Últimas Notícias
Os casos de feminicídio continuam em alta em Mato Grosso. Nos primeiros meses de 2026, o Estado contabilizou 16 mulheres assassinadas em crimes motivados pela condição de gênero. A maioria das vítimas foi morta pelos próprios companheiros ou ex-companheiros, segundo levantamentos das autoridades de segurança.
Os números reforçam o cenário preocupante da violência doméstica no Estado, já que grande parte dos crimes ocorreu dentro das residências ou após episódios anteriores de ameaças, agressões físicas e perseguições. Em diversos casos, familiares relataram que as vítimas já viviam sob constante medo.
Especialistas destacam que o feminicídio costuma ser o estágio mais grave de um ciclo de violência que se inicia com abusos psicológicos, controle excessivo e agressões. A dependência emocional, o receio de denunciar e a falta de apoio acabam dificultando o rompimento dessas relações.
Diante do aumento dos casos, órgãos de proteção e segurança pública intensificaram campanhas de conscientização e reforçaram a importância das denúncias. Medidas protetivas, atendimento especializado e acolhimento às vítimas são apontados como ferramentas essenciais para prevenir novos crimes.
Entidades de defesa dos direitos das mulheres cobram investimentos em políticas públicas, fortalecimento da rede de apoio e ações educativas permanentes para combater a violência de gênero e reduzir os índices de feminicídio em Mato Grosso.
Com a chegada de uma frente fria, pessoas em situação de rua começaram a receber apoio por meio da distribuição de alimentos, cobertores e agasalhos em diferentes pontos da cidade. A iniciativa reúne equipes de assistência social, voluntários e entidades beneficentes preocupadas com a queda brusca da temperatura.
Durante as abordagens, além das refeições e itens de proteção contra o frio, também são oferecidas orientações sobre acolhimento em abrigos temporários e serviços de atendimento social. O objetivo é reduzir os riscos à saúde causados pelas baixas temperaturas, especialmente durante a madrugada.
As equipes intensificaram o trabalho nas áreas com maior concentração de pessoas em vulnerabilidade, levando bebidas quentes, kits de higiene e cobertores. Segundo os organizadores, a procura por ajuda aumenta sempre que há previsão de frio intenso.
A expectativa é de que o domingo seja marcado por ventos mais fortes e sensação térmica ainda mais baixa, o que acendeu o alerta entre os serviços de assistência. Por isso, campanhas de arrecadação de roupas e mantas também foram reforçadas para ampliar o suporte nos próximos dias.
A orientação é para que a população colabore informando casos de pessoas expostas ao frio nas ruas, permitindo que as equipes façam atendimento e encaminhamento aos locais de acolhimento.
O aumento das taxas de juros voltou a pressionar o orçamento das famílias brasileiras e reacendeu o debate sobre a necessidade de ampliação de programas de renegociação de dívidas, como o Novo Desenrola.
Com o crédito mais caro, muitos consumidores enfrentam dificuldades para manter pagamentos em dia, principalmente em despesas básicas e financiamentos. Especialistas apontam que o cenário de juros elevados reduz o poder de compra, dificulta o acesso ao crédito e amplia o risco de inadimplência.
Dados recentes mostram que milhões de brasileiros seguem endividados, mesmo após etapas anteriores do programa de renegociação. Entre os principais débitos estão contas de cartão de crédito, empréstimos pessoais e financiamentos.
Economistas avaliam que uma nova fase do Desenrola pode ajudar a aliviar parte da pressão financeira das famílias, oferecendo condições facilitadas para negociação, descontos e parcelamentos. No entanto, alertam que a solução definitiva depende da combinação entre queda dos juros, aumento da renda e maior controle dos gastos domésticos.
O cenário também preocupa o comércio e o setor de serviços, já que o endividamento elevado reduz o consumo e impacta diretamente a atividade econômica.
A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) segue avançando na política de incentivo à participação estudantil na Rede Estadual. Atualmente, 518 escolas contam com grêmios estudantis ativos. O número corresponde a 82,22% das 630 unidades escolares da rede.
Reativados pela Seduc em 2021, os grêmios estudantis vêm apresentando crescimento contínuo anual na Rede Estadual. Ainda em 2025, a rede já contabilizava mais de 500 grêmios ativos, o que demonstra uma evolução contínua na adesão das escolas à iniciativa.
Presentes em unidades regulares, de tempo integral, cívico-militares, militares, quilombolas e indígenas, eles também contribuem diretamente para a melhoria do ambiente escolar e para o protagonismo dos estudantes.
A atuação dos jovens garante aos estudantes espaço de escuta, diálogo e participação nas decisões que impactam o cotidiano das unidades de ensino, consolidando os grêmios como instrumentos estratégicos para a promoção da gestão democrática e do protagonismo juvenil no ambiente escolar.
Desde a reativação, a Seduc tem intensificado ações voltadas à criação, à regularização e ao fortalecimento dos grêmios, contribuindo diretamente para o crescimento do número de unidades com representação estudantil organizada.
Além de representar os interesses dos estudantes, os grêmios desenvolvem ações pedagógicas, culturais, esportivas e sociais, contribuindo para o fortalecimento do vínculo entre alunos, professores e gestores. As iniciativas também impactam positivamente o clima escolar e o engajamento dos estudantes nas atividades educacionais.
De acordo com o coordenador dos Grêmios Estudantis da Seduc, Matheus Oliveira da Silva, o fortalecimento dos grêmios reflete uma política educacional que valoriza a participação ativa dos estudantes.
“Um grêmio estudantil mostra ao aluno que a voz dele importa. É nesse exercício de ouvir, propor e participar que muitos jovens começam a entender o valor da cidadania”, afirmou.
Uma frente fria deve provocar queda significativa nas temperaturas em Cuiabá neste fim de semana. Após dias de calor intenso, com máximas acima dos 35°C, a capital mato-grossense poderá registrar mínimas entre 13°C e 16°C entre domingo e segunda-feira.
A mudança no tempo ocorre por causa do avanço de uma massa de ar polar sobre a região Centro-Oeste, trazendo ventos frios, aumento da nebulosidade e sensação térmica mais baixa.
De acordo com a previsão:
Meteorologistas alertam que a população deve se preparar para a mudança brusca no clima, especialmente durante as primeiras horas da manhã e à noite.
Muito antes do agro virar potência econômica em Mato Grosso, mulheres já ajudavam a construir o setor nos bastidores das fazendas, escritórios e propriedades rurais do estado. Entre planilhas, manejo de gado, lavoura e a criação dos filhos, muitas delas participaram diretamente da transformação da pecuária mato-grossense em uma das maiores do mundo.
É o caso da produtora rural Leane Altmann, de Nova Mutum, que chegou a Mato Grosso no fim da década de 1980 ao lado do marido em busca de oportunidades no interior do estado. Recém-formada e casada há pouco tempo, ela trocou o Sul do país por uma região que ainda começava a se desenvolver economicamente.
Inicialmente atuando apenas na agricultura, o casal passou a investir também na pecuária após adquirir uma propriedade rural com aptidão para criação de gado. Desde então, a atividade passou a fazer parte da rotina da família.
Hoje, além das áreas agrícolas em Nova Mutum, a família também mantém uma propriedade voltada exclusivamente à pecuária em Santa Rita do Trivelato. Ao longo da trajetória, Leane conciliou maternidade, administração rural e participação ativa em entidades do setor.
“Na época em que as crianças eram pequenas, eu fiquei mais na parte burocrática e também fui presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum. Meu marido cuidava mais da fazenda da porteira para dentro”, conta.
Com o crescimento dos filhos, a produtora passou a assumir também a gestão de propriedades agrícolas, enquanto o casal dividia a administração dos negócios da família.
Apesar da forte ligação com o agro, Leane afirma que nunca pressionou os filhos a seguirem o mesmo caminho. Ainda assim, dois deles já atuam diretamente nas atividades da família e o caçula avalia permanecer no setor. “Eu não imaginava que teria os três meninos na sucessão. Hoje vejo meus filhos com orgulho da atividade e isso me deixa muito satisfeita como mãe”.
Para ela, uma das principais mudanças das últimas décadas foi justamente a valorização da atividade agropecuária e da figura do produtor rural. “Hoje a agropecuária tem muita tecnologia. O produtor se valorizou e a família também passou a valorizar essa atividade. Isso ajuda a manter as novas gerações no campo”.
Além da sucessão familiar, a produtora destaca os desafios econômicos enfrentados pelo setor, marcado por oscilações de mercado, custos elevados e necessidade constante de adaptação. “Eu trabalho com agropecuária por opção. É uma atividade econômica que precisa dar resultado, mas também me traz satisfação pessoal”.
A diretora executiva do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Paula Sodré Queiroz, destaca que a presença feminina tem ganhado cada vez mais força na pecuária mato-grossense, tanto na gestão das propriedades quanto na adoção de práticas sustentáveis e modernas.
"A mulher pecuarista de Mato Grosso hoje não é apenas coadjuvante, ela planeja, ela decide, ela sustenta famílias e negócios, sendo uma das grandes forças do nosso agro”, afirma Paula.
Ela ressalta ainda que histórias como a de Leane representam uma geração de mulheres que ajudou a consolidar Mato Grosso como referência nacional na produção de alimentos. “Neste Dia das Mães, é importante reconhecer essas mulheres que não apenas ajudaram a construir famílias, mas também participaram da construção da pecuária do estado”.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, determinaram que ministros dos dois países apresentem, em até 30 dias, uma proposta para solucionar o impasse envolvendo tarifas comerciais e investigações sobre exportações brasileiras. A decisão foi tomada após reunião bilateral realizada na Casa Branca, em Washington.
Segundo Lula, será criado um grupo de trabalho entre os ministérios do Comércio dos dois governos para negociar os pontos de conflito. O presidente brasileiro afirmou que “quem estiver errado vai ceder”, indicando disposição para um acordo entre as partes.
Os Estados Unidos investigam o Brasil com base na chamada Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana, alegando práticas de concorrência desleal relacionadas ao Pix, tarifas sobre etanol, desmatamento ilegal e proteção de propriedade intelectual. O governo brasileiro, porém, considera a medida unilateral e incompatível com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC).
O encontro entre Lula e Trump durou mais de três horas e também abordou temas como cooperação no combate ao crime organizado e ampliação das relações comerciais entre os dois países. Trump classificou a conversa como “muito boa” e afirmou que novas reuniões entre representantes das duas nações já estão previstas.
Equipes da Polícia Militar prenderam, na tarde desta quinta-feira (7.5), dois suspeitos de realizar disparos de arma de fogo na UPA Ipase, em Várzea Grande. Uma mulher também foi detida por desacatar os policiais e impedir a prisão de um dos criminosos.
De acordo com o boletim de ocorrência, o crime aconteceu por volta das 14h40, quando dois suspeitos chegaram ao local em uma motocicleta Honda CG 150 Start verde e tentaram roubar a arma de um vigilante de 47 anos, que trabalhava na unidade de saúde.
Um dos suspeitos entrou em luta corporal com a vítima na tentativa de tomar a arma de fogo do segurança. O criminoso efetuou o disparo em direção ao vigilante. O tiro não atingiu o trabalhador.
Após o crime, as equipes iniciaram buscas na região. Imagens do circuito interno da UPA ajudaram na identificação dos envolvidos. Uma mochila deixada no local continha documentos de um dos suspeitos, que fazia uso de tornozeleira eletrônica. Com apoio do monitoramento em tempo real do equipamento, os policiais localizaram o suspeito em uma residência no bairro Parque São João.
O suspeito tentou fugir ao perceber a chegada das equipes, mas ele foi abordado, imobilizado e algemado. Durante a abordagem, uma mulher também foi detida por impedir a prisão, desacatar os policiais e desobedecer às ordens da equipe.
O suspeito preso confessou participação no crime e indicou onde havia escondido a arma de fogo utilizada na ação. O revólver foi encontrado no telhado de uma distribuidora da região. Já a tornozeleira eletrônica rompida foi localizada em uma área de mata próxima a uma olaria.
A polícia informou ainda que o suspeito apresentava escoriações pelo corpo. Conforme relato do próprio suspeito, os ferimentos ocorreram ao retirar a tornozeleira eletrônica da perna.
Na sequência, os policiais localizaram também outro o segundo suspeito em um casa no mesmo bairro. Ele também admitiu participação no crime.
Os dois homens e a mulher foram encaminhados à delegacia, junto com a revólver e a moto, para registro do boletim de ocorrência.
Participaram da ação equipes da Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Força Tática, Raio, Grupo de Apoio (GAP) do 4º e 25º Batalhões da PM em Várzea Grande, além do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).
Enquanto nomes históricos patinam na exclusão e na falta de conexão popular, o jovem empresário Alex Pucineli , do Democratas (35), estreou com 2% nas pesquisas, sinalizando um desejo mato-grossense de ruptura no Palácio Paiaguás.
A corrida ao governo de Mato Grosso em 2026 acaba de ganhar um componente que as planilhas dos políticos profissionais não previam. Uma pesquisa do Instituto Percent revelou que o eleitor mato-grossense não quer "mais do mesmo". No meio dos nomes que circulam nos corredores do poder desde o século passado, surge Alex Pucineli como uma alternativa viável.
Com 2% dos interesses de voto, Pucineli ocupa a 7ª posição, mas o número é mais emblemático do que parece. Para um estreante recém-lançado, o índice acende um sinal de alerta para o estabelecimento atual . O comparativo histórico é revelado: Blairo Maggi , antes de desbancar gigantes em Mato Grosso em 2002, aparecia com apenas 1%. Romeu Zema , hoje presidente, também detinha o mesmo percentual quando iniciou sua corrida vitoriosa ao primeiro governo de Minas Gerais. Pucineli destaca-se por ser um dos únicos entre os nomes citados que transitam sem o peso de escândalos ou o desgaste de mandatos intermináveis.
O Contraste de Cenários O cenário atual apresenta um contraste interessante. De um lado, o atual vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), com 13,2%, parece ainda não ter descoberto uma "senha" para converter a força da máquina estatal em popularidade. Do outro, Wellington Fagundes (PL) e Jayme Campos (União Brasil), com 29% e 20,7%, respectivamente, representam a “velha guarda”, políticos de carreira cujas biografias se confundem com a história do estado, mas que carregam o fardo da saturação. Jayme, inclusive, liderou o ranking de colisão com 8,2%, um reflexo natural de quem se perpetua no cenário há mais de quatro décadas.
Pucineli entra no jogo com o discurso do "Choque de Gestão" . Empresário do comércio e do setor de infraestrutura elétrica, ele não fala a língua dos gabinetes, mas a de quem gera empregos e impostos.
O Tabuleiro de 2026 Enquanto nomes como a médica Natasha Slhessarenko (PSD) tentam herdar o espólio político de famílias, como sua mãe, a ex-senadora Serys Slhessarenko, e o empresário Marcelo Maluf (PSDB), a ascensão de Alex Pucineli sugere que a eleição de 2026 não será decidida apenas pelo tempo de TV ou pelo tamanho da estrutura. A aposta é na capacidade de oferecer o “novo” de fato.
A disputa será acirrada. Entre as velhas fórmulas e a inovação da iniciativa privada, o eleitor começa a dar sinais de que prefere o risco da renovação ao conforto estagnado das figuras de sempre. A pesquisa espontânea indica que 70% dos participantes ainda estão indecisos. Em suma, o cenário mostra que nenhum dos pré-candidatos ao Palácio Paiaguás pode ser considerado franco favorito.
Dados Técnicos da Pesquisa Uma pesquisa quantitativa, realizada pelo instituto Percent, reuniu presencialmente 1.200 pessoas entre os dias 30 de abril e 3 de maio de 2026. A margem de erro é de 2,83% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento segue rigorosamente as diretrizes do IBGE (Censo 2022 e PNAD 2025), ficando devidamente registrado na Justiça Eleitoral sob os números BR-00726/2026 e MT-06232/2026 .
A Câmara Municipal de Várzea Grande segue acompanhando a situação do projeto de reforma do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS), que conta com recurso já assegurado no valor de R$ 1,8 milhão.
A viabilização do investimento ocorreu por meio de articulação da vereadora Lucélia Oliveira junto à assessoria do deputado estadual Dilmar Dal Bosco. Em agenda institucional, a parlamentar esteve no gabinete do deputado acompanhada da secretária da pasta, Cristina Saito, ocasião em que foi apresentado o projeto da obra.
Durante a análise técnica, no entanto, foram identificadas inconsistências que impedem o andamento do processo. O projeto foi devolvido para ajustes, sendo apontada a necessidade de adequações estruturais, especialmente nas áreas hidráulica e elétrica.
De acordo com as informações apresentadas, a responsabilidade pelas correções é da Secretaria Municipal de Obras, que já foi acionada para realizar as adequações necessárias. A equipe técnica também avalia a necessidade de ampliação do quadro profissional para atender às demandas do projeto.
A vereadora Lucélia Oliveira reforçou que continuará acompanhando o caso. "O recurso já está garantido, mas é fundamental que o projeto esteja adequado para que a obra possa ser executada", destacou.
A Câmara Municipal reafirma seu compromisso com a fiscalização e o acompanhamento das ações do Executivo, visando garantir que investimentos destinados à população sejam efetivamente aplicados e revertidos em melhorias nos serviços públicos.
A expectativa é de que, após os ajustes técnicos, o projeto avance para as próximas etapas, possibilitando a execução da obra e o fortalecimento da rede de assistência social no município.