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Alerta é mantido em Japão, EUA, México e América do Sul; mais de 110 tremores secundários foram registrados
O terremoto de magnitude 8,8 que atingiu a costa do extremo leste da Rússia nesta quarta-feira, 30 desencadeou uma série de tsunamis e deixou em alerta diversos países banhados pelo Oceano Pacífico. Este foi o tremor mais forte registrado no mundo desde 2011, quando o Japão foi devastado por um sismo seguido de tsunami. Desta vez, ondas atingiram regiões do Japão, Havaí, Califórnia e partes da Rússia, obrigando autoridades a emitirem ordens de evacuação em massa.
Além da Rússia, países como Estados Unidos, México, Chile, Equador e o próprio Japão estão sob alerta máximo. As ondas chegaram a algumas localidades com força suficiente para provocar inundações em áreas costeiras, e sirenes de emergência foram ativadas em várias cidades portuárias. Equipes de resgate e defesa civil foram mobilizadas e abrigos temporários estão sendo montados para receber moradores das regiões afetadas.
Terremotos secundários
O impacto do terremoto não se limitou ao tremor inicial: segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), mais de 110 tremores secundários — conhecidos como réplicas — foram registrados desde o sismo principal. Os abalos começaram cerca de 20 minutos após o terremoto, às 20h48 de terça-feira (horário de Brasília), e seguiram até a manhã de quarta-feira, com magnitudes que variaram entre 4,4 e 6,9.
Especialistas alertam que novas réplicas ainda podem ocorrer nas próximas horas ou dias, mantendo o risco elevado para regiões vulneráveis. As autoridades continuam monitorando a situação e reforçam a orientação para que moradores em áreas costeiras sigam as instruções de evacuação e permaneçam atentos às atualizações das defesas civis locais.