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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

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Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

Entre as mudanças em análise estão a redução da jornada semanal, hoje limitada a 44 horas, e a possibilidade de novos formatos de trabalho, como a adoção de quatro dias por semana.

O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

Nesta fase, o colegiado analisa apenas se as propostas estão de acordo com a Constituição, sem discutir o conteúdo em si. Com o aval, os textos seguem agora para uma comissão especial, onde serão debatidos de forma mais aprofundada e poderão receber alterações.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade de propostas de emenda à Constituição (PECs) que preveem o fim da escala de trabalho 6x1 — modelo em que o trabalhador cumpre seis dias consecutivos de serviço para apenas um de descanso.

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O tema tem mobilizado diferentes setores. De um lado, há pressão por melhores condições de trabalho e qualidade de vida. De outro, representantes do setor produtivo demonstram preocupação com possíveis impactos econômicos.

Para que as novas regras entrem em vigor, as PECs ainda precisam ser aprovadas em dois turnos no plenário da Câmara e, posteriormente, pelo Senado.

A conta de energia elétrica em Mato Grosso ficou mais cara. A Agência Nacional de Energia Elétrica autorizou reajuste médio de 5,12% para consumidores residenciais e de 10,42% para o setor industrial, com impacto maior para usuários de alta tensão.

O aumento passa a valer nas tarifas cobradas pelas concessionárias que atendem o estado e atinge diretamente o orçamento das famílias e o custo de produção das empresas.

Para os consumidores residenciais, o reajuste é considerado moderado, mas ainda pressiona o custo de vida. Já para a indústria, o índice acima de 10% acende alerta, já que pode elevar preços de produtos e serviços.

Os reajustes anuais definidos pela ANEEL levam em conta fatores como custos de geração, transmissão, encargos setoriais e variações econômicas. Em cenários de alta demanda ou custos maiores no setor elétrico, os aumentos tendem a ser mais expressivos.

A alta reforça a preocupação com o peso da energia no bolso do consumidor e na competitividade da economia estadual.

A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) publicou o Edital nº 008/2026 para o credenciamento de instrutores que irão atuar nos cursos profissionalizantes ofertados pelo Programa Estadual de Qualificação (PEQ).

As inscrições estarão abertas a partir do dia 28 de abril e se encerrarão no dia 15 de maio, devendo ser realizadas exclusivamente pelo site da Seciteci.

De acordo com o edital, o credenciamento tem o objetivo de agilizar os processos de recrutamento de profissionais para atuar como instrutores de qualificação profissional. Com oportunidades para diferentes áreas, o edital contempla uma ampla variedade de cursos de qualificação, abrangendo diversos eixos tecnológicos.

Entre os destaques, estão as demandas por instrutores dos cursos de agente comunitário de saúde, apoio e cuidados ao idoso, apoio e cuidados infantis, barbeiro, cabeleireiro, aplicador de revestimentos (azulejista), jardinagem, libras, manicure e pedicure, formação de armador de ferragens, assistente administrativo, assistente de logística, assistente de recursos humanos, cozinheiro industrial, costureiro industrial, eletricista instalador predial, instalação de sistemas fotovoltaicos, informática básica, manutenção de máquinas agrícolas, operador de máquinas e implementos agrícolas e operador de processamento de grãos e cereais.

Há também oportunidades para instrutores dos cursos de empreendedorismo, turismo e tecnologias em economia criativa, além de áreas estratégicas como metrologia comercial (com foco em alimentos, agronegócio e combustíveis), microempreendedor individual (MEI), montagem e reparação de computadores, mecânica de refrigeração e marcenaria.

Ainda conforme o regulamento, o processo seletivo terá validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. Os profissionais credenciados irão compor um banco de instrutores e serão convocados conforme a demanda de cursos nos municípios.

De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso, Dimorvan Brescancim, o credenciamento é uma oportunidade para ampliar a oferta de cursos do Programa Estadual de Qualificação (PEQ) em todo o Estado.

“Estamos fortalecendo o PEQ com a abertura de novos cursos e a formação de um banco de instrutores qualificados, que vão levar capacitação profissional para todos os municípios. Convidamos os profissionais a se inscreverem e fazerem parte dessa iniciativa que gera oportunidades, qualifica a mão de obra e impulsiona o desenvolvimento de Mato Grosso”, destaca.

Embora o edital não estabeleça vagas específicas por município, ele define que os cursos do Programa Estadual de Qualificação (PEQ) serão ofertados a partir dos polos regionais das Escolas Técnicas Estaduais, localizados em cidades estratégicas como Água Boa, Alta Floresta, Cáceres, Barra do Garças, Campo Verde, Cuiabá, Diamantino, Juara, Lucas do Rio Verde, Matupá, Primavera do Leste, Poxoréo, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Tangará da Serra e Várzea Grande. Um ponto importante é que, no momento da inscrição, o candidato pode indicar em quais municípios tem disponibilidade para atuar.

Cronograma

Após a inscrição, a divulgação preliminar das inscrições deferidas e indeferidas ocorrerá no dia 18 de maio, com prazo para recursos entre os dias 18 e 21 de maio. A lista final de inscritos será publicada em 25 de maio.

Além de atender ao cronograma e às áreas de atuação previstas, o edital reforça a necessidade de que os profissionais credenciados possuam conhecimento técnico compatível com os cursos ofertados. Os candidatos devem comprovar formação acadêmica e/ou experiência profissional na área em que pretendem atuar, garantindo domínio prático e teórico dos conteúdos.

A avaliação curricular terá resultado preliminar divulgado em 28 de maio, na mesma data em que se inicia o período de recursos, que segue até 1º de junho. O resultado final da avaliação está previsto para 3 de junho, enquanto a homologação oficial será publicada no Diário Oficial do Estado no dia 4 de junho de 2026.

O valor da hora/aula para pagamento será de acordo com o nível de formação do profissional. Para aqueles com formação em nível médio/técnico ou equivalente, bem como para profissionais graduados, o valor é de R$ 50,00 por hora/aula. Já os profissionais com pós-graduação em nível de especialização na área demandada recebem R$ 60,00, enquanto aqueles com título de mestrado recebem R$ 80,00. Já para profissionais com doutorado na área, o valor da hora/aula é de R$ 100,00. Em todos os casos, a carga horária máxima permitida é de até 40 horas semanais por profissional.

Clique aqui para acessar o edital.

O I Seminário Matogrossense Sobre Violência em Escolas acontece no próximo dia 23 de abril, às 14h, no Auditório Milton Figueiredo da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O evento promovido pela deputada estadual Sheila Klener conta com o apoio do deputado estadual Carlos Avallone. Sheila é autora da Lei nº 13.172 de 19 de dezembro de 2025, que institui o mês de abril como o Mês Estadual de Combate à Violência nas Escolas no Estado de Mato Grosso.

A Lei é um dos frutos da passagem de Sheila pela ALMT em agosto do ano passado quando assumiu a vaga de Avallone, de quem é suplente. O evento reúne especialistas e autoridades para debater o aumento de casos de violência escolar. Dados recentes do IBGE apontam que as agressões recorrentes entre estudantes dobraram nos últimos anos.

O levantamento feito pelo instituto de pesquisa com adolescentes entre 13 a 17 anos de escola públicas e privadas demostrou que o problema está distribuído em diferentes contextos sociais. O Seminário conta com explanação dos principais Órgãos e Instituição de Segurança Pública.

PROGRAMAÇÃO:

Como Podemos Ajudar a Perícia a Identificar Agressores - Dra. Rosangela Ventura - SESP/MT

Justiça Restaurativa no Ambiente Escolar -MSC. Janaína Nasser - CEE/MT.

Atuação do MP/MT no Combate à Violência nas Escolas - Dr. Augusto C. Fuzaro - MP/MT.

Atuação a SESP/MT no Combate à Violência nas Escolas - Dr. Clayton Q. Moura - SESP/MT

A Câmara Municipal de Várzea Grande vai pedir perícia nos áudios supostamente atribuídos à prefeita do município. O conteúdo passou a circular na última semana e motivou movimentação do Legislativo. O material supostamente atribuído à chefe do Executivo estaria envolvendo parlamentares, com citações de que estariam envolvidos em atos de corrupção e atos ilegais.

Segundo a equipe jurídica da Câmara, para dar início a um processo formal são necessários indícios de materialidade e de autoria. Nesse cenário, a perícia será determinante para a análise.

 Devem ser avaliados indícios de ingerência indevida do Poder Executivo no Poder Legislativo, calúnia, injúria qualificada, difamação e possível tentativa de corrupção. 

A Câmara ainda não definiu prazo para conclusão da perícia. O Legislativo reforçou que o objetivo é conduzir a apuração de forma técnica. "Ocupamos cargos eletivos e lidamos com vidas a todo momento. Qualquer palavra mal colocada pode ferir pessoas. Por isso a apuração precisa ser responsável", afirmou o presidente da Casa, Wanderley Cerqueira (MDB).

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (22.4), a Operação Broquel para cumprir ordens judiciais contra um esquema de desvio de benefícios de internos da Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, da Prefeitura de Várzea Grande.

São cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar e de afastamento de sigilo de dados de aparelhos eletrônicos, expedidos pela Segunda Vara Criminal de Várzea Grande. A operação tem como alvo principal o ex-gerente da unidade, que ocupou o cargo até 2024 e é investigado por crimes de peculato majorado praticados de forma continuada.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apontam que o suspeito, valendo-se de sua função pública, da sua posição hierárquica sobre os acolhidos e da relação de confiança com eles construída, apropriou-se indevidamente de documentos pessoais, cartões bancários e benefícios assistenciais dos internos.

Saques e empréstimos

De acordo com os relatos colhidos, o ex-gerente realizava saques integrais dos benefícios e contraía empréstimos bancários não autorizados em nome das vítimas, pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social e psicológica.

Algumas das vítimas, além de viverem ou terem vivido em situação de rua, são analfabetas, possuem dificuldade de comunicação, dependência química e alcoólica ou ainda enfermidades de natureza psiquiátrica, características que, em efeito sinérgico, potencializam a condição de vulnerabilidade.

Em um dos casos documentados, um empréstimo consignado de mais de R$ 16 mil foi formalizado em nome de um acolhido, com indícios de fraude na contratação.

Além dos desvios financeiros, há denúncias de que o investigado utilizava a mão de obra dos internos para trabalhos não remunerados em sua propriedade particular e utilizava métodos de intimidação e coação psicológica para manter o controle sobre os valores desviados.

Suspensão de função pública

Contra o principal investigado, também foi determinada a suspensão do exercício da função pública, sendo ele atualmente ocupante de outro cargo na Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, bem como o impedimento de nomeação ou contratação para outro cargo pelo Poder Público Municipal.

Foram determinadas outras medidas cautelares, como a proibição de o investigado manter contato com vítimas e testemunhas e a proibição de acesso a todos os prédios e às dependências da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande.

Casa de Acolhimento

A Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda é um equipamento público de execução direta da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande, destinado ao acolhimento de homens adultos em situação de rua.

O regimento interno da unidade proíbe a retenção de documentos ou valores como condição para permanência no local, prevendo que a guarda de pertences deve ser feita com segurança e devolvida integralmente aos assistidos.

As investigações prosseguem com a análise de materiais apreendidos e a identificação de possíveis novas vítimas do esquema.

Nome da operação

A Operação Broquel (termo que remete a um escudo de proteção) visa não apenas punir os desvios de recursos públicos e particulares, mas também interromper o ciclo de abusos contra cidadãos em estado de extrema hipossuficiência social e jurídica.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

A Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager-MT) publicou a Resolução Normativa nº 002/2026, que estabelece novas regras para a identificação de passageiros estrangeiros no transporte intermunicipal de Mato Grosso. A medida já está valendo para todas as viagens entre municípios realizadas no Estado.

A norma determina que estrangeiros deverão apresentar documento oficial válido no Brasil no momento da compra da passagem e também no embarque.

Entre os documentos aceitos estão passaporte, Carteira de Registro Nacional Migratório (CRNM), Cédula de Identidade de Estrangeiro (CIE), além de documentos reconhecidos por acordos internacionais, como os firmados no âmbito do Mercosul. Protocolos provisórios de refúgio ou emitidos pela Polícia Federal também serão aceitos, dentro do prazo de validade.

A resolução prevê exceção para estrangeiros idosos, com idade igual ou superior a 60 anos, ou pessoas com deficiência, permitindo a utilização da Cédula de Identidade de Estrangeiro ou da Carteira de Registro Nacional Migratório vencidas, desde que cumpridos os requisitos legais.

O texto também reforça as obrigações das empresas de transporte, que deverão exigir a documentação no ato da emissão do bilhete, além de registrar e manter os dados dos passageiros por pelo menos dois anos.

Esses dados deverão ser mantidos com garantia de confidencialidade e poderão ser acessados por órgãos competentes, conforme a legislação de proteção de dados pessoais.

“Essa resolução visa aprimorar a segurança e o controle no transporte intermunicipal, garantindo o cumprimento das normas de identificação sem onerar indevidamente os passageiros ou as empresas. Orientamos as transportadoras a se adequarem imediatamente”, reforçou o diretor regulador de Transportes e Rodovias da Ager, José Ricardo Elias.

Em caso de descumprimento, a Ager ressalta que as transportadoras estarão sujeitas a penalidades previstas na legislação, como multas e até a suspensão da autorização de operação.

Confira no site da Ager a íntegra da Resolução Normativa N° 002/2026.

A vereadora Ilde Taques reforçou a autonomia da Câmara Municipal de Cuiabá e criticou tentativas de interferência externa nas decisões do Legislativo. A declaração ocorre em meio a movimentações políticas envolvendo o deputado federal Abilio Brunini.

De forma direta, Ilde rejeitou qualquer influência sobre os trabalhos da Casa e destacou a importância da independência entre os poderes. Segundo ela, o Legislativo deve atuar com responsabilidade, mantendo o foco na fiscalização do Executivo e na elaboração de políticas públicas.

“A Câmara é independente e assim continuará. Nosso compromisso é com a população”, afirmou a parlamentar.

O posicionamento evidencia o clima de tensão política no cenário local, marcado por divergências entre lideranças e disputas por espaço nas decisões que impactam a capital mato-grossense.

A primeira parcela do 13º salário de aposentados e pensionistas do INSS começa a ser paga nesta sexta-feira, dia 24 de abril. O calendário segue até 8 de maio, conforme o número final do benefício (sem considerar o dígito verificador).

A antecipação foi confirmada pelo governo federal e mantém a estratégia adotada nos últimos anos, injetando bilhões de reais na economia ainda no primeiro semestre. Ao todo, cerca de 35 milhões de beneficiários devem receber o valor.

Como será o pagamento

  • A primeira parcela corresponde a 50% do valor do benefício, sem descontos.
  • O depósito é feito junto com o pagamento mensal do INSS.
  • A ordem segue o número final do cartão do benefício.

Segunda parcela

A segunda metade do 13º será paga entre 25 de maio e 8 de junho, já podendo incluir descontos como o Imposto de Renda, quando aplicável.

Quem tem direito

Recebem o abono os segurados que, em 2026, tiveram direito a benefícios como:

  • aposentadoria
  • pensão por morte
  • auxílio-doença (incapacidade temporária)
  • auxílio-acidente
  • salário-maternidade
  • auxílio-reclusão

A medida deve movimentar cerca de R$ 78 bilhões, considerando as duas parcelas, segundo estimativas oficiais.

Moradores e turistas que permanecerem em Cuiabá durante o feriado de Tiradentes, celebrado nesta terça-feira (21), terão diversas opções de lazer em família, como o Mercado do Porto, o Aquário Municipal, o Museu do Rio e o tradicional Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes, que chega à 7ª edição.

Para quem deseja aproveitar a culinária regional, o Mercado Antônio Moisés Nadaf, conhecido como Mercado do Porto, funcionará das 5h às 13h, com as lanchonetes abertas até as 16h. Já o Complexo Biocultural do Porto, que reúne o Aquário Municipal e o Museu do Rio, estará aberto das 9h às 18h, com entrada gratuita. O espaço é uma das principais atrações turísticas da capital e abriga espécies de peixes dos biomas Amazônia, Pantanal e Cerrado.

Outra alternativa é o 7º Festival da Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes, realizado às margens da MT 251, no km 23. O evento integra o calendário oficial de comemorações do aniversário de Cuiabá e reúne gastronomia típica e programação cultural.

Para atividades ao ar livre, o Parque Tia Nair funcionará das 5h às 22h, com pista de caminhada e mirante com vista para o lago. O Parque das Águas também estará aberto diariamente, das 5h às 23h, com acesso pelo Centro Político Administrativo, bairro Paiaguás, e Avenida Doutor Hélio Ribeiro.

Durante o feriado, os serviços essenciais de saúde seguem mantidos em regime de plantão 24 horas, incluindo as Unidades de Pronto Atendimento, a Policlínica do Pedra 90, o Centro Médico Infantil, o Hospital Municipal de Cuiabá, o Hospital e Pronto Socorro Municipal de Cuiabá e o Hospital São Benedito. Também serão mantidos serviços essenciais como coleta de lixo, abastecimento de água, Defesa Civil e fiscalização e orientação do trânsito, conforme o Decreto nº 11.584, publicado na Gazeta Municipal em 22 de dezembro de 2025.

Na Prefeitura de Cuiabá, assim como nos demais órgãos da administração municipal, não haverá expediente, com retorno das atividades na quarta-feira (22), a partir das 8h. Também estarão suspensos os atendimentos nas Unidades de Saúde da Família, nos Serviços de Atenção Especializada, no Centro de Especialidades Médicas, na Vigilância Sanitária e no Centro de Especialidades Odontológicas, que retomam o funcionamento na quarta-feira, a partir das 7h.

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