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A defesa da Prefeita Flávia Moretti (PL), afirmou que não houve qualquer irregularidade na utilização da logomarca aplicada a uniformes que se tornaram alvo de questionamentos e criticou a decisão de instaurar uma comissão para apurar o caso. Em nota, os representantes classificaram a medida como precipitada e sustentaram que todos os procedimentos seguiram critérios legais e administrativos.
Segundo a manifestação, a identidade visual presente nas peças teria sido previamente aprovada pelos setores responsáveis e estaria em conformidade com as normas institucionais. Os advogados também destacaram que não houve prejuízo aos cofres públicos nem violação de regras contratuais, argumentando que a produção respeitou integralmente as especificações previstas.
A defesa ainda questionou a motivação da investigação, afirmando que não foram apresentados indícios concretos que justifiquem a abertura de comissão formal neste momento. Para os representantes, uma análise técnica prévia seria suficiente para esclarecer eventuais dúvidas sem necessidade de procedimento investigativo.
Já apoiadores da apuração defendem que a comissão é instrumento legítimo de fiscalização e transparência, ressaltando que a iniciativa não representa julgamento antecipado. O objetivo, segundo eles, é reunir documentos, ouvir envolvidos e elaborar relatório conclusivo sobre o caso.
O episódio segue em andamento e deve ter novos desdobramentos conforme avançarem as etapas de verificação e análise técnica.