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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), determinou nesta quinta-feira (30) a retomada dos contratos dos profissionais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) que haviam sido encerrados no fim do mês passado. A decisão foi tomada durante reunião com integrantes da Comissão de Saúde e representantes da categoria, no Palácio Paiaguás.

A medida ocorre após semanas de pressão de servidores, sindicatos e lideranças políticas, que cobravam do Governo do Estado uma solução para evitar impactos no atendimento de urgência e emergência na Baixada Cuiabana.

“Em consideração à contribuição e ao histórico do serviço prestado, o Governo de Mato Grosso decidiu pela recontratação dos profissionais. O mais importante é garantir o atendimento à população. O Samu e o Corpo de Bombeiros vão seguir atuando juntos, com qualidade, rapidez e eficiência”, afirmou Pivetta.

O encerramento dos contratos havia provocado preocupação entre trabalhadores da saúde e gestores municipais, diante do risco de redução das equipes e sobrecarga no sistema de atendimento emergencial.

Com a decisão, o Governo do Estado pretende garantir a continuidade dos serviços e restabelecer a normalidade no atendimento prestado à população da Baixada Cuiabana.

A Operação Emenda Oculta revelou um suposto esquema de circulação de dinheiro em espécie envolvendo empresários, institutos e parlamentares de Mato Grosso. As investigações conduzidas pelo Ministério Público Estadual (MPE) apontam que o empresário João Nery Chiroli, dono da Chiroli Esportes, realizou três saques que somaram R$ 720 mil em apenas 36 dias.

Segundo os autos, um dos episódios considerados mais relevantes ocorreu em 16 de dezembro de 2025. Após sacar R$ 350 mil em uma agência do Sicoob Integração, Chiroli teria entrado em um veículo atribuído ao deputado estadual Elizeu Nascimento (PL). A informação consta em decisão da desembargadora Juanita Cruz da Silva Clait Duarte, da Turma de Câmaras Criminais Reunidas.

De acordo com a magistrada, imagens internas e externas da agência bancária, somadas a dados de reconhecimento facial e monitoramentos presenciais, confirmariam a movimentação do empresário logo após o saque.

Outro fato investigado ocorreu em 21 de janeiro de 2026. Na ocasião, Chiroli sacou R$ 120 mil em espécie e seguiu para o Condomínio Florais Itália, em Cuiabá, onde, segundo o relatório, teria se encontrado com o vereador Cezinha Nascimento (PL), irmão de Elizeu. Para os investigadores, a situação reforça a suspeita de repetição do mesmo padrão operacional.

Além desses valores, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou ainda outro saque de R$ 250 mil em dezembro de 2025, totalizando R$ 720 mil retirados em dinheiro vivo no período analisado.

O Ministério Público afirma que os saques ocorreram poucos dias depois da liberação de aproximadamente R$ 2,8 milhões em emendas parlamentares destinadas ao Instituto Social Mato-Grossense (Ismat) e ao Instituto Brasil Central (Ibrace), entidades investigadas no caso.

Conforme as apurações, os recursos públicos eram transferidos para a empresa Sem Limite Esporte e Evento Ltda., ligada a Chiroli. Depois disso, parte do dinheiro retornaria aos parlamentares responsáveis pelas emendas, segundo a linha investigativa do MPE.

A Operação Emenda Oculta é um desdobramento da Operação Gorjeta, que investigou supostos desvios de recursos públicos relacionados ao vereador Chico 2000 (PL).

Além de João Nery Chiroli, foram alvos da operação o deputado Elizeu Nascimento, o vereador Cezinha Nascimento, Samara Regina Lucas Barbosa, presidente do Ismat, Alex Jony Silva, presidente do Ibrace, e João Batista de Almeida e Silva, assessor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

A Justiça autorizou quebra de sigilos bancário e fiscal, bloqueio de bens e cumprimento de mandados de busca e apreensão contra os investigados. Durante as diligências, policiais apreenderam cerca de R$ 200 mil em dinheiro na casa dos irmãos Nascimento, além de celulares, notebooks e documentos.

O MPE pediu o afastamento de Elizeu e Cezinha das funções públicas, mas a desembargadora rejeitou a solicitação. Em contrapartida, determinou medidas cautelares por 90 dias, incluindo a proibição de indicar emendas parlamentares e de manter contato entre os investigados.

O Ministério Público Estadual (MPE) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (30), a Operação Emenda Oculta, que investiga um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares em Mato Grosso. Entre os alvos estão o deputado estadual Elizeu Nascimento e o vereador por Cuiabá Cezinha Nascimento, que são irmãos.

A investigação é conduzida pelo Núcleo de Ações de Competência Originária (Naco), ligado ao MPE, e apura suspeitas de uso irregular de entidades para desviar recursos públicos oriundos de emendas parlamentares. Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos investigados.

Segundo as apurações, recursos destinados ao Instituto Social Mato-Grossense (ISMAT) e ao Instituto Brasil Central (Ibrace) teriam sido transferidos posteriormente para uma empresa privada. Parte dos valores, conforme a suspeita investigada, retornaria aos autores das emendas em um esquema conhecido como “retorno”.

A operação é um desdobramento da Operação Gorjeta, deflagrada pela Polícia Civil em janeiro deste ano, que já investigava supostas irregularidades envolvendo cerca de R$ 3 milhões em emendas parlamentares vinculadas à Câmara de Cuiabá e à Secretaria Municipal de Esportes.

De acordo com as investigações, parte dos recursos teria sido repassada à empresa Sem Limite Esporte e Evento LTDA, responsável por devolver parte do dinheiro aos parlamentares envolvidos no esquema. Auditorias também foram determinadas em emendas destinadas ao Ibrace entre 2023 e 2025.

A Câmara Municipal de Cuiabá informou que deve se manifestar oficialmente após a conclusão das apurações preliminares. Até o momento, os investigados não haviam se pronunciado publicamente sobre as acusações.

A rejeição do nome de Jorge Messias pelo Senado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal abriu um novo foco de tensão política no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Após a derrota inédita, o Palácio do Planalto agora avalia se fará uma nova indicação ainda em 2026 ou se deixará a escolha para depois das eleições.

Messias teve o nome barrado por 42 votos contrários e 34 favoráveis, tornando-se o primeiro indicado ao STF rejeitado pelo Senado em mais de 130 anos. A derrota expôs dificuldades na articulação política do governo e aprofundou o desgaste na relação com setores do Congresso, especialmente com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.

Nos bastidores, aliados de Lula defendem duas possibilidades. A primeira seria apresentar rapidamente um novo nome, em uma tentativa de reagir politicamente ao revés e demonstrar força institucional. A segunda hipótese é adiar a indicação para 2027, evitando uma nova derrota em meio ao cenário eleitoral e às resistências dentro do Senado.

Analistas avaliam que a rejeição representa um duro golpe político para o Planalto e um recado do Senado ao Executivo e ao próprio STF. O episódio também reforça a pressão para que o próximo indicado tenha perfil mais conciliador e maior capacidade de diálogo com os parlamentares.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 14,75% para 14,5% ao ano. A medida foi aprovada por unanimidade e marca o segundo corte consecutivo da taxa em 2026.

Em comunicado, o Banco Central afirmou que a decisão reflete sinais de desaceleração da atividade econômica e os efeitos da política monetária restritiva adotada nos últimos meses. Mesmo com a redução, o órgão destacou que o cenário internacional ainda inspira cautela, especialmente diante das tensões geopolíticas e da volatilidade nos preços de combustíveis e alimentos.

A Selic permaneceu no patamar de 15% ao ano entre meados de 2025 e o início deste ano, atingindo o maior nível em quase 20 anos. O ciclo de redução começou na reunião anterior do Copom, quando a taxa caiu para 14,75%.

Considerada a principal ferramenta de controle da inflação, a Selic influencia diretamente os juros cobrados em financiamentos, empréstimos e cartões de crédito. A redução da taxa tende a baratear o crédito, estimular o consumo e favorecer investimentos na economia.

O Senado Federal rejeitou, nesta quarta-feira (29), a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Em votação secreta no plenário, o nome do indicado recebeu 34 votos favoráveis e 42 contrários, resultado insuficiente para alcançar a maioria necessária à aprovação.

A decisão representa uma derrota política significativa para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que agora precisará apresentar um novo nome ao Senado para ocupar a cadeira aberta na Corte.

Antes da votação em plenário, Messias havia conseguido aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), mas enfrentou resistência entre senadores de diferentes partidos durante a análise final.

A rejeição de um indicado ao STF é considerada rara na história política brasileira. O episódio aumenta a tensão entre o Palácio do Planalto e parte do Congresso Nacional em meio às articulações políticas do governo no Senado.

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), publicou na edição suplementar da Gazeta Municipal desta terça-feira (28) o Edital de Convocação nº 02/2026, referente ao Processo de Seleção Simplificado nº 001/2026/SMS, que prevê a contratação temporária de profissionais para reforçar a rede pública de saúde.

Nesta etapa, foram convocados nove médicos clínicos gerais para atuação na Atenção Primária à Saúde (APS), com carga horária de 40 horas semanais, que irão atender nas Unidades de Saúde da Família (USFs) do município.

Os convocados devem apresentar ou enviar a documentação exigida no prazo de 15 dias, a partir de 28 de abril de 2026, com prazo final em 13 de maio de 2026. O procedimento pode ser feito de forma online, pelo Protocolo Virtual (SIGED), ou presencialmente na Diretoria de Gestão de Pessoas da Secretaria Municipal de Saúde.

Entre os documentos obrigatórios estão:

Documento de identificação (RG ou CNH) e CPF; Título de eleitor; PIS/PASEP; Foto 3x4 atualizada; Registro no Conselho Regional de Medicina (CRM-MT) e certidão de regularidade; Comprovante de residência atualizado; Carteira de Trabalho; Certidões negativas nas esferas estadual e federal; Certidões de vínculos empregatícios; Declarações exigidas pelo edital; Diploma de graduação ou certificado de conclusão com histórico escolar. Também é obrigatória a apresentação do Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), acompanhado de exames específicos para a função médica, como avaliação oftalmológica, avaliação psiquiátrica e psicológica, eletrocardiograma, exames laboratoriais e sorologias.

Os candidatos devem ainda apresentar o cartão de vacinação atualizado, incluindo imunizações como Hepatite B, Tríplice Viral, dT, Febre Amarela, Influenza e Covid-19.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o não envio ou a apresentação incompleta da documentação dentro do prazo resultará na eliminação automática do processo seletivo. Após a validação, os profissionais terão até 48 horas para se apresentar na unidade designada e iniciar as atividades.

A medida visa fortalecer o atendimento nas Unidades de Saúde da Família e ampliar o acesso da população cuiabana aos serviços da Atenção Primária.

A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT), em parceria com a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), publicou o edital abrindo as inscrições para seleção de estudantes da Rede Estadual no Programa Estadual de Formação de Pilotos Civis – Decolando.

A iniciativa tem como objetivo promover a inclusão social e o desenvolvimento profissional de jovens por meio da oferta de formação aeronáutica completa e gratuita, alinhada às exigências da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Estão sendo ofertadas 20 vagas destinadas a estudantes residentes nos municípios de Cuiabá e Várzea Grande e regularmente matriculados no Ensino Médio da Rede Estadual.

Dessa forma, foram estabelecidos critérios de equidade para ampliar o alcance social da iniciativa. Do total de vagas, 5 são destinadas a candidatas do sexo feminino e 5 são para candidatos autodeclarados pretos, pardos ou indígenas, conforme classificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As outras dez vagas são de ampla concorrência.

Para participar, é necessário ter idade mínima de 17 anos até o início do programa, frequência escolar igual ou superior a 85%, estar inscrito e com dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico), além de não possuir licença aeronáutica prévia e apresentar aptidão física e psicofísica compatível com a formação.

Na parceria, cabe à Seduc a seleção dos estudantes e a articulação com a rede de ensino. A Sesp, por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer), atua na condução da iniciativa, sendo responsável pela coordenação técnica, estruturação da formação, contratação das empresas especializadas, definição dos conteúdos e acompanhamento integral dos alunos ao longo de todo o processo formativo.

Já a Setasc fica responsável por assegurar o recorte social da iniciativa, priorizando o atendimento ao público inscrito e com dados atualizados no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

O programa prevê a formação completa para obtenção das licenças de Piloto Privado de Avião (PP) e Piloto Comercial de Avião (PC), incluindo habilitações multimotor e voo por instrumentos, além de treinamento em inglês aeronáutico.

Para a secretária de Educação, Flávia Soares, o programa representa uma oportunidade única para que os estudantes tenham acesso a uma formação de qualidade, ampliando perspectivas de futuro.

“Esse é um programa que transforma vidas e leva aos nossos estudantes uma oportunidade que antes era distante da realidade. Estamos garantindo que os nossos jovens possam sonhar mais alto e receber uma formação de excelência”, destacou ela.

Inscrições

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente de forma online até o dia 10 de maio, por meio de formulário eletrônico. No ato da inscrição, o candidato deve preencher os dados solicitados e anexar documentos como identificação com foto, CPF e comprovante de residência.

Já a divulgação do resultado preliminar será no dia 18 de maio. O resultado final da classificação será divulgado em 22 de maio, assim como a convocação dos candidatos selecionados.

Seleção e classificação

O processo seletivo será realizado em etapa única, de caráter eliminatório e classificatório, com base no desempenho acadêmico dos candidatos no Sistema de Avaliação Educacional de Mato Grosso (Avalia MT).

Serão consideradas as notas de Matemática e Língua Portuguesa da Avaliação Somativa de 2025, sendo a pontuação final calculada pela média aritmética das duas disciplinas de zero a dez.

Etapas do programa

Os candidatos classificados participarão de etapas sequenciais. A primeira consiste em curso teórico, com duração de três meses, realizado de segunda a sexta, das 19h às 22h no Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), no Aeroporto Marechal Rondon.

Na sequência, os participantes passarão por avaliação teórica. Os candidatos com melhor desempenho avançam para a etapa de avaliação médica, necessária para obtenção do Certificado Médico Aeronáutico (CMA).

A quarta e última fase corresponde à formação prática de voo, com atividades teóricas e operacionais voltadas à obtenção das licenças e habilitações previstas.

O programa tem duração estimada de até 24 meses, com todas as etapas da formação custeadas pelo Governo do Estado de Mato Grosso.

O Governo de Mato Grosso realiza, nesta quarta-feira (29.4), o pagamento dos salários referentes ao mês de abril para todos os servidores públicos estaduais. A folha líquida soma R$ 776.974.239,49 e contempla os funcionários da administração direta e indireta do Poder Executivo.

De acordo com a Secretaria Adjunta do Tesouro Estadual, do total, R$ 526.033.229,24 são destinados ao pagamento dos servidores ativos, e R$ 250.941.010,25 aos inativos e pensionistas.

As ordens de pagamento já foram enviadas ao Banco do Brasil, e os valores estarão disponíveis ao longo do dia, conforme o calendário oficial estabelecido no início do ano.

A disputa interna pela candidatura própria da Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, aprofundou a divisão entre os grupos políticos liderados pelo senador Jayme Campos e pelo governador Mauro Mendes, criando um cenário de instabilidade que pode influenciar diretamente as eleições de 2026 em Mato Grosso.

Na última segunda-feira (27), Jayme voltou a defender publicamente uma candidatura própria do União Brasil ao governo estadual, contrariando a estratégia de Mauro Mendes, que trabalha pela consolidação de uma aliança em torno do vice-governador Otaviano Pivetta, filiado ao Republicanos.

A divergência expôs de vez a fissura dentro da federação. Nos bastidores, aliados dos dois grupos já admitem dificuldades para reconstruir a unidade política, independentemente da decisão que venha a ser tomada pela legenda.

Enquanto Jayme mantém o discurso de independência e fortalecimento do União Brasil, Mauro Mendes atua para evitar uma ruptura formal. Em Brasília, o governador teria buscado apoio da direção nacional da federação, comandada por Antonio Rueda e pelo senador Ciro Nogueira, para conter o avanço da candidatura própria.

O ex-governador Blairo Maggi também entrou no debate e defendeu a construção de um palanque unificado, alertando que a ausência de Jayme Campos no grupo pode comprometer as chances eleitorais do bloco governista.

A tensão ficou evidente durante a Norte Show, em Sinop, onde Jayme, Mauro, Pivetta, Julio Campos e o prefeito de Cuiabá Abilio Brunini participaram de agendas conjuntas ao lado do senador Flavio Bolsonaro. Apesar da aparente cordialidade, o clima político seguiu distante de um consenso.

Horas depois do encontro, Jayme reafirmou sua pré-candidatura ao governo. Já aliados de Mauro Mendes, representados pela senadora Margareth Buzetti, defenderam publicamente a tendência de apoio da federação à reeleição de Pivetta.

O episódio relembra a eleição municipal de Cuiabá em 2024, quando o então candidato do União Brasil, Eduardo Botelho, teve sua candidatura enfraquecida por declarações de aliados do Palácio Paiaguás. Na ocasião, Abilio Brunini avançou ao segundo turno contra Ludio Cabral e acabou eleito prefeito da capital.

Agora, a fragmentação política pode abrir espaço para um cenário inédito em Mato Grosso. Com possíveis candidaturas de Jayme Campos, Otaviano Pivetta, Wellington Fagundes e Natasha Slhessarenko, cresce a possibilidade de o estado ter, pela primeira vez desde a Constituição de 1988, uma eleição para governador decidida em segundo turno.

Até hoje, todas as disputas pelo Palácio Paiaguás foram definidas ainda no primeiro turno. O atual cenário, marcado por divisões internas, alianças instáveis e múltiplas candidaturas competitivas, aponta para uma corrida eleitoral mais aberta e imprevisível.

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