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Assembleia Geral definirá futuro do clube com fundo liderado por BTG e empresa criada pela Lazuli Capital
O Conselho diretor do Fluminense aprovou a proposta apresentada pelo banco BTG Pactual para a constituição da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e decidiu levá-la à Assembleia Geral. Somente os sócios com mensalidades em dia terão direito a votar sobre os termos do contrato, que promete mudar de forma estrutural a gestão e o futuro financeiro do clube.
O modelo apresentado prevê a criação de um fundo de investimentos que será ofertado à pessoas físicas e jurídicas, inclusive torcedores do Flu — como o próprio dono do BTG, André Esteves. A gestão desse fundo ficará sob responsabilidade da LZ Sports, empresa criada pela Lazuli Capital para direcionar aportes no setor esportivo. A ideia é captar recursos e modernizar a administração, dando maior solidez à saúde financeira do Fluminense.
Conflito de interesses
Apesar da movimentação positiva entre a diretoria, a proposta já gera polêmica e resistência na oposição. Parte dos conselheiros e grupos políticos do clube levantam questionamentos sobre governança, auditoria, e possíveis conflitos de interesse que podem surgir da parceria. já que o nome especulado para ocupar o cargo de CEO é o de Mário Bittencourt, atual presidente do clube. O acúmulo de funções, entretanto, é alvo de críticas de setores internos.
O debate deve se intensificar à medida que os detalhes forem apresentados à torcida e aos sócios. A expectativa é que o Fluminense comece a divulgar de forma oficial a proposta do BTG aos tricolores nas próximas semanas.