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	<title>Poesias de Amor - Adilson Costa - Poesias, Parabolas, Textos, Exemplos de Vida, Construindo Milagres &#187; dor</title>
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	<description>Você consegue construir um milagre em sua vida, basta entender como funicionam as regras.</description>
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		<title>O Debelar das Feridas</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 04:37:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[coração ferido]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa 'Dor terebrante' que me revolta, cortante, perfurante quase insuportável. Coloca-me à mercê de um mundo instável, preciso de ti e de sua escolta. Essa ulceração aberta pela distância, será dominada pela fé na vitória, a perseverança está contraditória, mas resisto, tenho em mim sua fragrância. A relembrança do sentir seu ósculo, por vezes promete [...]]]></description>
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<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/coracao.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-313" title="coracao" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/coracao.jpg" alt="coracao" width="590" height="400" /></a><br />
Essa 'Dor terebrante' que me revolta,<br />
cortante, perfurante quase insuportável.<br />
Coloca-me à mercê de um mundo instável,<br />
preciso de ti e de sua escolta.</p>
<p>Essa ulceração aberta pela distância,<br />
será dominada pela fé na vitória,<br />
a perseverança está contraditória,<br />
mas resisto, tenho em mim sua fragrância.</p>
<p>A relembrança do sentir seu ósculo,<br />
por vezes promete a cura e tenta me embair,<br />
adoro iludir-me, pois me faz sorrir,<br />
sinto-me até um monóculo.</p>
<p>Não visualizo nada à frente,<br />
penso estar doente,<br />
e só vejo a ti.<br />
Ferroa minha conturbada vida,<br />
que perdeu-se e até esqueceu da dor,<br />
fico hesitante, ofegante tenho medo do AMOR.<br />
Retorno de minha viagem cinética,<br />
e lembro-me das chagas em meu órgão pulsante,<br />
almejo encontrar a cura,<br />
escapando dessa vida obscura<br />
que vivo neste momento.<br />
Minha fé é dilatada,<br />
acredito em meu triunfo,<br />
e que as dores serão esquecidas,<br />
pois quando tiver coragem,<br />
debelarei minhas feridas.</p>
<p><span style="color: #888888;">Por: Adilson Costa</span></p>

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		<title>Um Ano se passou</title>
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		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/um-ano-se-passou/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 13 May 2010 00:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<description><![CDATA[Por mais que pareça mentira, um ano se foi desde que nos conhecemos, pouco tempo perto do que ainda sinto, ainda sinto o mesmo, ainda gelo ao ouvir sua voz, ainda tremo ao lembrar de nós, sinto seus dias ruins, sinto quando não está bem, nossa ligação é grande, sinto que te conheço a séculos, [...]]]></description>
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<p><img class="alignnone size-full wp-image-1779" title="te_amo" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/te_amo.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Por mais que pareça mentira,<br />
um ano se foi desde que nos conhecemos,<br />
pouco tempo perto do que ainda sinto,<br />
ainda sinto o mesmo,<br />
ainda gelo ao ouvir sua voz,<br />
ainda tremo ao lembrar de nós,<br />
sinto seus dias ruins,<br />
sinto quando não está bem,<br />
nossa ligação é grande,<br />
sinto que te conheço a séculos,<br />
sinto que em outra vida estivemos juntos,<br />
que em outro mundo do qual nós viemos fomos pessoas próximas,<br />
muito próximas, neste dia não tivemos bolo,<br />
não foi cantado parabéns a nós,<br />
em meu canto estou,<br />
e junto a mim tem a solidão de meus sonhos e desejos,<br />
em meu canto estou só,<br />
chorar?<br />
Sim chorei e chorei muito,<br />
mas não chorei o suficiente para me perdoar,<br />
chorei somente para sofrer por dentro,<br />
sendo que por fora sou essa capa de engano,<br />
sou essa parábola "mau" contada,<br />
que poucas vezes é entendida,<br />
pois na maioria das vezes sou desenganado de minha doença.<br />
Doença? Sim sou doente, sempre fui doente, mas não sabia,<br />
somente descobri quando te conheci,<br />
a cura dela?<br />
Sim existe cura, existe um remédio,<br />
nada de cura paleativa ou milagres de "araque",<br />
eu sei e passei a conheçer essa cura a cerca de um ano,<br />
e o meu único remédio é VOCÊ,<br />
minha única chance de me ver livre dessa enfermidade<br />
é ter você, é ter a chance de lhe ter, de compartilhar<br />
novamente seus dias bons e ruins.<br />
Não sei de que forma, de que jeito, mas essa é a única maneira,<br />
só não tive ainda a coragem de lhe dizer isso,<br />
de lhe dizer que te AMO como sempre,<br />
que nunca deixei te amar,<br />
já tentei deixar,<br />
já tentei te arrancar,<br />
mas foi em vão,<br />
pois se conseguisse morreria,<br />
pois você está tatuada em meu coração.<br />
Te AMO.</p>
<p><span style="color: #888888;"><strong>Por:  Adilson Costa</strong><br />
Respeite os Direitos Autorais, ao usar algum conteúdo desse site favor   citar o Autor e a Fonte do site obrigado</span></p>

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		<title>Cadê a Poesia? Palavras Presas</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 11:50:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ouça essa poesia na voz do Autor As palavras estão aqui, embaralhadas, presas dentro de mim tento tirá-las, trazê-las ao papel, tento delinear o inferno ou o céu, tento colocá-las lado a lado para darem sentido, tento rimá-las, tento poetar, fazer linhas de versos não batidos. Mas elas insistem em não se agruparem, ficam aqui [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
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<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/nublado.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-471" title="nublado" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/nublado.jpg" alt="nublado" width="590" height="400" /></a></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Ouça essa poesia na voz do Autor</strong></span></p>

<p>As palavras estão aqui,<br />
embaralhadas, presas dentro de mim<br />
tento tirá-las, trazê-las ao papel,<br />
tento delinear o inferno ou o céu,<br />
tento colocá-las lado a lado para darem sentido,<br />
tento rimá-las, tento poetar,<br />
fazer linhas de versos não batidos.</p>
<p>Mas elas insistem em não se agruparem,<br />
ficam aqui borbulhando em minha mente,<br />
entender isso?<br />
Somente quem sente,<br />
quem tem o coração cheio,<br />
não adianta estar ao meio,<br />
não precisa ser consciente,<br />
basta compreender.</p>
<p>Venha poesia,<br />
espalhe sobre essas linhas,<br />
sobre essa folha que um dia teve vida,<br />
mas que se foi por você,<br />
para que você venha e se perpetue<br />
com versos bem delineados,<br />
que falem do passado e do presente,<br />
que mostre o que sente<br />
em forma de poesia.</p>
<p>Mas tudo bem,<br />
hoje fique ai presa,<br />
com vergonha de se mostrar,<br />
quem sabe outro dia,<br />
darás a mim a honra de te expor,<br />
não importa o motivo,<br />
seja dor ou amor,<br />
mas venha preciso de ti,<br />
preciso dos seus versos para continuar,<br />
não sou nada sem a poesia,<br />
sou um mero espectador da vida,<br />
preciso de inspiração,<br />
preciso da rima,<br />
preciso da concatenação,<br />
para saber onde vou,<br />
preciso que saia e se mostre ao mundo,<br />
somente assim saberei quem sou.</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fcade-a-poesia-palavras-presas%2F&amp;title=Cad%C3%AA%20a%20Poesia%3F%20Palavras%20Presas">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
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