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Entidades representativas da imprensa divulgaram notas de repúdio após jornalistas sofrerem hostilizações e ataques enquanto realizavam a cobertura de uma agenda do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os episódios ocorreram durante a presença do político em evento público, quando profissionais de comunicação relataram agressões verbais e tentativas de intimidação por parte de apoiadores.
Organizações ligadas à defesa da liberdade de imprensa afirmaram que os ataques representam uma ameaça ao exercício do jornalismo e ao direito da sociedade de receber informações. Em manifestações públicas, as entidades destacaram que a atividade jornalística deve ser respeitada e exercida sem constrangimentos ou riscos à integridade dos profissionais.
Entre as instituições que se pronunciaram está a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, que classificou os episódios como graves e cobrou providências para garantir segurança aos repórteres durante coberturas de interesse público.
A Federação Nacional dos Jornalistas também se manifestou, afirmando que a intimidação a profissionais da imprensa compromete princípios fundamentais da democracia. A entidade reforçou que divergências políticas não podem justificar agressões ou tentativas de impedir o trabalho da imprensa.
As organizações pediram ainda que autoridades adotem medidas para assegurar que jornalistas possam exercer suas funções com liberdade e segurança, especialmente em eventos políticos e manifestações públicas.