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Espaço inédito no Parque Olímpico da Barra reúne peças históricas, experiências imersivas e homenagens aos Jogos de 2016
O espírito olímpico vai ganhar morada definitiva no Rio de Janeiro. Neste domingo, 3, a cidade inaugura o Rio Museu Olímpico, o primeiro do país e o mais novo integrante da prestigiada rede de museus chancelada pelo Comitê Olímpico Internacional. Instalado no andar superior do Velódromo, dentro do Parque Olímpico da Barra, o espaço será aberto ao público na terça-feira, 5, exatamente no aniversário da cerimônia de abertura dos Jogos de 2016; um marco que agora se transforma em memória viva e interativa.
Com essa inauguração, o Rio se junta a outras 36 cidades ao redor do mundo que abrigam museus olímpicos, fortalecendo seu legado como sede dos Jogos. O museu ocupa uma área de 2.300 metros quadrados e abriga um acervo com mil peças, das quais 300 estão em exibição permanente. O espaço é dividido em 13 áreas temáticas que exploram, de forma cronológica e sensorial, os marcos do esporte e o impacto da Rio 2016 na cidade.
Conteúdo interativo
A proposta vai além da simples exposição de objetos: são cerca de 80 experiências interativas e imersivas que convidam o visitante a reviver momentos emblemáticos dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos. Desde simulações de provas esportivas até conteúdos audiovisuais envolventes, o público poderá experimentar as emoções que marcaram o maior evento esportivo já realizado no Brasil.
Entre os destaques do acervo, estão peças que carregam forte simbolismo, como a faixa preta da judoca Rafaela Silva, medalhista de ouro em 2016, e a bola da final de vôlei masculino que garantiu o ouro para o Brasil. Também fazem parte da coleção tochas olímpicas, medalhas, ingressos originais, moedas comemorativas e até os figurinos usados por voluntários no revezamento da tocha.