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O vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), fez duras críticas durante agenda política ao afirmar que o Estado não quer mais “governante que pede 30% de volta”. Sem mencionar nomes, a declaração foi interpretada como um recado direto a adversários no cenário eleitoral de 2026.
Ao discursar, Pivetta sugeriu que práticas irregulares ligadas à devolução de recursos públicos não têm mais espaço em Mato Grosso. “Vocês sabem de quem eu estou falando”, disse, ao defender uma gestão pautada pela transparência e continuidade administrativa.
A fala provocou reação imediata do senador Jayme Campos (União Brasil), que contestou o tom das declarações. Para ele, acusações genéricas e sem provas podem gerar insegurança e prejudicar o debate político.
“Acusar sem prova é perigoso”, afirmou o parlamentar, ao desafiar Pivetta a apresentar evidências concretas sobre o que foi dito.
Nos bastidores, o episódio intensificou o clima de tensão entre lideranças que despontam como possíveis candidatos ao governo do Estado. Além de Pivetta e Jayme, o senador Wellington Fagundes (PL) também é citado como nome na disputa.
A troca de declarações evidencia o acirramento antecipado da corrida eleitoral em Mato Grosso, marcada por críticas indiretas, disputas internas e movimentações estratégicas de pré-campanha.