Valsa das Borboletas.

setembro 15, 2011 por  
Arquivo em Destaques, Poesias

Em sincronia,
sem intenções
elas dançam,
e vivem
- suas emoções.
Borboletas,
amarelas,
brancas,
vermelhas,
uma aquarela,
todas belas,
beleza natural.
Elas dançam,
sentem o som,
som do vento,
e as folhas
contagiadas,
pela dança
são arrastadas
e com elas
vão dançar.
Borboletas surgem,
convidadas
ou não,
e na valsa
no baile,
a dançar,
e com o vento
a vida
brindar.

Em sincronia,
sem intenções
elas dançam,
e vivem
- suas emoções.
Borboletas,
livres
libertas
do casulo,
nova vida,
assim dançam,
rodopiam,
em sincronia,
com alegria
em união.
Mais e mais,
surgem centenas,
milhares,
e dançam,
sorriem,
sem maldade
celebram
a liberdade.

Em sincronia,
sem intenções
elas dançam,
e vivem
- suas emoções.
Borboletas,
libertadas
da clausura,
da feiúra
perfeita.
E o belo
surgiu,
borboletas
elas sabem,
que o tempo
passa,
e as ultrapassa
sem pena.
Borboletas
vivem,
respiram,
celebram
a vida,
vida curta.

Em sincronia,
sem intenções
elas dançam,
e vivem
- suas emoções.
Borboleta
quero ser,
borboletas
sabem viver.

Por: Adilson Costa

Louco Apaixonado

julho 4, 2011 por  
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apaixonado

Sou um louco apaixonado
perdi-me nas entrelinhas da poesia,
onde eu tinha maestria
e hoje somente fico parado.

Sou um louco apaixonado
pela poção mágica do Amor,
corro o risco da dor,
para estar ao seu lado.

Sou um louco apaixonado
sinto isso dentro de mim,
vivo por ti, vivo assim
como um boêmio apaixonado.

Sou um louco apaixonado
não vejo mais nada em minha frente,
onde passa tanta gente
dizendo que estou errado.

Sou um louco apaixonado a esmo,
pois eu procurei esse Amor,
hoje faço um louvor
hoje gosto mais de mim mesmo.

Sou sim,
sou louco,
sou alucinado,
sou completamente
apaixonado por ti.

Hoje não me sinto mais perdido,
hoje me encontrei,
perdido eu estava antes de ti,
sem saber que rumo tomar,
sem o poder do sonhar,
eu quase morri.

Você me deu nova vida,
quero do teu lado viver,
do teu lado planejar,
do teu lado morrer.

Por: Adilson Costa

Se eu desistir eles Morrem

novembro 5, 2010 por  
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Dessa vida resta-me pouco a passar,
creio eu nessa minha enorme ignorância,
pois muita coisa eu passei,
coisas com e sem importância,
já dormi numa tarimba no céu,
e do inferno o ar respirei,
abracei Deus em seu dia de fúria,
onde ele não quis me abraçar
e mesmo assim não chorei,
eita estrada traiçoeira,
pessoas traiçoeiras,
entre buracos e barrancos,
somados à poeira,
fez-me um ser melhor,
para quem melhorei?
Realmente não sei,
pode ser um plano divino,
desses que nós não entendemos,
o importante é respirar,
o coração bater
e a vida continuar,
às vezes sem rumo,
ás vezes rumo ao infinito,
pois tem gente que precisa da gente,
tem gente que não vive sem a gente,
então deixemos de conflitos,
o maldito relógio não para,
o "danado" do tempo corre,
deixa eu continuar a viver,
pois se eu parar muita gente morre.

Por: Adilson Costa

Ouça a Poesia:
 

Chance a si Mesma

abril 23, 2010 por  
Arquivo em Destaques, Poesias


Saí do nada, em meio ao nada,
somente para te dizer um oi,
de certo eu seja um ninguém,
e me perguntas porque te conhecer?
Daria a ti dezenas de motivos,
mas aqui não explicarei isso,
quero te conhecer e só,
somente para te perguntar "como vai?"
Então por favor desencana,
quero saber da sua semana e
se seus problemas diminuíram.

Não quero desviar-te do seu caminho,
continue ele rumo aos seus sonhos,
mas não se lastime por ti mesma,
essa tua fase gama ou sei lá o que,
pode passar ou não, depende de ti somente,
não espere o tempo assobiar dando
o final da partida sem ao menos você
ter-se arriscado ao jogo.

Sai dos arbusto onde se escondes,
saia para matar os leões na qual
se acostumou a degolar com o tempo.
Quem sabe dessa vez ao sair de
seu esconderijo os leões não serão tão grandes
quanto costumavam ser?

Ouse, arrisque-se, permita-se,
e se você sentir estar errada relaxe,
erros são a essência dos acertos, são
o caminho rumo ao sucesso ou não,
e se não for o sucesso "foda-se tudo",
vamos abrir uma cerveja e comemorar o hoje,
porque nós merecemos uma chance.

Por: Adilson Costa

Porta Estreita

dezembro 9, 2009 por  
Arquivo em Destaques, Poesias

estreita
Ouça a Poesia na voz do Autor:
 

Estreita é a lacuna do erro
onde o brilho desaparece,
e o Amor entristece
em meio ao desespero.

Estreita é a distância,
entre o certo e o errado,
a benção e o pecado,
quando não existe crença.

Estreita é a distância
entre o ódio e o Amor,
que se transforma em dor
ao viver de aparência.

Estreita é a coragem de viver
que vira covardia,
e aumenta a agonia
chegando a hora de morrer.

Por: Adilson Costa

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