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A bancária Leidiane Souza Lima, de 34 anos foi assassinada com um único tiro na cabeça em 27 de janeiro de 2023 quando saía de casa para ir trabalhar. Ela morava em Rondonópolis. Um motociclista se aproximou da vítima, atirou e depois fugiu do local.

Leidiane tinha uma filha com Antenor Alberto de Matos Salomão, de 51 anos, preso na manhã desta segunda-feira (06) suspeito de assassinar Leidiane.

A motivação do homicídio seria brigas com relação a guarda da menor.

Leidiane fez boletim de ocorrência contra Antenor em 14 de outubro de 2022. No documento ela diz ter sido ameaçada pelo ex, tendo sofrido lesão corporal e difamação.

Consta que em 23 de setembro de 2022 ela foi buscar a filha na casa do ex, mas este não quis devolver a menina, que tem 03 anos. Ao invés disso, ele teria empurrado o portão contra a bancária. Ela diz ter sofrido na ocasião lesões no braço esquerdo e na costa do lado direito.

Ao registrar o BO a bancária pediu medidas protetivas.

Fonte: AgoraMT

A Polícia Militar abriu inquérito para apurar a morte de Diego Kalinisk, de 26 anos, morte por um PM na madrugada deste domingo (05.02) no município de Vera.

A PM foi acionada por perturbação do sossego por conta de som alto. Segundo O boletim de ocorrência, ao chegar na Avenida Brasil, a PM se deparou com um veículo Saveiro com a caçamba aberta e o som muito alto. A PM pediu o documento do veículo e Diego o apresentou pelo celular.

Após a apresentação, a PM começou a vistoriar o veículo e confeccionar a notificação. Diego então tomou o talonário do policial e xingou a PM, dizendo que os militares não iriam notifica-lo e que ele mandava nos policiais. Foi pedido que Diego devolvesse o talonário e informaram que ele seria conduzido até a delegacia por desobediência e desacato a autoridade.

Com a ajuda do irmão, de 31 anos, Diego começou a agredir os policiais, tendo tal comportado insuflado pelos populares no local. Tentaram bater na cabeça do policial com a tonfa (cassetete) que tomaram dele.

Diz ainda o BO que para conter as agressões a PM fez uso da tonfa e o controle de contato, porém não foram suficientes, daí então foi disparada arma de fogo.

Tanto Diego quanto o irmão foram atingidos. Diego morreu no local e o irmão foi ferido e encaminhado para atendimento médico.

Devido a exaltação da população ali presente, a equipe da PM retirou-se do local e retornou apenas com a chegada de mais apoio policial para dar continuidade a ação.

Segundo a PM Diego já tinha passagens por poluição sonora, leão corporal, por usar veículo em volume e frequência não autorizada, por desobediência e desacato a autoridade, e resistência. As passagens são de 2017, 2018, e 2021. Já o irmão de Diego tem uma passagem de 2019 por desacato, desobediência e perturbação do sossego.

Na madrugada deste domingo (05) um jovem foi baleado e morte por um PM no município de Vera (486 km de Cuiabá).

Segundo a Polícia Militar eles estavam atendendo uma ocorrência de perturbação de sossego na Avenida Brasil.

Eles abordaram o jovem e pediram o documento do veículo. Ele se recusou a entregar e tentou reagir à abordagem. Nesse momento o PM anunciou prisão por desacato a autoridade.

Após a voz de prisão o jovem iniciou uma briga com o PM e tentou partir para cima dele com um cassetete de um dos PMs.

O militar em resposta atirou contra o jovem 6 vezes, inclusive atingindo o irmão da vítima que se encontra internado.

O jovem baleado faleceu no local.

Em nota a Polícia Militar disse que o jovem resistiu à prisão, mas abrirá procedimento interno para apurar o caso.

 

 

Em Rondonópolis (218 km de Cuiabá) dois homens foram presos após sair sem pagar de um supermercado neste sábado (04.02).

Eles encheram o carrinho com compras no valor aproximado de R$ 4,2 mil e foram para o estacionamento guardar no porta-malas de um carro. Um motorista já os esperava dentro do veículo.

O segurança do estabelecimento viu o ocorrido e abordou e acionou a Polícia Militar por volta das 17h55. Os dois homens foram detidos e encaminhados para a Delegacia. O motorista fugiu do local.

Dentre os produtos furtados estavam carvão, leite condensado, queijos, creme dental, panelas, etc.

A Polícia irá verificar as câmeras de segurança do estacionamento para tentar identificar o motorista que fugiu do local.

Em Juara (709 km de Cuiabá), Guilherme Cupertino da Cunha, de 12 anos faleceu vítima de um suposto disparo acidental de espingarda cartucheira. O acidente ocorreu em uma fazenda às margens da BR-325, por volta das 08h00 na quinta-feira (02).

A mãe da vítima contou que o filho estava brincando com suas duas irmãs. Uma delas foi ao banheiro, e a outra, de 4 anos, continuou brincando. Falou que escutou um barulho de disparo e quando chegou no quarto encontrou o filho ferido em estado de agonia. Disse que jogou a espingarda para o lado e foi em busca de socorro, porém o garoto não resistiu ao ferimento.

A família e as testemunhas foram encaminhadas para prestar depoimento na Delegacia.

Os pais não tinham o porte/posse legal da arma.

Outras três pessoas que a auxiliaram no esquema também são investigadas

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta sexta-feira (3), a Operação Aparício, contra quatro pessoas investigadas por tráfico de influência. Equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) cumprem os mandados em quatro endereços de Cuiabá.

Uma advogada é alvo da operação. A vítima foi extorquida a pagar valores em dinheiro, além de ter bens subtraídos, a pretexto de que a advogada conseguiria liberar um celular dela, apreendido em uma operação realizada em setembro de 2022 pela Polícia Civil para apurar furtos de cargas de grãos em Mato Grosso.

Na ocasião, o esposo da vítima foi preso na Operação Safra 2 e um celular dela apreendido durante as buscas.

Além da advogada, são alvos o irmão dela, que atua como estagiário, e mais duas pessoas que os auxiliaram nos crimes. Uma delas era amiga da família e apresentou à vítima, a advogada.

O crime

Um amigo da família da vítima indicou uma advogada para dar assistência na requisição de reaver o celular apreendido. A vítima aceitou o auxílio jurídico e a advogada na companhia de seu irmão, passaram a exigir R$ 45 mil, a pretexto de influenciar em ato do delegado responsável pela operação, a fim de conseguirem a liberação dos aparelhos celulares apreendidos.

O grupo composto pelos quatro investigados, inclusive a advogada, levaram a vítima até sua residência, de onde subtraíram suas joias, um videogame modelo Playstation e um cartão de crédito, de onde foi debitado o valor de R$ 10 mil.

O irmão da advogada disse à vítima, por telefone, que já havia um mandado de prisão expedido contra ela. A extorsão continuou no dia seguinte, quando ela foi obrigada a transferir mais valores para completar a quantia de 45 mil reais.

O grupo ainda constrangeu a vítima com ameaças, dizendo que ela poderia ser presa a qualquer momento, e a obrigou, junto com o filho menor de idade, a passar a noite dia 26 de setembro, em um hotel na região da rodoviária, em Cuiabá. Como a vítima não tinha o valor exigido, pediu ajuda a familiares do marido, que conseguiram transferir a ela R$ 35 mil, que foram destinados diretamente à conta da advogada e seu irmão. Porém, a vítima continuou sendo extorquida, sendo levada junto com o filho a uma casa precária, onde permaneceram trancados.

Na tentativa de sair da casa, a vítima ligou para o amigo da família que a apresentou a advogada, e pediu ajuda, sendo depois levada a um outro hotel de Cuiabá.

Além dos R$ 45 mil exigidos pelos investigados, a vítima foi coagida a transferir seu veículo Toyota Yaris, também apreendido na operação policial, com o pretexto de que o carro era o pagamento dos honorários advocatícios durante o acompanhamento do marido dela, em interrogatório na GCCO.

Investigação

O inquérito policial instaurado para apurar o crime de tráfico de influência comprovou que a advogada e seus comparsas estiveram na residência da vítima nas datas relatadas por ela, além da permanência nos hotéis citados por ela. Imagens de câmeras de segurança mostraram os investigados nos locais com a vítima e seu filho.

Outros depoimentos colhidos pela GCCO e documentos reunidos corroboraram as informações passadas pela vítima.

Fonte: Mídia News

O promotor de Justiça Jaime Romaquelli afirmou que não denunciou o empresário Carlos Alberto Bezerra pelo crime de perseguição majorada contra a ex-companheira, Thays Machado, para que ele não seja beneficiado em um futuro júri popular.

Isso porque, segundo ele, o delito exige o conhecimento da vítima, bem como cause perturbação da tranquilidade e restrição de liberdade, o que não ocorreu.

“Evita aquelas discussões vazias no Tribunal do Júri tentando jogar a culpa na vítima pelo fato de ela não ter procurado a Polícia logo que começou a perseguição. Não procurou porque não sabia plenamente o que estava acontecendo”, disse Romaquelli.

Carlos Alberto matou Thays e o namorado dela Willian César Moreno no último dia 18 de janeiro, quando saíam de um prédio, no Bairro Consil, em Cuiabá.

Fonte: Mídia News

O corpo de um homem de 38 anos foi encontrado na manhã desta quarta-feira (24) no Rio das Mortes em Campo Verde (a 142 quilômetros de Cuiabá). Ele desapareceu quando tentava atravessar o rio a nado e foram necessários três dias de buscas para encontrá-lo.

Conforme o Corpo de Bombeiros, os militares foram acionados para atender uma ocorrência de desaparecimento no domingo (22).

Segundo testemunhas, a vítima estava pescando quando decidiu atravessar o rio a nado. Em determinado momento ele submergiu de repente e não foi mais visto.

Foi marcado o último local em que ele foi visto e montada uma estratégia de busca.

Os militares usaram um drone de asa rotativa e uma embarcação com motor de popa para fazer as buscas na superfície.

A ação contou com o apoio de policiais militares e voluntários nas margens do rio.

A vítima foi localizada no terceiro dia consecutivo de buscas, por volta das 8h50.

A Polícia Civil e a Politec (Perícia Oficial de Identificação Técnica) foram acionados e acompanham a ocorrência.

Fonte: Mídia News/Liz Brunetto

 

O mototaxista Osmair José Ferreira Rosa, de 63 anos, foi assassinado a facadas na noite de domingo (22), no Município de Água Boa (729 km a nordeste de Cuiabá).

De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu no Bairro Vila Nova, em uma rua sem a presença de testemunhas. 

Osmair foi encontrado ao lado de sua motocicleta, já morto, e com ao menos 10 ferimentos de faca. Os golpes foram no pescoço, peito e costas.

O delegado Matheus Soares, responsável pela investigação, afirmou que provas preliminares apontam que a vítima foi executada.

“Já descartamos a possibilidade de roubo, até porque nenhum dos bens foram levados. A gente não sabe o motivo ainda, mas foi algo premeditado”, disse.

“Alguém armou aquela situação para matar o senhor. Estamos direcionando para alguma vingança, crime passional, considerando o número de golpes que ele sofreu”.

O crime segue sendo investigado pela Polícia Civil.

Fonte: MídiaNews

Na última quarta-feira (18) o casal Thays Machado (44 anos) e William César Moreno (40 anos) foram assassinados por Carlos Alberto Gomes Bezerra, conhecido como "Carlinhos". Ele é filho do deputado federal Carlos Bezerra (MDB).

Thays era ex-esposa de Carlinhos e estava namorando com Willian César.

O crime ocorreu no bairro Consil, em Cuiabá, em frente ao Edifício Solar Monet.

Segundo apuração da Polícia Militar, o casal Thays e Willian estava na calçada quando o filho do deputado passou atirando no casal enquanto dirigia um Renault Keid. O casal foi atingido por 7 disparos.

Thais teria ido ao prédio, junto do namorado, para deixar a chave do carro com sua mãe, que é moradora.

Titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), o delegado Manoel Gomes, disse que muito provavelmente o crime foi premeditado, uma vez que o suspeito não aceitava o fim do relacionamento com Thaís.

“Temos informações de que ele (Carlinhos) já vinha acompanhando os passos da vítima, que inclusive já tinha registrado um boletim de ocorrência, na date de hoje, justamente por conta dessas perseguições”, assegurou Gomes.

Os primeiros levantamentos da DHPP apontam que a vítima Thays estava sofrendo ameaças de Carlinhos. Inclusive ela registrou um Boletim de Ocorrência na manhã da quarta-feira (18), dia do assassinato.

Após o cometimento do crime Carlinhos evadiu-se do local. A equipe de inteligência da DHPP obteve informações de que ele estava escondido em um fazenda em Campo Verde. Nesta fazenda ele foi preso na noite de quarta-feira.

Na fazenda foi localizado o carro usado no cometimento dos dois homicídios, além de uma pistola, carregadores, celular e um canivete tático.

Em seu primeiro depoimento na Polícia Civil, Carlos Alberto Gomes Bezerra, o Carlinhos disse que cometeu o crime por uma “descompensa emocional”.

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