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O ex-governador de Mato Grosso, Pedro Taques, voltou a reafirmar publicamente a denúncia de que R$ 308 milhões teriam sido desviados em uma negociação envolvendo créditos do Estado junto à empresa de telefonia Oi. Em publicações nas redes sociais, Taques classificou o caso como um “roubo” contra os cofres públicos.
Segundo o ex-governador, o Estado havia obtido decisão judicial favorável que reconhecia o direito ao recebimento dos valores. No entanto, ele sustenta que o montante acabou sendo negociado de forma irregular, resultando em prejuízo ao erário. Taques questiona a legalidade da operação e aponta falhas no acordo firmado posteriormente.
O político afirma ainda que a negociação envolveu escritórios de advocacia e fundos de investimento, levantando suspeitas sobre a condução do processo e o destino dos recursos. Para ele, o caso precisa ser apurado pelos órgãos de controle e pelo Judiciário.
O governo do Estado, por sua vez, contesta as acusações. Em manifestações anteriores, a gestão atual sustenta que o acordo evitou prejuízos maiores e que a dívida original superava R$ 700 milhões, o que teria resultado em economia para Mato Grosso.
A disputa em torno do caso segue no campo político e jurídico, com versões divergentes sobre a legalidade do acordo e o impacto real da operação para os cofres públicos.