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Aos 40 anos e ainda sem partido definido, Alex Pucineli se apresenta como um nome fora da política tradicional e busca se firmar como alternativa na disputa pelo Governo de Mato Grosso. Empresário, administrador e atuante nos setores de infraestrutura elétrica e comércio de materiais elétricos, ele afirma que quer levar ao Palácio Paiaguás a experiência de quem veio da iniciativa privada, gera empregos e defende um “choque de gestão” no Estado. A movimentação para a sucessão ao governo começa a ganhar novos contornos com a entrada de Pucineli, que, mesmo sem filiação partidária no momento, diz estar em busca de uma sigla que apoie um projeto de mudança real. Segundo ele, há conversas em andamento com o Partido Novo e o Avante para viabilizar uma candidatura que represente renovação. Ao justificar sua entrada na disputa, Alex afirma perceber um cenário dominado por nomes já conhecidos da política e acredita que a população mato-grossense procura alguém de fora desse ciclo. Para ele, sua trajetória como empresário o aproxima da realidade de quem trabalha, empreende, paga impostos e enfrenta as dificuldades do dia a dia. Entre as principais bandeiras defendidas por Pucineli está a transformação das escolas públicas estaduais em unidades de período integral. Na visão dele, a educação precisa ser o eixo central de uma nova gestão, com crianças permanecendo na escola durante todo o dia, com alimentação, aprendizado de qualidade e acesso ao ensino tecnológico e à inteligência artificial. Segundo ele, preparar os jovens para lidar com essas ferramentas é uma forma de transformar a tecnologia em solução, e não em ameaça ao mercado de trabalho. Na área da segurança pública, o pré-candidato promete endurecimento no combate às facções criminosas, defendendo que o cidadão de bem tenha paz e que as escolas sejam ambientes protegidos da influência do crime. Já na infraestrutura, ele propõe ampliar a malha asfaltada para conectar os municípios à capital e melhorar também as vias urbanas das cidades do interior. Na saúde, Pucineli reconhece avanços recentes na área estrutural, com construção de hospitais e investimentos, mas avalia que o próximo desafio será fazer a gestão funcionar de forma eficiente para atender melhor a população. Nesse ponto, volta a defender a experiência administrativa como diferencial. Outro eixo central de seu discurso é a industrialização de Mato Grosso. Para ele, o Estado não deve se limitar à exportação de commodities, mas avançar na transformação de matérias-primas como soja, algodão, milho e minérios em produtos industrializados. Segundo Pucineli, esse processo pode fortalecer a economia, ampliar a geração de empregos e elevar a visibilidade nacional e internacional do Estado. Administrador por formação, Alex Pucineli afirma que sua trajetória pessoal e profissional sustenta sua entrada no debate político. Ele se apresenta como empresário, pai, esposo e defensor de valores conservadores, associando sua imagem à família, ao trabalho e à responsabilidade social. Também destaca a geração de empregos como parte importante de sua vivência e de sua visão sobre desenvolvimento. Com perfil ideológico à direita, conservador nos costumes e liberal na economia, Pucineli tenta construir sua imagem como representante de uma candidatura ancorada na gestão empresarial, na renovação política e na defesa de valores tradicionais. O desafio, agora, será consolidar uma sigla e alianças para transformar a pré-candidatura em competitividade real no cenário eleitoral de Mato Grosso.

Entidades representativas da imprensa divulgaram notas de repúdio após jornalistas sofrerem hostilizações e ataques enquanto realizavam a cobertura de uma agenda do ex-presidente Jair Bolsonaro. Os episódios ocorreram durante a presença do político em evento público, quando profissionais de comunicação relataram agressões verbais e tentativas de intimidação por parte de apoiadores.

Organizações ligadas à defesa da liberdade de imprensa afirmaram que os ataques representam uma ameaça ao exercício do jornalismo e ao direito da sociedade de receber informações. Em manifestações públicas, as entidades destacaram que a atividade jornalística deve ser respeitada e exercida sem constrangimentos ou riscos à integridade dos profissionais.

Entre as instituições que se pronunciaram está a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, que classificou os episódios como graves e cobrou providências para garantir segurança aos repórteres durante coberturas de interesse público.

A Federação Nacional dos Jornalistas também se manifestou, afirmando que a intimidação a profissionais da imprensa compromete princípios fundamentais da democracia. A entidade reforçou que divergências políticas não podem justificar agressões ou tentativas de impedir o trabalho da imprensa.

As organizações pediram ainda que autoridades adotem medidas para assegurar que jornalistas possam exercer suas funções com liberdade e segurança, especialmente em eventos políticos e manifestações públicas.

Mesmo com a desaceleração no número de novos casos nas últimas semanas, a dengue continua provocando mortes no Brasil. Dados atualizados do Ministério da Saúde apontam que ao menos 28 pessoas já morreram em decorrência da doença neste ano no país.

Entre as vítimas estão dois moradores de Mato Grosso, onde as autoridades de saúde seguem em alerta para a circulação do vírus. Apesar da redução no ritmo de crescimento dos casos em algumas regiões, especialistas reforçam que o risco ainda é considerado alto, especialmente em estados com clima quente e períodos de chuva.

A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, que se prolifera principalmente em água parada. O aumento das temperaturas e a ocorrência de chuvas favorecem a reprodução do inseto, o que pode provocar novos picos da doença ao longo do ano.

De acordo com o Ministério da Saúde, estados e municípios continuam intensificando ações de prevenção, como campanhas de conscientização e mutirões de limpeza para eliminar possíveis criadouros do mosquito.

As autoridades também orientam a população a manter caixas d’água bem vedadas, evitar o acúmulo de água em recipientes e descartar corretamente lixo e objetos que possam servir de criadouro.

Entre os principais sintomas da dengue estão febre alta, dor de cabeça, dores no corpo e nas articulações, além de manchas vermelhas na pele. Em casos mais graves, a doença pode evoluir para hemorragias e outras complicações, exigindo atendimento médico imediato.

O universo da pesca por muito tempo foi associado quase exclusivamente aos homens - cenário eternizado inclusive em músicas populares e no imaginário cultural. Esse perfil, porém, vem mudando nos últimos anos. Embora os homens ainda sejam maioria, cresce rapidamente a presença de famílias e, principalmente, de grupos formados apenas por mulheres que se organizam para pescar em rios de Mato Grosso.

Segundo o presidente da Associação Mato-grossense de Ecoturismo e Pesca Esportiva, Alisson Fagner Santos Trindade, também proprietário de duas pousadas de pesca na região de Chapada dos Guimarães, mulheres e famílias já representam cerca de 40% dos pescadores que buscam dias de pesca esportiva no Estado.

“As mulheres estão cada vez mais presentes. A gente vê grupos organizados alugando chalanas, participando de pescarias em diferentes bacias hidrográficas de Mato Grosso e também em barcos-hotéis”, afirma.

Esse movimento se reflete em diferentes destinos do Estado, onde grupos femininos têm ocupado cada vez mais espaço em roteiros de pesca esportiva, sejam em viagens curtas de fim de semana ou em pacotes mais longos organizados entre amigas.

Um exemplo é o grupo Linha Rosa, criado em janeiro pela empresária da construção civil Janaina da Silva Cabral, que começou a pescar há cerca de cinco anos, após ser convidada por uma amiga para conhecer a atividade.

Desde então, a pescaria virou paixão. Em poucos meses, Janaína reuniu mulheres interessadas em compartilhar a experiência e já organizou algumas pescarias. A próxima está marcada para ocorrer de 17 a 20 de abril, quando levará 16 mulheres para uma pousada no distrito do Sucuri, em Cuiabá, para pescar espécies como dourado e jaú no Rio Cuiabá. O grupo reúne participantes de Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.

“As mulheres estão pegando gosto. Muitas se emocionam, se curam nessas pescarias, elas relaxam, se realizam. É indescritível”, relata.

O entusiasmo já inspira novos planos. A empresária pretende organizar uma próxima pescaria feminina no rio Teles Pires, um dos destinos mais conhecidos da pesca esportiva na região norte do estado.

Curiosamente, o marido de Janaína não é pescador, mas apoia totalmente a iniciativa. Foi ele, inclusive, quem a incentivou a participar de eventos do setor, como a Pesca Trade Show, onde ela esteve no estande do Governo de Mato Grosso divulgando o grupo.

“Ele entende meu amor pela pescaria. Não há nada melhor do que uma mulher feliz”, diz.


A tendência acompanha um movimento internacional. De acordo com o presidente da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe), Marcos Glueck, as mulheres já representam cerca de 40% do mercado de pesca esportiva nos Estados Unidos, um público que começa a ganhar força também no Brasil.

“Estamos vendo isso crescer aqui. As mulheres estão criando grupos de pesca e a pergunta que fica é: os destinos estão preparados para recebê-las? A pousada tem estrutura adequada, espelho de parede inteira, espaço para maquiagem? O nosso mercado precisa se adaptar”, afirma.

Segundo ele, o setor brasileiro mira justamente esse público internacional, especialmente o norte-americano, onde a participação feminina já é consolidada.

“Estamos olhando para esse mercado e caminhando nessa direção”, completa.

Para a secretária adjunta de Turismo de Mato Grosso, Maria Letícia Arruda, o crescimento da presença feminina reforça a diversificação do turismo de pesca no estado e abre novas oportunidades para o setor.

“Estamos observando uma mudança importante no perfil do turista de pesca. Cada vez mais mulheres e famílias estão descobrindo essa experiência, o que amplia o potencial do segmento e incentiva os destinos a se estruturarem melhor para receber diferentes públicos”, afirma.

Segundo ela, Mato Grosso tem vantagens competitivas importantes nesse cenário, com rios preservados, diversidade de espécies e uma rede crescente de pousadas e operadores especializados.

“O turismo de pesca em Mato Grosso é muito forte e esse movimento feminino mostra que o segmento está se renovando. As mulheres estão trazendo novos grupos, novos roteiros e ajudando a fortalecer ainda mais essa atividade no estado”, conclui.

Com a projeção do quociente eleitoral próximo de 250 mil votos em Mato Grosso, a corrida pelas oito cadeiras do estado na Câmara dos Deputados tende a ser marcada por forte disputa entre chapas partidárias. A estimativa indica que apenas duas legendas ou federações teriam, neste momento, votos suficientes para garantir de forma direta as primeiras vagas, enquanto as demais dependeriam do sistema de sobras.

Simulações feitas por analistas do cenário político apontam que ao menos cinco chapas aparecem competitivas na briga pelas oito vagas destinadas ao estado. Nesse contexto, o desempenho coletivo das siglas deve ter peso decisivo, já que o número de votos obtidos pelo partido ou federação influencia diretamente na distribuição das cadeiras.

O quociente eleitoral é calculado a partir da divisão do total de votos válidos pelo número de vagas em disputa. Como Mato Grosso possui oito cadeiras na Câmara Federal, a projeção atual aponta que cada vaga exigiria cerca de 250 mil votos.

Caso a estimativa se confirme nas urnas, partidos que não atingirem o quociente eleitoral entrarão na disputa pelas cadeiras remanescentes por meio do sistema de sobras, que leva em consideração a média de votos obtidos pelas chapas.

Na prática, o modelo pode favorecer legendas com votação mais equilibrada entre seus candidatos e, ao mesmo tempo, dificultar a eleição de nomes bem votados em partidos que não alcancem o desempenho mínimo exigido.

Diante desse cenário, a tendência é de que a definição das últimas vagas da bancada federal de Mato Grosso ocorra apenas na fase final da apuração dos votos, quando serão aplicadas as regras de distribuição das sobras eleitorais.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), agendou uma reunião com integrantes do primeiro escalão do governo para tratar da possibilidade de renunciar ao comando do Palácio Paiaguás. O encontro deve reunir secretários e assessores mais próximos da gestão para discutir os próximos passos administrativos e políticos.

Nos bastidores do governo, a convocação da reunião reforça as especulações sobre uma eventual saída antecipada de Mauro Mendes do cargo, movimento que estaria ligado às articulações para as eleições de 2026. Caso a renúncia seja confirmada, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumiria o comando do Executivo estadual.

A reunião também deve abordar o cenário político e a organização da gestão em caso de transição no governo. Integrantes do staff avaliam que a decisão precisa ser discutida de forma alinhada para evitar impactos na continuidade dos projetos e programas em andamento.

Nos últimos meses, o nome de Mauro Mendes tem sido citado em diferentes articulações políticas no estado, especialmente para uma eventual disputa ao Senado nas próximas eleições. Apesar das especulações, o governador ainda não anunciou oficialmente qual será seu projeto político para o próximo pleito.

Enquanto isso, lideranças políticas e partidos acompanham de perto os movimentos no Palácio Paiaguás, já que uma eventual renúncia pode alterar o cenário político em Mato Grosso nos próximos meses.

Policiais militares do Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMPA) apreenderam aproximadamente 174 metros cúbicos de madeira ilegal, na última quinta-feira (12.3), durante fiscalização ambiental no município de Marcelândia (distante 642 km de Cuiabá). A ação integra a Operação Flora Hot Spot 2026, voltada ao combate de crimes ambientais em áreas de exploração florestal no estado.

As equipes realizavam diligências após alertas da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) sobre possível exploração florestal irregular na região. Durante a fiscalização, os policiais localizaram uma área com supressão de vegetação a corte raso, além de uma esplanada contendo toras de diversas espécies florestais.

No local, foram realizadas a contagem e medição do material, sendo identificadas 265 toras, que totalizaram aproximadamente 174m³ de madeira em tora bruta, caracterizando execução de manejo florestal sem autorização do órgão ambiental competente ou em desacordo com as exigências técnicas previstas no Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS).

Durante a operação, também foi apreendida uma motocicleta Honda Bros 125, de cor azul, que será encaminhada à Coordenadoria de Bens e Produtos Retidos (CBPR) da Sema.

A madeira apreendida foi destinada ao Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) de Marcelândia, responsável por providenciar a logística para retirada e destinação do material.

 Até o momento nenhum suspeito foi localizado. Equipes mantêm policiamento na região.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Em meio a um cenário de dificuldades econômicas e aumento do custo de vida, a privatização de rodovias federais tem gerado preocupação entre consumidores e setores produtivos. Especialistas alertam que a concessão de trechos da BR à iniciativa privada pode resultar em aumento de tarifas de pedágio, encarecendo ainda mais o transporte de mercadorias e impactando diretamente o bolso da população.

Com a implantação de novos pedágios ou reajustes nas tarifas já existentes, o custo do frete tende a subir. Esse aumento acaba sendo repassado ao preço final de diversos produtos, principalmente alimentos, combustíveis e itens essenciais que dependem do transporte rodoviário para chegar aos centros de distribuição e supermercados.

Entidades ligadas ao setor de transporte afirmam que, embora a privatização seja frequentemente defendida como forma de melhorar a infraestrutura e a manutenção das rodovias, o momento econômico atual exige cautela. Para caminhoneiros e transportadoras, o aumento dos custos operacionais pode reduzir margens de lucro e pressionar ainda mais a cadeia logística.

Representantes de associações de consumidores também demonstram preocupação com os impactos indiretos da medida. Segundo eles, em um período marcado por inflação e dificuldades financeiras para muitas famílias, qualquer aumento nos custos do transporte acaba refletindo no preço de produtos básicos.

Por outro lado, defensores das concessões argumentam que a participação da iniciativa privada pode garantir investimentos mais rápidos em duplicações, manutenção e segurança nas rodovias. Ainda assim, críticos afirmam que é necessário encontrar um equilíbrio entre a melhoria da infraestrutura e a proteção do consumidor contra novos aumentos de custos.

O debate sobre a privatização das rodovias federais continua gerando discussões entre governo, setor produtivo e sociedade, especialmente em um momento em que o país enfrenta desafios econômicos e busca alternativas para melhorar sua infraestrutura sem ampliar o peso no bolso do cidadão.

A Escola Estadual Aline Maria Teixeira, localizada em Juruena, tem se destacado por integrar educação integral e práticas sustentáveis por meio do projeto “Refeição Completa, da Horta ao Prato, passando pela Pia”. A iniciativa envolve estudantes do 6º e 7º ano em todas as etapas do ciclo do alimento, desde o cultivo até a higienização e o consumo, estimulando hábitos saudáveis e o protagonismo juvenil.

A ação faz parte do modelo Escola Vocacionada à Tecnologia (EVOTEC), voltado ao desenvolvimento de habilidades tecnológicas de forma integrada ao currículo escolar. Atualmente, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) mantém duas unidades nesse formato: a Escola Estadual Padre João Panarotto, em Cuiabá, e a Escola Estadual Aline Maria Teixeira. Juntas, as duas instituições somam 217 matrículas.

O projeto é conduzido pela professora Ingryd Rehbein de Oliveira, com apoio do professor Edilso Bratkoski, dentro do componente curricular Tecnologia e Sustentabilidade. As aulas práticas são realizadas na horta orgânica da escola, enquanto os conteúdos teóricos são trabalhados em sala com apoio de recursos digitais, como o Chromebook. A disciplina exclusiva permite que os estudantes vivenciem, de forma integrada, conceitos de inovação, meio ambiente e alimentação saudável.

Segundo o diretor da escola, Edil Sobatikoski, o projeto nasceu a partir da transformação da unidade no modelo EVOTEC. “Criamos a horta orgânica e também um sistema de aquaponia para que os alunos vivenciem técnicas sustentáveis de cultivo sem uso de agrotóxicos. Eles aprendem sobre compostagem, preservação da água, cuidado com o solo e respeito ao meio ambiente”, explica.


 

O gestor destaca que os estudantes participam ativamente de todas as etapas do processo. “Eles preparam os canteiros, realizam o plantio, acompanham o crescimento das hortaliças, fazem a colheita e levam os alimentos para a cozinha, onde ocorre a higienização antes das refeições. Assim, o aluno entende todo o caminho do alimento e passa a valorizar uma alimentação mais saudável”, afirma.

Entre os cultivos já realizados estão canteiros de rúcula e couve. As turmas também participam da manutenção da horta ao longo da semana, em sistema de rodízio, garantindo o cuidado contínuo das plantações. A escola conta ainda com irrigação automatizada, sistema de aquaponia, minhocário para produção de adubo orgânico e projetos de compostagem para produção do próprio solo utilizado nos canteiros.

O estudante Lorenzo Gayeski, 12, do 7º ano A, conta que a experiência tem sido marcante. “O processo de plantação é muito legal. Aprendemos como preparar o solo, a quantidade certa de sementes e como irrigar corretamente. É diferente porque a gente participa de tudo e vê o resultado do que fez”, relata.

Para Nawany Gabrielly Santos Pereira, 12, também do 7º ano A, a etapa da irrigação é a mais interessante. “A gente aprende como cuidar das plantas e entende que tudo sai da horta direto para a cozinha da escola. Depois da higienização, os alimentos vão para o nosso prato. É muito gratificante”, diz a aluna.

Já Isadora de Campos Bratkoski, 12, destaca o aprendizado sobre técnicas naturais de cultivo. “Uma das partes que eu mais gostei foi preparar a mistura natural para pulverização, usando apenas água e óleo de neem. Aprendemos as medidas corretas e vimos que é possível cuidar da horta sem usar produtos químicos, de forma totalmente sustentável”, explica.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ressalta a importância do projeto para a formação dos estudantes. “A educação integral aliada à tecnologia e à sustentabilidade proporciona aprendizado prático e significativo. Esses projetos fortalecem o protagonismo juvenil e contribuem para formar cidadãos mais conscientes, responsáveis e preparados para os desafios do futuro”, finalizou.

O reajuste no preço do diesel anunciado pela Petrobras começou a valer neste sábado (14) em todo o país. A estatal elevou em R$ 0,38 por litro o valor do combustível vendido às distribuidoras, medida que deve refletir gradualmente no preço final pago pelos consumidores nos postos.

Com o aumento, o preço médio do diesel A comercializado nas refinarias da companhia passa a ser de aproximadamente R$ 3,65 por litro. Já o diesel B, vendido nas bombas e que contém a mistura obrigatória de biodiesel, pode registrar impacto um pouco menor, devido à composição do combustível.

Segundo a Petrobras, o reajuste foi necessário diante da valorização do petróleo no mercado internacional e das oscilações no câmbio, fatores que influenciam diretamente na política de preços da companhia.

Apesar do aumento anunciado pela estatal, o impacto ao consumidor pode ser parcialmente reduzido por medidas adotadas pelo governo federal para conter a alta dos combustíveis, incluindo ajustes tributários e subsídios ao diesel.

O diesel é um dos combustíveis mais sensíveis para a economia brasileira, já que é amplamente utilizado no transporte de cargas e no setor agrícola, o que pode gerar reflexos nos custos logísticos e, consequentemente, nos preços de diversos produtos.

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