Semeando nossa Alma


A vida é assim,
é assim dessa forma como você vive,
a vida é da forma como você quer.

Você vive a vida que escolheu,
você colhe os frutos que você mesmo plantou,
se você colhe frutos pobres,
azedos e sem valor e diz que não plantou nada disso,
tenha a certeza que não plantar nada,
não cultivar nada nas terras de sua alma,
dará espaço para frutos pobres e sem valor
serem jogados no terreno vazio do seu coração,
e sua vida será cercada,
será dominada por essas plantas que nada de bom lhe trará.

Comece a plantar agora,
comece acreditar agora,
comece a semear agora mesmo,
retire as plantas que consome sua alma aos poucos,
e verás e sentirás a força que você tem,
e irás entender como nunca havia entendido,
que você é capaz de ser mais feliz,
pois começará a colher frutos doces,
começará a colher milagres em sua vida,
os mesmos milagres que sempre te acompanharam,
que sempre estiveram ao seu alcance,
mas pela quantidade de plantas daninhas à sua frente,
você não tinha o privilégio de obtê-los.

Mas agora você aprendeu,
mas agora você sabe o que te espera,
sabes que o amanhã será melhor,
porque você aprendeu a plantar boas sementes,
e serão bons frutos que você irá colher.

E sabe porque eu tenho a certeza que suas sementes irão florecer?

Porque DEUS enviará chuva farta na plantação de sua alma.

Nem muito, Nem pouco

agosto 6, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias


É certo que o certo muitas vezes está errado,
é errado que o errado nem sempre está errado,
mas o certo ou o errado não nos impede de viver,
atrapalha um pouco isso é certo,
mas é errado pelo certo sofrer,
então o certo é incerto às vezes,
o errado pode ser a melhor maneira de sorrir,
quando o certo em nossa vida não existir.

Nem certo nem errado,
nem quente nem frio,
nem muito nem pouco,
ou será o contrário?
Deixa pra lá,
pois o importante
é ter sempre o necessário.

Por: Adilson Costa

Quanta falta

agosto 5, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias


Estive pensando um pouco sobre mim,
estive analisando sobre a balança do meu destino,
isso é se existir mesmo esse destino,
desacreditei nele desde menino,
onde ainda tinha sonhos,
e as estrelas queria contar,
onde ainda tinha desejos,
e neles conseguia voar.

Quanta falta sinto,
do que não fui,
do que não queria,
do que não imaginava existir.
Hoje assim estou,
algumas vezes digo não,
outras vezes digo sim,
mas sempre senti falta de algo,
e hoje sei que é falta de mim.

Por: Adilson Costa

Refletindo em voz alta


Dizem que no tempo certo tudo dará certo,
dizem que se tivermos paciência tudo se encaixa,
falam até que quem espera sempre alcança,
que a última que morre é a esperança,
não creio que possa ser assim,
deve ter algo a mais que somente regras,
deve ter uma magia escondida,
algo ainda escondido da maioria de nós,
uma solução mágica que cure as feridas,
e se não tiver essa solução,
para algumas coisas procurei resposta.

Ninguém jamais saberá o tempo certo,
ele pode ser esse momento, o já, o agora
e nós inocentes o deixamosele passar.

Ter paciência é ótimo, nos ajuda em muitas coisas,
mas nos deixa à mercê de quem nos conhece,
ficamos previsíveis, perca a paciência à vezes e veja o resultado.

Esperar, esperar e esperar creio que quem espera algo, é por que
não sabe como conseguir, não consegue forças e acredita que
esperar é a solução mágica, não espere acontecer, faça acontecer!

E por último a esperança.
Se a esperança for à última que morre, infelizmente estamos (ferrados),
analise bem, ela foi à última, então nós já morremos há muito tempo, então
prefiro continuar vivo quando a esperança morrer.

beijo no coração de vocês.

Basta

agosto 2, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias


Na essência desse vazio,
na latência dessa falta,
sentimos um enorme frio,
onde a dor está em alta.

Procuramos o impossível de encontrar,
almejamos a glória sem merecimento,
rabiscamos falsos planos,
e sem rumo certo continuamos a seguir,
vivemos com nossos enganos
uma vida sem razão de existir.

Quando muito se quer,
pouco tempo nos sobra para viver,
quando muito se deseja,
muito tempo usamos para sofrer.

Então não quero muito,
quero somente o que merecer,
se com meu esforço pouco conquistar,
um pouco menos irei sofrer.

Perder o Medo

julho 25, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias


Na distante profundeza da alma,
onde o sábio reflete seus medos,
tem um manso mar e uma brisa calma,
onde esconde seus segredos.

Como em uma montanha sombria,
tentamos tirá-lo do escondido,
tenta-se mostrar a alegria
que havia a muito perdido.

Se a alegria ira voltar,
é uma pergunta sem solução,
por enquanto continuo a imaginar,
que a luz vencerá a escuridão.

E se não for derrotada,
tão pouco irei me preocupar,
preciso continuar,
preciso não desistir,
preciso terminar meu choro,
terminando assim meu penar,
para voltar a sorrir,
mesmo que seja no escuro,
derrubarei esse muro.

Farei com que esse medo tenha um fim,
matando esse monstro que vive dentro de mim.

Por: Adilson Costa
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Parei de Pedir a DEUS

julho 22, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias, Reflita Comigo

deus

Não peço mais nada a ti Senhor
Me deste mais do que mereço,
o que tenho e sou não tem preço
e ainda tenho seu Amor.

Não peço mais nada a ti meu Pai,
pois tenho mais do que queria,
tenho uma família, tenho grandes amizades,
tenho paixão, tenho amor e tenho felicidades

Sinto-me realizado,
tenho saúde, tenho coragem e
tenho vontade de sorrir,
me falta coragem de se ajoelhar e pedir.

Ao orar peço sim,
peço para as crianças violentadas pela covardia,
peço pelos menos favorecidos,
peço pelos esquecidos da vida,
peço para que finde as guerras,
peço para que acabe a violência,
ao orar peço sim,
mas não consigo pedir nada para mim.

Parei de pedir a cinco anos,
pois tenho mais do que preciso,
Deus nos colocou aqui dotados de tudo.
De força de sentimentos e da razão,
uns buscam mais outros buscam menos,
mas no fim todos somos iguais,
a maior diferença é o tamanho do coração.

Os problemas em minha vida,
são testes de sabedoria,
são somente a preparação,
são somente pequenas folhas na qual limpamos
e ateamos fogo.
Nas dificuldades não são necessárias intervenções divinas,
basta ter fé, ter amigos e ter coragem de resolver.
Deus sempre estará do seu lado, pegue nas mãos dele.
Todo dia pode ser um recomeço
Parei de pedir a Deus
hoje só agradeço

obrigado
obrigado

e obrigado.

Autor:
Adilson Costa

A Flor e o Espinho

julho 21, 2010 por Adilson Costa  
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Uma flor nasceu,
nasceu uma flor,
perfumada,
colorida,
em meio aos espinhos ela cresceu.
Cresceu só,
em meio ao pó,
os espinhos não deixavam ela ser tocada,
era somente contemplada,
a flor não se sentia feliz,
queria ser arrancada dali,
queria ser dada a alguém,
queria cumprir seu destino,
muitos a queriam,
muitos queriam levá-la,
mas se machucavam ao tentar,
e a flor não era capaz de convencer os espinhos à sua frente,
e assim viveu só,
em meio ao pó,
um belo dia de Sol ela murchou,
ao anoitecer ela morreu,
esquecida ela se foi,
mas os espinhos continuaram ali a espinhar,
bem vivos e sem cor, sem perfume
e sem se importar com a falta da flor,
pois sabe ele que uma nova flor virá e não saberá se libertar.

Quem é a flor na sua vida?
Quem são os espinhos em sua vida?

Por Adilson Costa

Ouça a Poesia:
 

Viver e Morrer em Maringá

julho 10, 2010 por Adilson Costa  
Arquivado em Destaques, Poesias

maringa

Vim do barro para cá,
em um apelo sublime do destino
deparei-me com você Maringá
e deixei de ser menino.

Contigo as palavras revelam poesia
as rimas se encaixam com exatidão,
um tempo aqui é uma antalgesia,
e por ti sinto gratidão.

Viajei para outros recantos,
fui obrigado te confesso,
afastei-me de ti fui aos prantos,
foi inevitável meu regresso.

Aqui o pulso entoa no ponto,
o teu cheiro revigora,
tu conheces nosso acuponto,
nossa amada genitora.

Não saireis mais da tua sombra
espalharei mais o teu nome
irei ainda mais te sementar,
o mundo deve saber,
onde fica o paraíso,
recheado de sorrisos,
de um povo de muitas cores,
onde a cabocla do Ingá,
deu o nome para ti,
e assim se perpetuar.

Escreverei mais versos,
Por amor a ti te confesso,
que quero em ti falecer,
não quero nenhum pranto,
sua terra será meu manto
obrigado por nessa terra viver.

Por: Adilson Costa

Respostas


Não há respostas que nos convençam,
não há respostas que nos contentem,
não há respostas.

Somos incompreensíveis pelo nosso desejo,
e pelo desejo não temos respostas,
não temos respostas para coisas simples,
simplesmente perguntamos,
e quando achamos que sabemos,
nós mesmos criamos novas perguntas.

Não há respostas,
pois as perguntas são sem valor,
não há respostas que nos convençam,
não há explicações para o Amor.

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