando, tornou difícil o ato de comer. Ervilhas rolaram da colher dele sobre o chão.</p>
<p>Quando ele pegou seu copo, o leite derramou na toalha da mesa. A bagunça irritou fortemente seu filho e nora:<br />
- Nós temos que tomar uma atitude sobre o vovô, disse o filho.</p>
<p>- Já tivemos bastante do seu leite derramado, ouvindo-o comer ruidosamente, e muita de sua comida no chão.</p>
<p>Assim o marido e a esposa prepararam uma mesa pequena no canto da sala. Lá o avô comia sozinho enquanto o resto da família desfrutava do jantar.</p>
<p>Desde que o avô tinha quebrado um ou dois pratos, a comida dele passou a ser servida em uma tigela de madeira.Quando a família olhava de relance na direção do avô, às vezes percebiam nele uma lágrima em seu olho por estar só. Ainda assim, as únicas palavras que o casal tinha para ele eram advertências acentuadas quando ele derrubava um garfo ou derramava comida.</p>
<p>O neto de quatro anos assistia tudo sempre em  silêncio. Uma noite antes da ceia, o pai notou que seu filho estava brincando no chão com sucatas de madeira. Ele perguntou docemente para a criança:<br />
- O que você está fazendo?</p>
<p>Da mesma maneira dócil, o menino respondeu:<br />
- Eu estou fabricando uma pequena tigela para você e mamãe comerem sua comida quando eu crescer.</p>
<p>O neto sorriu e voltou a trabalhar.</p>
<p>As palavras do menino golpearam os pais que ficaram mudos. Então lágrimas começaram a fluir em seus rostos. Entretanto nenhuma palavra foi falada, ambos souberam o que devia ser feito.</p>
<p>Aquela noite o marido pegou a mão do avô e com suavidade o conduziu atrás da mesa familiar. Para o resto de seus dias de vida ele comeu sempre com a família. E por alguma razão, nem marido nem esposa pareciam se preocupar mais quando um garfo era derrubado, ou leite derramado, ou que a toalha da mesa tinha sujado.</p>
<p>As crianças são notavelmente preceptivas. Os olhos delas sempre observam, suas orelhas sempre escutam, e suas as mentes sempre processam as mensagens que elas absorvem. Se elas nos vêem pacientemente providenciar uma atmosfera feliz em nossa casa, para nossos familiares, eles imitarão aquela atitude para o resto de suas vidas.<br />
O pai sábio percebe isso diariamente, que o alicerce esta sendo construído para o futuro da criança. Sejamos sábios construtores de bons exemplos de comportamento de de vida em nossas funções.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-mesa-do-velho-avo-parabola%2F&amp;title=A%20mesa%20do%20velho%20av%C3%B4%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-mesa-do-velho-avo-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Como é que vocês sabem?</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/como-e-que-voces-sabem/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/como-e-que-voces-sabem/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 21:25:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=690</guid>
		<description><![CDATA[Na época da construção da extensa muralha da China, aquele que a mandou construir era um homem muito duro e cruel. Milhares de pessoas morreram nesse trabalho e seus corpos foram enterrados lá. Havia um chinês que possuía somente duas coisas: um filho e um cavalo; amando muito a ambos. Um dia, entretanto, seu cavalo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fcomo-e-que-voces-sabem%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Como%20%C3%A9%20que%20voc%C3%AAs%20sabem%3F%20%22%20%7D);"></div>
<p>Na época da construção da extensa muralha da China, aquele que a mandou construir era um homem muito duro e cruel. Milhares de pessoas morreram nesse trabalho e seus corpos foram enterrados lá.</p>
<p>Havia um chinês que possuía somente duas coisas: um filho e um cavalo; amando muito a ambos. Um dia, entretanto, seu cavalo fugiu. Sabendo disso, os anciãos da aldeia vieram consolá-lo dizendo:</p>
<p>- Que infelicidade que seu único cavalo tenha fugido.</p>
<p>O velho olhou-os e retrucou:</p>
<p>- Como vocês sabem que isso foi uma infelicidade?</p>
<p>Dias mais tarde o cavalo voltou trazendo consigo outros seis cavalos. Aí a riqueza desse homem aumentou e os velhos da aldeia vieram lhe dizer:</p>
<p>- Que felicidade que agora você tem sete cavalos!</p>
<p>O chinês pensou, olhou-os como antes e respondeu:</p>
<p>- Como é que vocês sabem que isso foi uma felicidade?</p>
<p>Na mesma tarde seu filho único resolveu domar os cavalos e caiu, machucando-se e ficando aleijado para sempre.</p>
<p>Novamente os velhos se reuniram em torno do homem:</p>
<p>- Que infelicidade que seu único filho não pode mais andar!</p>
<p>E o chinês respondeu-lhes da mesma maneira:</p>
<p>- Como vocês sabem que é uma infelicidade?</p>
<p>Os velhos ficaram muito intrigados e foram embora. No dia seguinte os soldados do imperador vieram à aldeia e levaram todos os jovens para trabalharem na construção da terrível muralha. O único que não foi levado foi o filho aleijado do camponês.</p>
<p>Então os velhos da aldeia entenderam a sabedoria do outro e voltaram a ele, dizendo:<br />
- Que felicidade que seu único filho não foi levado para construir a muralha.</p>
<p>E novamente o homem olhou-os e respondeu:</p>
<p>- Como vocês sabem que isso é felicidade?</p>
<p>Aí os anciãos ficaram completamente confusos e reuniram-se em conselho. Voltaram à casa do camponês e disseram-lhe:</p>
<p>- Nós decidimos que você é o homem mais sério da China. E consideramos ser um felicidade se você se tornar o nosso prefeito.</p>
<p>O homem ergueu as mãos em desespero e retrucou:</p>
<p>- Como é que vocês acham que é uma felicidade? Eu não quero ser prefeito! - e foi-se embora</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fcomo-e-que-voces-sabem%2F&amp;title=Como%20%C3%A9%20que%20voc%C3%AAs%20sabem%3F">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/como-e-que-voces-sabem/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Círculo do 99</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/circulo-do-99/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/circulo-do-99/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 21:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[rei]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=687</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um Rei muito triste; que tinha um pajem, que como todo pajem de um Rei triste, era muito feliz. Todas as manhãs, o pajem chegava com o desjejum do seu Amo, sempre rindo e cantarolando alegres canções. O sorriso sempre desenhado em seu rosto, e a atitude para com a vida sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fcirculo-do-99%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22C%C3%ADrculo%20do%2099%20%22%20%7D);"></div>
<p>Era uma vez um Rei muito triste; que tinha um pajem, que como todo pajem de um Rei triste, era muito feliz. Todas as manhãs, o pajem chegava com o desjejum do seu Amo, sempre rindo e cantarolando alegres canções. O sorriso sempre desenhado em seu rosto, e a atitude para com a vida sempre serena e alegre. Um dia o Rei mandou chamá-lo:</p>
<p>-Pajem - disse o Rei - qual é o seu segredo?<br />
-Qual segredo, Alteza?<br />
-Qual o segredo da tua alegria?<br />
-Não existe nenhum segredo, Majestade.<br />
-Não minta, pajem...bem sabes que já mandei cortar muitas cabeças por ofensas menores do que a sua mentira!<br />
-Mas não estou mentindo! Não guardo nenhum segredo.<br />
-E por que estás sempre alegre e feliz?<br />
-Majestade, eu não tenho razões para estar triste: muito me honra servir à Vossa Alteza, tenho minha esposa e meus filhos, e vivemos na casa que a Corte nos concedeu; somos vestidos e alimentados, e sempre recebo algumas moedas de prata para satisfazer alguns gostos... como não estar feliz?<br />
-Se você não me disser agora mesmo qual é o seu segredo, mandarei decapitá-lo - disse o Rei. Ninguém pode ser feliz por essas razões que você me deu!<br />
-Mas Majestade, não há nenhum segredo... Nada me satisfaria mais do que sanar a Vossa curiosidade, mas realmente não há nada que eu esteja escondendo.<br />
-Vá embora daqui antes que eu chame os guardas.<br />
O pajem sorriu, fez a habitual reverência e deixou o Rei em seus pensamentos. O Rei estava como louco. Não podia entender como o pajem poderia ser feliz vivendo em uma casa que não lhe pertencia, usando roupas de terceira mão e se alimentando dos restos dos cortesãos. Quando se acalmou mandou chamar o mais sábio de seus conselheiros, e lhe contou a conversa que tivera com o pajem pela manhã.<br />
-Sábio, por que ele é feliz?<br />
-Ah, Majestade! O que acontece é que ele está fora do Círculo...<br />
-Fora do Círculo?<br />
-Sim.<br />
-E é isso o que faz dele uma pessoa feliz?<br />
-Não, Majestade. Isso é o que não o faz infeliz...<br />
-Vejamos se entendo: estar no Círculo sempre nos faz infelizes?<br />
-Exato.<br />
-E como ele saiu desse tal Círculo?<br />
-Ele nunca entrou.<br />
-Nunca entrou? Mas que Círculo é esse?<br />
-É o Círculo dos 99...<br />
-Realmente não entendo nada do que você me diz.<br />
-A única maneira para que Vossa Alteza entenda seria mostrando pelos fatos.<br />
-Como?<br />
-Fazendo com que ele entre no Círculo.<br />
-Isso! Então o obrigarei a entrar!<br />
-Não, Alteza, ninguém pode ser obrigado a entrar...<br />
-Então teremos que enganá-lo?<br />
-Não será necessário... se lhe dermos a oportunidade, ele entrará por si mesmo.<br />
-Por si mesmo? Mas ele não notará que isso acarretará sua infelicidade?<br />
-Sim, mas mesmo assim entrará... Não poderá evitar!<br />
-Me diz que ele saberá que isso será o passo para a infelicidade e que mesmo assim entrará?<br />
-Sim. O senhor está disposto a perder um excelente pajem para compreender a estrutura do Círculo? -Sim.<br />
-Então nesta noite passarei a buscar-lhe. Deves ter preparada uma bolsa de couro com 99 moedas de ouro. Mas devem ser exatas 99, nem uma a mais, nem uma a menos.<br />
-O que mais? Devo levar escolta para proteger-nos?<br />
-Nada mais do que a bolsa de couro, Majestade...<br />
-Então vá. Nos vemos à noite.</p>
<p>Assim foi... Nessa noite o sábio buscou o Rei e juntos foram até os pátios do Palácio. Se esconderam próximo à casa do pajem, e lá aguardaram o primeiro sinal. Quando dentro da casa se acendeu a primeira vela, o sábio pegou a bolsa de couro e junto a ela atou um papel que dizia as seguintes palavras: "Este tesouro é teu. É o prêmio por ser um bom homem. Aproveite e não conte a ninguém como encontrou esta bolsa". Logo deixou a bolsa com o bilhete na porta da pajem. Golpeou uma vez e correu para esconder-se. Quando o pajem abriu a porta, o sábio e o Rei espiavam por entre as árvores para verem o que aconteceria. O pajem viu o embrulho à sua porta, olhou para os lados, leu o papel, agitou a bolsa e, ao escutar o som metálico, estremeceu dos pés à cabeça, apertou a bolsa contra o peito e rapidamente entrou em sua casa. O Rei e o sábio se aproximaram então da janela para presenciar a cena.</p>
<p>O pajem havia despejado todo o conteúdo da bolsa sobre a mesa, deixando somente a vela para iluminar. Havia se sentado e seus olhos não podiam crer no que estavam vendo...Era uma montanha de moedas de ouro! Ele, que nunca havia tocado em uma dessas, de repente tinha um mote delas...Ele as tocava e amontoava, acariciava e fazia brilhar à luz da vela. Juntava e esparramava, fazendo pilhas... E assim, brincando, começou a fazer pilhas de 10 moedas. Uma, duas, três, 4, 5.... e enquanto isso somava 10, 20, 30, 40, 50... até que formou a última pilha... 99 moedas? Seu olhar percorreu a mesa primeiro, buscando uma moeda a mais, logo o chão e finalmente a bolsa. "Não pode ser" – pensou. Pôs a última pilha ao lado das outras 9 e notou que realmente esta era mais baixa.</p>
<p>-Me roubaram! Me roubaram – gritou. Uma vez mais procurou por todos os cantos, mas não encontrou o que achava estar faltando...Sobre a mesa, como que zombando dele, uma montanha resplandecia e lhe fazia lembrar que haviam SOMENTE 99 moedas."99 moedas... é muito dinheiro" – pensou.</p>
<p>-"Mas falta uma... Noventa e nove não é um número completo. 100 é, mas 99 não..."<br />
O Rei e o sábio espiavam pela janela e viam que a cara do pajem já não era mais a mesma: ele estava com as sobrancelhas franzidas, a testa enrugada, os olhos pequenos e o olhar perdido... sua boca era uma enorme fenda, por onde apareciam os dentes que rangiam. O pajem guardou as moedas na bolsa, jogou o papel na lareira e olhando para todos os lados e constatar que ninguém havia presenciado a cena, escondeu a bolsa por entre a lenha. Pegou papel e pena e sentou-se a calcular.</p>
<p>Quanto tempo teria que economizar para poder obter a moeda de número 100? O tempo todo o pajem falava em voz alta, sozinho...Estava disposto a trabalhar duro até conseguir. Depois, quem sabe, não precisaria mais trabalhar... com 100 moedas de ouro ninguém precisa trabalhar. Finalizou os cálculos. Se trabalhasse e economizasse seu salário e mais algum extra que recebesse, em 11 ou 12 anos conseguiria o necessário para comprar a última moeda." Mas 12 anos é tempo demais... Se eu pedisse à minha esposa que procurasse um emprego no vilarejo, e se eu mesmo trabalhasse à noite, em 7 anos conseguiríamos" - concluiu depois de refazer os cálculos.</p>
<p>"Mesmo sendo muito tempo, é isso o que teremos que fazer..."<br />
O Rei e o sábio voltaram ao Palácio. Finalmente o pajem havia entrado para o Círculo dos 99!!! Durante os meses seguintes, o pajem seguiu seus planos conforme havia decidido naquela noite. Numa manhã, entrou nos aposentos reais com passos fortes, batendo nas portas, rangendo dentes e bufando com todo o mau humor típico dos últimos tempos...<br />
-O que lhe acontece, pajem? - perguntou o Rei de bom grado.<br />
-Nada, não acontece nada...</p>
<p>-Antigamente, não faz muito, você ria e cantava o tempo todo...<br />
-Faço ou não o meu trabalho? O que Vossa Alteza esperava? Que além de pajem sou obrigado a estar sempre bem por que assim o deseja?</p>
<p>Não se passou muito e o Rei despediu o seu pajem, afinal, não era nada agradável para um Rei triste ter um pajem mau humorado o tempo todo...</p>
<p>Você, Eu e todos ao redor fomos educados nessa psicologia: sempre falta algo para estarmos completos, e somente completos podemos gozar do que temos. Portanto, nos ensinaram que a Felicidade deve esperar até estar completa com aquilo que falta. E como sempre falta algo, a idéia volta ao início e nunca se pode desfrutar plenamente da vida.</p>
<p>Mas, o que aconteceria se a Iluminação chegasse às nossas vidas e nos déssemos conta, assim, de repente, que nossas 99 moedas são os nossos 100%? Que nada nos faz falta? Que ninguém tomou aquilo que é nosso? Que não se é mais feliz por ter 100 e não 99 moedas? Que tudo é uma armadilha posta à nossa frente para que estejamos sempre cansados, mau humorados, desanimados, infelizes? Uma armadilha que nos faz empurrar cada vez mais e ainda assim tudo continue igual... eternamente iguais e insatisfeitos....</p>
<p>Quantas coisas mudariam se pudéssemos desfrutar de nosso tesouro tal como é! Se este é o seu problema, a solução para sua vida está em saber valorizar o que você tem ao seu redor, e não lamentar-se por aquilo que não tem ou que poderia ter...</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fcirculo-do-99%2F&amp;title=C%C3%ADrculo%20do%2099">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/circulo-do-99/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O verdadeiro amor &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/o-verdadeiro-amor/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/o-verdadeiro-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[verdadeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=554</guid>
		<description><![CDATA[Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fo-verdadeiro-amor%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20verdadeiro%20amor%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/amor_verdadeiro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-555" title="amor_verdadeiro" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/amor_verdadeiro.jpg" alt="amor_verdadeiro" width="590" height="400" /></a><br />
Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.</p>
<p>Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado. Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde.</p>
<p>- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece.</p>
<p>Estranhando, lhe perguntei:</p>
<p>- Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?</p>
<p>Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse :</p>
<p>- É . Ela não sabe quem eu sou, mas eu contudo sei muito bem quem é ela.<br />
Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei:</p>
<p>Essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.</p>
<p>O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico.</p>
<p>O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e... do que já não é..."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fo-verdadeiro-amor%2F&amp;title=O%20verdadeiro%20amor%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/o-verdadeiro-amor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A tartaruga tagarela &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-tartaruga-tagarela/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-tartaruga-tagarela/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=501</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos. Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa. Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-tartaruga-tagarela%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20tartaruga%20tagarela%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p>Era uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos. Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa.</p>
<p>Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por esvaziar o lago. Os dois patos viram que não podiam continuar morando ali e resolveram voar para outra região mais úmida. E foram dizer adeus à tartaruga<br />
- Oh, não, não me deixem! Suplicou a tartaruga. - Levem-me com vocês, senão eu morro!</p>
<p>- Mas você não sabe voar! - disseram os patos. - Como é que vamos levá-la?</p>
<p>- Levem-me com vocês! Eu quero ir com vocês! - gritava a tartaruga.</p>
<p>Os patos ficaram com tanta pena que, por fim, tiveram uma idéia.</p>
<p>- Pensamos num jeito que deve dar certo - disseram - se você conseguir ficar quieta um longo tempo. Cada um de nós vai morder uma das pontas de uma vara e você morde no meio. Assim, podemos voar bem alto, levando você conosco. Mas cuidado: lembre-se de não falar! Se abrir a boca, estará perdida.</p>
<p>A tartaruga prometeu não dizer palavra, nem mexer a boca; estava agradecidíssima! Os patos trouxeram uma vara curta bem forte e morderam as pontas; a tartaruga abocanhou bem firme no meio. Então os patos alçaram vôo, suavemente, e foram-se embora levando a silenciosa carga.</p>
<p>Quando passaram por cima das árvores, a tartaruga quis dizer: "Como estamos alto!" Mas lembrou-se de ficar quieta.</p>
<p>Quando passaram pelo campanário da igreja, ela quis perguntar: "O que é aquilo que brilha tanto?" Mas lembrou-se a tempo de ficar calada.<br />
Quando passaram sobre a praça da aldeia, as pessoas olharam para cima, muito espantadas.</p>
<p>- Olhem os patos carregando uma tartaruga! - gritavam. E todos correram para ver.<br />
A tartaruga bem quis dizer: "E o que é que vocês tem com isso?"; mas não disse nada. Ela escutou as pessoas dizendo:</p>
<p>- Não é engraçado? Não é esquisito? Olhem! Vejam!</p>
<p>E começou a ficar zangada; mas ficou de boca fechada. Depois, as pessoas começaram a rir:</p>
<p>- Vocês já viram coisa mais ridícula? - zombavam.<br />
E aí a tartaruga não agüentou mais. Abriu a boca e gritou:<br />
- Fiquem quietos, seus bobalhões...!</p>
<p>Mas, antes que terminasse, já estava caída no chão. E acabou-se a tartaruga tagarela.<br />
Moral da história: Há momentos na vida que é melhor ficar de boca fechada.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-tartaruga-tagarela%2F&amp;title=A%20tartaruga%20tagarela%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-tartaruga-tagarela/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A ratoeira</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-ratoeira/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-ratoeira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:54:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=497</guid>
		<description><![CDATA[Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira. Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos: "Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa." A galinha, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-ratoeira%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20ratoeira%22%20%7D);"></div>
<p>Um rato olhando pelo buraco na parede vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo em que tipo de comida poderia ter ali. Ficou aterrorizado quando descobriu que era uma ratoeira.</p>
<p>Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:<br />
"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa."<br />
A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:</p>
<p>"Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda."</p>
<p>O rato foi até o porco e disse a ele:</p>
<p>"Tem uma ratoeira na casa, uma ratoeira."</p>
<p>"Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces."</p>
<p>O rato dirigiu-se então à vaca. Ela disse:</p>
<p>"O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!"</p>
<p>Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro. Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira pegou a cauda de uma cobra venenosa. A cobra picou a mulher. O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.</p>
<p>Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.<br />
Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral O fazendeiro então sacrificou a vaca para alimentar todo aquele povo.</p>
<p>Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Escopo</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-ratoeira%2F&amp;title=A%20ratoeira">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-ratoeira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O mágico e o camundongo</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/o-magico-e-o-camundongo/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/o-magico-e-o-camundongo/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 15:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=177</guid>
		<description><![CDATA["Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.

Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F09%252Fo-magico-e-o-camundongo%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20m%C3%A1gico%20e%20o%20camundongo%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/rato.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-178" title="rato" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/rato.jpg" alt="rato" width="590" height="400" /></a></p>
<p>"Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado com medo do gato.</p>
<p>Um mágico teve pena dele e o transformou em gato. Mas aí ele ficou com medo de cão, por isso o mágico o transformou em pantera.</p>
<p>Então ele começou a temer os caçadores.</p>
<p>A essa altura o mágico desistiu. Transformou-o em camundongo novamente e disse:<br />
r&gt; - Nada que eu faça por você vai ajudá-lo, porque você tem apenas a coragem de um camundongo.</p>
<p>É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.</p>
<p>Mas saiba que coragem não é a ausência do medo, é sim a capacidade de avançar, apesar do medo; caminhar para frente; e enfrentar as adversidades,vencendo os medos...</p>
<p>É isto que devemos fazer. Não podemos nos derrotar, nos entregar por causa dos medos.</p>
<p>Assim, jamais chegaremos aos lugares que tanto almejamos em nossas vidas..."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Desconhecido</span></p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/o-magico-e-o-camundongo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A águia e o pardal</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-aguia-e-o-pardal/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-aguia-e-o-pardal/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 04:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[águia]]></category>
		<category><![CDATA[pardal]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=131</guid>
		<description><![CDATA[O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza... ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F09%252Fa-aguia-e-o-pardal%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20%C3%A1guia%20e%20o%20pardal%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/aguia.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-132" title="aguia" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/aguia.jpg" alt="aguia" width="590" height="400" /></a><br />
O sol anunciava o final de mais um dia e lá, entre as árvores, estava Andala, um pardal que não se cansava de observar Yan, a grande águia. Seu vôo preciso, perfeito, enchia seus olhos de admiração. Sentia vontade em voar como a águia, mas não sabia como o fazer. Sentia vontade em ser forte como a águia, mas não conseguia assim ser. Todavia, não cansava de segui-la por entre as árvores só para vislumbrar tamanha beleza...</p>
<p>Um dia estava a voar por entre a mata a observar o vôo de Yan, e de repente a águia sumiu da sua visão. Voou mais rápido para reencontrá-la, mas a águia havia desaparecido. Foi quando levou um enorme susto: deparou de uma forma muito repentina com a grande águia a sua frente. Tentou conter o seu vôo, mas foi impossível, acabou batendo de frente com o belo pássaro.</p>
<p>aiu desnorteado no chão e quando voltou a si, pode ver aquele pássaro imenso bem ao seu lado observando-o. Sentiu um calafrio no peito, suas asas ficaram arrepiadas e pôs-se em posição de luta. A águia em sua quietude apenas o olhava calma e mansamente, e com uma expressão séria, perguntou-lhe:</p>
<p>- Por que estás a me vigiar, Andala?</p>
<p>- Quero ser uma águia como tu, Yan. Mas, meu vôo é baixo, pois minhas asas são curtas e vislumbro pouco por não conseguir ultrapassar meus limites.</p>
<p>- E como te sentes amigo sem poder desfrutar, usufruir de tudo aquilo que está além do que podes alcançar com tuas pequenas asas?</p>
<p>- Sinto tristeza. Uma profunda tristeza. A vontade é muito grande de realizar este sonho...</p>
<p>O pardal suspirou olhando para o chão... E disse:</p>
<p>- Todos os dias acordo muito cedo para vê-la voar e caçar. És tão única, tão bela. Passo o dia a observar-te.</p>
<p>- E não voas? Ficas o tempo inteiro a me observar? Indagou Yan.</p>
<p>- Sim. A grande verdade é que gostaria de voar como tu voas... Mas as tuas alturas são demasiadas para mim e creio não ter forças para suportar os mesmos ventos que, com graça e experiência, tu cortas harmoniosamente...</p>
<p>- Andala, bem sabes que a natureza de cada um de nós é diferente, e isto não quer dizer que nunca poderás voar como uma águia. Sê firme em teu propósito e deixa que a águia que vive em ti possa dar rumos diferentes aos teus instintos. Se abrires apenas uma fresta para que esta águia que está em ti possa te guiar, esta dar-te-á a possibilidade de vires a voar tão alto como eu. Acredita!</p>
<p>E assim, a águia preparou-se para levantar vôo, mas voltou-se novamente ao pequeno pássaro que a ouvia atentamente:</p>
<p>- Andala, apenas mais uma coisa: Não poderás voar como uma águia, se não treinares incansavelmente por todos os dias. O treino é o que dá conhecimento, fortalecimento e compreensão para que possas dar realidade aos teus sonhos. Se não pões em prática a tua vontade, teu sonho sempre será apenas um sonho. Esta realidade é apenas para aqueles que não temem quebrar limites, crenças, conhecendo o que deve ser realmente conhecido. É para aqueles que acreditam serem livres, e quando trazes a liberdade em teu coração poderás adquirir as formas que desejares, pois já não estarás apegado a nenhuma delas, serás livre! Um pardal poderá, sempre, transformar-se numa águia, se esta for sua vontade. Confia em ti e voa, entrega tuas asas aos ventos e aprende o equilíbrio com eles. Tudo é possível para aqueles que compreenderam que são seres livres, basta apenas acreditar, basta apenas confiar na tua capacidade em aprender e ser feliz com tua escolha!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Escopo</span></p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-aguia-e-o-pardal/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Cidade dos Resmungos</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-cidade-dos-resmungos/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-cidade-dos-resmungos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[lição de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/blog/?p=54</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F09%252Fa-cidade-dos-resmungos%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20Cidade%20dos%20Resmungos%22%20%7D);"></div>
<p>Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.</p>
<p>Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.<br />
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:</p>
<p>- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.</p>
<p>Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.</p>
<p>Então segurando o cesto diante de si, gritou:</p>
<p>- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!<br />
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.</p>
<p>Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:</p>
<p>Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.</p>
<p>Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia.</p>
<p>Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.<br />
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-cidade-dos-resmungos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A casa queimada</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-casa-queimada/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-casa-queimada/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 16:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/blog/?p=39</guid>
		<description><![CDATA[Um certo homem saiu em uma viagem de avião. 
Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F09%252Fa-casa-queimada%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20casa%20queimada%22%20%7D);"></div>
<p><img src='http://www.adilsoncosta.com/wp-content/plugins/simple-post-thumbnails/timthumb.php?src=/wp-content/thumbnails/39.jpg&amp;w=70&amp;h=70&amp;zc=1&amp;ft=jpg' alt='post thumbnail' /></p>
<p>Um certo homem saiu em uma viagem de avião.</p>
<p>Era um homem temente a Deus, e sabia que Deus o protegeria.</p>
<p>Durante a viagem, quando sobrevoavam o mar, um dos motores falhou e o piloto teve que fazer um pouso forçado no oceano.</p>
<p>Quase todos morreram, mas o homem conseguiu agarrar-se a alguma coisa que o conservou em cima da água.</p>
<p>Ficou boiando à deriva, durante muito tempo, até que chegou a uma ilha não habitada.</p>
<p>Ao chegar à praia, cansado, porém vivo, agradeceu a Deus por tê-lo salvo da morte.</p>
<p>Ele conseguiu se alimentar de peixes e ervas.</p>
<p>Conseguiu derrubar algumas árvores e com muito esforço conseguiu construir uma casa para ele.</p>
<p>Não era bem uma casa, mas um abrigo tosco, com paus e folhas. Porém significava proteção.</p>
<p>Ele ficou todo satisfeito e mais uma vez agradeceu a Deus, porque agora podia dormir sem medo dos animais selvagens que talvez pudessem existir na ilha.</p>
<p>Um dia ele estava pescando e, quando terminou, havia apanhado muitos peixes. Assim, com comida abundante, estava satisfeito com o resultado da pesca. Porém, ao voltar-se na direção de sua casa, qual não foi sua<br />
decepção ao vê-la toda incendiada. Ele se sentou em uma pedra, chorando e dizendo em prantos:</p>
<p>"Deus! Como é que o Senhor podia deixar isto acontecer comigo? O Senhor sabe que eu preciso muito desta casa para poder me abrigar, e o Senhor deixou minha casa se queimar todinha. Deus, o Senhor não tem pena de<br />
mim?"</p>
<p>Neste momento uma mão pousou no seu ombro e ele ouviu uma voz dizendo:<br />
"Vamos, rapaz?"</p>
<p>Ele se virou para ver quem lhe falava, e qual não foi sua<br />
surpresa quando viu à sua frente um marinheiro todo fardado e dizendo:</p>
<p>"Vamos rapaz, nós viemos buscá-lo".<br />
"Mas como é possível? Como vocês souberam que eu estava aqui?"<br />
"Ora, amigo! Vimos os seus sinais de fumaça pedindo socorro. O capitão ordenou que o navio parasse e me mandou vir buscá-lo naquele barco ali<br />
adiante."</p>
<p>Os dois entraram no barco e assim o homem foi para o navio que o levaria em segurança de volta para os seus entes queridos.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-casa-queimada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A arte de ser feliz</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-arte-de-ser-feliz/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-arte-de-ser-feliz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 16:24:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/blog/?p=36</guid>
		<description><![CDATA[Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F09%252Fa-arte-de-ser-feliz%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20arte%20de%20ser%20feliz%22%20%7D);"></div>
<p>Houve um tempo em que minha janela se abria sobre uma cidade que parecia ser feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.</p>
<p>Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.</p>
<p>Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em  flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.</p>
<p>Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que as coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para vê-las assim."</p>
<p>Cecília Meireles</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-arte-de-ser-feliz/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

