<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Poesias de Amor - Adilson Costa - Poesias, Parabolas, Textos, Exemplos de Vida, Construindo Milagres &#187; parábola</title>
	<atom:link href="http://www.adilsoncosta.com/tag/parabola/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.adilsoncosta.com</link>
	<description>Você consegue construir um milagre em sua vida, basta entender como funicionam as regras.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 07 Feb 2012 10:01:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
		<item>
		<title>A Galinha</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/a-galinha/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/a-galinha/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 14:14:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[galinha]]></category>
		<category><![CDATA[galinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=457</guid>
		<description><![CDATA[Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria. O dono porém, não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já o estavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F12%252Fa-galinha%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20Galinha%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/a_galinha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-458" title="a_galinha" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/a_galinha.jpg" alt="a_galinha" width="590" height="400" /></a><br />
Numa granja uma galinha se destacava entre todas as outras por sua coragem, espírito de aventura e ousadia. Não tinha limites e andava por onde queria.<br />
O dono porém, não apreciava estas qualidades e estava aborrecido com ela. Suas atitudes estavam contagiando as outras, que achavam bonito este modo de ser e já o estavam copiando.</p>
<p>Um dia o dono fincou um bambu no meio do campo, arrumou um bastante de aproximadamente 2 metros e amarrou a galinha a ele. Desse modo, de repente, o mundo tão amplo que a ave tinha foi reduzido a exatamente onde o barbante lhe permitia chegar. Ali, ciscando, comendo, dormindo, estabeleceu sua vida. Dia após dia acontecia o mesmo. De tanto andar nesse círculo, a grama que era verde foi desaparecendo e ficou somente terra. Era interessante ver delineado um círculo perfeito em volta dela. Do lado de fora, onde a galinha não podia chegar, a grama verde, do lado de dentro só terra.<br />
Depois de um tempo o dono se compadeceu da ave, pois ela que era tão inquieta e audaciosa, havia se tornado uma pacata figura. Então cortou o barbante que a prendia pelo pé e a deixou solta.</p>
<p>Agora estava livre, o horizonte seria limite, poderia ir onde quisesse. Mas, estranhamente, a galinha mesmo solta, não ultrapassava o limite que ela própria havia feito. Só ciscava e andava dentro do círculo, seu limite imaginário. Olhava para o lado de fora mas não tinha coragem suficiente para se “aventurar” a ir até ela. Preferiu ficar do lado conhecido. Com o passar do tempo, envelheceu e ali morreu.</p>
<p>Quem sabe esta história traga a memória a vida de alguém conhecido. Nasce livre, tendo somente seus desejos como limite, mas as pressões do dia-a-dia fazem com que aos poucos seus pés fiquem presos a um chão que se torna habitual pela rotina. Olha para além do limite, que ele mesmo cria, com grande desejo e alimentando fantasias a respeito do que lá possa haver. Mas não tem a coragem para sair e enfrentar o que é desconhecido. Diz: “Sempre se fez assim, para que mudar? Ou meu avô, meu pai sempre fizeram assim, como eu iria mudar agora?</p>
<p>Há pessoas que enfrentam crises violentas em suas vidas, sem a coragem de ir à frente e tentar algo novo que seja capaz de tirá-las daquela situação. Admiram que têm a ousadia de recomeçar, porém, eles próprios, queixando-se e lamentando-se, buscam algum culpado e vão ficando no lugar, dentro do limite o qual só existe na sua imaginação.<br />
A características do mercado sempre foi, coroar com o reconhecimento aqueles que inovam, criam ou provocam situações que chamem a atenção. O segredo do sucesso está na criatividade. Criar significa pôr em prática alguma coisa que não existe. Arriscar significa correr risco de perdas. Isto é de fato, mas como se poderá saber o final da história se não se caminha até o fim</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F12%2Fa-galinha%2F&amp;title=A%20Galinha">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/12/a-galinha/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A flauta mágica</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-flauta-magica/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-flauta-magica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2011 19:45:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[flauta]]></category>
		<category><![CDATA[mágica]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=447</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar seu trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou-lhe uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana com destino à África, convidando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F10%252Fa-flauta-magica%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20flauta%20m%C3%A1gica%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/flauta.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-448" title="flauta" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/flauta.jpg" alt="flauta" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse facilitar seu trabalho nas caçadas. Depois de alguns dias, o feiticeiro entregou-lhe uma flauta mágica que, ao ser tocada, enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar.</p>
<p>Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana com destino à África, convidando dois outros amigos. Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, milagrosamente, o tigre começou a dançar. Foi fuzilado à queima roupa.</p>
<p>Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se: de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram: mataram-no com vários tiros.</p>
<p>E foi assim até o final do dia, quando o grupo encontrou um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou, mas atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava e tocava, o caçador foi devorado. Dois macacos, em cima de uma árvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:<br />
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem um surdinho...</p>
<p>Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo, pois um dia podem não dar. Tenha sempre planos de contingência, prepare alternativas para as situações imprevistas, analise as possibilidades de erro. Esteja atento às mudanças e não espere as dificuldades para agir.<br />
Cuidado com o leão surdo.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F10%2Fa-flauta-magica%2F&amp;title=A%20flauta%20m%C3%A1gica">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-flauta-magica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A trilha do bezerro</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-trilha-do-bezerro/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-trilha-do-bezerro/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 17:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=930</guid>
		<description><![CDATA[Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa . . . cheia de curvas . . .subindo e descendo colinas. No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F10%252Fa-trilha-do-bezerro%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20trilha%20do%20bezerro%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/12/bezerro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-931" title="bezerro" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/12/bezerro.jpg" alt="bezerro" width="590" height="400" /></a><br />
Certo dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo um animal irracional, abriu uma trilha tortuosa . . . cheia de curvas . . .subindo e descendo colinas.</p>
<p>No dia seguinte, um cão que passava por ali usou essa mesma trilha torta para atravessar a floresta. Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que fez seus companheiros seguirem pela trilha torta.</p>
<p>Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho:<br />
entravam e saíam, viravam a direita, à esquerda, abaixando-se, desviando-se de obstáculos, reclamando e praguejando até com um pouco de razão . . . mas não faziam nada para mudar a trilha .</p>
<p>Depois de tanto uso, esta acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em, no máximo, uma hora, caso a trilha não tivesse sido aberta por um bezerro.</p>
<p>Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo e, posteriormente, a avenida principal de uma cidade .</p>
<p>Logo, a avenida transformou-se no centro de uma grande metrópole, e por ela passaram a transitar diariamente milhares de pessoas, seguindo a mesma trilha torta feita pelo bezerro centenas de anos antes . . . Os homens têm a tendência de seguir como cegos pelas trilhas de bezerros de suas mentes, e se esforçam de sol a sol a repetir o que os outros já fizeram. Contudo, a velha e sábia floresta ria daquelas pessoas que percorriam aquela trilha, como se fosse um caminho único . . . sem se atrever a mudá-lo.</p>
<p>A propósito, qual é o seu caminho ? ? ?</p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F10%2Fa-trilha-do-bezerro%2F&amp;title=A%20trilha%20do%20bezerro">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/a-trilha-do-bezerro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O menino do palácio do dragão</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/o-menino-do-palacio-do-dragao/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/o-menino-do-palacio-do-dragao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 10:22:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[fadas]]></category>
		<category><![CDATA[menino]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=467</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez, num país distante, um pobre vendedor de flores. Todos os dias ele colhia as flores, descia até o vale e atravessava um rio para chegar à cidade, onde vendia sua colheita. No fim da tarde, ao voltar para casa, atravessava novamente o rio e atirava na corrente os botões não vendidos. Um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F10%252Fo-menino-do-palacio-do-dragao%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20menino%20do%20pal%C3%A1cio%20do%20drag%C3%A3o%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/fadas.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-468" title="fadas" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/fadas.jpg" alt="fadas" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez, num país distante, um pobre vendedor de flores. Todos os dias ele colhia as flores, descia até o vale e atravessava um rio para chegar à cidade, onde vendia sua colheita. No fim da tarde, ao voltar para casa, atravessava novamente o rio e atirava na corrente os botões não vendidos.</p>
<p>Um dia, devido as fortes chuvas, o rio havia subido de tal forma e tão violenta era a torrente que era impossível cruzá-lo. O vendedor ficou parado, sem saber o que fazer, quando avistou uma tartaruga que veio em sua direção e se ofereceu para transportá-lo. Tão logo ele subiu no casco da tartaruga ela nadou velozmente, submergindo nas profundezas do rio.</p>
<p>Em poucos momentos chegaram a um estranho palácio. Era o palácio do dragão, a morada do senhor da água. Lá, uma linda princesa os aguardava. Ela saudou calidamente o vendedor e agradeceu-lhe pelas flores tão bonitas que as águas do rio todos os dias lhe traziam. Ela o recebeu com um suntuoso banquete, ao som de delicadas melodias e com graciosas danças de peixes. Encantado, o vendedor permaneceu ali por um longo tempo.</p>
<p>Finalmente o deleitado hóspede decidiu que deveria voltar para casa. Quando se despediu da princesa, esta mandou vir à sua presença um menininho maltrapilho.<br />
Por favor – disse ao florista, - cuide deste menino, e ele fará com que seus desejos se tornem realidade.</p>
<p>Quando voltou para casa, acompanhado do menino, o vendedor de flores se deu conta da pobreza de sua cabana. Recordando-se das palavras da princesa, pediu ao menino um novo lar. O menino, então, bateu palmas três vezes e transformou a cabana em um maravilhoso palácio, esplendidamente mobiliado.</p>
<p>O tempo passou, e o vendedor esqueceu-se de sua origem humilde, exigindo mais e mais luxos; em breve, transbordava de riquezas. Em um ambiente tão rico, o homem começou a achar que o menino maltrapilho estava fora de seu lugar. Pediu-lhe então que trocasse as suas roupas por outras mais bonitas. Porém, dizendo que era feliz daquele jeito, o menino se negou a fazê-lo e continuou usando os seus andrajos.</p>
<p>Finalmente, o vendedor, convencido de que possuía tudo aquilo que poderia desejar, sugeriu ao menino que regressasse para o palácio do dragão. Este se recusou a voltar. Porém, ao ver o vendedor tão contrariado, concordou e deixou-se levar até o rio.</p>
<p>Suspirando com alívio, por ter conseguido livrar-se do menino, o homem voltou ao seu palácio. Mas, para seu total assombro, o palácio havia desaparecido por completo. Ele estava novamente em sua humilde cabana, vestido com as mesmas roupas que usava quando era um pobre vendedor de flores, muito tempo atrás. Nervoso, e percebendo o seu erro, correu em direção ao rio chamando o menino.</p>
<p>Mas o menino também havia desaparecido</p>
<p><span style="color: #888888;">Do livro: Histórias da Tradição Sufi - Editora Dervish</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F10%2Fo-menino-do-palacio-do-dragao%2F&amp;title=O%20menino%20do%20pal%C3%A1cio%20do%20drag%C3%A3o">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/10/o-menino-do-palacio-do-dragao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A lição da tartaruga</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-licao-da-tartaruga/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-licao-da-tartaruga/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 30 May 2011 11:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[tartaruga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=825</guid>
		<description><![CDATA[Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira. Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Fa-licao-da-tartaruga%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20li%C3%A7%C3%A3o%20da%20tartaruga%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/tartaruga2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-826" title="tartaruga2" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/tartaruga2.jpg" alt="tartaruga2" width="590" height="400" /></a><br />
Eu percebia que meu comportamento aborrecia muito os meus pais, porém pouco me importava com isso. Desde que obtivesse o que queria, dava-me por satisfeito. Mas, é claro, se eu importunava e agredia as pessoas, estas passavam a tratar-me de igual maneira.</p>
<p>Cresci um pouco e um dia percebi que a situação era desconfortante. Preocupei-me, mas não sabia como me modificar.</p>
<p>O aprendizado aconteceu num domingo em que fui, com meus pais e meus irmãos, passar o dia no campo. Corremos e brincamos muito até que, para descansar um pouco, dirigi-me à margem do riacho que corria entre um pequeno bosque e os campos. Ali encontrei uma coisa que parecia uma pedra capaz de andar. Era uma tartaruga. Examinei-a com cuidado e quando me aproximei mais, o estranho animal encolheu-se e fechou-se dentro de sua casca. Foi o que bastou. Imediatamente decidi que ela devia sair para fora e, tomando um pedaço de galho, comecei a cutucar os orifícios que haviam na carapaça. Mas os meus esforços resultavam vãos e eu estava ficando, como sempre, impaciente e irritado.</p>
<p>Foi quando meu pai se aproximou de mim. Olhou por um instante o que eu estava fazendo e, em seguida, pondo-se de cócoras junto a mim, disse calmamente: "Meu filho, você está perdendo o seu tempo. Não vai conseguir nada, mesmo que fique um mês cutucando a tartaruga. Não é assim que se faz. Venha comigo e traga o bichinho."</p>
<p>Acompanhei-o. Ele se deteve perto da fogueira acesa e me disse: "Coloque a tartaruga aqui, não muito perto do fogo. Escolha um lugar morno e agradável."</p>
<p>Eu obedeci. Dentro de alguns minutos, sob a ação do leve calor, a tartaruga colocou a cabeça de fora e caminhou tranqüilamente em minha direção. Fiquei muito satisfeito e meu pai tornou a se dirigir a mim, observando:</p>
<p>"Filho, as pessoas podem ser comparadas às tartarugas. Ao lidar com elas, procure nunca empregar a força. O calor de um coração generoso pode, às vezes, levá-las a fazer exatamente o que queremos, sem que se aborreçam conosco e até, pelo contrário, com satisfação e espontaneidade."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Fa-licao-da-tartaruga%2F&amp;title=A%20li%C3%A7%C3%A3o%20da%20tartaruga">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-licao-da-tartaruga/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aceita um pedaço?</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/aceita-um-pedaco/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/aceita-um-pedaco/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 May 2011 11:05:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[lição de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=463</guid>
		<description><![CDATA[Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados. Quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Faceita-um-pedaco%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FkpfwQ0%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Aceita%20um%20peda%C3%A7o%3F%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cachorro_quente.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-464" title="cachorro_quente" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cachorro_quente.jpg" alt="cachorro_quente" width="590" height="400" /></a><br />
Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado, o fiel escudeiro, um vira lata branco e preto que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão, uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito com sobras de comida dos mais abastados.</p>
<p>Quando suas roupas estavam imprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família, os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranqüilo, mesmo quando não havia recebido nem um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa e, sempre na hora que Deus determinava, alguém lhe estendia uma porção de alimentos.</p>
<p>Serapião agradecia e rogava a Deus pela pessoa que o ajudava. Tudo que ganhava, dava primeiro para o Malhado, que, paciente, comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinham onde dormir, onde anoiteciam, lá dormiam. Quando chovia, procuravam abrigo embaixo da ponte do ribeirão Bonito e, ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte.</p>
<p>Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendia aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperança e sem um futuro promissor que Serapião levava. Certo dia, com a desculpa de lhe oferecer umas bananas fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado, perguntei pela idade dele, o que Serapião, não sabia. Dizia não ter idéia, pois se encontraram um certo dia quando ambos andavam a toa pelas ruas. - Nossa amizade começou com um pedaço de pão - disse o mendigo. Ele parecia estar faminto e eu lhe ofereci um pouco do meu almoço e ele agradeceu abanando o rabo, e daí, não me largou mais. Ele me ajuda muito e eu retribuo essa ajuda sempre que posso.</p>
<p>- Como vocês se ajudam? Perguntei.</p>
<p>- Ele me vigia quando estou dormindo; ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.<br />
Continuando a conversa, perguntei:</p>
<p>- Serapião, você tem algum desejo de vida?</p>
<p>- Sim - respondeu ele - tenho vontade de comer um cachorro quente, daqueles que a Zezé vende ali na esquina.</p>
<p>- Só isso? Indaguei. - É, no momento é só isso que eu desejo.</p>
<p>- Pois bem, vou satisfazer agora esse grande desejo. Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Voltei e lhe entreguei. Ele arregalou os olhos, deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha, deu para o Malhado, e comeu o pão com os temperos. Não entendi aquele gesto do mendigo, pois imaginava ser a salsicha o melhor pedaço.</p>
<p>- Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? Perguntei intrigado. Ele, com a boca cheia, respondeu:</p>
<p>- Para o melhor amigo, o melhor pedaço. E continuou comendo, alegre e satisfeito. Despedi-me do Serapião, passei a mão na cabeça do Malhado e saí pensando com meus botões: Aprendi alguma coisa hoje. Como é bom ter amigos. Pessoas em que possamos confiar. E saber reconhecer neles o seu real valor, agindo em consonância. Por outro lado, é bom ser amigo de alguém e ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a sabedoria daquele eremita.</p>
<p><span style="color: #888888;"> Inocêncio Viegas</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Faceita-um-pedaco%2F&amp;title=Aceita%20um%20peda%C3%A7o%3F">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/aceita-um-pedaco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A diferença entre o céu e no inferno</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 May 2011 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[céu]]></category>
		<category><![CDATA[inferno]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[sapinho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=846</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez uma corrida de sapinhos. Ele esteve lá Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando de repente surgiu diante dele uma aparição do maior dos poetas, Virgílio. Virgílio disse ao apavorado poeta que o destino estava sorrindo para ele e que ele tinha sido escolhido para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2011%252F05%252Fa-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FkWkge7%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20diferen%C3%A7a%20entre%20o%20c%C3%A9u%20e%20no%20inferno%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/ceu.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-847" title="ceu" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/ceu.jpg" alt="ceu" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez uma corrida de sapinhos.</p>
<p>Ele esteve lá<br />
Conta-se que um poeta estava um dia passeando ao crepúsculo em uma floresta, quando de repente surgiu diante dele uma aparição do maior dos poetas, Virgílio. Virgílio disse ao apavorado poeta que o destino estava sorrindo para ele e que ele tinha sido escolhido para conhecer os segredos do Céu e do Inferno. Por mágica, Virgílio transportou-se e ao poeta, ainda apavorado com experiência tão súbita, ao velho e mítico rio que circundava o submundo. Entraram em uma canoa e Virgílio instruiu o poeta para remar até o Inferno. Quando chegaram, o poeta estava algo surpreso por encontrar um lugar semelhante à floresta onde estavam, e não feito de fogo e enxofre nem infestado de demônios alados e criaturas nojentas exalando fogo, como ele esperava.</p>
<p>Virgílio pegou o poeta pela mão e levou-o por uma trilha. Logo o poeta sentiu, à medida que se aproximava de uma barreira de rochas e arbustos, o cheiro de um delicioso ensopado. Junto com o cheiro, entretanto, vinham misteriosos sons de lamentações e ranger de dentes. Ao contornar as rochas, deparou-se com uma cena incomum. Havia uma grande clareira com muitas mesas grandes e redondas. No meio de cada mesa havia uma enorme panela contendo o ensopado cujo cheiro o poeta havia sentido, e cada mesa estava cercada de pessoas definhadas e obviamente famintas. Cada pessoa segurava uma colher com a qual tentava comer o ensopado. Devido ao tamanho da mesa, entretanto, e por serem as colheres compridas de forma a alcançar a panela no centro, o cabo das colheres era duas vezes mais comprido do que os braços das pessoas que as usavam. Isto tornava impossível para qualquer uma daquelas pessoas famintas colocarem a comida na boca. Havia muita luta e imprecações enquanto cada pessoa tentava desesperadamente pegar pelo menos uma gota do ensopado.</p>
<p>O poeta ficou muito abalado com a terrível cena, até que tampou os olhos e suplicou a Virgílio que o tirasse dali. Em um momento eles estavam de volta à canoa e Virgílio mostrou ao poeta como chegar até o Céu. Quando chegaram, o poeta surpreendeu-se novamente ao ver uma cena que não correspondia às suas expectativas. Aquele lugar era quase exatamente igual ao que eles tinham acabado de sair. Não havia grandes portões de pérolas nem bandos de anjos a cantar. Novamente Virgílio conduziu-o por uma trilha aonde um cheiro de comida vinha de trás de uma barreira de rochas e arbustos.</p>
<p>Desta vez, entretanto, eles ouviram cantos e risadas quando se aproximaram. Ao contornarem a barreira, o poeta ficou muito surpreso de encontrar um quadro idêntico ao que eles tinham acabado de deixar; grandes mesas cercadas por pessoas com colheres de cabos desproporcionais e uma grande panela de ensopado no centro de cada mesa. A única e essencial diferença entre aquele grupo de pessoas e o que eles tinham acabado de deixar, era que as pessoas neste grupo estavam usando suas colheres para alimentar uns aos outros.</p>
<p><span style="color: #888888;">Robert B. Dilts e outros - <em>No livro Neuro-Linguistic Programming Vol. I (Meta Publications). Tradução: Virgílio Vasconcelos Vilela</em></span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2011%2F05%2Fa-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno%2F&amp;title=A%20diferen%C3%A7a%20entre%20o%20c%C3%A9u%20e%20no%20inferno">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2011/05/a-diferenca-entre-o-ceu-e-no-inferno/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A caixinha &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-caixinha-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-caixinha-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 17:23:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[caixinha]]></category>
		<category><![CDATA[filha]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[presente]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=781</guid>
		<description><![CDATA[Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal. Apesar de tudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F11%252Fa-caixinha-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20caixinha%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/caixinha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-782" title="caixinha" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/caixinha.jpg" alt="caixinha" width="590" height="400" /></a><br />
Há um tempo atrás, um homem castigou sua filhinha de 3 anos por desperdiçar um rolo de papel de presente dourado. O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolvendo uma caixinha com aquele papel dourado e colocá-la debaixo da árvore de Natal.</p>
<p>Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao seu pai e disse:<br />
- Isto é para você, paizinho!</p>
<p>Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia. Gritou, dizendo:<br />
- Você não sabe que quando se dá um presente a alguém, a gente coloca alguma coisa dentro da caixa?</p>
<p>A pequena menina olhou para cima, com lágrimas nos olhos, e disse:<br />
- Oh, Paizinho, não está vazia. Eu soprei beijos dentro da caixinha. Todos para você...</p>
<p>O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse. Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado de sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele tomava da caixa um beijo imaginário e recordava o amor que sua filha havia posto ali...</p>
<p>De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos...</p>
<p>Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita e importante que esta</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F11%2Fa-caixinha-parabola%2F&amp;title=A%20caixinha%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-caixinha-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A construção do navio</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-construcao-do-navio/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-construcao-do-navio/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 04:56:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[construção de um navio]]></category>
		<category><![CDATA[navio]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=841</guid>
		<description><![CDATA[A construção de um navio parece com a formação das pessoas. Durante a gestação o casco é construído, até que somos lançados ao mar. A maior parte de um navio é colocada depois, como acontece com a gente. Camarotes, porões, motores, pinturas, enfeites são acrescentados durante a infância e adolescência, até o navio ficar pronto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F11%252Fa-construcao-do-navio%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20navio%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/navio.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-842" title="navio" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/navio.jpg" alt="navio" width="590" height="400" /></a><br />
A construção de um navio parece com a formação das pessoas. Durante a gestação o casco é construído, até que somos lançados ao mar. A maior parte de um navio é colocada depois, como acontece com a gente.</p>
<p>Camarotes, porões, motores, pinturas, enfeites são acrescentados durante a infância e adolescência, até o navio ficar pronto para a primeira viagem. Um navio fica pronto quando sai do estaleiro, mas com a gente é diferente - e este é o desafio de cada um, pois crescemos todo dia e nunca ficamos prontos.</p>
<p>Apesar disso é preciso partir.... Mas nem todos têm a coragem de ir e continuam atracados ao cais, julgando-se incapazes de navegar sozinhos. Algumas pessoas são obrigadas a zarpar, já que os encargos de segurança do porto tornam-se pesados demais e, às vezes, perdem um tempo precioso da viagem revoltadas e lamentando-se por tudo isso.... mas nem todo mundo é assim....</p>
<p>Alguns mal o dia amanhece, já partiram. Parecem muito ocupados e logo somem no horizonte. Desde cedo sabem o que querem e têm pressa de viver. Outros navios também saem logo que podem, mas ficam dando voltas e mais voltas sem chegar a lugar algum. Acabam navegando só para comprar mais combustível todo dia, e o que ganham mal dá para a reforma do casco...</p>
<p>Os maiores desperdiçadores de seus próprios recursos são aqueles que não sabem o que querem... e o pior é que, quando a gente não sabe direito o que espera do rumo que está tomando ou nem se tem um rumo, não pode corrigir a rota se estiver no caminho errado... nós somos os maiores responsáveis pelas tempestades que não conseguimos evitar.</p>
<p>Já outras pessoas deixam de navegar milhares de milhas para se conformarem com umas poucas centenas, porque tem medo de atrair ventos contrários ou então querem agradar ou impressionar alguém.... a gente não deve aceitar isso, pois significa concordar em ser menos do que pode ser. Todo dia é dia de evolução e aprendizado e, como a lua cheia, quando paramos de crescer, começamos a diminuir.</p>
<p>Então a primeira coisa a fazer é tornar-se comandante de si próprio e isso equivale a pensar com a própria cabeça, ser timão e timoneiro, assumindo riscos pelos erros, pois só erram os que tem a coragem para ousar e, se caírem, levantar e tentar de novo-sempre... pois ninguém sabe nossa autonomia no mar, nossa capacidade de carga, ou a que velocidade podemos singrar as águas dos oceanos, sejam azuis ou escuras.</p>
<p>Ninguém nos conhece melhor que nos mesmos e, por mais que digam o que temos - ou não temos - que fazer, ninguém pode viver a vida no nosso lugar. Outras pessoas, ainda, vivem frustradas e infelizes porque não conseguem ter as mesmas coisas que viram em outro navio. Algumas também vivem furiosas quando alguma coisa ou alguém não age ou sai como gostariam. O amor a si próprio e ao próximo é um exercício diário para saber a diferença entre o que precisa ser mudado e o que devemos aceitar como é.</p>
<p>Muita gente tem preferido impor suas idéias e opiniões em vez de escutar o outro; ficar revoltada com o mundo, em vez de admirar a vida, pois não sabem o que é amar. E tem viajantes que pensam no amor como algo a ser obtido, como se fosse um objeto e não como uma arte que precisa ser aprendida. Alguns acabam confundindo o amor, Deus ou a felicidade com o significado de suas rotas, e vivem frustradas navegando atrás do que não conseguem alcançar - e até desistem no meio do caminho, desalentados, achando que a vida não vale a pena, que Deus não existe e felicidade e amor são balelas... mas Deus, felicidade, amor, bondade não são lugares ou coisas que possam ser possuídos.</p>
<p>A primeira coisa a fazer para quem quer encontrar estes bens é não procurar! Quando procuramos o que não é um lugar ou objeto, e que muito menos está escondido, quem fica perdido somos nós mesmos. Mas quando não procuramos, porque não pode ser encontrado fora de nós, descobrimos que o que tanto queremos - Deus, felicidade, paz - habita camarotes no coração do nosso próprio navio... e tem pessoas tão preocupadas em procurar do lado de fora que até se esquecem de olhar por dentro!...</p>
<p>Não existe navio que não tem passado por tempestades e muitos afundam por não saberem evitá-las, por falta de comunicação ou por acharem que não precisam dos outros. Somos fortes quando unidos. Juntos somos tão grandes e poderosos quanto a onda mais forte e ameaçadora. Perdoar as falhas e limitações de nossos semelhantes é muito mais que amor ou virtude - é questão de inteligência e sobrevivência... pois a única coisa que possuímos de verdade é a necessidade do outro.</p>
<p>Mas não existe tempestades que durem para sempre, assim como os dias de sol também não são permanentes. Dor e frustrações muitas vezes são resultado de querermos perpetuar momentos de prazer, bem-estar, alegria, que por si só são efêmeros e com que facilidade esquecemos que nada é eterno - a não ser o próprio movimento - e que, por isso, momentos de alegria se alternam com momentos de tristeza, dor se alterna com prazer, fome com saciedade, doença com saúde - um sempre dando lugar ao outro.</p>
<p>Quando a gente pára de tentar lutar contra isso e se abandona nesse jogo delicioso da vida, descobrimos que, acima de tudo, a vida vale a pena ser vivida intensamente</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F11%2Fa-construcao-do-navio%2F&amp;title=A%20constru%C3%A7%C3%A3o%20do%20navio">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/11/a-construcao-do-navio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A árvore dos problemas</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/a-arvore-dos-problemas/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/a-arvore-dos-problemas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 03:19:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[Reflita Comigo]]></category>
		<category><![CDATA[árvore dos problemas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=379</guid>
		<description><![CDATA[Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda. O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou e ele deixou de ganhar uma hora de trabalho. A sua serra elétrica quebrou, ele cortou o dedo, e finalmente, no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F06%252Fa-arvore-dos-problemas%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fb1HEdN%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20%C3%A1rvore%20dos%20problemas%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/arvore_grande.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-380" title="arvore_grande" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/arvore_grande.jpg" alt="arvore_grande" width="590" height="400" /></a><br />
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.</p>
<p>O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil. O pneu da seu carro furou e ele deixou de ganhar uma hora de trabalho. A sua serra elétrica quebrou, ele cortou o dedo, e finalmente, no final do dia, o seu carro não funcionou.</p>
<p>O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa e, durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.</p>
<p>Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos. Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.</p>
<p>Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro. Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou por que ele havia tocado na planta antes de entrar em  casa.</p>
<p>"Ah", respondeu o carpinteiro, "esta é a minha planta dos problemas.</p>
<p>"Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte."</p>
<p>"E você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior..."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F06%2Fa-arvore-dos-problemas%2F&amp;title=A%20%C3%A1rvore%20dos%20problemas">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/06/a-arvore-dos-problemas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A escola da vida</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-escola-da-vida/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-escola-da-vida/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 May 2010 13:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[barco]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1746</guid>
		<description><![CDATA[Um erudito atravessava de barco um rio e, conversando com o barqueiro, perguntou: - Diga-me uma coisa: você sabe botânica? O barqueiro olhou para o erudito e respondeu: - Não muito, senhor. Não sei que história é essa... - Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas? Que pena! Você perdeu parte de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-escola-da-vida%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2Fbk6WAG%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20escola%20da%20vida%22%20%7D);"></div>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1747" title="barco_01" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/05/barco_01.jpg" alt="" width="590" height="400" /><br />
Um erudito atravessava de barco um rio e, conversando com o barqueiro, perguntou:<br />
- Diga-me uma coisa: você sabe botânica?</p>
<p>O barqueiro olhou para o erudito e respondeu:<br />
- Não muito, senhor. Não sei que história é essa...</p>
<p>- Você não sabe botânica, a ciência que estuda as plantas? Que pena! Você perdeu parte de sua vida !</p>
<p>O barqueiro continua remando. Pergunta novamente o erudito:<br />
- Diga-me uma coisa: você sabe astronomia ?</p>
<p>O coitado do caiçara barqueiro, analfabeto, balançou a cabeça e disse :<br />
- Não senhor, não sei o que é astronomia.</p>
<p>- Astronomia é a ciência que estuda os astros, o espaço, as estrelas. Que pena ! Você perdeu parte da sua vida.</p>
<p>E assim foi perguntando a respeito de cada ciência: astrologia, física, química, e de nada o barqueiro sabia. E o erudito sempre terminava com seu refrão : "Que pena! Você perdeu parte da sua vida...".</p>
<p>De repente, o barco bateu contra uma pedra, rompeu-se e começou a afundar...</p>
<p>E o barqueiro perguntou ao erudito:<br />
- O senhor sabe nadar ?</p>
<p>- Não, não sei.</p>
<p>- Que pena, o senhor perdeu toda a sua vida</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-escola-da-vida%2F&amp;title=A%20escola%20da%20vida">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-escola-da-vida/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cicatrizes &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/cicatrizes-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/cicatrizes-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 04:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[cerca]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=682</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. O pai deu-lhe um saco de prego e disse a ele que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca. No primeiro dia, o menino pregou 17. Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fcicatrizes-parabola%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2FcpIO6z%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Cicatrizes%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cerca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-683" title="cerca" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/cerca.jpg" alt="cerca" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um menininho que tinha um mau temperamento. O pai deu-lhe um saco de prego e disse a ele que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca.</p>
<p>No primeiro dia, o menino pregou 17. Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, o nº de pregos pregados na cerca diminuiu gradativamente...</p>
<p>Ele descobriu que era mais fácil se segurar do que pregar aqueles pregos na cerca.</p>
<p>Finalmente chegou o dia que o menino não perdeu a calma em nenhum momento.</p>
<p>Ele então falou a seu pai sobre isto e o pai sugeriu que o menino agora tirasse da cerca, um prego por cada dia que ele não perdesse a calma.</p>
<p>Os dias passaram e o menininho, então, estava finalmente pronto para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos da cerca.</p>
<p>O pai então o pegou pela mão e foram até a cerca.</p>
<p>O pai disse, "Você fez muito bem, meu filho, mas, veja só os buracos que restaram na cerca. A cerca nunca mais será a mesma!</p>
<p>Quando você fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como estas aqui.</p>
<p>Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la. Não importa quantas vezes você peça desculpa, a ferida ainda esta lá.</p>
<p>Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico.</p>
<p>"Toda decisão acertada é proveniente de experiência. E toda experiência é proveniente de uma decisão não acertada."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor:  Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fcicatrizes-parabola%2F&amp;title=Cicatrizes%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/cicatrizes-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A atitude de um vencedor na Montanha Difícil</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 May 2010 03:29:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[macaco]]></category>
		<category><![CDATA[montanha]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=383</guid>
		<description><![CDATA[Numa determinada floresta havia 3 leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse: - Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F05%252Fa-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil%252F%22%2C%20%22shorturl%22%3A%20%22http%3A%2F%2Fbit.ly%2F95DNpA%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20atitude%20de%20um%20vencedor%20na%20Montanha%20Dif%C3%ADcil%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/montanha.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-384" title="montanha" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/montanha.jpg" alt="montanha" width="590" height="400" /></a><br />
Numa determinada floresta havia 3 leões. Um dia o macaco, representante eleito dos animais súditos, fez uma reunião com toda a bicharada da floresta e disse:<br />
- Nós, os animais, sabemos que o leão é o rei dos animais, mas há uma dúvida no ar: existem 3 leões fortes. Ora, a qual deles nós devemos prestar homenagem? Quem, dentre eles, deverá ser o nosso rei?</p>
<p>Os 3 leões souberam da reunião e comentaram entre si:<br />
- É verdade, a preocupação da bicharada faz sentido, uma floresta não pode ter 3 reis, precisamos saber qual de nós será o escolhido. Mas como descobrir ?</p>
<p>Essa era a grande questão: lutar entre si eles não queriam, pois eram muito amigos. O impasse estava formado. De novo, todos os animais se reuniram para discutir uma solução para o caso. Depois de muito tempo eles tiveram uma idéia excelente.</p>
<p>O macaco se encontrou com os 3 felinos e contou o que eles decidiram:<br />
- Bem, senhores leões, encontramos uma solução desafiadora para o problema. A solução está na Montanha Difícil.</p>
<p>- Montanha Difícil ? Como assim ?</p>
<p>- É simples, ponderou o macaco. Decidimos que vocês 3 deverão escalar a Montanha Difícil. O que atingir o pico primeiro será consagrado o rei dos reis.</p>
<p>A Montanha Difícil era a mais alta entre todas naquela imensa floresta. O desafio foi aceito. No dia combinado, milhares de animais cercaram a Montanha para assistir a grande escalada.</p>
<p>O primeiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.<br />
O segundo tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.<br />
O terceiro tentou. Não conseguiu. Foi derrotado.</p>
<p>Os animais estavam curiosos e impacientes, afinal, qual deles seria o rei, uma vez que os 3 foram derrotados ? Foi nesse momento que uma águia sábia, idosa na idade e grande em sabedoria, pediu a palavra:<br />
- Eu sei quem deve ser o rei. Todos os animais fizeram um silêncio de grande expectativa.</p>
<p>Todos gritaram para a Águia:<br />
- A senhora sabe, mas como sabe?</p>
<p>- É simples... eu estava voando entre eles, bem de perto e, quando eles voltaram fracassados para o vale, eu escutei o que cada um deles disse para a montanha.<br />
O primeiro leão disse:<br />
- Montanha, você me venceu!</p>
<p>O segundo leão disse:<br />
- Montanha, você me venceu!</p>
<p>O terceiro leão também disse que foi vencido, mas, com uma diferença. Ele olhou para sua dificuldade e disse:<br />
- Montanha, você me venceu, por enquanto! mas você, montanha, já atingiu seu tamanho final, e eu ainda estou crescendo.<br />
E calmamente a águia completou:<br />
- A diferença é que o terceiro leão teve uma atitude de vencedor diante da derrota e quem pensa assim é maior que seu problema: é rei de si mesmo, está preparado para ser rei dos outros!</p>
<p>Os animais da floresta aplaudiram entusiasticamente ao terceiro leão que foi coroado rei entre os reis.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F05%2Fa-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil%2F&amp;title=A%20atitude%20de%20um%20vencedor%20na%20Montanha%20Dif%C3%ADcil">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/05/a-atitude-de-um-vencedor-na-montanha-dificil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A libélula</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-libelula/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-libelula/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 11:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[li]]></category>
		<category><![CDATA[lição de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=431</guid>
		<description><![CDATA[Num lugar muito bonito, onde havia árvores, flores e um lindo lago... Certo dia surgiu um casulo... E quando ele se rompeu, de dentro saiu voando uma linda libélula. E ela ficou tão encantada com o lugar, que voou por cada pedacinho... Brincou nas flores, nas árvores, no lago, nas nuvens... E quando ela já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-libelula%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20lib%C3%A9lula%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/libelula.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-432" title="libelula" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/libelula.jpg" alt="libelula" width="590" height="400" /></a><br />
Num lugar muito bonito, onde havia árvores, flores e um lindo lago...<br />
Certo dia surgiu um casulo...</p>
<p>E quando ele se rompeu, de dentro saiu voando uma linda libélula.</p>
<p>E ela ficou tão encantada com o lugar, que voou por cada pedacinho...</p>
<p>Brincou nas flores, nas árvores, no lago, nas nuvens...</p>
<p>E quando ela já tinha conhecido tudo...no alto de uma colina, avistou uma casa...<br />
A casa do homem...e a libélula havia de conhecer a casa do homem...e foi voando pra lá....</p>
<p>E então, a libélula entrou por uma janela, justo a janela da cozinha...</p>
<p>E nesse dia, uma grande festa era preparada</p>
<p>Um homem com um chapéu branco...grande...dava ordens para os criados...</p>
<p>Mas a libélula não se preocupou com isso, brincou entre os cristais, se viu na bandeja de prata, explorou cada pedacinho daquele novo mundo...</p>
<p>Quando de repente, ela viu sobre a mesa...uma tigela cheia de nuvens!!!</p>
<p>E a libélula não resistiu, ela tinha adorado brincar nas nuvens...e mergulhou....</p>
<p>Mas quando ela mergulhou...ahhhhhhhh...aquilo não eram nuvens, e ela foi ficando toda grudada, e quanto mais ela se mexia tentando escapar...ahhhhhh ...mais ela afundava....</p>
<p>E a libélula então começou a rezar, fazia promessas e dizia que se conseguisse sair dali, dedicaria o resto de seus dias a ajudar os insetos voadores...e ela rezava e pedia...</p>
<p>Até que o chefe da cozinha começou a ouvir um barulhinho, e ele não sabia que era a libélula rezando e quando olhou na tigela de claras em neve...arghhhh um inseto!!! E ele pegou a libélula e a atirou pela janela...</p>
<p>A libélula então, se arrastou para um pedacinho de grama, e sob o sol começou a se limpar...e quando ela se viu liberta...ahhhhh ela estava tão cansada que se virou pra Deus e disse:</p>
<p>- Eu prometi dedicar o resto de minha vida a ajudar os outros insetos voadores, mas agora eu estou tão cansada, que prometo cumprir minha promessa a partir de amanhã...<br />
E a libélula adormeceu... Mas o que ela não sabia, e você também não sabe, é que as libélulas vivem apenas um dia... E naquele pedacinho de grama, a libélula adormeceu, e não mais acordou....</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-libelula%2F&amp;title=A%20lib%C3%A9lula">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-libelula/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O vento que sopra pelas flores &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vento-que-sopra-pelas-flores/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vento-que-sopra-pelas-flores/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2010 15:40:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[par]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[sábio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=550</guid>
		<description><![CDATA[Há vários anos atrás, em Seattle, Washington, vivia um refugiado tibetano de 52 anos de idade. "Tenzin", é como vou chamá-lo, foi diagnosticado como portador de uma forma de linfoma das mais fáceis de curar. Ele foi internado em um hospital e recebeu a primeira dose de quimioterapia. Mas durante o tratamento, este homem normalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-vento-que-sopra-pelas-flores%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20vento%20que%20sopra%20pelas%20flores%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/vento_flroes.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-551" title="vento_flroes" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/vento_flroes.jpg" alt="vento_flroes" width="590" height="400" /></a><br />
Há vários anos atrás, em Seattle, Washington, vivia um refugiado tibetano de 52 anos de idade. "Tenzin", é como vou chamá-lo, foi diagnosticado como portador de uma forma de linfoma das mais fáceis de curar.</p>
<p>Ele foi internado em um hospital e recebeu a primeira dose de quimioterapia.<br />
Mas durante o tratamento, este homem normalmente gentil tornou-se agressivo e irritado; arrancou a agulha intravenosa de seu braço e negou-se a cooperar.</p>
<p>Ele então gritou com as enfermeiras e discutiu com todos ao seu redor. Os médicos e enfermeiros ficaram desconcertados. Depois, a esposa de Tenzin falou com o pessoal do hospital. Ela contou que Tenzin foi um prisioneiro político dos chineses por 17 anos, eles mataram sua primeira esposa e ele foi repetidamente torturado brutalizado durante todo o tempo em que esteve preso.</p>
<p>As normas e regulamentos do hospital, juntamente com a quimioterapia, fez Tenzin recordar todo o sofrimento que passou nas mãos dos chineses.</p>
<p>"Eu sei que vocês querem ajudá-lo," ela disse, "mas ele se sente torturado pelo tratamento, eles fazem com que ele sinta ódio internamente - da mesma maneira que os chineses fizeram ele se sentir. Ele prefere morrer do que viver com o ódio que ele está sentindo agora. e, segundo nossas crenças, é muito ruim ter tamanho ódio no coração na hora da morte. Ele precisa estar apto para rezar e limpar seu coração."</p>
<p>Assim, o médico dispensou Tenzin e recomendou uma equipe da clínica de repouso para visitá-lo em casa. Eu era a enfermeira encarregada de cuidar dele. Eu entrei em contato com um representante da "Anistia Internacional" para pedir-lhe conselhos. Ele me disse que a única forma de sanar o trauma da tortura era "falar a respeito". "Essa pessoa perdeu sua confiança na humanidade e sente que a esperança é impossível." Mas quando eu encoragei Tenzin a falar sobre suas experiências, ele ergueu suas mãos e me fez parar.</p>
<p>Ele disse, "Eu preciso aprender a amar de novo se eu quiser curar minha alma. Sua tarefa não é fazer perguntas. Sua tarefa é me ensinar a amar novamente."<br />
Respirei profundamente e perguntei, "E como eu posso fazê-lo amar de novo?"</p>
<p>Tenzin respondeu prontamente, "Sente-se, tome meu chá e coma meus biscoitos." O chá tibetano é um chá preto forte, coberto com manteiga de iaque e sal. Não é fácil de bebê-lo! Mas, foi o que eu fiz.</p>
<p>Por várias semanas, Tenzin, sua mulher e eu nos sentamos juntos e tomamos chá. Nós também conversamos com os médicos para achar formas de tratar suas dores físicas. Mas era sua dor espiritual que deveria ser diminuída. Cada vez que eu chegava, via Tenzin sentado de pernas cruzadas em sua cama, recitando preces de seus livros. Com o passar do tempo, sua mulher foi pendurando mais e mais 'thankas', bandeirolas budistas coloridas, nas paredes.</p>
<p>Em pouco tempo, o quarto parecia um colorido templo religioso. Na chegada da primavera, eu perguntei o que os tibetanos faziam quando estavam doentes na primavera. Ele abriu um grande sorriso e disse, "Nós nos sentamos e aspiramos o vento que sopra pelas flores." Eu pensei que ele estava falando poeticamente, mas suas suas palavras eram literais.</p>
<p>Ele explicou que os tibetanos fazem isso para serem pulverizados com o pólen das novas floradas, carregadas pela brisa. Eles acreditam que esse pólen é um potente medicamento. No primeiro momento, achar muitas floradas parecia um pouco difícil.</p>
<p>Mas, um amigo sugeriu que Tenzin visitasse algumas floriculturas locais. Eu liguei para o gerente de uma floricultura e expliquei-lhe a situação.</p>
<p>Sua reação inicial foi "Você quer o quê???" Mas quando eu expliquei melhor o meu pedido, ele concordou. Então, no final-de-semana seguinte, eu busquei Tenzin, sua esposa e suas provisões para a tarde: chá preto, manteiga, sal, xícaras, biscoitos,almofadas e livros de preces. Eu os deixei na floricultura e combinei de pegá-los às 17 horas. No outro final-de-semana, visitamos uma outra floricultura. E mais outra no terceiro fim-de- semana.</p>
<p>Na quarta semana, eu comecei a receber convites das floriculturas para Tenzin e sua mulher para voltarem novamente. Um dos gerentes disse, "Nós temos uma nova remessa de nicotianas e lindas fuchsias.ah, sim! E temos belas dafnias. Eu sei que eles vão adorar o perfume das dafnias! E eu quase me esqueci! Temos uns novos bancos de jardim que Tenzin e sua esposa vão adorar!" No mesmo dia, outra floricultura ligou dizendo que eles tinham recebido birutas coloridas para Tenzin saber de que direção o vento estava soprando.</p>
<p>Logo, as floriculturas estavam competindo pelas visitas de Tenzin. As pessoas começaram a se importar com o casal tibetano.</p>
<p>Os empregados arrumavam os móveis de frente para o vento. Outros traziam água quente para o chá. Alguns fregueses regulares deixavam seus carrinhos de compras próximos do casal. E no final do verão, Tenzin voltou ao seu médico para novos exames e determinar o desenvolvimento da doença. Mas o doutor não achou nenhuma evidência de câncer. Ele estava abobalhado; disse à Tenzin que ele simplesmente não sabia explicar aquilo.</p>
<p>Tenzin levantou seu dedo e disse, "Eu sei porque o câncer se foi. Ele não podia mais viver num corpo tão cheio de amor. Quando eu comecei a sentir a compaixão das pessoas da clínica, dos empregados das floriculturas, e todas essas pessoas que queriam saber de mim, eu comecei a mudar por dentro. Agora, eu me sinto afortunado por ter a oportunidade de ser curado dessa forma. Doutor, por favor, não acredite que a sua medicina é a única cura.</p>
<p>Às vezes, a compaixão pode também curar um câncer.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Lee Paton</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fo-vento-que-sopra-pelas-flores%2F&amp;title=O%20vento%20que%20sopra%20pelas%20flores%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vento-que-sopra-pelas-flores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O biscoito</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-biscoito/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-biscoito/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 25 Apr 2010 13:36:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[biscoito]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=354</guid>
		<description><![CDATA[Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto. Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos. Então ela encontrou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-biscoito%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20biscoito%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/o_bisoito.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-355" title="o_bisoito" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/o_bisoito.jpg" alt="o_bisoito" width="590" height="400" /></a><br />
Certo dia uma moça estava à espera de seu vôo na sala de embarque de um aeroporto.</p>
<p>Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Também comprou um pacote de biscoitos.</p>
<p>Então ela encontrou uma poltrona numa parte reservada do aeroporto para que pudesse descansar e ler em paz e ao lado dela sentou-se um homem.<br />
Quando ela pegou o primeiro biscoito, o homem também pegou um. Ela se sentiu indignada mas não disse nada.</p>
<p>Ela pensou consigo mesma: "Mas que cara de pau! Se eu estivesse em outro local, lhe daria um tapa na cara para que ele nunca mais se esquecesse".</p>
<p>Para cada biscoito que ela pegava, o homem também pegava um. Aquilo a deixava tão furiosa que ela não conseguia reagir. Restava apenas um biscoito e ela pensou: "O que será que o abusado vai fazer agora?"</p>
<p>Então o homem dividiu o biscoito ao meio, deixando a outra metade para ela.</p>
<p>Aquilo a deixou irada e bufando de raiva. Ela pegou o seu livro e as suas coisas e dirigiu-se ao embarque. Quando sentou-se confortavelmente em seu assento, para surpresa dela, o seu pacote de biscoitos estava ainda intacto dentro de sua bolsa.</p>
<p>Ela sentiu muita vergonha, pois quem estava errada era ela e já não havia mais tempo para pedir desculpas. O homem dividiu os seus biscoitos sem se sentir indignado, ao passo que isto a deixou muito transtornada.</p>
<p>Quantas vezes em nossas vidas somos nós que estamos comendo os biscoitos dos outros e não temos a menor consciência de que os errados somos nós.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Deconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fo-biscoito%2F&amp;title=O%20biscoito">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-biscoito/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem é dono da natureza? &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/quem-e-dono-da-natureza-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/quem-e-dono-da-natureza-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 09:58:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[natureza]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[terra]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=733</guid>
		<description><![CDATA[Carta que o cacique Índio Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, escreveu ao Presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855, depois de o governo ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo. Ecologia é uma palavra nova, mas o raciocínio ecológico não foi criado pelos homens de hoje. Leiam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fquem-e-dono-da-natureza-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quem%20%C3%A9%20dono%20da%20natureza%3F%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/natureza_.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-734" title="natureza_" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/natureza_.jpg" alt="natureza_" width="590" height="400" /></a><br />
Carta que o cacique Índio Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, escreveu ao Presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855, depois de o governo ter dado a entender que desejava adquirir o território da tribo. Ecologia é uma palavra nova, mas o raciocínio ecológico não foi criado pelos homens de hoje. Leiam e aprendam!</p>
<p>"O Grande Chefe de Washington mandou dizer que deseja comprar a nossa terra. O Grande Chefe assegurou-nos também de sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não precisa da nossa amizade. Vamos, porém, pensar em sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará nossa terra. O Grande Chefe de Washington pode confiar no que o Chefe Seattle diz, com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na alteração das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas - elas não empalidecem.</p>
<p>Como podes comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é-nos estranha. Se não somos donos da pureza do ar ou do resplendor da água, como então podes comprá-los? Cada torrão desta terra é sagrado para meu povo. Cada folha reluzente de pinheiro, cada praia arenosa, cada véu de neblina na floresta escura, cada clareira e inseto a zumbir são sagrados nas tradições e na consciência do meu povo. A seiva que circula nas árvores carrega consigo as recordações do homem vermelho.</p>
<p>O homem branco esquece a sua terra natal, quando - depois de morto - vai vagar por entre as estrelas. Os nossos mortos nunca esquecem esta formosa terra, pois ela é a mãe do homem vermelho. Somos parte da terra e ela é parte de nós. As flores perfumadas são nossas irmãs; o cervo, o cavalo, a grande águia - são nossos irmãos. As cristas rochosas, os sumos das campinas, o calor que emana do corpo de um mustang, e o homem - todos pertencem à mesma família.</p>
<p>Portanto, quando o Grande Chefe de Washington manda dizer que deseja comprar nossa terra, ele exige muito de nós. O Grande Chefe manda dizer que irá reservar para nós um lugar em que possamos viver confortavelmente. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, vamos considerar a tua oferta de comprar nossa terra. Mas não vai ser fácil, não. Porque esta terra é para nós sagrada!</p>
<p>Esta água brilhante que corre nos rios e regatos não é apenas água, mas sim o sangue de nossos ancestrais. Se te vendermos a terra, terás de te lembrar que ela é sagrada e terás de ensinar a teus filhos que é sagrada e que cada reflexo espectral na água límpida dos lagos conta os eventos e as recordações da vida de meu povo. O rumorejar d'água é a voz do pai de meu pai. Os rios são nossos irmãos, eles apagam nossa sede. Os rios transportam nossas canoas e alimentam nossos filhos. Se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar e ensinar a teus filhos que os rios são irmãos nossos e teus, e terás de dispensar aos rios a afabilidade que darias a um irmão.</p>
<p>Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um lote de terra é igual a outro, porque ele é um forasteiro que chega na calada da noite e tira da terra tudo o que necessita. A terra não é sua irmã, mas sim sua inimiga, e depois de a conquistar, ele vai embora. Deixa para trás os túmulos de seus antepassados, e nem se importa. Arrebata a terra das mãos de seus filhos e não se importa. Ficam esquecidos a sepultura de seu pai e o direito de seus filhos à herança. Ele trata sua mãe - a terra e seu irmão - o céu como coisas que podem ser compradas, saqueadas, vendidas como ovelha ou miçanga cintilante. Sua voracidade arruinará a terra, deixando para trás apenas um deserto.</p>
<p>Não sei. Nossos modos diferem dos teus. A vista de tuas cidades causa tormento aos olhos do homem vermelho. Mas talvez isto seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que de nada entende.</p>
<p>Não há um sequer lugar calmo nas cidades do homem branco: Não há lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o tinir das asas de um inseto. Mas talvez assim seja por ser eu um selvagem que nada compreende. O barulho parece apenas insultar os ouvidos. E que vida é aquela se um homem não pode ouvir a voz solitária do curiango ou, de noite, a conversa dos sapos em volta de um brejo? Sou um homem vermelho e nada compreendo. O índio prefere o suave sussurro do vento a sobrevoar a superfície de uma lagoa e o cheiro do próprio vento, purificado por uma chuva de meio-dia, ou recendendo a pinheiro.</p>
<p>O ar é precioso para o homem vermelho, porque todas as criaturas respiram em comum - os animais, as árvores, o homem. O homem branco parece não perceber o ar que respira. Como um moribundo em prolongada agonia, ele é insensível ao ar fétido. Mas se te vendermos nossa terra, terás de te lembrar que o ar é precioso para nós, que o ar reparte seu espírito com toda a vida que ele sustenta. O vento que deu ao nosso bisavô 0 seu primeiro sopro de vida, também recebe o seu último suspiro. E se te vendermos nossa terra, deverás mantê-la reservada, feita santuário, como um lugar em que o próprio homem branco possa ir saborear o vento, adoçado com a fragrância das flores campestres.</p>
<p>Assim pois, vamos considerar tua oferta para comprar nossa terra. Se decidirmos aceitar, farei uma condição: O homem branco deve tratar os animais desta terra como se fossem seus irmãos.Sou um selvagem e desconheço que possa ser de outro jeito. Tenho visto milhares de bisões apodrecendo na pradaria, abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem em  movimento. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais importante do que o bisão que, (nós - os índios) matamos apenas para o sustento de nossa vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem, o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Porque tudo quanto acontece aos animais, logo acontece ao homem. Tudo está relacionado entre si.</p>
<p>Deves ensinar teus filhos que o chão debaixo de seus pés são as cinzas de nossos antepassados. Para que tenham respeito ao nosso país, conta a teus filhos que a riqueza da terra são as vidas da parentela nossa. Ensina a teus filhos o que temos ensinado aos nossos; que a terra é nossa mãe. Tudo quanto fere a terra - fere os filhos da terra. Se as homens cospem no chão, cospem sobre eles próprios.</p>
<p>De uma coisa sabemos: A terra não pertence ao homem; é o homem que pertence à terra. Disto temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une família. Tudo está relacionado entre si.</p>
<p>Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama de vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará. Os nossos filhos viram seus pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio, envenenando seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias - eles não são muitos. Mais algumas horas, mesmo uns invernos, e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nesta terra ou que têm vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.</p>
<p>Nem o homem branco, cujo Deus com ele passeia e conversa como amigo para amigo, pode ser isento do destino comum. Poderíamos ser irmãos, apesar de tudo. Vamos ver. De uma coisa sabemos que o homem branco venha, talvez, um dia a descobrir: nosso Deus é o mesmo Deus. Talvez julgues, agora, que O podes possuir do mesmo jeito como desejas possuir nossa terra; mas não podes. Ele é Deus da humanidade inteira e é igual sua piedade para com o homem vermelho e o homem branco. Esta terra é querida por Ele, e causar dano à terra é cumular de desprezo o seu Criador. Os brancos também vão acabar; talvez mais cedo do que todas as outras raças. Continua poluindo a tua cama e hás de morrer uma noite, sufocado em teus próprios dejetos! Porém, ao parecerem, vocês brilharão com fulgor, abrasados, pela força de Deus que os trouxe a este país e, por algum desígnio especial; lhes deu o domínio sobre esta terra e sobre o homem vermelho. Esse destino é para nós um mistério, pois não podemos imaginar como será quando todos os bisões forem massacrados, os cavalos bravios domados, as brenhas das florestas carregadas de odor de muita gente e a vista das velhas colinas empanada por fios que falam. Onde ficará o emaranhado da mata? Terá acabado. Onde estará a águia? Irá acabar. Restará dar adeus à andorinha e à caça. O fim da vida e o começo da luta para sobreviver.</p>
<p>Compreenderíamos, talvez, se conhecêssemos com que sonha o homem branco, se soubéssemos quais as esperanças que transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais as visões do futuro que oferece às suas mentes para que possam formar desejos pára o dia de amanhã. Somos, porém, selvagens. Os sonhos do homem branco são para nós ocultos. E por serem ocultos, temos de escolher nosso próprio caminho. Se consentirmos, será para garantir as reservas que nos prometeste. Lá, talvez possamos viver os nossos últimos dias conforme desejamos. Depois de o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará vivendo nestas florestas e praias, porque nós as amamos como ama um recém-nascido o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueças de como era esta terra quando dela tomaste posse! E com toda a tua força, o teu poder e todo o teu coração - conserva-a para teus filhos e ama-a como Deus nós ama a todos. De uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é por Ele amada. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.</p>
<p><span style="color: #888888;">Traduzido dos fragmentos publicados na revista Norsk Natur 10 (1), 1974, Oslo e United Nations. Enviroment Programme - Media Pack'76, por ROBERTO TAMARA.</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fquem-e-dono-da-natureza-parabola%2F&amp;title=Quem%20%C3%A9%20dono%20da%20natureza%3F%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/quem-e-dono-da-natureza-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O melhor de todos</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-melhor-de-todos/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-melhor-de-todos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 09:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[filho]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=163</guid>
		<description><![CDATA[Meu dia começou a azedar quando vi meu menino de seis anos com um galho cheio de minhas azaléas. 
- Posso levar estas flores para a escola? Ele pediu. Com um aceno de mão, eu o mandei para fora. Me virei para que ele não percebesse as lágrimas em meus olhos. Eu adoro aquela azaléa. Eu toquei no galho quebrado como que a dizer-lhe silenciosamente, 
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-melhor-de-todos%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20melhor%20de%20todos%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/azalaeis.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-164" title="azalaeis" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/09/azalaeis.jpg" alt="azalaeis" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Meu dia começou a azedar quando vi meu menino de seis anos com um galho cheio de minhas azaléas.</p>
<p>- Posso levar estas flores para a escola? Ele pediu. Com um aceno de mão, eu o mandei para fora. Me virei para que ele não percebesse as lágrimas em meus olhos. Eu adoro aquela azaléa. Eu toquei no galho quebrado como que a dizer-lhe silenciosamente,</p>
<p>- Sinto muito. Para complicar um pouco mais o meu dia, a máquina de lavar quebrou e quando Jonathan perguntou o que eu faria para o almoço, percebi que estava com a geladeira vazia e não tinha muitas opções. Dias como este me fazem querer parar e desistir de tudo. Eu apenas queria fugir até as montanhas, me esconder em uma caverna e nunca mais colocar a cara para fora. De algum modo eu consegui arrastar a roupa molhada até o tanque. Eu passei a maior parte do dia lavando roupa e pensando em como o amor tinha desaparecido de minha vida. Quando eu terminei de pendurar a última das camisas de meu marido, olhei o relógio: duas e meia. Eu estava atrasada.</p>
<p>A aula de Jonathan terminava às 2:15. Fui correndo para a escola. Ofegante, bati na porta da sala e olhei através do vidro. A professora fez sinal para que eu esperasse. Ela disse algo a Jonathan e entregou para ele e para outras duas crianças, lápis de cera e uma folha de papel. O que virá agora? Eu pensei quando, através da porta, ela pediu que eu entrasse na sala.</p>
<p>- Quero lhe falar sobre o Jonathan. Ela disse. Me preparei para o pior. Nada mais me surpreenderia naquele dia.</p>
<p>- Você sabe das flores trazidas por Jonathan à escola hoje? Ela perguntou. Eu respondi que sim, lembrando de meu arbusto favorito e tentando esconder a mágoa em meus olhos. Eu olhei de relance para meu filho que estava ocupado colorindo um desenho. Seu cabelo ondulado estava muito comprido e caía em sua testa. Seus olhos azuis brilhavam enquanto admirava sua obra.</p>
<p>- Deixe-me contar sobre o que aconteceu ontem, a professora continuou. Está vendo aquela menina? Eu olhei para a menina que ria divertida, apontando um desenho na parede e assenti.</p>
<p>- Bem, ontem estava quase histérica. Seus pais estão atravessando um momento muito difícil, estão se divorciando. Ela disse que não queria mais viver. E disse bem alto, com o rosto escondido entre as mãozinhas, para toda a sala ouvir: "ninguém me ama". Eu fiz tudo o que pude para consolar, mas parecia que nada mais importava.</p>
<p>- Eu achei que você queria me falar sobre Jonathan. Eu interrompi.</p>
<p>- Eu vou, ela disse. Hoje seu filho entrou e foi direto até ela. Ele entregou a ela algumas bonitas flores e sussurrou "eu te amo". Senti meu coração inchar-se de orgulho com o que meu filho tinha feito. Eu sorri para a professora.</p>
<p>- Obrigada, eu disse, puxando Jonathan pela mão. - Você salvou o meu dia. Mais tarde, eu arrancava ervas daninhas em torno de meu desequilibrado arbusto de azaléa. Pensando no amor que Jonathan demonstrou pela menina, um verso bíblico me veio à memória: "... estes três permanecem: a fé, a esperança e o amor. Mas o maior de todos é o amor."</p>
<p>Enquanto meu filho tinha colocado o amor na prática, eu tinha apenas sentido raiva. Eu ouvi o barulho familiar do carro de meu marido entrando na garagem. Eu arranquei um pequeno galho de azaléas e corri até ele. Eu senti a semente do amor que Deus plantou em minha família recomeçar a florescer em mim. Meu marido arregalou os olhos de surpresa quando eu lhe entreguei as flores e disse, - Eu te amo</p>
<p>Autora:</p>
<p><span style="color: #888888;">Nanette Thorsen-Snipes</span></p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-melhor-de-todos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O Vestido Azul</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vestido-azul/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vestido-azul/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Apr 2010 11:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[vestido azul]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=426</guid>
		<description><![CDATA[Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local.  Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina. "Como é que uma menina tão bonita, pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fo-vestido-azul%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20Vestido%20Azul%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/vestido_azul.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-427" title="vestido_azul" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/10/vestido_azul.jpg" alt="vestido_azul" width="590" height="400" /></a><br />
Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local.  Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas.</p>
<p>O professor ficou penalizado com a situação da menina.</p>
<p>"Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?".<br />
Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul.</p>
<p>Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas.</p>
<p>Quando acabou a semana, o pai falou: "mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços? Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim."</p>
<p>Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade.</p>
<p>Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro.</p>
<p>A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania.</p>
<p>E tudo começou com um vestido azul.</p>
<p>Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias.</p>
<p>Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive?</p>
<p>Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito?</p>
<p>Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada.</p>
<p>É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul.</p>
<p>Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.</p>
<p>Você acaba de receber um lindo vestido azul.</p>
<p>Faça a sua parte.</p>
<p>Ajude-nos a melhorar o PLANETA!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fo-vestido-azul%2F&amp;title=O%20Vestido%20Azul">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/o-vestido-azul/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A balança &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-balanca-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-balanca-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 16 Apr 2010 17:11:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[balança]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=772</guid>
		<description><![CDATA[Quando menino eu vivia brigando com meus companheiros de brinquedos. E voltava para casa lamuriando e queixando-me deles. Isto ocorria, as mais das vezes, com Beto, o meu melhor amigo. Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me do Beto ela me ouviu e disse o seguinte: - Vai buscar a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-balanca-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20balan%C3%A7a%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/balanca.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-773" title="balanca" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/balanca.jpg" alt="balanca" width="590" height="400" /></a><br />
Quando menino eu vivia brigando com meus companheiros de brinquedos. E voltava para casa lamuriando e queixando-me deles. Isto ocorria, as mais das vezes, com Beto, o meu melhor amigo.</p>
<p>Um dia, quando corri para casa e procurei mamãe para queixar-me do Beto ela me ouviu e disse o seguinte:</p>
<p>- Vai buscar a sua balança e os blocos.</p>
<p>- Mas, o que tem isso a ver com o Beto?</p>
<p>- Você verá... Vamos fazer uma brincadeira.</p>
<p>Obedeci e trouxe a balança e os blocos. Então ela disse:</p>
<p>- Primeiro vamos colocar neste prato da balança um bloco para representar cada defeito do Beto. Conte-me quais são.</p>
<p>Fui relacionando-os e certo número de blocos foi empilhado daquele lado.</p>
<p>- Você não tem nada mais a dizer? Eu não tinha e ela propôs: Então você vai, agora, enumerar as qualidades dele. Cada uma delas será um bloco no outro prato da balança.<br />
Eu hesitei, porém ela me animou dizendo:</p>
<p>- Ele não deixa você andar em sua bicicleta? Não reparte o seu doce com você?<br />
Concordei e passei a mencionar o que havia de bom no caráter de meu amiguinho. Ela foi colocando os blocos do outro lado. De repente eu percebi que a balança oscilava. Mas vieram outros e outros blocos em favor do Beto.</p>
<p>Dei uma risada e mamãe observou:</p>
<p>- Você gosta do Beto e ficou alegre por verificar que as suas boas qualidades ultrapassam os seus defeitos. Isso sempre acontece, conforme você mesmo vai verificar ao longo de sua vida.</p>
<p>E de fato. Através dos anos aquele pequeno incidente de pesagem tem exercido importante influência sobre meus julgamentos. Antes de criticar uma pessoa, lembro-me daquela balança e comparo seus pontos bons com os maus. E, felizmente, quase sempre há uma vantagem compensadora, o que fortalece em muito a minha confiança no gênero humano</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-balanca-parabola%2F&amp;title=A%20balan%C3%A7a%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-balanca-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A última corda</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-ultima-corda/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-ultima-corda/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Apr 2010 20:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[parábola da corda]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.adilsoncosta.com/?p=1270</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fa-ultima-corda%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20%C3%BAltima%20corda%20%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/violino.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1271" title="violino" src="http://www.adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2010/04/violino.jpg" alt="" width="590" height="400" /></a><br />
Era uma vez um grande violinista chamado Paganini. Alguns diziam que ele era muito estranho. Outros, que era sobrenatural. As notas mágicas que saíam de seu violino tinham um som diferente, por isso ninguém queria perder a oportunidade de ver seu espetáculo. Numa certa noite, o palco de um auditório repleto de admiradores estava preparado para recebê-lo. A orquestra entrou e foi aplaudida. O maestro foi ovacionado. Mas quando a figura de Paganini surgiu, triunfante, o público delirou. Paganini coloca seu violino no ombro e o que se assiste a seguir é indescritível. Breves e semibreves, fusas e semifusas, colcheias e semicolcheias parecem ter asas e voar com o toque daqueles dedos encantados.</p>
<p>De repente, um som estranho interrompe o devaneio da platéia. Uma das cordas do violino de Paganini arrebenta. O maestro parou. A orquestra parou. O público parou.<br />
Mas Paganini não parou.</p>
<p>Olhando para sua partitura, ele continua a tirar sons deliciosos de um violino com problemas. O maestro e a orquestra, empolgados, voltam a tocar. Mal o público se acalmou quando, de repente, um outro som perturbador derruba a atenção dos assistentes. Uma outra corda do violino de Paganini se rompe. O maestro parou de novo. A orquestra parou de novo. Paganini não parou.</p>
<p>Como se nada tivesse acontecido, ele esqueceu as dificuldades e avançou, tirando sons do impossível. O maestro e a orquestra, impressionados voltam a tocar. Mas o público não poderia imaginar o que iria acontecer a seguir. Todas as pessoas, pasmas, gritaram Oooh! Que ecoou pela abobadilhada daquele auditório. Uma terceira corda do violino de Paganini se quebra. O maestro pára. A orquestra pára. A respiração do público pára.<br />
Mas Paganini não pára.</p>
<p>Como se fosse um contorcionista musical, ele tira todos os sons da única corda que sobrara daquele violino destruído. Nenhuma nota foi esquecida. O maestro empolgado se anima. A orquestra se motiva. O público parte do silêncio para a euforia, da inércia para o delírio.</p>
<p>Paganini atinge a glória.<br />
Seu nome corre através do tempo. Ele não é apenas um violinista genial. É o símbolo do profissional que continua diante do impossível</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fa-ultima-corda%2F&amp;title=A%20%C3%BAltima%20corda">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/a-ultima-corda/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escutar pra que? &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/escutar-pra-que/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/escutar-pra-que/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 10:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[elefante]]></category>
		<category><![CDATA[monge]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=535</guid>
		<description><![CDATA[Conta-se que um monge havia ficado em reclusão durante 20 anos em mosteiro na Índia, vivendo apenas para meditar, trabalhar, ler escrituras sagradas com o intuito de alcançar a iluminação. Após completar 20 anos de reclusão, o monge achou que havia atingido a iluminação e saiu dizendo a todas as pessoas que encontrava pelo caminho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fescutar-pra-que%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Escutar%20pra%20que%3F%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/o_monge_.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-536" title="o_monge_" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/o_monge_.jpg" alt="o_monge_" width="590" height="400" /></a></p>
<p>Conta-se que um monge havia ficado em reclusão durante 20 anos em mosteiro na Índia, vivendo apenas para meditar, trabalhar, ler escrituras sagradas com o intuito de alcançar a iluminação. Após completar 20 anos de reclusão, o monge achou que havia atingido a iluminação e saiu dizendo a todas as pessoas que encontrava pelo caminho que Deus estava em tudo, nas árvores, nos animais, na terra, no céu, nas pessoas.</p>
<p>O monge em estado de êxtase, foi em direção à cidade com intenção de falar para o maior número de pessoas que Deus estava em tudo. Ao se encaminhar para o mercado, surge de repente, um enorme elefante desgovernado correndo em sua direção, mas o monge ficou parado afirmando para as pessoas que Deus estava em tudo e também estava elefante, por isso ele não lhe faria nenhum mal. As pessoas que estavam no Mercado gritavam para que ele saísse do caminho do elefante, mas ele permaneceu indiferente, dizendo que Deus estava no elefante por isso não corria nenhum perigo. O dono do elefante, que estava em cima do animal desgovernado, também gritava para que o monge saísse do caminho, mas o monge não deu ouvidos e permaneceu parado. Nesse instante o animal que vinha em grande velocidade atropelou-o e deixou-o todo machucado.</p>
<p>O monge foi levado ao médico e após voltar a si começou a se lamentar com a enfermeira: - Puxa que lástima, acabei de perder 20 anos da minha vida. Passei 20 anos estudando, trabalhando, lendo escrituras sagradas com intenção de alcançar a iluminação e quando achei que havia compreendido que Deus estava em todas as coisas um acidente horrível aconteceu comigo. Eu achava que Deus estava em tudo, principalmente naquele elefante, mas veja só o que ele me fez. Estou desiludido, pois perdi 20 anos da minha vida ao acreditar que Deus estava em todas as coisas. A enfermeira que ouvia tudo atentamente o interrompeu e disse.:</p>
<p>- Eu até que entendo sua dor, pois sei do fato ocorrido, mas se você parar para pensar um pouco vai chegar a conclusão de que a situação é um pouco diferente do que você está dizendo. O monge intrigado perguntou a enfermeira: - Mas como? Essa eu não entendi, me explique melhor o que está querendo dizer. A enfermeira continuou: - Se você colocar a mão na consciência vai acabar percebendo que Deus está em tudo você é que não soube perceber esse fato no momento em que o incidente ocorreu.</p>
<p>O monge ainda intrigado perguntou: - Mas como? Isso que você está dizendo é um absurdo! A enfermeira calmamente disse: - Deus estava presente naquelas pessoas que estavam no mercado e gritavam para que você saísse do caminho; Deus também estava presente no dono do Elefante que dizia para você sair da frente. Deus estava presente dizendo para você sair do caminho do elefante naquele momento, mas você não soube escutá-lo. Nesse momento o monge compreendeu que Deus realmente estava em tudo e alcançou a iluminação.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fescutar-pra-que%2F&amp;title=Escutar%20pra%20que%3F%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/escutar-pra-que/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Onde esta a diferença? Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/onde-esta-a-diferenca/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/onde-esta-a-diferenca/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 16:15:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=566</guid>
		<description><![CDATA[Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se: – Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2010%252F04%252Fonde-esta-a-diferenca%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Onde%20esta%20a%20diferen%C3%A7a%3F%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/aborto.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-567" title="aborto" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/aborto.jpg" alt="aborto" width="590" height="400" /></a><br />
Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:</p>
<p>– Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.</p>
<p>Indaga o médico:</p>
<p>– Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?</p>
<p>A mulher, já esperançosa, respondeu:</p>
<p>– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.</p>
<p>O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:</p>
<p>– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.</p>
<p>A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:</p>
<p>– Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer...</p>
<p>Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.</p>
<p>A mulher apavorou-se:</p>
<p>– Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!</p>
<p>O médico sorriu e, depois de algumas considerações, mostrou a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida.</p>
<p>O crime é exatamente o mesmo</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2010%2F04%2Fonde-esta-a-diferenca%2F&amp;title=Onde%20esta%20a%20diferen%C3%A7a%3F%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2010/04/onde-esta-a-diferenca/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A fábula das três árvores</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-fabula-das-tres-arvores/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-fabula-das-tres-arvores/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 11:04:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[fábula 3 árvores]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=850</guid>
		<description><![CDATA[Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse: - Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada. A segunda olhou para o riacho e suspirou: - Eu quero ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-fabula-das-tres-arvores%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20f%C3%A1bula%20das%20tr%C3%AAs%20%C3%A1rvores%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/3_arvores.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-851" title="3_arvores" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/3_arvores.jpg" alt="3_arvores" width="590" height="400" /></a><br />
Havia, no alto da montanha, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas, disse:<br />
- Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada.</p>
<p>A segunda olhou para o riacho e suspirou:<br />
- Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas.</p>
<p>A terceira árvore olhou o vale e disse:<br />
- Eu quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus.</p>
<p>Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores pouco ecológicos e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo com que sonhavam. Mas, lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos!... Que pena!</p>
<p>A primeira árvore acabou sendo transformada num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um simples e pequeno barco de pesca, carregando pessoas e peixes todos os dias. E a terceira, mesmo sonhando em ficar no alto da montanha, acabou cortada em altas vigas e colocada de lado em um depósito.</p>
<p>E todas as três se perguntavam desiludidas e tristes:<br />
- Para que isso?</p>
<p>Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném recém-nascido naquele cocho de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo... A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem se levantou e disse: "PAZ"!</p>
<p>E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o rei dos céus e da terra. Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. Logo sentiu-se horrível e cruel. Mas, logo no domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de seu filho Jesus Cristo ao olharem para ela.</p>
<p>As árvores haviam tido sonhos... Mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado. Temos os nossos sonhos e nossos planos que, por vezes, não coincidem com os planos que Deus tem para nós; e, quase sempre, somos surpreendidos com a sua generosidade e misericórdia.</p>
<p>Importante compreendermos que tudo vem de Deus e crermos que podemos esperar Nele, pois Ele sabe muito bem o que é melhor para cada um de nós.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-fabula-das-tres-arvores%2F&amp;title=A%20f%C3%A1bula%20das%20tr%C3%AAs%20%C3%A1rvores">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-fabula-das-tres-arvores/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A bomba de água &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-bomba-de-agua-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-bomba-de-agua-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 17:17:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de água]]></category>
		<category><![CDATA[decidir]]></category>
		<category><![CDATA[deserto]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[sede]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=777</guid>
		<description><![CDATA[Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha - uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico. Olhando ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-bomba-de-agua-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20bomba%20de%20%C3%A1gua%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/bomba_agua.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-778" title="bomba_agua" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/bomba_agua.jpg" alt="bomba_agua" width="590" height="400" /></a><br />
Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha - uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.</p>
<p>Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado: "Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo.<br />
PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."</p>
<p>O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema:</p>
<p>Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia para a próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo.</p>
<p>Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não se sabia quando?</p>
<p>Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu!</p>
<p>E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela: "Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!"</p>
<p><strong>Reflexão:</strong><br />
Podemos aprender coisas importantes a partir dessa breve estória:<br />
1. Nenhum esforço que você faça será válido, se ele for feito da forma errada.<br />
Você pode passar sua vida toda tentando bombear algo quando alguém já tem reservado a solução para você.Preste atenção a sua volta!</p>
<p>2. Saiba olhar adiante e compartilhar!<br />
Aquele homem poderia ter se fartado e ter se esquecido de que outras pessoas que precisassem da água pudessem passar por ali. Ele não se esqueceu de encher a garrafa e ainda por cima soube dar uma palavra de incentivo.</p>
<p>Se preocupe com quem está próximo de você, lembre-se:</p>
<p>Você só poderá obter água se a der antes. Cultive seus relacionamentos, dê o melhor de si!</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-bomba-de-agua-parabola%2F&amp;title=A%20bomba%20de%20%C3%A1gua%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-bomba-de-agua-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Quem decide por mim?  &#8211; Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/quem-decide-por-mim-parabola/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/quem-decide-por-mim-parabola/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 22:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[amigo]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=737</guid>
		<description><![CDATA[Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo à uma banca  de  jornais. "O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno  recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro. Quando os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fquem-decide-por-mim-parabola%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22Quem%20decide%20por%20mim%3F%20%20-%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p>Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo à uma banca  de  jornais.</p>
<p>"O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno  recebeu um tratamento rude e grosseiro.<br />
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.</p>
<p>Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:</p>
<p>" - Ele sempre te trata com tanta grosseria? "</p>
<p>" - Sim, infelizmente foi sempre assim..."</p>
<p>" - E você é sempre tão polido e amigável com ele?</p>
<p>" - Sim, procuro ser."</p>
<p>" - Por que você é tão educado, já que ele é tão  inamistoso com você? "</p>
<p>" - Por que não quero que ele decida como eu devo agir."</p>
<p>Moral da estória: a pessoa inteira é seu próprio dono  e não deve curvar-se diante do vento que sopra. Ela  Não está à mercê do mau humor, da impaciência e da raiva dos outros. Não são os ambientes que a transformam, mas ela que transforma os ambientes."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fquem-decide-por-mim-parabola%2F&amp;title=Quem%20decide%20por%20mim%3F%20%20%26%238211%3B%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/quem-decide-por-mim-parabola/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Círculo do 99</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/circulo-do-99/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/circulo-do-99/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 21:22:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[rei]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=687</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um Rei muito triste; que tinha um pajem, que como todo pajem de um Rei triste, era muito feliz. Todas as manhãs, o pajem chegava com o desjejum do seu Amo, sempre rindo e cantarolando alegres canções. O sorriso sempre desenhado em seu rosto, e a atitude para com a vida sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fcirculo-do-99%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22C%C3%ADrculo%20do%2099%20%22%20%7D);"></div>
<p>Era uma vez um Rei muito triste; que tinha um pajem, que como todo pajem de um Rei triste, era muito feliz. Todas as manhãs, o pajem chegava com o desjejum do seu Amo, sempre rindo e cantarolando alegres canções. O sorriso sempre desenhado em seu rosto, e a atitude para com a vida sempre serena e alegre. Um dia o Rei mandou chamá-lo:</p>
<p>-Pajem - disse o Rei - qual é o seu segredo?<br />
-Qual segredo, Alteza?<br />
-Qual o segredo da tua alegria?<br />
-Não existe nenhum segredo, Majestade.<br />
-Não minta, pajem...bem sabes que já mandei cortar muitas cabeças por ofensas menores do que a sua mentira!<br />
-Mas não estou mentindo! Não guardo nenhum segredo.<br />
-E por que estás sempre alegre e feliz?<br />
-Majestade, eu não tenho razões para estar triste: muito me honra servir à Vossa Alteza, tenho minha esposa e meus filhos, e vivemos na casa que a Corte nos concedeu; somos vestidos e alimentados, e sempre recebo algumas moedas de prata para satisfazer alguns gostos... como não estar feliz?<br />
-Se você não me disser agora mesmo qual é o seu segredo, mandarei decapitá-lo - disse o Rei. Ninguém pode ser feliz por essas razões que você me deu!<br />
-Mas Majestade, não há nenhum segredo... Nada me satisfaria mais do que sanar a Vossa curiosidade, mas realmente não há nada que eu esteja escondendo.<br />
-Vá embora daqui antes que eu chame os guardas.<br />
O pajem sorriu, fez a habitual reverência e deixou o Rei em seus pensamentos. O Rei estava como louco. Não podia entender como o pajem poderia ser feliz vivendo em uma casa que não lhe pertencia, usando roupas de terceira mão e se alimentando dos restos dos cortesãos. Quando se acalmou mandou chamar o mais sábio de seus conselheiros, e lhe contou a conversa que tivera com o pajem pela manhã.<br />
-Sábio, por que ele é feliz?<br />
-Ah, Majestade! O que acontece é que ele está fora do Círculo...<br />
-Fora do Círculo?<br />
-Sim.<br />
-E é isso o que faz dele uma pessoa feliz?<br />
-Não, Majestade. Isso é o que não o faz infeliz...<br />
-Vejamos se entendo: estar no Círculo sempre nos faz infelizes?<br />
-Exato.<br />
-E como ele saiu desse tal Círculo?<br />
-Ele nunca entrou.<br />
-Nunca entrou? Mas que Círculo é esse?<br />
-É o Círculo dos 99...<br />
-Realmente não entendo nada do que você me diz.<br />
-A única maneira para que Vossa Alteza entenda seria mostrando pelos fatos.<br />
-Como?<br />
-Fazendo com que ele entre no Círculo.<br />
-Isso! Então o obrigarei a entrar!<br />
-Não, Alteza, ninguém pode ser obrigado a entrar...<br />
-Então teremos que enganá-lo?<br />
-Não será necessário... se lhe dermos a oportunidade, ele entrará por si mesmo.<br />
-Por si mesmo? Mas ele não notará que isso acarretará sua infelicidade?<br />
-Sim, mas mesmo assim entrará... Não poderá evitar!<br />
-Me diz que ele saberá que isso será o passo para a infelicidade e que mesmo assim entrará?<br />
-Sim. O senhor está disposto a perder um excelente pajem para compreender a estrutura do Círculo? -Sim.<br />
-Então nesta noite passarei a buscar-lhe. Deves ter preparada uma bolsa de couro com 99 moedas de ouro. Mas devem ser exatas 99, nem uma a mais, nem uma a menos.<br />
-O que mais? Devo levar escolta para proteger-nos?<br />
-Nada mais do que a bolsa de couro, Majestade...<br />
-Então vá. Nos vemos à noite.</p>
<p>Assim foi... Nessa noite o sábio buscou o Rei e juntos foram até os pátios do Palácio. Se esconderam próximo à casa do pajem, e lá aguardaram o primeiro sinal. Quando dentro da casa se acendeu a primeira vela, o sábio pegou a bolsa de couro e junto a ela atou um papel que dizia as seguintes palavras: "Este tesouro é teu. É o prêmio por ser um bom homem. Aproveite e não conte a ninguém como encontrou esta bolsa". Logo deixou a bolsa com o bilhete na porta da pajem. Golpeou uma vez e correu para esconder-se. Quando o pajem abriu a porta, o sábio e o Rei espiavam por entre as árvores para verem o que aconteceria. O pajem viu o embrulho à sua porta, olhou para os lados, leu o papel, agitou a bolsa e, ao escutar o som metálico, estremeceu dos pés à cabeça, apertou a bolsa contra o peito e rapidamente entrou em sua casa. O Rei e o sábio se aproximaram então da janela para presenciar a cena.</p>
<p>O pajem havia despejado todo o conteúdo da bolsa sobre a mesa, deixando somente a vela para iluminar. Havia se sentado e seus olhos não podiam crer no que estavam vendo...Era uma montanha de moedas de ouro! Ele, que nunca havia tocado em uma dessas, de repente tinha um mote delas...Ele as tocava e amontoava, acariciava e fazia brilhar à luz da vela. Juntava e esparramava, fazendo pilhas... E assim, brincando, começou a fazer pilhas de 10 moedas. Uma, duas, três, 4, 5.... e enquanto isso somava 10, 20, 30, 40, 50... até que formou a última pilha... 99 moedas? Seu olhar percorreu a mesa primeiro, buscando uma moeda a mais, logo o chão e finalmente a bolsa. "Não pode ser" – pensou. Pôs a última pilha ao lado das outras 9 e notou que realmente esta era mais baixa.</p>
<p>-Me roubaram! Me roubaram – gritou. Uma vez mais procurou por todos os cantos, mas não encontrou o que achava estar faltando...Sobre a mesa, como que zombando dele, uma montanha resplandecia e lhe fazia lembrar que haviam SOMENTE 99 moedas."99 moedas... é muito dinheiro" – pensou.</p>
<p>-"Mas falta uma... Noventa e nove não é um número completo. 100 é, mas 99 não..."<br />
O Rei e o sábio espiavam pela janela e viam que a cara do pajem já não era mais a mesma: ele estava com as sobrancelhas franzidas, a testa enrugada, os olhos pequenos e o olhar perdido... sua boca era uma enorme fenda, por onde apareciam os dentes que rangiam. O pajem guardou as moedas na bolsa, jogou o papel na lareira e olhando para todos os lados e constatar que ninguém havia presenciado a cena, escondeu a bolsa por entre a lenha. Pegou papel e pena e sentou-se a calcular.</p>
<p>Quanto tempo teria que economizar para poder obter a moeda de número 100? O tempo todo o pajem falava em voz alta, sozinho...Estava disposto a trabalhar duro até conseguir. Depois, quem sabe, não precisaria mais trabalhar... com 100 moedas de ouro ninguém precisa trabalhar. Finalizou os cálculos. Se trabalhasse e economizasse seu salário e mais algum extra que recebesse, em 11 ou 12 anos conseguiria o necessário para comprar a última moeda." Mas 12 anos é tempo demais... Se eu pedisse à minha esposa que procurasse um emprego no vilarejo, e se eu mesmo trabalhasse à noite, em 7 anos conseguiríamos" - concluiu depois de refazer os cálculos.</p>
<p>"Mesmo sendo muito tempo, é isso o que teremos que fazer..."<br />
O Rei e o sábio voltaram ao Palácio. Finalmente o pajem havia entrado para o Círculo dos 99!!! Durante os meses seguintes, o pajem seguiu seus planos conforme havia decidido naquela noite. Numa manhã, entrou nos aposentos reais com passos fortes, batendo nas portas, rangendo dentes e bufando com todo o mau humor típico dos últimos tempos...<br />
-O que lhe acontece, pajem? - perguntou o Rei de bom grado.<br />
-Nada, não acontece nada...</p>
<p>-Antigamente, não faz muito, você ria e cantava o tempo todo...<br />
-Faço ou não o meu trabalho? O que Vossa Alteza esperava? Que além de pajem sou obrigado a estar sempre bem por que assim o deseja?</p>
<p>Não se passou muito e o Rei despediu o seu pajem, afinal, não era nada agradável para um Rei triste ter um pajem mau humorado o tempo todo...</p>
<p>Você, Eu e todos ao redor fomos educados nessa psicologia: sempre falta algo para estarmos completos, e somente completos podemos gozar do que temos. Portanto, nos ensinaram que a Felicidade deve esperar até estar completa com aquilo que falta. E como sempre falta algo, a idéia volta ao início e nunca se pode desfrutar plenamente da vida.</p>
<p>Mas, o que aconteceria se a Iluminação chegasse às nossas vidas e nos déssemos conta, assim, de repente, que nossas 99 moedas são os nossos 100%? Que nada nos faz falta? Que ninguém tomou aquilo que é nosso? Que não se é mais feliz por ter 100 e não 99 moedas? Que tudo é uma armadilha posta à nossa frente para que estejamos sempre cansados, mau humorados, desanimados, infelizes? Uma armadilha que nos faz empurrar cada vez mais e ainda assim tudo continue igual... eternamente iguais e insatisfeitos....</p>
<p>Quantas coisas mudariam se pudéssemos desfrutar de nosso tesouro tal como é! Se este é o seu problema, a solução para sua vida está em saber valorizar o que você tem ao seu redor, e não lamentar-se por aquilo que não tem ou que poderia ter...</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fcirculo-do-99%2F&amp;title=C%C3%ADrculo%20do%2099">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/circulo-do-99/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>O verdadeiro amor &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/o-verdadeiro-amor/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/o-verdadeiro-amor/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[verdadeiro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=554</guid>
		<description><![CDATA[Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fo-verdadeiro-amor%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22O%20verdadeiro%20amor%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p><a href="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/amor_verdadeiro.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-555" title="amor_verdadeiro" src="http://adilsoncosta.com/wp-content/uploads/2009/11/amor_verdadeiro.jpg" alt="amor_verdadeiro" width="590" height="400" /></a><br />
Um homem de idade já bem avançada veio à Clínica onde trabalho, para fazer um curativo na mão ferida. Estava apressado, dizendo-se atrasado para um compromisso, e enquanto o tratava perguntei-lhe sobre qual o motivo da pressa. Ele me disse que precisava ir a um asilo de anciãos para, como sempre, tomar o café da manhã com sua mulher que estava internada lá.</p>
<p>Disse-me que ela já estava há algum tempo nesse lugar porque tinha um Alzheimer bastante avançado. Enquanto acabava de fazer o curativo, perguntei-lhe se ela não se alarmaria pelo fato de ele estar chegando mais tarde.</p>
<p>- Não, ele disse. Ela já não sabe quem eu sou. Faz quase cinco anos que não me reconhece.</p>
<p>Estranhando, lhe perguntei:</p>
<p>- Mas se ela já não sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs?</p>
<p>Ele sorriu e dando-me uma palmadinha na mão, disse :</p>
<p>- É . Ela não sabe quem eu sou, mas eu contudo sei muito bem quem é ela.<br />
Meus olhos lacrimejaram enquanto ele saía e eu pensei:</p>
<p>Essa é a classe de amor que eu quero para a minha vida.</p>
<p>O verdadeiro amor não se reduz ao físico nem ao romântico.</p>
<p>O verdadeiro amor é a aceitação de tudo o que o outro é, do que foi, do que será e... do que já não é..."</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fo-verdadeiro-amor%2F&amp;title=O%20verdadeiro%20amor%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/o-verdadeiro-amor/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>6</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A tartaruga tagarela &#8211;  Parábola</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-tartaruga-tagarela/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-tartaruga-tagarela/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:58:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[exemplo]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/?p=501</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos. Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa. Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F11%252Fa-tartaruga-tagarela%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20tartaruga%20tagarela%20-%20%20Par%C3%A1bola%22%20%7D);"></div>
<p>Era uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos. Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar. Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa.</p>
<p>Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por esvaziar o lago. Os dois patos viram que não podiam continuar morando ali e resolveram voar para outra região mais úmida. E foram dizer adeus à tartaruga<br />
- Oh, não, não me deixem! Suplicou a tartaruga. - Levem-me com vocês, senão eu morro!</p>
<p>- Mas você não sabe voar! - disseram os patos. - Como é que vamos levá-la?</p>
<p>- Levem-me com vocês! Eu quero ir com vocês! - gritava a tartaruga.</p>
<p>Os patos ficaram com tanta pena que, por fim, tiveram uma idéia.</p>
<p>- Pensamos num jeito que deve dar certo - disseram - se você conseguir ficar quieta um longo tempo. Cada um de nós vai morder uma das pontas de uma vara e você morde no meio. Assim, podemos voar bem alto, levando você conosco. Mas cuidado: lembre-se de não falar! Se abrir a boca, estará perdida.</p>
<p>A tartaruga prometeu não dizer palavra, nem mexer a boca; estava agradecidíssima! Os patos trouxeram uma vara curta bem forte e morderam as pontas; a tartaruga abocanhou bem firme no meio. Então os patos alçaram vôo, suavemente, e foram-se embora levando a silenciosa carga.</p>
<p>Quando passaram por cima das árvores, a tartaruga quis dizer: "Como estamos alto!" Mas lembrou-se de ficar quieta.</p>
<p>Quando passaram pelo campanário da igreja, ela quis perguntar: "O que é aquilo que brilha tanto?" Mas lembrou-se a tempo de ficar calada.<br />
Quando passaram sobre a praça da aldeia, as pessoas olharam para cima, muito espantadas.</p>
<p>- Olhem os patos carregando uma tartaruga! - gritavam. E todos correram para ver.<br />
A tartaruga bem quis dizer: "E o que é que vocês tem com isso?"; mas não disse nada. Ela escutou as pessoas dizendo:</p>
<p>- Não é engraçado? Não é esquisito? Olhem! Vejam!</p>
<p>E começou a ficar zangada; mas ficou de boca fechada. Depois, as pessoas começaram a rir:</p>
<p>- Vocês já viram coisa mais ridícula? - zombavam.<br />
E aí a tartaruga não agüentou mais. Abriu a boca e gritou:<br />
- Fiquem quietos, seus bobalhões...!</p>
<p>Mas, antes que terminasse, já estava caída no chão. E acabou-se a tartaruga tagarela.<br />
Moral da história: Há momentos na vida que é melhor ficar de boca fechada.</p>
<p><span style="color: #888888;">Autor: Desconhecido</span></p>

<p><a class="a2a_dd addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwww.adilsoncosta.com%2F2009%2F11%2Fa-tartaruga-tagarela%2F&amp;title=A%20tartaruga%20tagarela%20%26%238211%3B%20%20Par%C3%A1bola">Links Sociais \ Indique esse Texto</a> </p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/11/a-tartaruga-tagarela/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Cidade dos Resmungos</title>
		<link>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-cidade-dos-resmungos/</link>
		<comments>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-cidade-dos-resmungos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 17:54:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adilson Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parábolas]]></category>
		<category><![CDATA[lição de vida]]></category>
		<category><![CDATA[parábola]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://adilsoncosta.com/blog/?p=54</guid>
		<description><![CDATA[Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<div class="topsy_widget_data topsy_theme_monochrome" style="float: right;margin-left: 0.75em; background: url(data:,%7B%20%22url%22%3A%20%22http%253A%252F%252Fwww.adilsoncosta.com%252F2009%252F09%252Fa-cidade-dos-resmungos%252F%22%2C%20%22style%22%3A%20%22big%22%2C%20%22title%22%3A%20%22A%20Cidade%20dos%20Resmungos%22%20%7D);"></div>
<p>Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs.</p>
<p>Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.<br />
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:</p>
<p>- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras estão cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.</p>
<p>Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre os dois postes na praça da cidade.</p>
<p>Então segurando o cesto diante de si, gritou:</p>
<p>- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!<br />
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.</p>
<p>Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:</p>
<p>Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.</p>
<p>Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia.</p>
<p>Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido os seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.<br />
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.</p>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.adilsoncosta.com/2009/09/a-cidade-dos-resmungos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

