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Presidente afirmou que as ameaças são constantes e vai reforçar sua segurança pessoal
Foto: Divulgação Vasco/Dikran Sahagian
Pedrinho recebeu orientação para reforçar a segurança após denúncia anônima; caso está sob investigação da Delegacia Antissequestro
Um roteiro digno de thriller policial ameaça invadir a realidade do futebol carioca: a Delegacia Antissequestro (DAS) da Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga um plano para sequestrar o presidente do Vasco da Gama, Pedrinho. Segundo denúncia anônima recebida pela delegacia especializada, o dirigente seria alvo de criminosos ainda nesta semana, ao deixar a sede do clube. A polícia confirmou a existência da denúncia, e notificou Pedrinho na última segunda-feira, 5, orientando-o a reforçar a segurança pessoal. Por enquanto, não há presos nem suspeitos identificados.
Em nota oficial, a Polícia Civil afirmou que “a Delegacia Antissequestro (DAS) apura a veracidade da denúncia e está seguindo todos os protocolos previstos, inclusive no que diz respeito ao suposto alvo”. O clube de São Januário também se pronunciou, confirmando a gravidade da ameaça, e reiterando que está colaborando com as investigações de forma integral.
Histórico de ameaças
Não é a primeira vez que o presidente cruzmaltino lida com retaliações diretas desde que assumiu a liderança do Vasco. Em novembro de 2024, Pedrinho revelou ter recebido uma ameaça de morte por mensagem em um grupo de WhatsApp. Já em julho deste ano, teve seu endereço residencial exposto nas redes sociais por um influenciador, o que agravou ainda mais o clima de tensão.
“Depois das ameaças de morte e da divulgação do meu endereço, agora fui surpreendido com a informação da polícia sobre uma denúncia de tentativa de me sequestrar. As pessoas estão ultrapassando todos os limites. É inaceitável. Confio nas autoridades policiais e tenho certeza de que, em breve, os culpados serão punidos”, afirmou o presidente. O caso segue sob sigilo e vigilância reforçada.